Foram encontradas 35 questões.
Um atleta olímpico iniciou a sua rotina de treino, hoje ele nadou 2.500 metros e pretende aumentar gradativamente essa marca, nadando a cada dia, uma distância "d" fixa mais o que nadou no dia anterior. Sabendo que no 15º dia ele quer alcançar a meta de 4.978 metros, à distância "d" que ele deverá nadar, a mais, por dia será de:
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Disciplina: Estatística
Banca: Itame
Orgão: Pref. São Luís Montes Belos-GO
Três planos de operadora de internet são apresentados na tabela a seguir:
PLANO | CUSTO FIXO MENSAL | CUSTO ADICIONAL POR MINUTO |
A | R$ 35,20 | R$ 0,08 |
B | R$ 20,00 | R$ 0,09 |
C | R$ 0,00 | R$ 0,10 |
Nessas condições, o plano mais vantajoso e o valor mensal a ser pago por alguém que utiliza 102 horas por mês será, respectivamente:
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O valor de m que satisfaz a equação:
32 x 34 x 36 x 38 x ... x 32!$ m !$ = 3210, onde !$ m !$ ∈ !$ \mathbb{N} !$ e !$ m !$ !$ \ne !$ 0
É igual à:
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"Meio fio" é definido como bordo em concreto, junto à pista de rolamento ao longo da rua. Alguns meios fios são construídos unindo blocos pré-moldados na forma de paralelepípedo retângulo com dimensões: 10cm de largura, 30cm de altura e 80cm de comprimento. Com base no exposto, em linha reta, quantos metros de meio fio podem ser construídos com 24m3 de concreto?
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Leia o texto para respondera questão 10.
Cidadezinha qualquer
Carlos Drummond de Andrade
Casas entre bananeiras
mulheres entre laranjeiras
pomar amor cantar.
Um homem vai devagar.
Um cachorro vai devagar.
Um burro vai devagar.
Devagar... as janelas olham.
Eta vida besta, meu Deus.
Considerando os níveis de linguagem, que tipo de linguagem predomina no último verso do poema? E qual o seu objetivo no texto?
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Em qual alternativa o termo destacado é um agente da passiva?
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Nos versos do poema "Motivo" de Cecília Meireles:
Se desmorono ou se edifico,
se permaneço ou me desfaço,
— não sei, não sei. Não sei se fico ou passo.
Qual é a figura de linguagem predominante?
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Em qual das alternativas todas as palavras são derivadas por parassíntese?
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Leia o texto para responder as questões 01, 02, 03, 04, 05 e 06.
Você já tirou uma shelfie hoje? A moda da leitura-ostentação
Danilo Venticinque
Se você tem o hábito de desperdiçar tempo nas redes sociais (quem não tem?), já deve ter deparado com alguma "shelfie". Parente da famigerada selfie, a moda consiste em tirar uma foto de sua estante, publicá-la no Instagram ou similares e esperar pelos inevitáveis elogios ao seu bom gosto.
Só no Instagram, mais de 40 mil fotos do tipo são publicadas por semana. Designers de interiores e hipsters de plantão aderiram em peso à brincadeira. Mas arrisco dizer que a maior parte das shelfies vem de leitores. Mesmo antes da moda, as fotografias de estantes já eram comuns em grupos de fãs de literatura no Facebook. A hashtag só espalhou ainda mais esse hábito.
A minha primeira reação a essa moda foi uma enorme sensação de preguiça – daquelas que chegam a causar dormência nas pontas dos dedos. Talvez por isso eu só tenha decidido escrever sobre o tema agora, meses depois de ver a palavra pela primeira vez. O que leva alguém a acreditar que outras pessoas se interessariam em ver uma foto de sua estante. Olhando agora, para o caos instaurado na minha, não tenho dúvidas de que nenhum amigo do Facebook merece ser exposto a toda essa bagunça. Mas mesmo se tudo estivesse organizado, não veria motivo para aderir à moda. O que essa ostentação tem a ver com literatura? A ânsia por parecermos leitores, em vez de apenas lermos em silêncio, me faz pensar nos milhares de advogados e psicólogos que vão a sebos e compram livros por metro, sem se preocuparem com o conteúdo. O importante é sair bem na foto.
A exposição continuada a shelfies de todos os tipos foi mudando, aos poucos, minha opinião. Se ostentamos tudo na internet – o que comemos, as festas que frequentamos e os amores que temos ou fingimos ter –, por que não fazer o mesmo com nossas leituras? Além do mais, ao contrário das insuportáveis selfies em praias ou pontos turísticos, as shelfies ao menos dizem algo sobre o fotógrafo. É possível saber muito sobre uma pessoa vendo os livros que ela tem – ou não tem – na estante. A não ser, é claro, que ela seja do tipo que entra num sebo e sai de lá com dois ou três "metros" de livros.
