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Foram encontradas 135 questões.

1219458 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. São Joaquim Bicas-MG
A escola Caminho Certo comprou lixeiras para colocar nas salas. Foram colocadas 2 lixeiras em cada sala. Se a escola tem 26 salas, quantas lixeiras foram compradas?
 

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1219457 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. São Joaquim Bicas-MG
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Talita gasta, diariamente, duas passagens das linhas perimetrais e duas passagens das linhas circulares para ir de casa ao seu trabalho.

Observe a seguir a tabela que apresenta o valor das tarifas.

Tarifas do transporte coletivo de Belo Horizonte – 2016

Linhas perimetrais, diametrais, semiexpressas e também do Move R$ 3,70

Tarifa de integração com o metrô R$ 3,70

Linhas circulares e alimentadoras (ônibus na cor amarela) R$ 2,65

Linhas de vilas e favelas (micro-ônibus na cor amarela) R$ 0,85

Linha Executiva SE01 (Savassi / Cid. Administrativa) R$ 6,90

Linha Executiva SE02 (Buritis / Savassi) R$ 5,55

Táxi-lotação (avenidas Afonso Pena e do Contorno) R$ 4,05


Sabendo-se que Talita trabalha de segunda a sexta-feira, quanto ela gastará durante uma semana?

 

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1219456 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. São Joaquim Bicas-MG
Gabriel saiu de sua casa às 22h30min., com destino a Salvador.
Sabendo-se que Gabriel chegou ao seu destino às 11h20min., quanto tempo durou a viagem?
 

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1219455 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. São Joaquim Bicas-MG
Marieta demora 25 minutos para varrer um dos pátios da escola em que trabalha. Para varrer 4 pátios iguais a esse, quanto tempo ela gastará?
 

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1219454 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. São Joaquim Bicas-MG
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Para trabalhar utilizando seu carro no mês de fevereiro, Paulo teve as seguintes despesas.

Despesas

Combustível R$ 320,00

Serviços mecânicos R$ 260,00

Seguros R$ 190,00

Peças R$ 180,00

Impostos R$ 50,00

Estacionamento R$ 290,00


Qual foi o valor total das despesas de Paulo no mês de fevereiro para ir trabalhar utilizando seu carro?

 

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1219453 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. São Joaquim Bicas-MG
Na cidade onde Camila mora, existe um parque ecológico que funciona para visitação nos períodos da manhã e da tarde.
Observe o quadro a seguir que apresenta a frequência de visitantes desse parque no último final de semana.
Sexta-feira Sábado Domingo Período da manhã 90 235 119 Período da tarde 110 253 200
Qual foi o número total de visitantes no sábado?
 

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1219452 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. São Joaquim Bicas-MG
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Mateus sairá terça-feira de Belo Horizonte, às 19h30, para viajar a Curitiba. A duração prevista para sua viagem é de 14 horas e 30 minutos. O horário previsto para Mateus chegar em Curitiba é às:
 

