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Apontando para a expressão do corpo em movimento -
corpo esse que é diverso, que tem limites e possibilidades - e
distanciando-se de questões meramente técnicas e excludentes
que enfatizam o rendimento, a performance e a prática pela
prática, Fonseca e Ramos (2017) advogam por uma Educação
Física escolar que demanda a:
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Coincidindo com as profundas transformações sociais em
Pernambuco, na virada do século XIX, para o início do século
XX, surgiu uma importante manifestação cultural tipicamente
pernambucana cujo nome advém de uma alteração popular
da palavra ferver. Reconhecido enquanto Patrimônio Cultural
Imaterial da Humanidade, o frevo, segundo Maria e Azevedo
(2020), conta com mais de 120 passos catalogados. Considerando
incluir o frevo no planejamento da Educação Física escolar, os/as
professores/as podem tematizar os movimentos nomeados:
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Em seu livro “Educação Física cuida do corpo e... mente”,
o professor João Paulo Subirá Medina (1990) apresenta três
concepções fundamentais da Educação Física, estabelecendo
relação entre a caracterização de cada umas delas e os três níveis
de consciência colocados pela teoria freiriana. Tais níveis se
apresentam enquanto consciência intransitiva, transitiva ingênua
e transitiva crítica. Assim, durante o exercício analítico, o autor
destaca que determinada concepção “amplia o significado da
Educação Física, distanciando-se daquela visão mais comum e
vulgar estabelecida pela concepção convencional e, muitas vezes,
opondo-se a ela” (Medina, 1990, p.79). A referida concepção é
denominada:
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Em seu capítulo no segundo volume do livro “Práticas
Pedagógicas em Educação Física Escolar. Corpo Consciente e
Questões de Gênero no chão da escola”, o professor Fabiano
Devide (2023) desenvolve a ideia da Coeducação no ensino da
Educação Física escolar, no sentido de garantia da igualdade de
oportunidades dentro das vivências dos conteúdos por parte dos
estudantes. Assim, refletindo sobre os princípios da Coeducação,
o autor assinala que a promoção da equidade no contexto
pedagógico demanda o/a:
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O professor Jocimar Daolio (2020), refletindo sobre a
influência da produção de Marcel Mauss na Educação Física,
assinala, como uma das principais implicações para a área, que
o corpo não se explica exclusivamente a partir de considerações
biológicas. Além disso, Daolio (2020) destaca ainda que uma
outra implicação está relacionada à pluralidade dos corpos e à
garantia da livre expressão, apontando para a Educação Física o
imperativo de:
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Em seu capítulo no livro “Educação Física, Soberania
Popular, Ciência e Vida”, a professora Sílvia Lüdorf (2022)
estabelece olhar para a constituição histórica do Grupo Temático
de Trabalho Corpo e Cultura (GTTCC) do Colégio Brasileiro
de Ciências do Esporte (CBCE), apontando para a pluralidade
de temas mobilizados em seus encontros científicos. A autora
reconhece que o GTTCC tem contado com a apresentação de
muitos trabalhos que, potencialmente, poderiam tangenciar outro
grupo temático, como o exemplo das pesquisas com interface
do corpo com as questões de gênero, com a escola ou com a
saúde/qualidade de vida. Ao pensar o referido Grupo Temático
de Trabalho em uma perspectiva de “Galeria Temática”, Lüdorf
(2022) explora esse rico mosaico de trabalhos apresentados ao
longo dos anos e destaca tal amplitude temática enquanto:
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Com inspiração em Paulo Freire, Bossle (2023, p.71)
apresenta uma alternativa crítica na Educação Física brasileira
alinhada, particularmente, pelo “corpo do oprimido, do corpo
consciente e por uma onto-episteme libertadora”. Desse modo,
no processo de conscientização para ser mais no mundo, o autor
assinala que tal alternativa reconhece não apenas a ciência
tradicional, mas as ancestralidades, outras culturas e formas de
produção de conhecimento. Logo, para Bossle (2023), a teoria
pedagógica descrita acima é denominada:
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Para o Coletivo de Autores (2012), a dança pode ser
considerada como linguagem social que permite a transmissão de
sentimentos e da afetividade vivida nas esferas da religiosidade,
do trabalho, dos costumes, hábitos, da saúde e até da guerra. Ao
pensar em um currículo de Educação Física escolar adequado
ao tempo pedagogicamente necessário para a assimilação dos
conhecimentos, considerando o referido componente enquanto
objeto de tematização, o Coletivo de Autores (2012) sugere as
danças com conteúdo relacionado à realidade social dos alunos e
da comunidade para o ciclo de escolarização nomeado:
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De acordo com Darido (2003), quando os governos militares
assumiram o poder em 1964, houve grande investimento no
esporte na tentativa de fazer da Educação Física um sustentáculo
ideológico, na medida em que ela participaria na promoção do
país através do êxito em competições de alto nível. O esporte
é, para essa fase, o objetivo e o conteúdo da Educação Física
escolar e estabelece uma nova relação. Assim sendo, conforme a
autora, nesse período, a figura do professor de Educação Física
passa a ser vista enquanto:
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Os Jogos dos Povos indígenas, conforme destaca Pereira
(2021), envolvem demonstrações e disputas de uma série de
modalidades desportivas e, além disso, abrem também espaço
para as diversas etnias interagirem, dialogarem e articularem
resistências. Pensando em incluir no planejamento da Educação
Física escolar os etno-desportos disputados e/ou demonstrados
nos Jogos dos Povos Indígenas, os/as professores/as podem
considerar enquanto objetos de estudo:
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