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Para responder às questões 01 a 10, leia o texto abaixo.

USP cria biossensor barato que identifica câncer de pâncreas em 10 minutos

Pesquisadores brasileiros desenvolveram um sensor eletroquímico capaz de detectar o câncer no pâncreas ainda nos estágios iniciais. O dispositivo identifica uma molécula biomarcadora (CA19-9) da doença em baixas quantidades no sangue do paciente, oferecendo uma alternativa mais simples e barata a exames convencionais e menos acessíveis.

"Nos estágios iniciais, o câncer de pâncreas é assintomático, o que faz com que a doença seja identificada, na maioria das vezes, tardiamente. É por isso também que é um dos mais letais. Tanto que, nesses casos avançados, a taxa de sobrevida em cinco anos é de apenas 3%. A ideia de desenvolver esse biossensor simples e barato surge do princípio de dar acesso à rastreabilidade dessa doença", conta Débora Gonçalves, professora do IFSC-USP (Instituto de Física de São Carlos da Universidade de São Paulo) e coordenadora do projeto.

No estudo, publicado na revista ACS Omega, os pesquisadores descrevem o funcionamento de um sensor que detecta a presença da proteína CA19-9, o principal marcador biológico do câncer de pâncreas. A proteína é frequentemente utilizada como marcador tumoral no acompanhamento da doença, sendo identificada apenas em exames laboratoriais mais complexos.

"Nos testes que realizamos com 24 amostras de sangue de pacientes em diferentes estágios da doença e do grupo-controle, obtivemos respostas estatisticamente semelhantes às dos exames tradicionais. O próximo passo do nosso trabalho é ampliar o número de análises e o tipo de amostras, incluindo sangue, saliva e urina disponibilizados pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto", conta Gabriella Soares, aluna de doutorado em engenharia de materiais da USP, bolsista da FAPESP e primeira autora do estudo.

O câncer de pâncreas costuma ser identificado por meio de ensaio imunoenzimático (Elisa), que exige laboratórios equipados, mão de obra qualificada e tempo de processamento longo, quando comparado aos biossensores. "Por isso, o objetivo da pesquisa foi criar uma ferramenta de rastreio de baixo custo que facilite o acesso da população ao diagnóstico precoce, aumentando significativamente as chances de sucesso terapêutico", afirma Soares.

O novo sensor atua medindo a capacidade de armazenar cargas elétricas (capacitância) em presença da glicoproteína CA19-9 no sangue dos pacientes, funcionando como um sistema de "chave e fechadura". Isso porque a superfície do dispositivo contém anticorpos específicos contra a proteína CA19-9 e, quando o sangue do paciente entra em contato com o sensor, os anticorpos reconhecem as moléculas do biomarcador e capturam a proteína.

A ligação altera a distribuição de cargas elétricas na superfície do eletrodo e o sensor traduz essa variação em um sinal mensurável de capacitância. "Quanto maior a concentração de CA19-9, maior a variação detectada no sensor. Em cerca de dez minutos, o sistema compara o resultado com uma curva de calibração preestabelecida, estimando a quantidade da proteína no sangue. Isso nos permite identificar concentrações muito baixas de CA19- 9, o que possibilita o diagnóstico precoce da doença de forma rápida e acessível", explica Soares.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/usp-cria-biossensor-barato-que-identifica-cancer-de-pancreas-em-10-minutos/ (adaptado)

Para organizar o raciocínio, o texto vale-se de termos conectivos. No quinto parágrafo, encontramos a seguinte passagem explicando a meta dos cientistas: "Por isso, o objetivo da pesquisa foi criar uma ferramenta de rastreio de baixo custo". O termo sublinhado liga as ideias do texto e expressa um sentido específico. Acerca disso, assinale a alternativa CORRETA.

 

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USP cria biossensor barato que identifica câncer de pâncreas em 10 minutos

Pesquisadores brasileiros desenvolveram um sensor eletroquímico capaz de detectar o câncer no pâncreas ainda nos estágios iniciais. O dispositivo identifica uma molécula biomarcadora (CA19-9) da doença em baixas quantidades no sangue do paciente, oferecendo uma alternativa mais simples e barata a exames convencionais e menos acessíveis.

"Nos estágios iniciais, o câncer de pâncreas é assintomático, o que faz com que a doença seja identificada, na maioria das vezes, tardiamente. É por isso também que é um dos mais letais. Tanto que, nesses casos avançados, a taxa de sobrevida em cinco anos é de apenas 3%. A ideia de desenvolver esse biossensor simples e barato surge do princípio de dar acesso à rastreabilidade dessa doença", conta Débora Gonçalves, professora do IFSC-USP (Instituto de Física de São Carlos da Universidade de São Paulo) e coordenadora do projeto.