Bem controlada, essa vaidade intelectual pode ajudar a divulgar a leitura. Se postássemos sobre livros tanto quanto postamos sobre nossas idas a bares e restaurantes, talvez todos sentíssemos um incentivo para ler mais. Falo por mim: tenho certeza de que comecei a comer fora com mais frequência depois que adicionei um ou dois amigos que vivem publicando fotos de comida. Acho, talvez, que fotos de belas estantes de livros tenham o mesmo efeito sobre nãoleitores. O importante é que a ostentação fique sempre em segundo plano. Se sua estante está saindo impecável em todas as fotos, talvez seja a hora de revirá-la um pouco. Releia seus favoritos. Empreste um livro para um amigo. Tire um romance da prateleira só para se lembrar de uma frase ou de uma cena que tenha marcado sua leitura. É isso que torna uma estante de livros um objeto mágico, em vez de um simples artigo de decoração.
No fragmento "O que essa ostentação tem a ver com literatura?" A palavra destacada pode ser substituída, sem prejuízo de sentido por
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Leia o texto para responder as questões 01, 02, 03, 04, 05 e 06.
Você já tirou uma shelfie hoje? A moda da leitura-ostentação
Danilo Venticinque
Se você tem o hábito de desperdiçar tempo nas redes sociais (quem não tem?), já deve ter deparado com alguma "shelfie". Parente da famigerada selfie, a moda consiste em tirar uma foto de sua estante, publicá-la no Instagram ou similares e esperar pelos inevitáveis elogios ao seu bom gosto.
Só no Instagram, mais de 40 mil fotos do tipo são publicadas por semana. Designers de interiores e hipsters de plantão aderiram em peso à brincadeira. Mas arrisco dizer que a maior parte das shelfies vem de leitores. Mesmo antes da moda, as fotografias de estantes já eram comuns em grupos de fãs de literatura no Facebook. A hashtag só espalhou ainda mais esse hábito.
A minha primeira reação a essa moda foi uma enorme sensação de preguiça – daquelas que chegam a causar dormência nas pontas dos dedos. Talvez por isso eu só tenha decidido escrever sobre o tema agora, meses depois de ver a palavra pela primeira vez. O que leva alguém a acreditar que outras pessoas se interessariam em ver uma foto de sua estante. Olhando agora, para o caos instaurado na minha, não tenho dúvidas de que nenhum amigo do Facebook merece ser exposto a toda essa bagunça. Mas mesmo se tudo estivesse organizado, não veria motivo para aderir à moda. O que essa ostentação tem a ver com literatura? A ânsia por parecermos leitores, em vez de apenas lermos em silêncio, me faz pensar nos milhares de advogados e psicólogos que vão a sebos e compram livros por metro, sem se preocuparem com o conteúdo. O importante é sair bem na foto.
A exposição continuada a shelfies de todos os tipos foi mudando, aos poucos, minha opinião. Se ostentamos tudo na internet – o que comemos, as festas que frequentamos e os amores que temos ou fingimos ter –, por que não fazer o mesmo com nossas leituras? Além do mais, ao contrário das insuportáveis selfies em praias ou pontos turísticos, as shelfies ao menos dizem algo sobre o fotógrafo. É possível saber muito sobre uma pessoa vendo os livros que ela tem – ou não tem – na estante. A não ser, é claro, que ela seja do tipo que entra num sebo e sai de lá com dois ou três "metros" de livros.
Bem controlada, essa vaidade intelectual pode ajudar a divulgar a leitura. Se postássemos sobre livros tanto quanto postamos sobre nossas idas a bares e restaurantes, talvez todos sentíssemos um incentivo para ler mais. Falo por mim: tenho certeza de que comecei a comer fora com mais frequência depois que adicionei um ou dois amigos que vivem publicando fotos de comida. Acho, talvez, que fotos de belas estantes de livros tenham o mesmo efeito sobre nãoleitores. O importante é que a ostentação fique sempre em segundo plano. Se sua estante está saindo impecável em todas as fotos, talvez seja a hora de revirá-la um pouco. Releia seus favoritos. Empreste um livro para um amigo. Tire um romance da prateleira só para se lembrar de uma frase ou de uma cena que tenha marcado sua leitura. É isso que torna uma estante de livros um objeto mágico, em vez de um simples artigo de decoração.
No fragmento "Parente da famigerada selfie, a moda consiste em tirar uma foto de sua estante, publicá-la no Instagram ou similares e esperar pelos inevitáveis elogios ao seu bom gosto." A função predominanteda linguagem é
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