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Uma empresa está desenvolvendo um novo design para tampas de bueiros urbanos em formato de hexágono regular inscrito em uma circunferência, com raio r. Para calcular a quantidade de material necessário para reforçar a região central da tampa, será usada a medida do apótema, que é o segmento que liga o centro do hexágono ao ponto médio de um dos lados, formando um triângulo retângulo com o raio e metade do lado. A seguir, apresenta-se um esquema que descreve um hexágono regular inscrito: 
Enunciado 4810526-1
Sabendo que o raio da circunferência é conhecido e igual a r = 10 cm, e que o hexágono é regular e está inscrito na circunferência, qual é a medida do apótema S, em centímetros? Assinale a alternativa correta:
 

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Na potenciação, há algumas propriedades que simplificam a expressão e auxiliam o processo algébrico. Com base nessas propriedades, relacione as colunas a seguir:

COLUNA I
1. am . an = am+n
2. am/an = am-n ( com a Enunciado 4810525-1 0 )
3. ( am )n = am.n
4. ( a.b )m = am . bm

COLUNA II
(  )  Enunciado 4810525-2= 4
(  ) 34∙33= 2187 
(  ) Enunciado 4810525-3 = Enunciado 4810525-4
(  ) ( 3 . 5 ) 2 = 9 . 25 

A Coluna I acima apresenta quatro propriedades da potenciação, e a Coluna II apresenta quatro expressões que utilizam alguma dessas propriedades para chegar ao estado atual.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, relacionando a propriedade de potenciação (Coluna I) aplicada à operação apresentada na Coluna II. 
 

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Assinale a afirmativa correta em relação à documentação técnica oficial.
 

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Um dos problemas em redação técnica oficial é a ambiguidade, entendida como uma dupla possibilidade de interpretação de sentenças em decorrência de má estruturação sintática de seus elementos. Assinale a alternativa que apresenta esse tipo de problema.
 

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Enunciado 4810522-1

CAZO, Luiz Fernando.  Disponível em

<https://destaqueregional.jor.br/noticia/5782/charge-de

quarta-feira-15-1-2025>.

Em relação à expressão destacada em “Quer dizer que isso aqui é que é um livro?!”, é correto afirmar que ela:

 

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Assinale a alternativa em que as duas formas destacadas estão de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa em relação à colocação pronominal.
 

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Assinale a alternativa em que o elemento destacado na sentença não se refere a nenhum outro termo do enunciado, servindo apenas para exprimir um sentimento do locutor.
 

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“Agosto nos levou Drummond, cuja ausência empobrece um pouco mais este País, já tão carente de ideias e de poesia.” (Newton Cardoso)
Assinale a alternativa em que as palavras completam corretamente as lacunas abaixo, na mesma ordem, em relação à análise da palavra destacada no período acima.
Trata-se de uma palavra de natureza _______ que possui o sentido de _______ e introduz uma oração _______ com o valor de _______.
 

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Assinale a alternativa em que a pontuação se encontra totalmente de acordo com a norma padrão da Língua Portuguesa.
 

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Leia o texto a seguir para responder a questão.
         Há um silêncio estranho que atravessa os corredores da universidade. Não é o silêncio fértil da pesquisa em gestação, nem a pausa necessária de uma biblioteca que guarda segredos. É um silêncio saturado de ruídos artificiais: o clique incessante de formulários digitais, o acúmulo de PDFs em repositórios, a sucessão interminável de congressos que repetem fórmulas gastas. Publica-se como nunca; pensa-se como nunca tão pouco. O que antes era obra transformou-se em produto; o que antes era criação tornou-se estatística.
         Sob o neoliberalismo, a universidade deixou de ser refúgio dos “excêntricos” e transformou-se em fábrica de autopromoção. O pesquisador, em vez de intelectual público, converteu-se em gestor de si mesmo. Administra sua vida como uma empresa, contabiliza citações como moedas, transforma relatórios em capital simbólico. Não há mais tempo para o fôlego longo de uma obra; o tempo agora é o do ciclo quadrienal, do edital, da métrica.
         (...) Hoje, o pesquisador escreve sem se reconhecer no que publica; fala sem ser ouvido; produz sem dialogar. É o trabalho alienado em sua forma acadêmica: a teoria como mercadoria, o artigo como moeda, o currículo como mercadoria-espelho.
         E, no entanto, nem sempre foi assim. No passado, havia frestas que poderiam ser mais exploradas do que atualmente. Florestan Fernandes dedicava anos à elaboração de livros que não eram apenas reflexões sociológicas, mas instrumentos de intervenção histórica. Miguel Nicolelis, com seus projetos de grande fôlego, recusa a lógica imediatista da produtividade compulsiva, apostando na ciência como um agente de transformação social. Oswaldo Cruz e Carlos Chagas, com suas pesquisas de longa duração e campanhas de saúde pública, lembravam que a ciência é antes de tudo compromisso com a vida social, e não corrida por estatísticas. Cada um deles habita, hoje, o lugar da quase impossibilidade: seriam punidos pelo tempo que ousaram dedicar à obra, seriam penalizados por publicar “pouco”, seriam corrigidos por não obedecerem ao formato imposto pelas métricas. (...)
TELES, Gabriel. O deserto da imaginação e as ruínas da universidade 
neoliberal. Le Monde Diplomatique. 27 ago. 2025. Disponível em 
<https://diplomatique.org.br/o-deserto-da-imaginacao-e-as-ruinas-da
universidade-neoliberal/>. 
“[Oswaldo Cruz e Carlos Chagas] seriam penalizados por publicar ‘pouco’, seriam corrigidos por não obedecerem ao formato imposto pelas métricas.”
As locuções verbais destacadas no trecho acima referem-se a ações:
 

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