No estudo, publicado na revista ACS Omega, os pesquisadores descrevem o funcionamento de um sensor que detecta a presença da proteína CA19-9, o principal marcador biológico do câncer de pâncreas. A proteína é frequentemente utilizada como marcador tumoral no acompanhamento da doença, sendo identificada apenas em exames laboratoriais mais complexos.

"Nos testes que realizamos com 24 amostras de sangue de pacientes em diferentes estágios da doença e do grupo-controle, obtivemos respostas estatisticamente semelhantes às dos exames tradicionais. O próximo passo do nosso trabalho é ampliar o número de análises e o tipo de amostras, incluindo sangue, saliva e urina disponibilizados pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto", conta Gabriella Soares, aluna de doutorado em engenharia de materiais da USP, bolsista da FAPESP e primeira autora do estudo.

O câncer de pâncreas costuma ser identificado por meio de ensaio imunoenzimático (Elisa), que exige laboratórios equipados, mão de obra qualificada e tempo de processamento longo, quando comparado aos biossensores. "Por isso, o objetivo da pesquisa foi criar uma ferramenta de rastreio de baixo custo que facilite o acesso da população ao diagnóstico precoce, aumentando significativamente as chances de sucesso terapêutico", afirma Soares.

O novo sensor atua medindo a capacidade de armazenar cargas elétricas (capacitância) em presença da glicoproteína CA19-9 no sangue dos pacientes, funcionando como um sistema de "chave e fechadura". Isso porque a superfície do dispositivo contém anticorpos específicos contra a proteína CA19-9 e, quando o sangue do paciente entra em contato com o sensor, os anticorpos reconhecem as moléculas do biomarcador e capturam a proteína.

A ligação altera a distribuição de cargas elétricas na superfície do eletrodo e o sensor traduz essa variação em um sinal mensurável de capacitância. "Quanto maior a concentração de CA19-9, maior a variação detectada no sensor. Em cerca de dez minutos, o sistema compara o resultado com uma curva de calibração preestabelecida, estimando a quantidade da proteína no sangue. Isso nos permite identificar concentrações muito baixas de CA19- 9, o que possibilita o diagnóstico precoce da doença de forma rápida e acessível", explica Soares.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/usp-cria-biossensor-barato-que-identifica-cancer-de-pancreas-em-10-minutos/ (adaptado)

O avanço do estudo sobre o biossensor prevê novas fases para comprovar a sua eficiência e expandir o seu uso. Considerando as informações contidas no texto, analise as assertivas abaixo e julgue-as em Verdadeiras (V) ou Falsas (F):

( ) O dispositivo já foi testado com sucesso em milhões de pacientes nos hospitais brasileiros.

( ) Os próximos passos da pesquisa incluem ampliar os testes usando também amostras de saliva e urina.

( ) O estudo foi realizado exclusivamente por cientistas e médicos estrangeiros.

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?

 

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Pesquisadores brasileiros desenvolveram um sensor eletroquímico capaz de detectar o câncer no pâncreas ainda nos estágios iniciais. O dispositivo identifica uma molécula biomarcadora (CA19-9) da doença em baixas quantidades no sangue do paciente, oferecendo uma alternativa mais simples e barata a exames convencionais e menos acessíveis.

"Nos estágios iniciais, o câncer de pâncreas é assintomático, o que faz com que a doença seja identificada, na maioria das vezes, tardiamente. É por isso também que é um dos mais letais. Tanto que, nesses casos avançados, a taxa de sobrevida em cinco anos é de apenas 3%. A ideia de desenvolver esse biossensor simples e barato surge do princípio de dar acesso à rastreabilidade dessa doença", conta Débora Gonçalves, professora do IFSC-USP (Instituto de Física de São Carlos da Universidade de São Paulo) e coordenadora do projeto.

No estudo, publicado na revista ACS Omega, os pesquisadores descrevem o funcionamento de um sensor que detecta a presença da proteína CA19-9, o principal marcador biológico do câncer de pâncreas. A proteína é frequentemente utilizada como marcador tumoral no acompanhamento da doença, sendo identificada apenas em exames laboratoriais mais complexos.

"Nos testes que realizamos com 24 amostras de sangue de pacientes em diferentes estágios da doença e do grupo-controle, obtivemos respostas estatisticamente semelhantes às dos exames tradicionais. O próximo passo do nosso trabalho é ampliar o número de análises e o tipo de amostras, incluindo sangue, saliva e urina disponibilizados pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto", conta Gabriella Soares, aluna de doutorado em engenharia de materiais da USP, bolsista da FAPESP e primeira autora do estudo.

