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Foram encontradas 50 questões.

1138418 Ano: 2015
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
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Um grupo de 6 alunos precisa preparar uma maquete para um trabalho escolar. Após 4 horas de preparação, eles fizeram apenas dois nonos do trabalho e, por conta da complexidade da tarefa, o professor autorizou a entrada de mais 2 alunos nesse grupo. Se todos os oito alunos estivessem trabalhando juntos desde o início, a maquete ficaria pronta, em um número total de horas, igual a
 

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1138417 Ano: 2015
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
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. Duas caixas estão cheias com cereal e têm juntas uma massa total de 45,5 kg. Uma das caixas tem 25 dm3 a mais de capacidade do que a outra e, vazias, as duas caixas têm juntas 2 kg de massa. Sabendo-se que a massa de cada dm3 desse cereal é 0,3 kg, a massa de cereal presente na caixa de menor capacidade, quando esta está cheia, é, em kg, igual a
 

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1138416 Ano: 2015
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
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Daniel trabalha como professor particular para uma empresa. Quando atende no domicílio do aluno, recebe 20% a mais por hora do que o valor recebido quando atende nas dependências da empresa. No mês de setembro, Daniel fez 25 atendimentos na empresa e 35 atendimentos domiciliares, recebendo pelas 60 aulas uma média de R$ 67,00 por aula. O valor que Daniel recebe por hora quando atende na empresa é
 

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1138415 Ano: 2015
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
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Leonardo, Giovana e Érica estão treinando para um campeonato de resolução de cubos mágicos. O treino consiste em resolver 300 cubos que estão em uma caixa, todos com as cores de suas faces misturadas. Leonardo resolve um cubo a cada 32 segundos; Giovana, a cada 18 segundos; e Érica, que é iniciante, resolve um cubo a cada 1 minutos e 24 segundos. Os três iniciaram a resolução dos cubos ao mesmo tempo e quando terminam de resolver um, imediatamente pegam outro da caixa e iniciam a resolução. No momento em que os três terminarem a resolução de um cubo ao mesmo tempo, na caixa ainda restará um número de cubos igual a
 

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1138414 Ano: 2015
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
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Em um programa de auditório, há um jogo que consiste de quatro portas, numeradas de 1 a 4, com um homem na frente de cada porta. Atrás de apenas uma porta há um prêmio e o participante sabe que o homem na frente dessa porta sempre fala a verdade. Dos quatro homens que vigiam as portas, exatamente um irá mentir sempre e os demais sempre dirão a verdade. Esses homens sabem atrás de que porta está o prêmio, e, em certa rodada, disseram:

Porta 1: o prêmio não está na minha porta.

Porta 2: o prêmio não está na porta 4.

Porta 3: o homem da porta 4 está mentindo.

Porta 4: o prêmio está na porta 3.

O número da porta aonde está o prêmio e o número da porta do homem que mente são, respectivamente, iguais a


 

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1138413 Ano: 2015
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
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Seja uma sequência crescente de números inteiros a1 , a2 , a3 , …, an , onde a1 é o primeiro termo, a2 o segundo termo e assim por diante. Cada elemento dessa sequência, a partir do terceiro, vale o dobro do termo anterior mais o triplo do termo que antecede o anterior. Sabendo-se que a2 + a3 = 21 e que o primeiro termo é maior do que 2, o quinto termo dessa sequência é o número
 

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1138412 Ano: 2015
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
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Sendo verdadeira a afirmação a seguir:

“Carlos está lecionando ou Carlos usa sandália e bermuda."

Conclui-se, logicamente, que:

 

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1138411 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
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Leia o texto O amor supera o calendário, de Moacyr Scliar, para responder à questão.

Convidada por amigas para posar sem roupa para um calendário beneficente, dona Isadora hesitou muito. Educada numa tradição de severo moralismo, desaprovava fotos desse tipo, pois considerava “baixaria”. Além disso, aos 70 anos, não era certamente um modelo desses que desfilam em passarela, embora conservasse ainda muitos traços de sua passada beleza e tivesse, graças à ginástica diária e a uma dieta controlada, um corpo até razoável para a idade.

De outro lado, a causa era boa; tratava-se de ajudar um hospital especializado em câncer infantil, que precisava muito do dinheiro. Ao longo dos anos dona Isadora sempre participara com entusiasmo em campanhas desse tipo, mesmo que algumas, como a do calendário, fossem um tanto inusitadas, por assim dizer. O certo é que ninguém a recriminaria por sua atitude. O marido, que poderia fazê-lo – era um homem de rígida moral –, falecera há muitos anos, e os dois filhos moravam no exterior; dificilmente tomariam conhecimento do tal calendário. Mesmo que isso acontecesse, talvez até a apoiassem; eram jovens modernos, ousados mesmo. De modo que resolveu ir em frente, e no dia lá estava ela, sem roupa, mas atrás de flores, posando para o fotógrafo. A princípio sentiu-se constrangida, mas lá pelas tantas estava até gostando, e foi muito sorridente que apareceu na foto.

O calendário foi um sucesso; muita gente o adquiriu. Então, um dia, uma pessoa inesperada telefonou para Isadora. Do outro lado, uma voz masculina cumprimentava-a pela foto:

– Vejo que você continua bela como sempre. Parabéns.

Era o Belmiro, o seu primeiro namorado. Haviam se conhecido no bairro em que moravam; tinham ambos 18 anos e por uns meses viveram uma tórrida paixão. Mas então o pai dele, militar, levara a família para o Norte, o que acabara por interromper o namoro. Por décadas não se tinham visto; agora, no entanto, Belmiro, de volta à cidade, casualmente comprara o calendário e, pressionado pela saudade, resolvera telefonar. Como Isadora, estava viúvo; e, como ela, recordava com saudades os tempos de namoro.

