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Foram encontradas 50 questões.

3429518 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: FGV
Orgão: Pref. São Lourenço Mata-PE
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Texto I

Assassinatos de pessoas trans por região em porcentagem

(2017-2021)

Enunciado 3944838-1

BENEVIDES, Bruna (org). Dossiê assassinatos e violências contra travestis e transexuais brasileiras em 2021. Brasília: Distrito Drag, ANTRA, 2022. Disponível em: https://antrabrasil.org/wpcontent/uploads/2022/01/dossieantra2022-web.pdf. Acesso em: 17 jul. 2024.

Texto II

[...] a escola é um espaço decisivo para contribuir na construção de padrões sociais de relacionamentos democráticos pautados pelo reconhecimento e respeito à diversidade sexual, contra a violência, por meio da desmistificação e da desconstrução de representações sociais naturalizantes, estereotipadas e restritivas concernentes a todas as minorias, dentre elas, a população LGBT.

BRANDT, Maria Elisa Almeida; JUNQUEIRA, Rogério Diniz. Gênero e Diversidade Sexual na Escola: reconhecer diferenças e superar preconceitos. Cadernos SECAD, Brasília, 2007. Disponível em: https://prceu.usp.br/wpcontent/uploads/2020/05/GENERO_DIVERSIDADE_SEXUAL_NA_ESCOLA.pdf. Acesso em: 17 jul. 2024.

Tendo em vista a discussão explicitada pelos textos, o Currículo de Ensino Fundamental II do Estado de Pernambuco e o papel do(a) professor(a) de História, avalie se as afirmativas a seguir são verdadeiras (V) ou falsas (F).

( ) A interpretação de problemas sociais do presente deve ser baseada na compreensão do passado.

( ) A escola é um espaço democrático, logo, livre dos padrões de violência da sociedade brasileira.

( ) A discussão de temáticas relativas à população LGBTQ+ é dificultada pela grade curricular do estado.

( ) A fonte do Texto I pode ser utilizada em sala de aula como recurso didático para apresentar a temática, possibilitando o reconhecimento de problemas sociais do presente e seus possíveis diálogos com o passado.

As afirmativas são, respectivamente,

 

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3429516 Ano: 2024
Disciplina: História
Banca: FGV
Orgão: Pref. São Lourenço Mata-PE
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Enunciado 3944836-1

Disponível em: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Child_labour_ cartoon_Hine_no_2871.jpg. Acesso em: 18 jul. 2024.

A ilustração foi produzida na primeira década do século XX, mas ela expressa um problema social inerente aos séculos anteriores. Qual é essa problemática?

 

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3429514 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: FGV
Orgão: Pref. São Lourenço Mata-PE
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Fossem pequenos deslocamentos, como o do camponês que iria trocar excedentes nas feiras ou nos mercados sazonais, fossem as viagens longas por terra ou por mar com objetivos os mais variados [...] os homens e as mulheres medievais se deslocaram. [...] É assim que vemos um grande número de relatos [de viagem] se proliferar ao mesmo tempo que percebemos justamente a circulação de maior alcance se tornar mais e mais comuns: do mundo cristão, temos como relato mais célebre o de Marco Polo que, tomando a Rota da Seda, entraria em contato com o mundo mongol, chegaria à China e a diversas regiões longínquas.

Estes relatos, não raro, trarão impressões desses viajantes sobre os lugares que visitam e os povos com os quais travam contato, sendo fonte imprescindível para pensarmos questões como a de identidade e de alteridade.

CASTRO, Anna Carla Monteiro de. A rihla de Ibn Jubayr: Relato da peregrinação de um viajante muçulmano. FORTES, C. (Org.) et al. Ensinar e Aprender Idade Média. Niterói: Translatio Studii, 2021.

Para que um(a) estudante do Ensino Fundamental II possa entender a existência do tipo de relato expresso no texto é necessário

 

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3429513 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: FGV
Orgão: Pref. São Lourenço Mata-PE
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Ao utilizar um monumento ou sítio histórico no processo educacional, como parte integrante do programa curricular em diferentes disciplinas, estamos propondo uma série de questões, das quais a principal é: como era este lugar no passado e como ele mudou? As questões que ocorrerão podem ser: quão antigo é o lugar? Quem o construiu? Por que o construíram? Como o construíram? Como se relaciona com outros lugares ou construções antigas? O que aconteceu aqui? Como sabemos isto? Na base destas perguntas está a intenção de compreender a evidência física que observamos, com o intuito de conhecer mais sobre ela, sobre a vida no local e as mudanças que ocorreram, de modo a perceber sua importância ou significados no presente.