O câncer de pâncreas costuma ser identificado por meio de ensaio imunoenzimático (Elisa), que exige laboratórios equipados, mão de obra qualificada e tempo de processamento longo, quando comparado aos biossensores. "Por isso, o objetivo da pesquisa foi criar uma ferramenta de rastreio de baixo custo que facilite o acesso da população ao diagnóstico precoce, aumentando significativamente as chances de sucesso terapêutico", afirma Soares.

O novo sensor atua medindo a capacidade de armazenar cargas elétricas (capacitância) em presença da glicoproteína CA19-9 no sangue dos pacientes, funcionando como um sistema de "chave e fechadura". Isso porque a superfície do dispositivo contém anticorpos específicos contra a proteína CA19-9 e, quando o sangue do paciente entra em contato com o sensor, os anticorpos reconhecem as moléculas do biomarcador e capturam a proteína.

A ligação altera a distribuição de cargas elétricas na superfície do eletrodo e o sensor traduz essa variação em um sinal mensurável de capacitância. "Quanto maior a concentração de CA19-9, maior a variação detectada no sensor. Em cerca de dez minutos, o sistema compara o resultado com uma curva de calibração preestabelecida, estimando a quantidade da proteína no sangue. Isso nos permite identificar concentrações muito baixas de CA19- 9, o que possibilita o diagnóstico precoce da doença de forma rápida e acessível", explica Soares.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/usp-cria-biossensor-barato-que-identifica-cancer-de-pancreas-em-10-minutos/ (adaptado)

O texto expõe como o resultado do exame é medido pelo novo dispositivo criado pelos cientistas. Diante disso, analise a adaptação a seguir, baseada nas ideias da reportagem:

A ferramenta visa _______ o diagnóstico da doença. Além disso, a pesquisadora explicou que, quanto ________ a concentração da proteína CA19-9 no sangue, maior será a variação detectada no sensor.

Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:

 

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Pesquisadores brasileiros desenvolveram um sensor eletroquímico capaz de detectar o câncer no pâncreas ainda nos estágios iniciais. O dispositivo identifica uma molécula biomarcadora (CA19-9) da doença em baixas quantidades no sangue do paciente, oferecendo uma alternativa mais simples e barata a exames convencionais e menos acessíveis.

"Nos estágios iniciais, o câncer de pâncreas é assintomático, o que faz com que a doença seja identificada, na maioria das vezes, tardiamente. É por isso também que é um dos mais letais. Tanto que, nesses casos avançados, a taxa de sobrevida em cinco anos é de apenas 3%. A ideia de desenvolver esse biossensor simples e barato surge do princípio de dar acesso à rastreabilidade dessa doença", conta Débora Gonçalves, professora do IFSC-USP (Instituto de Física de São Carlos da Universidade de São Paulo) e coordenadora do projeto.

No estudo, publicado na revista ACS Omega, os pesquisadores descrevem o funcionamento de um sensor que detecta a presença da proteína CA19-9, o principal marcador biológico do câncer de pâncreas. A proteína é frequentemente utilizada como marcador tumoral no acompanhamento da doença, sendo identificada apenas em exames laboratoriais mais complexos.

"Nos testes que realizamos com 24 amostras de sangue de pacientes em diferentes estágios da doença e do grupo-controle, obtivemos respostas estatisticamente semelhantes às dos exames tradicionais. O próximo passo do nosso trabalho é ampliar o número de análises e o tipo de amostras, incluindo sangue, saliva e urina disponibilizados pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto", conta Gabriella Soares, aluna de doutorado em engenharia de materiais da USP, bolsista da FAPESP e primeira autora do estudo.

O câncer de pâncreas costuma ser identificado por meio de ensaio imunoenzimático (Elisa), que exige laboratórios equipados, mão de obra qualificada e tempo de processamento longo, quando comparado aos biossensores. "Por isso, o objetivo da pesquisa foi criar uma ferramenta de rastreio de baixo custo que facilite o acesso da população ao diagnóstico precoce, aumentando significativamente as chances de sucesso terapêutico", afirma Soares.

O novo sensor atua medindo a capacidade de armazenar cargas elétricas (capacitância) em presença da glicoproteína CA19-9 no sangue dos pacientes, funcionando como um sistema de "chave e fechadura". Isso porque a superfície do dispositivo contém anticorpos específicos contra a proteína CA19-9 e, quando o sangue do paciente entra em contato com o sensor, os anticorpos reconhecem as moléculas do biomarcador e capturam a proteína.