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1219451 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. São Joaquim Bicas-MG
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 5.
Por quem os sinos dobram?
A morte é poderosa. Ela também assusta. Em primeiro lugar, pelo óbvio: ela é universal e inevitável. É o conceito final e, por isso mesmo, evitamos seu contato até no nome. Dizer Dia de Finados já parece uma mistura de português antigo e eufemismo. Os mexicanos vão direto ao ponto: Dia de los Muertos.
Em segundo lugar, a morte produz arte. Duas das sete maravilhas do mundo antigo são monumentos funerários: as pirâmides do Egito e o túmulo do rei Mausolo em Halicarnasso, que deu origem ao nome mausoléu. Ainda que democrática e igualitária em si, a morte produz desigualdades estéticas e de poder.
A Capela dos Ossos, em Évora (Portugal), choca a sensibilidade contemporânea, mas foi pensada para ser uma lembrança religiosa e moral. “Nós, ossos que aqui estamos, pelos vossos esperamos.”
Em terceiro lugar, a morte está associada à fé. Grande parte das religiões orbita em torno do nosso fim ou do anseio de imortalidade. Na hora extrema, jainistas da índia podem optar por uma morte pública e quase teatral. Para católicos, são José (padroeiro da boa morte) se oferece à alma devota como guia seguro.
Todo o cristianismo foi fundado em torno de dois conceitos ligados à morte: Jesus morreu pela humanidade e, ressuscitando, venceu a morte. Judeus consideram uma ação positiva pertencer à Chevra Kadisha (sociedade sagrada), que prepara o corpo e ampara a família. Espíritas preferem o verbo desencarnar. Islâmicos insistem na igualdade de todos em túmulos sem ornamentos e, por vezes, até sem nome.
Por fim, a morte é uma grande inquietação filosófica. Albert Camus pensou na morte como o “momento absurdo” na sua análise do mito de Sísifo. O texto foi escrito em pleno horror da Segunda Guerra.
A morte do filósofo Sócrates é retratada pelo pintor Jacques-Louis David com a dignidade neoclássica do momento que deu significado para toda uma vida. Para o filósofo, a aceitação tranquila da morte era o sinal de que havia sido coerente. Para nós que somos menos do que Sócrates, o extremo da pobreza é não ter “onde cair morto”. Morrer é o símbolo de toda a vida.
O conceito, porém, continua incômodo. Nos meios urbanos ocidentais, a morte foi afastada da vista pública. Não se vela mais em casa o corpo de entes queridos. Há uma tanatofobia, um horror à morte, entre nós. A morte tornou-se mais asséptica. Foi isolada em hospitais.
Quando ocorre em acidente público, corpos devem ser imediatamente cobertos. A morte incomoda. Basta começar a tocar nela e todos sentem um vago mal-estar. Quase todos preferem trocar de assunto.
Alguns de nós foram criados em hábitos mais antigos, como visitar cemitérios no Dia de Finados. Os jovens de hoje raramente o fazem. Os jovens não querem ir a enterros. Estão longe da morte e manifestam pouca preocupação com ela.
Nós, mais velhos, também não gostaríamos de ir. A força da obrigação e do hábito nos arrastam. Talvez por isto tenhamos raiva da frase clássica de um adolescente ao ser convidado a um velório: “Não gosto”. Como também não gostamos, nos irritamos com a frase que desnuda, sem culpa, nossa resistência.
Por que vamos? Em parte porque somos menos livres do que os mais jovens. Talvez porque sejamos mais solidários. Mas, em parte também, porque temos uma ideia da finitude e da dor do luto. Ir a túmulos é um rito de religação. Visitamos mortos por causa de nós, vivos. Nós, os ossos que lá estaremos, ainda temos carne e sangue e ainda choramos.
O Dia de Finados é o dia dos vivos, da fila que continua andando, das duas questões que nos abalam: o quanto sinto falta de quem se foi e o quanto temo ir. O vazio da morte está impactando quem vive.
Os sinos dobram por nós, como o título que tomei emprestado a Hemingway. Ouvi-los é estar vivo. Quando eu parar de escutá-los isso não terá mais importância. O Dia de Finados é nosso, dos que ainda podem ler este texto. Repousemos em paz.

LEANDRO KARNAL, 52, é historiador e professor da Unicamp,
autor de ‘Pecar e Perdoar’ (Nova Fronteira)
KARNAL, Leandro. Por quem os sinos dobram? Savi Advocacia. Disponível em:<http://www.fsavi.com/artigo>. Acesso em: 25 fev. 2016 (Adaptação).
Analise os trechos a seguir.
I. “Em terceiro lugar, a morte está associada à fé.” II. “Para católicos, são José (padroeiro da boa morte) se oferece à alma devota como guia seguro.” III. “Todo o cristianismo foi fundado em torno de dois conceitos ligados à morte [...]” IV. “Judeus consideram uma ação positiva pertencer à Chevra Kadisha [...]” V. “Há uma tanatofobia, um horror à morte, entre nós.”
Os acentos indicativos de crase são obrigatórios em:
 

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1219450 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. São Joaquim Bicas-MG
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Motorista de ônibus ameaça dar seu lugar a cego

que seguia viagem em pé

Nenhum dos passageiros que seguia na linha Rio Doce/

CDU havia sido capaz de fazer o gesto educado e

solidário

Depois de perceber que nenhum dos passageiros do coletivo que fazia, lotado, a linha Rio Doce / Cidade Universitária (CDU) deu lugar a um deficiente visual, o motorista desacelerou o veículo e foi taxativo: “Se ninguém der o lugar, ele vai sentar aqui e dirigir o ônibus”. O gesto, indignado e inusitado, aconteceu na manhã desta terça-feira e foi presenciado pelo professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Bruno Nogueira que resolveu alardear a lição em sua conta na rede social Facebook.

Segundo o professor, o protesto bem-humorado não parou por aí. O motorista ainda perguntou: “O senhor sabe dirigir?”. O passageiro cego riu e respondeu que sim. E o condutor continuou: “Então pronto! Já vai sentar aqui”. De acordo com Bruno, poucas pessoas presenciaram a cena, mas todo mundo riu bastante. A área estava toda ocupada já por pessoas idosas e, após a provocação, um senhor teria resolvido ceder o lugar.

“Foi hoje de manhã. Estava passando na catraca. Foi tudo bem rápido. Assim que ele terminou de falar, o senhor cego (era um homem grisalho, deveria ter mais de 55 anos) já tinha sentado”, disse o professor, acrescentando que o deficiente subiu no ônibus com ajuda, mas estava sozinho no coletivo.

DIÁRIO DE PERNAMBUCO. Motorista de ônibus ameaça dar

seu lugar a cego que seguia viagem em pé. Estado de Minas.