Estão morando juntos e vivendo muito felizes. Belmiro só fez uma exigência: Isadora jamais posará para um calendário de novo.

(Folha de S.Paulo, 03.10.2005. Adaptado)

Em – O calendário foi um sucesso; muita gente o adquiriu. –, nota-se que a função do pronome é substituir termos mencionados anteriormente.

Pensando nisso, assinale a alternativa em que o pronome substitui, corretamente, os termos destacados nos trechos do texto.

 

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1138410 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
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Leia o texto O amor supera o calendário, de Moacyr Scliar, para responder à questão.

Convidada por amigas para posar sem roupa para um calendário beneficente, dona Isadora hesitou muito. Educada numa tradição de severo moralismo, desaprovava fotos desse tipo, pois considerava “baixaria”. Além disso, aos 70 anos, não era certamente um modelo desses que desfilam em passarela, embora conservasse ainda muitos traços de sua passada beleza e tivesse, graças à ginástica diária e a uma dieta controlada, um corpo até razoável para a idade.

De outro lado, a causa era boa; tratava-se de ajudar um hospital especializado em câncer infantil, que precisava muito do dinheiro. Ao longo dos anos dona Isadora sempre participara com entusiasmo em campanhas desse tipo, mesmo que algumas, como a do calendário, fossem um tanto inusitadas, por assim dizer. O certo é que ninguém a recriminaria por sua atitude. O marido, que poderia fazê-lo – era um homem de rígida moral –, falecera há muitos anos, e os dois filhos moravam no exterior; dificilmente tomariam conhecimento do tal calendário. Mesmo que isso acontecesse, talvez até a apoiassem; eram jovens modernos, ousados mesmo. De modo que resolveu ir em frente, e no dia lá estava ela, sem roupa, mas atrás de flores, posando para o fotógrafo. A princípio sentiu-se constrangida, mas lá pelas tantas estava até gostando, e foi muito sorridente que apareceu na foto.

O calendário foi um sucesso; muita gente o adquiriu. Então, um dia, uma pessoa inesperada telefonou para Isadora. Do outro lado, uma voz masculina cumprimentava-a pela foto:

– Vejo que você continua bela como sempre. Parabéns.

Era o Belmiro, o seu primeiro namorado. Haviam se conhecido no bairro em que moravam; tinham ambos 18 anos e por uns meses viveram uma tórrida paixão. Mas então o pai dele, militar, levara a família para o Norte, o que acabara por interromper o namoro. Por décadas não se tinham visto; agora, no entanto, Belmiro, de volta à cidade, casualmente comprara o calendário e, pressionado pela saudade, resolvera telefonar. Como Isadora, estava viúvo; e, como ela, recordava com saudades os tempos de namoro.

Estão morando juntos e vivendo muito felizes. Belmiro só fez uma exigência: Isadora jamais posará para um calendário de novo.

(Folha de S.Paulo, 03.10.2005. Adaptado)

De acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, a concordância verbal e nominal está empregada corretamente em:
 

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1138409 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
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O convidado é você, não seu telefone

Os smartphones consomem cada vez mais o nosso tempo e se infiltram em cada canto da nossa vida, levando alguns a reconhecer que o vício já foi longe demais, por isso estão pedindo a amigos, a parentes e até a si mesmos que deixem o celular de lado e se concentrem nas pessoas à sua frente, em vez de se deixarem levar pela enxurrada de informações que chegam por e-mail, Facebook, Twitter e Instagram.

As estratégias são simples, mas variadas. Uma editora de revista em Nova York disse que deixa o seu telefone numa lata de leite antiga, da hora que chega em casa até depois do jantar. O estilista Marc Jacobs proíbe que aparelhos eletrônicos entrem em seu quarto. Um casal de Nova Jersey estabeleceu uma punição: quem pegar o celular à noite sem uma razão realmente boa vai ser responsável por pôr o filho pequeno para dormir.

Enquanto isso, vem ganhando popularidade nos restaurantes uma brincadeira em que todos amontoam seus celulares no meio da mesa, e a primeira pessoa que consultar seu aparelho é obrigada a pagar a conta.

Em um vídeo do YouTube, visto mais de 24 milhões de vezes, uma moça, interpretada pela atriz Charlene de Guzman, é constantemente ignorada pois as pessoas ao seu redor estão consumidas por seus telefones. Num boliche, ela derruba vários pinos e se volta para comemorar com os amigos, mas eles nunca levantam o olhar das telas, o que nos leva a questionar se a vida é melhor quando vivida ou quando é apenas observada.

O assunto vem exigindo atenção até dos planejadores de casamentos. Bruce Feiler escreveu no Times sobre noivas e noivos que não querem que os convidados tragam seus celulares ou postem fotos da cerimônia. Esses eventos têm nome: casamentos desplugados. Alguns casais querem evitar magoar quem não foi convidado. Outros querem se assegurar de que apenas fotos lisonjeiras sejam divulgadas. Pensando nisso, um planejador de eventos de luxo em Boston, que trabalha para artistas famosos, criou o que chama de chapelaria de celulares. Os convidados guardam seus telefones antes da cerimônia em um local destinado a esse fim e, no decorrer da noite, podem se dirigir a uma área com sofás para consultá-los.

Feiler comenta que foi a um casamento em que o casal deixou claro de antemão que os celulares não estavam convidados. O noivo lhe disse: “Um casamento é feito para que as pessoas prestem um testemunho. Como elas podem fazer isso se nem escutam a cerimônia, já que estão ocupadas tirando fotos?”.

(Emma G. Fitzsimmon. The New York Times, publicado pela Folha de S.Paulo em 08.10.2013. Adaptado)

De acordo com o texto, é correto afirmar que
 

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