A ligação altera a distribuição de cargas elétricas na superfície do eletrodo e o sensor traduz essa variação em um sinal mensurável de capacitância. "Quanto maior a concentração de CA19-9, maior a variação detectada no sensor. Em cerca de dez minutos, o sistema compara o resultado com uma curva de calibração preestabelecida, estimando a quantidade da proteína no sangue. Isso nos permite identificar concentrações muito baixas de CA19- 9, o que possibilita o diagnóstico precoce da doença de forma rápida e acessível", explica Soares.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/usp-cria-biossensor-barato-que-identifica-cancer-de-pancreas-em-10-minutos/ (adaptado)

O texto apresenta os motivos que justificam a criação do novo aparelho, fazendo comparações com os métodos já existentes. Em relação ao exame tradicional, conhecido como ensaio imunoenzimático (Elisa), a invenção do novo biossensor apresenta grandes vantagens para a medicina. Acerca disso, assinale a alternativa CORRETA.

 

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Pesquisadores brasileiros desenvolveram um sensor eletroquímico capaz de detectar o câncer no pâncreas ainda nos estágios iniciais. O dispositivo identifica uma molécula biomarcadora (CA19-9) da doença em baixas quantidades no sangue do paciente, oferecendo uma alternativa mais simples e barata a exames convencionais e menos acessíveis.

"Nos estágios iniciais, o câncer de pâncreas é assintomático, o que faz com que a doença seja identificada, na maioria das vezes, tardiamente. É por isso também que é um dos mais letais. Tanto que, nesses casos avançados, a taxa de sobrevida em cinco anos é de apenas 3%. A ideia de desenvolver esse biossensor simples e barato surge do princípio de dar acesso à rastreabilidade dessa doença", conta Débora Gonçalves, professora do IFSC-USP (Instituto de Física de São Carlos da Universidade de São Paulo) e coordenadora do projeto.

No estudo, publicado na revista ACS Omega, os pesquisadores descrevem o funcionamento de um sensor que detecta a presença da proteína CA19-9, o principal marcador biológico do câncer de pâncreas. A proteína é frequentemente utilizada como marcador tumoral no acompanhamento da doença, sendo identificada apenas em exames laboratoriais mais complexos.

"Nos testes que realizamos com 24 amostras de sangue de pacientes em diferentes estágios da doença e do grupo-controle, obtivemos respostas estatisticamente semelhantes às dos exames tradicionais. O próximo passo do nosso trabalho é ampliar o número de análises e o tipo de amostras, incluindo sangue, saliva e urina disponibilizados pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto", conta Gabriella Soares, aluna de doutorado em engenharia de materiais da USP, bolsista da FAPESP e primeira autora do estudo.

O câncer de pâncreas costuma ser identificado por meio de ensaio imunoenzimático (Elisa), que exige laboratórios equipados, mão de obra qualificada e tempo de processamento longo, quando comparado aos biossensores. "Por isso, o objetivo da pesquisa foi criar uma ferramenta de rastreio de baixo custo que facilite o acesso da população ao diagnóstico precoce, aumentando significativamente as chances de sucesso terapêutico", afirma Soares.

O novo sensor atua medindo a capacidade de armazenar cargas elétricas (capacitância) em presença da glicoproteína CA19-9 no sangue dos pacientes, funcionando como um sistema de "chave e fechadura". Isso porque a superfície do dispositivo contém anticorpos específicos contra a proteína CA19-9 e, quando o sangue do paciente entra em contato com o sensor, os anticorpos reconhecem as moléculas do biomarcador e capturam a proteína.

A ligação altera a distribuição de cargas elétricas na superfície do eletrodo e o sensor traduz essa variação em um sinal mensurável de capacitância. "Quanto maior a concentração de CA19-9, maior a variação detectada no sensor. Em cerca de dez minutos, o sistema compara o resultado com uma curva de calibração preestabelecida, estimando a quantidade da proteína no sangue. Isso nos permite identificar concentrações muito baixas de CA19- 9, o que possibilita o diagnóstico precoce da doença de forma rápida e acessível", explica Soares.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/usp-cria-biossensor-barato-que-identifica-cancer-de-pancreas-em-10-minutos/ (adaptado)

Analise a frase retirada do início do texto: Pesquisadores brasileiros desenvolveram um sensor eletroquímico. Diante disso, avalie as assertivas abaixo sobre a estrutura dessa oração:

I. O verbo desenvolveram está escrito no plural para concordar corretamente com o termo Pesquisadores brasileiros.

II. Se a expressão Pesquisadores brasileiros fosse trocada no texto por "O pesquisador brasileiro", a forma verbal deveria mudar obrigatoriamente para "desenvolveu".

