Foram encontradas 40 questões.
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Legalle
Orgão: Pref. São José Inhacorá-RS
As questões 21 a 25 se referem à Lei Orgânica do Município.
Analise o seguinte texto, acerca da definição de quem são servidores municipais.
São servidores do município todos os que ocupam cargos, funções ou empregos da administração direta, das autarquias e fundações públicas, bem como os admitidos por contrato para atender necessidades temporárias de excepcional interesse público do município, definidos em lei local.
Acerca do texto, é possível afirmar que ele está:
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Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Legalle
Orgão: Pref. São José Inhacorá-RS
As questões 21 a 25 se referem à Lei Orgânica do Município.
Códigos (como o Tributário e o Fiscal, o de Obras e Edificação e o de Posturas) são aprovados através de Leis Complementares, observado o devido processo legislativo envolvido. Para além disso, quantos dos seguintes itens apresentam outros objetos de Lei Complementar no município? I. Estatuto da Criança e do Adolescente; II. Plano de Expansão e Desenvolvimento Urbano; III. Normas de prevenção e controle de poluição.
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Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Legalle
Orgão: Pref. São José Inhacorá-RS
As questões 21 a 25 se referem à Lei Orgânica do Município.
Uma das hipóteses de emenda à Lei Orgânica é através de proposta de iniciativa do prefeito. A outra, atualmente, é através dos vereadores, desde que a proposta seja subscrita por quantos deles, considerando que a Lei Orgânica não pode ser emendada na vigência de estado de sítio ou intervenção?
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Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Legalle
Orgão: Pref. São José Inhacorá-RS
As questões 21 a 25 se referem à Lei Orgânica do Município.
Prestar, no prazo de quinze dias, as informações solicitadas pela Câmara de Vereadores, sobre fatos determinados e relacionados ao Poder Executivo, é uma das competências privativas ao prefeito. Nesse sentido, qual das seguintes alternativas apresenta outra dessas competências de forma INCORRETA?
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Considere que uma jovem possui setecentos e vinte e duas moedas de cinco centavos; quatrocentos e oitenta e uma moedas de dez centavos; duzentos e setenta e três moedas de vinte e cinco centavos; cento e onze moedas de cinquenta centavos; e trinta e sete moedas de um real. Quantas moedas de cinco centavos faltariam para que fosse possível trocar todas as moedas por cinquenta cédulas de cinco reais, exatamente?
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Abaixo é possível observar uma sequência de números que segue um padrão de progressão. Veja:
21, 24, 27, 30...
A progressão acima é aritmética e possui uma determinada razão. Se fosse criada uma nova progressão na qual o primeiro termo é igual ao terceiro termo da progressão acima, e a razão fosse mantida, mas fosse uma progressão geométrica, qual seria a diferença entre os quintos termos dessas duas progressões?
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Em uma pesquisa de preço para a prestação de um serviço essencial no município, oito empresas apresentaram diferentes valores de mensalidade para a contratação dos primeiros doze meses, conforme abaixo:
| R$ 821,00 | R$ 799,00 | R$ 815,65 | R$ 798,50 |
| R$ 800,00 | R$ 852,00 | R$ 865,25 | R$ 822,52 |
Qual das alternativas apresenta a média aritmética dos valores acima mencionados?
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Para responder às questões 01 a 08, leia o texto abaixo.
Chover no molhado
1 No instante em que escrevo esta crônica, volta a
2 chover. Estou no décimo andar de um prédio em Porto
3 Alegre, em um bairro afastado do lago Guaíba, que a
4 gente chama de rio, e me sinto protegida, parece que
5 nada poderá atingir minha família, a não ser o
6 desabastecimento de água e luz, que não se compara
7 ao que tantas outras famílias perderam. Ainda assim,
8 a segurança é tênue, a consciência dessa tragédia nos
9 encharca também, nós que assistimos o drama pela
10 tevê e redes sociais. A nós, cabe esta lavagem a seco.
11 Parece tão insano. Trata-se de água, nosso bem
12 mais necessário, fecundo, valioso, água que é
13 sinônimo de vida. E, no entanto, ela se avoluma e
14 invade ruas, entra pelas frestas das portas e janelas,
15 se instala sobre o tapete da sala, encobre camas de
16 casal, se esconde dentro dos armários, invade lojas e
17 campos de futebol, atinge os telhados, arranca árvores
18 do lugar, não tem piedade dos hospitais nem das
19 livrarias, arrasta com ela os planos dos recém-
20 casados, os berços de quem acabou de nascer, cães
21 e gatos que não sabem para onde fugir. Devasta o
22 passado, que foi nosso tempo de construção, e dá um
23 caldo no futuro, que seria o tempo do usufruto.
24 Caudalosa, nos induz a vencer a incredulidade e a
25 desesperança, mas é um duelo injusto: por mais fortes
26 e unidos que estejamos, no fundo da alma sabemos
27 que não é um caso isolado, já aconteceu antes,
28 acontecerá de novo.