HORTA, Maria Lourdes Parreiras; GRUNBERG, Evelina; MONTEIRO, Adriane Queiroz. Guia Básico Da Educação Patrimonial. Museu Imperial: IPHAN – MINC, 1999. Disponível em: portal.iphan.gov.br/uploads/temp/guia_educacao _patrimonial.pdf.pdf. Acesso em: 15 jul. 2024.

Ao abordar a temática curricular descrita, propor as questões explicitadas é importante para a prática docente porque

 

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3429511 Ano: 2024
Disciplina: História
Banca: FGV
Orgão: Pref. São Lourenço Mata-PE
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Texto I

A Taxonomia de Bloom [...] é estruturada em níveis de complexidade crescente [...] e isso significa que, para adquirir uma nova habilidade pertencente ao próximo nível, o aluno deve ter dominado e adquirido a habilidade do nível anterior.

Só após conhecer um determinado assunto alguém poderá compreendê-lo e aplicá-lo. [...]

FERRAZ, Ana Paula do Carmo Marcheti e BELHOT, Renato Vairo. Taxonomia de Bloom: revisão teórica e apresentação das adequações do instrumento para definição de objetivos instrucionais. Gestão & Produção, v. 17, n. 2, p. 421-431, 2010. Disponível em: https://www.scielo.br/j/gp/a/bRkFgcJqbGCDp3HjQq FdqBm/abstract/?lang=pt. Acesso em: 15 jul. 2024.

Texto II

Enunciado 3944831-1

Categorias do domínio cognitivo proposto por Bloom, Englehart, Furst, Hill e Krathwolh, que ficou conhecido como Taxonomia de Bloom.

FERRAZ, Ana Paula do Carmo Marcheti e BELHOT, Renato Vairo. Taxonomia de Bloom: revisão teórica e apresentação das adequações do instrumento para definição de objetivos instrucionais. Gestão & Produção, v. 17, n. 2, p. 421-431, 2010. Disponível em: https://www.scielo.br/j/gp/a/bRkFgcJqbGCDp3HjQqFdqBm/abstract/?lang=pt. Acesso em: 15 jul. 2024.

Texto III

(EF06HI12PE) Reconhecer, analisar e valorizar a participação dos diferentes povos indígenas nos vários períodos da história local, regional, nacional e continental, com especial atenção para os vários povos que ocuparam o território que hoje forma o estado de Pernambuco.

PERNAMBUCO. Secretaria de Educação e Esportes Currículo de Pernambuco: educação infantil. – Recife: A Secretaria, 2019.

O processo de aprendizagem ocorre em etapas. Analise as afirmativas que podem compor uma sequência didática do Ensino de História, considerando a habilidade apresentada no Texto III.

1. Descrever as especificidades da organização política, social, cultural etc., e a atuação das populações indígenas presentes na história do continente americano.

2. Debater a participação das populações indígenas em processos históricos distintos, especialmente àquelas do território pernambucano.

3. Comparar as especificidades e a atuação das populações indígenas em processos históricos diversos, avaliando a importância desses acontecimentos.

4. Apresentar a diversidade étnica da população indígena do continente americano, identificando sua localização geográfica.

Para que um estudante do Ensino Fundamental II possa adquirir a habilidade descritora do texto III, qual deve ser a sequência correta utilizada pelo(a) professor(a) de História?

 

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3429506 Ano: 2024
Disciplina: História
Banca: FGV
Orgão: Pref. São Lourenço Mata-PE
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O valor da experiência de um povo historicamente colonizado, marcado por um presente e passado de violências, é também resistência. O olhar do educador para sua própria história pessoal e social, reconhecendo e inventariando sua cultura, abre possibilidades para a valorização também do outro, o ouvinte, o educando. A troca de saberes se faz possível quando a experiência de cada indivíduo é validada e ganha papel de protagonismo no ensino aprendizagem. [...]

A quem se dispõe ao contato com o lúdico para prática de atividades em educação, portanto, recomenda-se que faça o inventário de suas origens, de seu registro cultural, de sua ancestralidade.

PATO, Ana; ALCANTARA, Aureli Alves de. Educar, contar e brincar para resistir: a ditadura militar e o direito da criança à memória e à verdade. Caderno de Experiências Memorial Da Resistência de São Paulo, 2021. Disponível em: https://memorialdaresistenciasp.org.br/wp-content/uploads/2022/06/caderno-de-experiencia-educar-contar-e-brincar-para-resistir.pdf. Acesso em: 15 jul. 2024.

Considerando o texto apresentado, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas.

I. A prática do ensino de história deve levar em consideração a diversidade cultural e individual, admitindo que todos os sujeitos presentes em sala de aula, inclusive o próprio professor ou professora, são agentes ativos no processo de ensino-aprendizagem do ambiente escolar.