III. A frase em destaque indica uma ação que ainda vai acontecer em um futuro distante.

Está CORRETO o que se afirma em:

 

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Pesquisadores brasileiros desenvolveram um sensor eletroquímico capaz de detectar o câncer no pâncreas ainda nos estágios iniciais. O dispositivo identifica uma molécula biomarcadora (CA19-9) da doença em baixas quantidades no sangue do paciente, oferecendo uma alternativa mais simples e barata a exames convencionais e menos acessíveis.

"Nos estágios iniciais, o câncer de pâncreas é assintomático, o que faz com que a doença seja identificada, na maioria das vezes, tardiamente. É por isso também que é um dos mais letais. Tanto que, nesses casos avançados, a taxa de sobrevida em cinco anos é de apenas 3%. A ideia de desenvolver esse biossensor simples e barato surge do princípio de dar acesso à rastreabilidade dessa doença", conta Débora Gonçalves, professora do IFSC-USP (Instituto de Física de São Carlos da Universidade de São Paulo) e coordenadora do projeto.

No estudo, publicado na revista ACS Omega, os pesquisadores descrevem o funcionamento de um sensor que detecta a presença da proteína CA19-9, o principal marcador biológico do câncer de pâncreas. A proteína é frequentemente utilizada como marcador tumoral no acompanhamento da doença, sendo identificada apenas em exames laboratoriais mais complexos.

"Nos testes que realizamos com 24 amostras de sangue de pacientes em diferentes estágios da doença e do grupo-controle, obtivemos respostas estatisticamente semelhantes às dos exames tradicionais. O próximo passo do nosso trabalho é ampliar o número de análises e o tipo de amostras, incluindo sangue, saliva e urina disponibilizados pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto", conta Gabriella Soares, aluna de doutorado em engenharia de materiais da USP, bolsista da FAPESP e primeira autora do estudo.

O câncer de pâncreas costuma ser identificado por meio de ensaio imunoenzimático (Elisa), que exige laboratórios equipados, mão de obra qualificada e tempo de processamento longo, quando comparado aos biossensores. "Por isso, o objetivo da pesquisa foi criar uma ferramenta de rastreio de baixo custo que facilite o acesso da população ao diagnóstico precoce, aumentando significativamente as chances de sucesso terapêutico", afirma Soares.

O novo sensor atua medindo a capacidade de armazenar cargas elétricas (capacitância) em presença da glicoproteína CA19-9 no sangue dos pacientes, funcionando como um sistema de "chave e fechadura". Isso porque a superfície do dispositivo contém anticorpos específicos contra a proteína CA19-9 e, quando o sangue do paciente entra em contato com o sensor, os anticorpos reconhecem as moléculas do biomarcador e capturam a proteína.

A ligação altera a distribuição de cargas elétricas na superfície do eletrodo e o sensor traduz essa variação em um sinal mensurável de capacitância. "Quanto maior a concentração de CA19-9, maior a variação detectada no sensor. Em cerca de dez minutos, o sistema compara o resultado com uma curva de calibração preestabelecida, estimando a quantidade da proteína no sangue. Isso nos permite identificar concentrações muito baixas de CA19- 9, o que possibilita o diagnóstico precoce da doença de forma rápida e acessível", explica Soares.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/usp-cria-biossensor-barato-que-identifica-cancer-de-pancreas-em-10-minutos/ (adaptado)

Analise o trecho a seguir, retirado do texto: "Nos testes que realizamos com 24 amostras de sangue de pacientes em diferentes estágios da doença e do grupo-controle, obtivemos respostas estatisticamente semelhantes às dos exames tradicionais. O próximo passo do nosso trabalho é ampliar o número de análises e o tipo de amostras, incluindo sangue, saliva e urina disponibilizados pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto", conta Gabriella Soares, aluna de doutorado em engenharia de materiais da USP, bolsista da FAPESP e primeira autora do estudo. Em relação a isso, assinale a opção CORREТA.

 

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Pesquisadores brasileiros desenvolveram um sensor eletroquímico capaz de detectar o câncer no pâncreas ainda nos estágios iniciais. O dispositivo identifica uma molécula biomarcadora (CA19-9) da doença em baixas quantidades no sangue do paciente, oferecendo uma alternativa mais simples e barata a exames convencionais e menos acessíveis.

"Nos estágios iniciais, o câncer de pâncreas é assintomático, o que faz com que a doença seja identificada, na maioria das vezes, tardiamente. É por isso também que é um dos mais letais. Tanto que, nesses casos avançados, a taxa de sobrevida em cinco anos é de apenas 3%. A ideia de desenvolver esse biossensor simples e barato surge do princípio de dar acesso à rastreabilidade dessa doença", conta Débora Gonçalves, professora do IFSC-USP (Instituto de Física de São Carlos da Universidade de São Paulo) e coordenadora do projeto.