29 A chuva não decide matar. Não resolve cair por
30 quatro dias inteiros sobre a mesma cidade, não
31 escolhe aquela encosta para desmoronar, aquela
32 ponte para destruir. A chuva não pensa. Pensar é
33 tarefa nossa.
34 A novidade dos desastres climáticos está em sua
35 recorrência. Trocou-se o "de 10 em 10 anos" para o "a
36 cada três meses". Setembro, depois novembro, agora
37 em maio. Essa foi a sequência recente de alagamentos
38 no Rio Grande do Sul. Cada Estado tem seu próprio
39 calendário de calamidades previstas pela
40 meteorologia, hoje monitorada com mais precisão, só
41 que precisão não evita o dano. O que evita é
42 prevenção, realizada pelo governo, em escala ampla,
43 e por cada cidadão, em atitude individual. Menos
44 plástico, menos lixo nos mares, menos árvores
45 cortadas, menos carros nas ruas: o manual de boas
46 maneiras já é conhecido por todos, mas enquanto a
47 ordem não vem de cima, continua tudo igual.
48 Negacionismo e acomodação só nos atrasam. A
49 natureza está reagindo à nossa insensatez, não há
50 mais tempo a perder. Cobremos medidas de quem tem
51 a caneta na mão, a verba no cofre e o nosso voto. E
52 façamos a parte que nos toca, mesmo que a ordem
53 esteja demorando para vir de quem está
54 hierarquicamente acima de nós, os donos do poder
55 público. A ordem, na verdade, está vindo de alturas
56 bem maiores. Vejo nuvens carregadas no horizonte.
Autora: Martha Medeiros (GZH).
Acerca de aspectos gramaticais diversos, analise as assertivas, julgando-as V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) O sujeito do verbo Vejo (1.56) é simples.
( ) Na frase No instante em que escrevo esta crônica (l.1), a palavra esta é um pronome demonstrativo.
() A palavra lixo (l.44), considerando o som da letra x, apresenta mais fonemas do que letras.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, os parenteses, na ordem em que aparecem?
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- SintaxeTermos Essenciais da OraçãoPredicativo
- SintaxeTermos Essenciais da OraçãoPredicado
- SintaxeTermos Integrantes da OraçãoComplementos VerbaisObjeto Indireto
- SintaxeTermos Acessórios e IndependentesTermos AcessóriosAdjunto Adverbial
Para responder às questões 01 a 08, leia o texto abaixo.
Chover no molhado
1 No instante em que escrevo esta crônica, volta a
2 chover. Estou no décimo andar de um prédio em Porto
3 Alegre, em um bairro afastado do lago Guaíba, que a
4 gente chama de rio, e me sinto protegida, parece que
5 nada poderá atingir minha família, a não ser o
6 desabastecimento de água e luz, que não se compara
7 ao que tantas outras famílias perderam. Ainda assim,
8 a segurança é tênue, a consciência dessa tragédia nos
9 encharca também, nós que assistimos o drama pela
10 tevê e redes sociais. A nós, cabe esta lavagem a seco.
11 Parece tão insano. Trata-se de água, nosso bem
12 mais necessário, fecundo, valioso, água que é
13 sinônimo de vida. E, no entanto, ela se avoluma e
14 invade ruas, entra pelas frestas das portas e janelas,
15 se instala sobre o tapete da sala, encobre camas de
16 casal, se esconde dentro dos armários, invade lojas e
17 campos de futebol, atinge os telhados, arranca árvores
18 do lugar, não tem piedade dos hospitais nem das
19 livrarias, arrasta com ela os planos dos recém-
20 casados, os berços de quem acabou de nascer, cães
21 e gatos que não sabem para onde fugir. Devasta o
22 passado, que foi nosso tempo de construção, e dá um
23 caldo no futuro, que seria o tempo do usufruto.
24 Caudalosa, nos induz a vencer a incredulidade e a
25 desesperança, mas é um duelo injusto: por mais fortes
26 e unidos que estejamos, no fundo da alma sabemos
27 que não é um caso isolado, já aconteceu antes,
28 acontecerá de novo.
29 A chuva não decide matar. Não resolve cair por
30 quatro dias inteiros sobre a mesma cidade, não
31 escolhe aquela encosta para desmoronar, aquela
32 ponte para destruir. A chuva não pensa. Pensar é
33 tarefa nossa.
