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Texto CB3A2BBB
O reconhecimento e a proteção dos direitos humanos
estão na base das Constituições democráticas modernas. A paz,
por sua vez, é o pressuposto necessário para o reconhecimento
e a efetiva proteção dos direitos humanos em cada Estado e no
sistema internacional. Ao mesmo tempo, o processo de
democratização do sistema internacional, que é o caminho
obrigatório para a busca do ideal da paz perpétua, não pode
avançar sem uma gradativa ampliação do reconhecimento e da
proteção dos direitos humanos, acima de cada Estado. Direitos
humanos, democracia e paz são três elementos fundamentais do
mesmo movimento histórico: sem direitos humanos
reconhecidos e protegidos, não há democracia; sem
democracia, não existem as condições mínimas para a solução
pacífica dos conflitos. Em outras palavras, a democracia é a
sociedade dos cidadãos, e os súditos se tornam cidadãos
quando lhes são reconhecidos alguns direitos fundamentais;
haverá paz estável, uma paz que não tenha a guerra como
alternativa, somente quando existirem cidadãos não mais
apenas deste ou daquele Estado, mas do mundo.
Norberto Bobbio. A era dos direitos. Trad. Carlos Nelson Coutinho. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004, p. 1 (com adaptações)
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Texto 10A4AAA
Quais são as atividades que marcam as suas aulas hoje?
O foco é a análise dos textos, e não o ensino de regras gramaticais. Conforme discuto as produções dos alunos durante as aulas e faço as correções, mostro que faltou uma conjunção ou os melhores usos de um pronome, procurando sempre aliar ao contexto. Mesmo assim, ainda tenho grandes desafios.
Qual o maior deles?
A falta do hábito de leitura, o que prejudica os alunos no momento da compreensão dos textos. Para tentar solucionar essa questão, procuro apresentar vários gêneros, esmiúço cada um e provoco a interpretação para que a turma possa entender melhor o que está escrito.
Houve mudanças na maneira de ensinar nos últimos tempos?
Leciono há 24 anos, mas percebi que nos últimos 20 houve alterações na sala de aula. Antes disso, as fórmulas se repetiam. O livro didático era usado como único material, e o foco principal de ensino era a gramática.
Revista Nova Escola. abr./2009.
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Texto 10A1BBB
Canção do exílio
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá;
As aves, que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.
Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas várzeas têm mais flores,
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida mais amores.
Em cismar, sozinho, à noite,
Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Minha terra tem primores,
Que tais não encontro eu cá;
Em cismar, sozinho, à noite,
Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Não permita Deus que eu morra,
Sem que volte para lá;
Sem que desfrute os primores
Que não encontro por cá;
Sem qu’inda aviste as palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Gonçalves Dias. Poesia. Coleção “Nossos Clássicos”. São Paulo, Agir, 1969
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Texto CB3A2BBB
O reconhecimento e a proteção dos direitos humanos
estão na base das Constituições democráticas modernas. A paz,
por sua vez, é o pressuposto necessário para o reconhecimento
e a efetiva proteção dos direitos humanos em cada Estado e no
sistema internacional. Ao mesmo tempo, o processo de
democratização do sistema internacional, que é o caminho
obrigatório para a busca do ideal da paz perpétua, não pode
avançar sem uma gradativa ampliação do reconhecimento e da
proteção dos direitos humanos, acima de cada Estado. Direitos
humanos, democracia e paz são três elementos fundamentais do
mesmo movimento histórico: sem direitos humanos
reconhecidos e protegidos, não há democracia; sem
democracia, não existem as condições mínimas para a solução
pacífica dos conflitos. Em outras palavras, a democracia é a
sociedade dos cidadãos, e os súditos se tornam cidadãos
quando lhes são reconhecidos alguns direitos fundamentais;
haverá paz estável, uma paz que não tenha a guerra como
alternativa, somente quando existirem cidadãos não mais
apenas deste ou daquele Estado, mas do mundo.
Norberto Bobbio. A era dos direitos. Trad. Carlos Nelson Coutinho. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004, p. 1 (com adaptações)
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