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Mulher de 65 anos, assintomática, sem comorbidades, cirurgiã plástica, realizou colonoscopia de rotina que evidenciou lesão ulcerada no cólon sigmoide, de aproximadamente 3 cm, cuja biópsia evidenciou adenocarcinoma. Exames de estadiamento mostraram que a doença estava restrita no intestino. Foi submetida à retossigmoidectomia, sem intercorrências, compatível com adenocarcinoma de cólon, com enzimas de reparo do DNA preservadas. Vai para primeira avaliação com oncologista, 4 semanas após o procedimento cirúrgico. Sobre o tratamento adjuvante do câncer de cólon, incluindo dados recentes do estudo de fase III IDEA, se o estadiamento patológico for
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Sobre o controle álgico no manejo da dor oncológica, é INCORRETO:
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Mulher, 38 anos, sem comorbidades prévias, sem histórico familiar de câncer, identificou nódulo na mama esquerda há 6 meses, mas por receio demorou a procurar auxílio médico. Na última semana passou em consulta com mastologista que palpou um nódulo de cerca de 5,5 cm no quadrante superolateral da mama direita, além de notar alguns linfonodos suspeitos na axila ipsilateral. Restante do exame físico sem alterações. Realizou mamografia que demonstrou nódulo de 5,8 cm na mama direita, classificado como BI-RADS 5, sem outros achados anormais. Na sequência, foi submetida à biópsia por agulha grossa do nódulo mamário e de um dos linfonodos axilares, ambos com resultado de carcinoma ductal invasivo de mama, triplo negativo, grau histológico 3, com Ki67 70%. Exames de estadiamento sistêmico não demonstraram doença em outros sítios.
Sobre o risco de síndromes genéticas relacionadas ao câncer para essa paciente, é correto afirmar:
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Mulher, 38 anos, sem comorbidades prévias, sem histórico familiar de câncer, identificou nódulo na mama esquerda há 6 meses, mas por receio demorou a procurar auxílio médico. Na última semana passou em consulta com mastologista que palpou um nódulo de cerca de 5,5 cm no quadrante superolateral da mama direita, além de notar alguns linfonodos suspeitos na axila ipsilateral. Restante do exame físico sem alterações. Realizou mamografia que demonstrou nódulo de 5,8 cm na mama direita, classificado como BI-RADS 5, sem outros achados anormais. Na sequência, foi submetida à biópsia por agulha grossa do nódulo mamário e de um dos linfonodos axilares, ambos com resultado de carcinoma ductal invasivo de mama, triplo negativo, grau histológico 3, com Ki67 70%. Exames de estadiamento sistêmico não demonstraram doença em outros sítios.
A melhor conduta para esse caso:
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Homem, 30 anos, previamente hígido, iniciou quadro de tosse, dispneia, febre vespertina e emagrecimento há 30 dias da admissão hospitalar. Sinais vitais normais, exceto por taquicardia leve e febre baixa. Exame físico sem alterações relevantes. Realizou tomografia computadorizada do tórax que mostrou uma massa em mediastino anterior, heterogênea, medindo cerca de 12 cm no maior eixo, em íntimo contato com pericárdio e estruturas vasculares regionais. Tomografia de abdômen e pelve sem alterações. Dentre os exames laboratoriais realizados, os seguintes encontravam-se alterados: creatinina sérica: 3,2 mg/dL (0,6 a 1,2 mg/dL); ureia sérica: 120 mg/dL (16-40 mg/dL); potássio sérico: 6,1 mEq/L (3,5-4,5 mEq/L); ácido úrico sérico: 9,0 mg/dL (3,4-7,0 mg/dL); fósforo sérico: 5,4 mg/dL (2,5-4,5 mg/dL) e cálcio sérico: 6,8 mg/dL (8,5-10,2 mg/dL). Eletrocardiograma sem alterações. Nesse caso,
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Mulher de 28 anos, mãe de 4 filhos, sexarca com 13 anos, 12 parceiros sexuais ao longo da vida, procura serviço médico com queixa de metrorragia e dispareunia. Exame ginecológico mostra lesão exofítica em colo de útero, endurecida, ulcerada, cuja biópsia mostrou carcinoma escamoso de colo de útero, p16 positivo. Ressonância magnética de pelve mostra massa tumoral em colo de útero de 5 cm, sem extensão vaginal, mas com infiltração bilateral de paramétrios. Tomografia de abdômen superior e tórax sem evidência de metástase à distância, e exames laboratoriais sem alterações relevantes. A paciente não possui comorbidades e tem bom performance status. Nesse caso,
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Sobre o mecanismo de ação dos anti-angiogênicos e imunoterápicos, o
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Uma paciente de 86 anos, hipertensa, diabética e portadora de doença de Alzheimer avançada, totalmente dependente para atividades básicas de vida diária, descobriu um carcinoma ductal de mama, metastático para fígado recentemente. A avaliação imuno-histoquímica mostra ausência de expressão de receptores hormonais, HER-2 1+/3+, Ki67 40%, grau histológico 3. Nesse caso,
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Mulher, 38 anos, natural de Tóquio no Japão, vive no Brasil há 30 anos, procura o oncologista com queixa de tosse e perda de 15% do seu peso nos últimos 3 meses. Nega comorbidades e tabagismo ativo ou passivo. Durante exame físico, percebem-se alguns estertores crepitantes na base do pulmão esquerdo, sem outras alterações relevantes. Tomografia computadorizada de pulmão demonstra massa pulmonar espiculada, infiltrativa, irregular, de cerca de 4 cm no lobo inferior esquerdo. PET-SCAN evidenciou doença metastática para linfonodos mediastinais e fígado; e ressonância de crânio mostrou disseminação para sistema nervoso central. Nesse caso clínico:
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Homem, 55 anos, tabagista 100 anos/maço, hipertenso controlado, sem outras comorbidades, procurou oncologista após ter realizado tomografia computadorizada de pulmão solicitada por pneumologista para rastreamento de neoplasia pulmonar. O exame demonstrou massa pulmonar em lobo superior direito de 4 cm e linfonodos hilares e mediastinais ipsilaterais aumentados. A biópsia da massa pulmonar evidenciou carcinoma de pulmão não pequenas células. O próximo passo, supondo-se que haja todos os recursos disponíveis:
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