34 A novidade dos desastres climáticos está em sua
35 recorrência. Trocou-se o "de 10 em 10 anos" para o "a
36 cada três meses". Setembro, depois novembro, agora
37 em maio. Essa foi a sequência recente de alagamentos
38 no Rio Grande do Sul. Cada Estado tem seu próprio
39 calendário de calamidades previstas pela
40 meteorologia, hoje monitorada com mais precisão, só
41 que precisão não evita o dano. O que evita é
42 prevenção, realizada pelo governo, em escala ampla,
43 e por cada cidadão, em atitude individual. Menos
44 plástico, menos lixo nos mares, menos árvores
45 cortadas, menos carros nas ruas: o manual de boas
46 maneiras já é conhecido por todos, mas enquanto a
47 ordem não vem de cima, continua tudo igual.
48 Negacionismo e acomodação só nos atrasam. A
49 natureza está reagindo à nossa insensatez, não há
50 mais tempo a perder. Cobremos medidas de quem tem
51 a caneta na mão, a verba no cofre e o nosso voto. E
52 façamos a parte que nos toca, mesmo que a ordem
53 esteja demorando para vir de quem está
54 hierarquicamente acima de nós, os donos do poder
55 público. A ordem, na verdade, está vindo de alturas
56 bem maiores. Vejo nuvens carregadas no horizonte.
Autora: Martha Medeiros (GZH).
Na frase a segurança é tênue (1.8), o termo sublinhado cumpre a função sintática de:
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Para responder às questões 01 a 08, leia o texto abaixo.
Chover no molhado
1 No instante em que escrevo esta crônica, volta a
2 chover. Estou no décimo andar de um prédio em Porto
3 Alegre, em um bairro afastado do lago Guaíba, que a
4 gente chama de rio, e me sinto protegida, parece que
5 nada poderá atingir minha família, a não ser o
6 desabastecimento de água e luz, que não se compara
7 ao que tantas outras famílias perderam. Ainda assim,
8 a segurança é tênue, a consciência dessa tragédia nos
9 encharca também, nós que assistimos o drama pela
10 tevê e redes sociais. A nós, cabe esta lavagem a seco.
11 Parece tão insano. Trata-se de água, nosso bem
12 mais necessário, fecundo, valioso, água que é
13 sinônimo de vida. E, no entanto, ela se avoluma e
14 invade ruas, entra pelas frestas das portas e janelas,
15 se instala sobre o tapete da sala, encobre camas de
16 casal, se esconde dentro dos armários, invade lojas e
17 campos de futebol, atinge os telhados, arranca árvores
18 do lugar, não tem piedade dos hospitais nem das
19 livrarias, arrasta com ela os planos dos recém-
20 casados, os berços de quem acabou de nascer, cães
21 e gatos que não sabem para onde fugir. Devasta o
22 passado, que foi nosso tempo de construção, e dá um
23 caldo no futuro, que seria o tempo do usufruto.
24 Caudalosa, nos induz a vencer a incredulidade e a
25 desesperança, mas é um duelo injusto: por mais fortes
26 e unidos que estejamos, no fundo da alma sabemos
27 que não é um caso isolado, já aconteceu antes,
28 acontecerá de novo.
29 A chuva não decide matar. Não resolve cair por
30 quatro dias inteiros sobre a mesma cidade, não
31 escolhe aquela encosta para desmoronar, aquela
32 ponte para destruir. A chuva não pensa. Pensar é
33 tarefa nossa.
34 A novidade dos desastres climáticos está em sua
35 recorrência. Trocou-se o "de 10 em 10 anos" para o "a
36 cada três meses". Setembro, depois novembro, agora
37 em maio. Essa foi a sequência recente de alagamentos
38 no Rio Grande do Sul. Cada Estado tem seu próprio
39 calendário de calamidades previstas pela
40 meteorologia, hoje monitorada com mais precisão, só
41 que precisão não evita o dano. O que evita é
42 prevenção, realizada pelo governo, em escala ampla,
43 e por cada cidadão, em atitude individual. Menos
44 plástico, menos lixo nos mares, menos árvores
45 cortadas, menos carros nas ruas: o manual de boas
46 maneiras já é conhecido por todos, mas enquanto a
47 ordem não vem de cima, continua tudo igual.
48 Negacionismo e acomodação só nos atrasam. A
49 natureza está reagindo à nossa insensatez, não há
50 mais tempo a perder. Cobremos medidas de quem tem
51 a caneta na mão, a verba no cofre e o nosso voto. E
52 façamos a parte que nos toca, mesmo que a ordem
53 esteja demorando para vir de quem está
54 hierarquicamente acima de nós, os donos do poder
55 público. A ordem, na verdade, está vindo de alturas
56 bem maiores. Vejo nuvens carregadas no horizonte.
Autora: Martha Medeiros (GZH).
Considere a frase Estou no décimo andar de um prédio em Porto Alegre, em um bairro afastado do lago Guaíba (l.2-3), e analise as assertivas que seguem, acerca das classes gramaticais:
I. A palavra andar é um verbo.
II. Na frase, há dois substantivos próprios.
III. A palavra décimo é um numeral cardinal.
Está(ão) CORRETA(S):
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Caderno Container