No estudo, publicado na revista ACS Omega, os pesquisadores descrevem o funcionamento de um sensor que detecta a presença da proteína CA19-9, o principal marcador biológico do câncer de pâncreas. A proteína é frequentemente utilizada como marcador tumoral no acompanhamento da doença, sendo identificada apenas em exames laboratoriais mais complexos.

"Nos testes que realizamos com 24 amostras de sangue de pacientes em diferentes estágios da doença e do grupo-controle, obtivemos respostas estatisticamente semelhantes às dos exames tradicionais. O próximo passo do nosso trabalho é ampliar o número de análises e o tipo de amostras, incluindo sangue, saliva e urina disponibilizados pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto", conta Gabriella Soares, aluna de doutorado em engenharia de materiais da USP, bolsista da FAPESP e primeira autora do estudo.

O câncer de pâncreas costuma ser identificado por meio de ensaio imunoenzimático (Elisa), que exige laboratórios equipados, mão de obra qualificada e tempo de processamento longo, quando comparado aos biossensores. "Por isso, o objetivo da pesquisa foi criar uma ferramenta de rastreio de baixo custo que facilite o acesso da população ao diagnóstico precoce, aumentando significativamente as chances de sucesso terapêutico", afirma Soares.

O novo sensor atua medindo a capacidade de armazenar cargas elétricas (capacitância) em presença da glicoproteína CA19-9 no sangue dos pacientes, funcionando como um sistema de "chave e fechadura". Isso porque a superfície do dispositivo contém anticorpos específicos contra a proteína CA19-9 e, quando o sangue do paciente entra em contato com o sensor, os anticorpos reconhecem as moléculas do biomarcador e capturam a proteína.

A ligação altera a distribuição de cargas elétricas na superfície do eletrodo e o sensor traduz essa variação em um sinal mensurável de capacitância. "Quanto maior a concentração de CA19-9, maior a variação detectada no sensor. Em cerca de dez minutos, o sistema compara o resultado com uma curva de calibração preestabelecida, estimando a quantidade da proteína no sangue. Isso nos permite identificar concentrações muito baixas de CA19- 9, o que possibilita o diagnóstico precoce da doença de forma rápida e acessível", explica Soares.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/usp-cria-biossensor-barato-que-identifica-cancer-de-pancreas-em-10-minutos/ (adaptado)

A união das frases em um texto é feita por palavras que estabelecem relações de sentido e dão continuidade ao assunto. Diante disso, leia o trecho adaptado do texto:

O câncer de pâncreas e um dos tipos mais letais. _______, a ideia de desenvolver um biossensor simples e barato do princípío de dar acesso rápido aos exames.

Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:

 

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Pesquisadores brasileiros desenvolveram um sensor eletroquímico capaz de detectar o câncer no pâncreas ainda nos estágios iniciais. O dispositivo identifica uma molécula biomarcadora (CA19-9) da doença em baixas quantidades no sangue do paciente, oferecendo uma alternativa mais simples e barata a exames convencionais e menos acessíveis.

"Nos estágios iniciais, o câncer de pâncreas é assintomático, o que faz com que a doença seja identificada, na maioria das vezes, tardiamente. É por isso também que é um dos mais letais. Tanto que, nesses casos avançados, a taxa de sobrevida em cinco anos é de apenas 3%. A ideia de desenvolver esse biossensor simples e barato surge do princípio de dar acesso à rastreabilidade dessa doença", conta Débora Gonçalves, professora do IFSC-USP (Instituto de Física de São Carlos da Universidade de São Paulo) e coordenadora do projeto.

No estudo, publicado na revista ACS Omega, os pesquisadores descrevem o funcionamento de um sensor que detecta a presença da proteína CA19-9, o principal marcador biológico do câncer de pâncreas. A proteína é frequentemente utilizada como marcador tumoral no acompanhamento da doença, sendo identificada apenas em exames laboratoriais mais complexos.

"Nos testes que realizamos com 24 amostras de sangue de pacientes em diferentes estágios da doença e do grupo-controle, obtivemos respostas estatisticamente semelhantes às dos exames tradicionais. O próximo passo do nosso trabalho é ampliar o número de análises e o tipo de amostras, incluindo sangue, saliva e urina disponibilizados pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto", conta Gabriella Soares, aluna de doutorado em engenharia de materiais da USP, bolsista da FAPESP e primeira autora do estudo.