PORQUE

II. As fontes históricas, materiais e imateriais, são ótimos recursos didáticos, e, se utilizadas corretamente, podem diminuir preconceitos e estereótipos sobre o que não é conhecido ou experienciado no cotidiano.

A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.

 

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3429495 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: FGV
Orgão: Pref. São Lourenço Mata-PE
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O que implica o sistema da polis é primeiramente uma extraordinária preeminência da palavra sobre todos os outros instrumentos de poder. [...]

Era a palavra que formava, no quadro da cidade, o instrumento da vida política; é a escrita que vai fornecer, no plano propriamente intelectual, o meio de uma cultura comum e permitir uma completa divulgação de conhecimentos previamente reservados ou interditos. Tomada dos fenícios e modificada por uma transcrição mais precisa dos sons gregos, a escrita poderá satisfazer essa função de publicidade porque ela própria se tornou, quase com o mesmo direito da língua falada, o bem comum de todos os cidadãos.

VERNANT, Jean-Pierre. As origens do pensamento grego. Rio de Janeiro: Difel, 2015.

A partir da discussão expressa no texto, o que um estudante do Ensino Fundamental II precisa saber para estabelecer conexões entre os modos de vida do passado e do presente?

 

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3429492 Ano: 2024
Disciplina: História
Banca: FGV
Orgão: Pref. São Lourenço Mata-PE
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Se ninguém nunca tivesse visto nem descrito [...] a Revolução Francesa, então uma representação correta desse fenômeno seria completamente impossível [...]. É devido ao fato de que a minha imaginação, nesses casos, não funciona livremente, mas é orientada pela experiência de outrem, atuando como se fosse por ele guiado, que se alcança tal resultado, ou seja, o produto da imaginação coincide com a realidade.

[...] a imaginação adquire uma função muito importante no comportamento e no desenvolvimento humanos. Ela transformase em meio de ampliação da experiência de um indivíduo porque, tendo por base a narração ou a descrição de outrem, ele pode imaginar o que não viu, o que não vivenciou diretamente em sua experiência pessoal.

VIGOTSKI, Lev Semionovitch. Imaginação e criação na infância. São Paulo: Ática, 2009.

O uso, pelo(a) professor(a) de História, da ferramenta metodológica analisada pelo texto

 

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3429487 Ano: 2024
Disciplina: História
Banca: FGV
Orgão: Pref. São Lourenço Mata-PE
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O mapa mostra a capitania de Pernambuco e foi elaborado no século XVII. Observe-o.

Enunciado 3944807-1

BLAEU, Joan; MARCGRAF, Georg. Praefecturae Paranambucae pars Meridionalis. Amsterdam, 1647. Disponível em: www.cartografiahistorica.usp.br/index.php?option=com_jumi&fileid=14&Itemid=99 &idMapa=662&lang=br. Acesso em: 15 jul. 2024.

Levando em consideração os elementos expressos no mapa, sua função era

 

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3429485 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: FGV
Orgão: Pref. São Lourenço Mata-PE
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[...] se atentarmos para as questões postas pelos programas, currículos, pelas produções didáticas e demais recursos e materiais de ensino [...], elas giraram, principalmente, sobre quem deveriam ser os agentes sociais privilegiados formadores da nação. Em outras palavras, procurou-se garantir, de maneira hegemônica, a criação de uma identidade comum, na qual os grupos étnicos formadores da nacionalidade brasileira apresentavam-se, de maneira harmônica e não conflituosa, como contribuidores, com igual intensidade e nas mesmas proporções naquela nação.

NADAI, Elza. O ensino de História e a “pedagogia do cidadão”. In: PINSKY, Jaime (org.) O ensino de História e a criação do fato. São Paulo: Contexto, 2021.

A partir da discussão apresentada pelo texto e das diretrizes curriculares expressas no Currículo de Ensino Fundamental do Estado de Pernambuco, avalie as afirmativas:

I. No século XIX, a perspectiva positivista embasou a criação de uma história oficial do Brasil que singularizou as experiências etnoculturais.

II. A função pedagógica do ensino de história é demonstrar a existência da diversidade etnocultural, desenvolvendo o senso de cidadania e de respeito aos Direitos Humanos.

III. O Currículo de Ensino Fundamental II de Pernambuco sugere a utilização de fontes históricas em sala de aula devido à importância de incluir diversas narrativas sobre o passado histórico.

IV. A perspectiva regionalista do Currículo do Estado de Pernambuco reconhece a importância de revelar a homogeneidade das experiências vividas pelos sujeitos históricos ao longo do tempo.

As afirmativas em diálogo com o texto e com o Currículo do Ensino Fundamental II do Estado de Pernambuco são:

 

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