23 fev. 2016. Disponível em: <http://zip.net/bqsXMk >. Acesso

em: 24 fev. 2016 (Adaptação).

A partir da leitura do texto, pode-se dizer que se trata de um(a):
 

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1219449 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. São Joaquim Bicas-MG
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 5.
Por quem os sinos dobram?
A morte é poderosa. Ela também assusta. Em primeiro lugar, pelo óbvio: ela é universal e inevitável. É o conceito final e, por isso mesmo, evitamos seu contato até no nome. Dizer Dia de Finados já parece uma mistura de português antigo e eufemismo. Os mexicanos vão direto ao ponto: Dia de los Muertos.
Em segundo lugar, a morte produz arte. Duas das sete maravilhas do mundo antigo são monumentos funerários: as pirâmides do Egito e o túmulo do rei Mausolo em Halicarnasso, que deu origem ao nome mausoléu. Ainda que democrática e igualitária em si, a morte produz desigualdades estéticas e de poder.
A Capela dos Ossos, em Évora (Portugal), choca a sensibilidade contemporânea, mas foi pensada para ser uma lembrança religiosa e moral. “Nós, ossos que aqui estamos, pelos vossos esperamos.”
Em terceiro lugar, a morte está associada à fé. Grande parte das religiões orbita em torno do nosso fim ou do anseio de imortalidade. Na hora extrema, jainistas da índia podem optar por uma morte pública e quase teatral. Para católicos, são José (padroeiro da boa morte) se oferece à alma devota como guia seguro.
Todo o cristianismo foi fundado em torno de dois conceitos ligados à morte: Jesus morreu pela humanidade e, ressuscitando, venceu a morte. Judeus consideram uma ação positiva pertencer à Chevra Kadisha (sociedade sagrada), que prepara o corpo e ampara a família. Espíritas preferem o verbo desencarnar. Islâmicos insistem na igualdade de todos em túmulos sem ornamentos e, por vezes, até sem nome.
Por fim, a morte é uma grande inquietação filosófica. Albert Camus pensou na morte como o “momento absurdo” na sua análise do mito de Sísifo. O texto foi escrito em pleno horror da Segunda Guerra.
A morte do filósofo Sócrates é retratada pelo pintor Jacques-Louis David com a dignidade neoclássica do momento que deu significado para toda uma vida. Para o filósofo, a aceitação tranquila da morte era o sinal de que havia sido coerente. Para nós que somos menos do que Sócrates, o extremo da pobreza é não ter “onde cair morto”. Morrer é o símbolo de toda a vida.
O conceito, porém, continua incômodo. Nos meios urbanos ocidentais, a morte foi afastada da vista pública. Não se vela mais em casa o corpo de entes queridos. Há uma tanatofobia, um horror à morte, entre nós. A morte tornou-se mais asséptica. Foi isolada em hospitais.
Quando ocorre em acidente público, corpos devem ser imediatamente cobertos. A morte incomoda. Basta começar a tocar nela e todos sentem um vago mal-estar. Quase todos preferem trocar de assunto.
Alguns de nós foram criados em hábitos mais antigos, como visitar cemitérios no Dia de Finados. Os jovens de hoje raramente o fazem. Os jovens não querem ir a enterros. Estão longe da morte e manifestam pouca preocupação com ela.
Nós, mais velhos, também não gostaríamos de ir. A força da obrigação e do hábito nos arrastam. Talvez por isto tenhamos raiva da frase clássica de um adolescente ao ser convidado a um velório: “Não gosto”. Como também não gostamos, nos irritamos com a frase que desnuda, sem culpa, nossa resistência.
Por que vamos? Em parte porque somos menos livres do que os mais jovens. Talvez porque sejamos mais solidários. Mas, em parte também, porque temos uma ideia da finitude e da dor do luto. Ir a túmulos é um rito de religação. Visitamos mortos por causa de nós, vivos. Nós, os ossos que lá estaremos, ainda temos carne e sangue e ainda choramos.
O Dia de Finados é o dia dos vivos, da fila que continua andando, das duas questões que nos abalam: o quanto sinto falta de quem se foi e o quanto temo ir. O vazio da morte está impactando quem vive.
Os sinos dobram por nós, como o título que tomei emprestado a Hemingway. Ouvi-los é estar vivo. Quando eu parar de escutá-los isso não terá mais importância. O Dia de Finados é nosso, dos que ainda podem ler este texto. Repousemos em paz.

LEANDRO KARNAL, 52, é historiador e professor da Unicamp,
autor de ‘Pecar e Perdoar’ (Nova Fronteira)
KARNAL, Leandro. Por quem os sinos dobram? Savi Advocacia. Disponível em:<http://www.fsavi.com/artigo>. Acesso em: 25 fev. 2016 (Adaptação).
Releia o trecho a seguir.
“O conceito, porém, continua incômodo.”
Esse trecho, sem alteração de seu sentido original, pode ser reescrito das seguintes formas, EXCETO:
 

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