O câncer de pâncreas costuma ser identificado por meio de ensaio imunoenzimático (Elisa), que exige laboratórios equipados, mão de obra qualificada e tempo de processamento longo, quando comparado aos biossensores. "Por isso, o objetivo da pesquisa foi criar uma ferramenta de rastreio de baixo custo que facilite o acesso da população ao diagnóstico precoce, aumentando significativamente as chances de sucesso terapêutico", afirma Soares.

O novo sensor atua medindo a capacidade de armazenar cargas elétricas (capacitância) em presença da glicoproteína CA19-9 no sangue dos pacientes, funcionando como um sistema de "chave e fechadura". Isso porque a superfície do dispositivo contém anticorpos específicos contra a proteína CA19-9 e, quando o sangue do paciente entra em contato com o sensor, os anticorpos reconhecem as moléculas do biomarcador e capturam a proteína.

A ligação altera a distribuição de cargas elétricas na superfície do eletrodo e o sensor traduz essa variação em um sinal mensurável de capacitância. "Quanto maior a concentração de CA19-9, maior a variação detectada no sensor. Em cerca de dez minutos, o sistema compara o resultado com uma curva de calibração preestabelecida, estimando a quantidade da proteína no sangue. Isso nos permite identificar concentrações muito baixas de CA19- 9, o que possibilita o diagnóstico precoce da doença de forma rápida e acessível", explica Soares.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/usp-cria-biossensor-barato-que-identifica-cancer-de-pancreas-em-10-minutos/ (adaptado)

O texto explica a dificuldade de diagnosticar a doença rapidamente, afirmando que: Nos estágios iniciais, o câncer de pâncreas é assintomático. A palavra sublinhada é essencial para o entendimento da gravidade do problema médico. Com base no significado dessa palavra no contexto da frase, assinale a alternativa CORRETA.

 

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USP cria biossensor barato que identifica câncer de pâncreas em 10 minutos

Pesquisadores brasileiros desenvolveram um sensor eletroquímico capaz de detectar o câncer no pâncreas ainda nos estágios iniciais. O dispositivo identifica uma molécula biomarcadora (CA19-9) da doença em baixas quantidades no sangue do paciente, oferecendo uma alternativa mais simples e barata a exames convencionais e menos acessíveis.

"Nos estágios iniciais, o câncer de pâncreas é assintomático, o que faz com que a doença seja identificada, na maioria das vezes, tardiamente. É por isso também que é um dos mais letais. Tanto que, nesses casos avançados, a taxa de sobrevida em cinco anos é de apenas 3%. A ideia de desenvolver esse biossensor simples e barato surge do princípio de dar acesso à rastreabilidade dessa doença", conta Débora Gonçalves, professora do IFSC-USP (Instituto de Física de São Carlos da Universidade de São Paulo) e coordenadora do projeto.

No estudo, publicado na revista ACS Omega, os pesquisadores descrevem o funcionamento de um sensor que detecta a presença da proteína CA19-9, o principal marcador biológico do câncer de pâncreas. A proteína é frequentemente utilizada como marcador tumoral no acompanhamento da doença, sendo identificada apenas em exames laboratoriais mais complexos.

"Nos testes que realizamos com 24 amostras de sangue de pacientes em diferentes estágios da doença e do grupo-controle, obtivemos respostas estatisticamente semelhantes às dos exames tradicionais. O próximo passo do nosso trabalho é ampliar o número de análises e o tipo de amostras, incluindo sangue, saliva e urina disponibilizados pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto", conta Gabriella Soares, aluna de doutorado em engenharia de materiais da USP, bolsista da FAPESP e primeira autora do estudo.

O câncer de pâncreas costuma ser identificado por meio de ensaio imunoenzimático (Elisa), que exige laboratórios equipados, mão de obra qualificada e tempo de processamento longo, quando comparado aos biossensores. "Por isso, o objetivo da pesquisa foi criar uma ferramenta de rastreio de baixo custo que facilite o acesso da população ao diagnóstico precoce, aumentando significativamente as chances de sucesso terapêutico", afirma Soares.

O novo sensor atua medindo a capacidade de armazenar cargas elétricas (capacitância) em presença da glicoproteína CA19-9 no sangue dos pacientes, funcionando como um sistema de "chave e fechadura". Isso porque a superfície do dispositivo contém anticorpos específicos contra a proteína CA19-9 e, quando o sangue do paciente entra em contato com o sensor, os anticorpos reconhecem as moléculas do biomarcador e capturam a proteína.

A ligação altera a distribuição de cargas elétricas na superfície do eletrodo e o sensor traduz essa variação em um sinal mensurável de capacitância. "Quanto maior a concentração de CA19-9, maior a variação detectada no sensor. Em cerca de dez minutos, o sistema compara o resultado com uma curva de calibração preestabelecida, estimando a quantidade da proteína no sangue. Isso nos permite identificar concentrações muito baixas de CA19- 9, o que possibilita o diagnóstico precoce da doença de forma rápida e acessível", explica Soares.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/usp-cria-biossensor-barato-que-identifica-cancer-de-pancreas-em-10-minutos/ (adaptado)

Para facilitar a compreensão, o texto utiliza figuras de linguagem que trazem comparações com objetos do nosso dia a dia. Diante disso, observe a passagem que afirma que o dispositivo funciona como um sistema de "chave e fechadura". Considerando essa estratégia de explicação, analise as assertivas abaixo e julgue-as em Verdadeiras (V) ou Falsas (F):

( ) A expressão indica literalmente que o aparelho precisa de uma chave para ser ligado na tomada do hospital.

( ) A comparação foi feita para explicar, de forma mais simples, como os anticorpos do sensor se encaixam e capturam a proteína do sangue.

( ) O uso dessa linguagem figurada ajuda as pessoas que não são cientistas a entenderem o mecanismo complexo do dispositivo.

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?

 

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Para responder às questões 01 a 10, leia o texto abaixo.

USP cria biossensor barato que identifica câncer de pâncreas em 10 minutos

Pesquisadores brasileiros desenvolveram um sensor eletroquímico capaz de detectar o câncer no pâncreas ainda nos estágios iniciais. O dispositivo identifica uma molécula biomarcadora (CA19-9) da doença em baixas quantidades no sangue do paciente, oferecendo uma alternativa mais simples e barata a exames convencionais e menos acessíveis.

"Nos estágios iniciais, o câncer de pâncreas é assintomático, o que faz com que a doença seja identificada, na maioria das vezes, tardiamente. É por isso também que é um dos mais letais. Tanto que, nesses casos avançados, a taxa de sobrevida em cinco anos é de apenas 3%. A ideia de desenvolver esse biossensor simples e barato surge do princípio de dar acesso à rastreabilidade dessa doença", conta Débora Gonçalves, professora do IFSC-USP (Instituto de Física de São Carlos da Universidade de São Paulo) e coordenadora do projeto.

No estudo, publicado na revista ACS Omega, os pesquisadores descrevem o funcionamento de um sensor que detecta a presença da proteína CA19-9, o principal marcador biológico do câncer de pâncreas. A proteína é frequentemente utilizada como marcador tumoral no acompanhamento da doença, sendo identificada apenas em exames laboratoriais mais complexos.

"Nos testes que realizamos com 24 amostras de sangue de pacientes em diferentes estágios da doença e do grupo-controle, obtivemos respostas estatisticamente semelhantes às dos exames tradicionais. O próximo passo do nosso trabalho é ampliar o número de análises e o tipo de amostras, incluindo sangue, saliva e urina disponibilizados pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto", conta Gabriella Soares, aluna de doutorado em engenharia de materiais da USP, bolsista da FAPESP e primeira autora do estudo.

O câncer de pâncreas costuma ser identificado por meio de ensaio imunoenzimático (Elisa), que exige laboratórios equipados, mão de obra qualificada e tempo de processamento longo, quando comparado aos biossensores. "Por isso, o objetivo da pesquisa foi criar uma ferramenta de rastreio de baixo custo que facilite o acesso da população ao diagnóstico precoce, aumentando significativamente as chances de sucesso terapêutico", afirma Soares.

O novo sensor atua medindo a capacidade de armazenar cargas elétricas (capacitância) em presença da glicoproteína CA19-9 no sangue dos pacientes, funcionando como um sistema de "chave e fechadura". Isso porque a superfície do dispositivo contém anticorpos específicos contra a proteína CA19-9 e, quando o sangue do paciente entra em contato com o sensor, os anticorpos reconhecem as moléculas do biomarcador e capturam a proteína.

A ligação altera a distribuição de cargas elétricas na superfície do eletrodo e o sensor traduz essa variação em um sinal mensurável de capacitância. "Quanto maior a concentração de CA19-9, maior a variação detectada no sensor. Em cerca de dez minutos, o sistema compara o resultado com uma curva de calibração preestabelecida, estimando a quantidade da proteína no sangue. Isso nos permite identificar concentrações muito baixas de CA19- 9, o que possibilita o diagnóstico precoce da doença de forma rápida e acessível", explica Soares.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/usp-cria-biossensor-barato-que-identifica-cancer-de-pancreas-em-10-minutos/ (adaptado)

A leitura do texto permite identificar a sua mensagem principal, que apresenta uma importante inovação científica na área da saúde. Tendo em vista a compreensão do texto, assinale a alternativa CORRETA.

 

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