Magna Concursos

Foram encontradas 50 questões.

4201308 Ano: 2026
Disciplina: Redação Oficial
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. São Miguel Arcanjo-SP
Assinale a alternativa que se apresenta totalmente correta em relação ao emprego das palavras correlatas ao pronome de tratamento, de acordo com as normas da redação oficial.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4201307 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. São Miguel Arcanjo-SP
Enunciado 4508358-1
CAZO. Onda de calor. Disponível em .<https://blogdoaftm.com.br/charge-onda-de-calor-3/>.

A forma verbal “tiverem", empregada na fala do personagem da charge acima, encontra-se no:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4201306 Ano: 2026
Disciplina: Redação Oficial
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. São Miguel Arcanjo-SP
Em redação oficial, formas adverbiais acompanhadas de vírgulas como "Respeitosamente," e "Atenciosamente," são empregadas no(a) _____________ das comunicações.

Assinale a alternativa cujo elemento preenche corretamente a lacuna acima.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4201305 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. São Miguel Arcanjo-SP
Assinale a alternativa cujo termo destacado indica uma circunstância da ação verbal.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4201304 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. São Miguel Arcanjo-SP
Assinale a alternativa em cuja oração ocorre sujeito indeterminado.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4201303 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. São Miguel Arcanjo-SP
Assinale a alternativa cujo emprego da palavra destacada se encontra de acordo com a regência do verbo correspondente, pela norma-padrão.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4201302 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. São Miguel Arcanjo-SP
Analise a ocorrência de crase nas palavras destacadas abaixo. A seguir, assinale a alternativa que apresenta o número de ocorrências em que a crase é facultativa.

- Ele saiu da festa à francesa.
- Entreguei um belo ramalhete à Mariana.
- Estarei lá exatamente à meia-noite.
- Foi dado um tiro à queima-roupa.
- Dirigi-me à sua secretária para o recado.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4201301 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. São Miguel Arcanjo-SP
Leia o texto a seguir para responder à questão.
A bola amarela


    Outro dia, chegando ao quintal pela manhã, me deparei com uma bola amarela. Imediatamente me lembrei do poema de Cecília Meireles, Jogo de bola. “Bola amarela, / a da Arabela. / A do Raul, / azul. / Rola a amarela / e pula a azul."

    Peguei a bola e reportei-me à infância, em que brincávamos com a bola emprestada dos meninos da Rua Nova. Vez por outra, a bola caía no quintal da vizinha, Dona Guilé (Guilhermina), ficávamos torcendo para tê-la de volta. Qual nada! Sempre nervosa, sem dó nem piedade, ela cortava a bola e jogava os pedaços de volta para a rua. Parecia até que ela ficava do outro lado do muro, esperando a redonda, pois, no melhor da brincadeira, um toque forte e certeiro de alguém, quase sempre, fazia a bola cair no quintal de Dona Guilé e a brincadeira acabava. Inventávamos outras brincadeiras para preencher as horas livres daquelas tardes.

    Fotografei a bola amarela, ainda recordando os jogos de queimada e de futebol da nossa infância. Lembrei-me da tristeza com que ficávamos quando Dona Guilé nos devolvia, por cima do muro, a bola cortada... Logo, voltei meu pensamento para a alegria dos momentos em que jogávamos bola na rua, sem medo e sem preocupação. Coisa rara hoje em dia!

    Então, me veio à mente aquela crônica de Luis Fernando Veríssimo, A bola, que descreve a decepção de um pai, nos dias atuais, que dá uma bola de presente ao filho e ele pergunta: como é que liga? E vai procurar no embrulho o manual de instrução. Sem se encantar com a bola, a criança volta para a frente da televisão para jogar, usando o controle remoto do vídeo game. (...)
    Pensamentos e considerações à parte. Abri o portão na esperança de encontrar o dono da bola. Era cedo ainda e não havia crianças na rua. Precisava sair para trabalhar, não poderia prender o brinquedo das crianças, resolvi deixar a bola na calçada para ela encontrar seu dono ou dona.

    
  Naquele mesmo dia, no final da tarde, quando estava regando as plantas, ouvi o barulho de crianças brincando. Fui olhar e lá estavam quatro meninos, ensaiando embaixadinhas e brincando com a bola amarela.
MELO, Merandolina Pereira de. A bola amarela. Portal escritores. Disponível em .<https://portalescritores.com.br/texto/7375/a-bolaamarela>.
A narração do texto “A bola amarela" é feita:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4201300 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. São Miguel Arcanjo-SP
Leia o texto a seguir para responder à questão.
A bola amarela


    Outro dia, chegando ao quintal pela manhã, me deparei com uma bola amarela. Imediatamente me lembrei do poema de Cecília Meireles, Jogo de bola. “Bola amarela, / a da Arabela. / A do Raul, / azul. / Rola a amarela / e pula a azul."

    Peguei a bola e reportei-me à infância, em que brincávamos com a bola emprestada dos meninos da Rua Nova. Vez por outra, a bola caía no quintal da vizinha, Dona Guilé (Guilhermina), ficávamos torcendo para tê-la de volta. Qual nada! Sempre nervosa, sem dó nem piedade, ela cortava a bola e jogava os pedaços de volta para a rua. Parecia até que ela ficava do outro lado do muro, esperando a redonda, pois, no melhor da brincadeira, um toque forte e certeiro de alguém, quase sempre, fazia a bola cair no quintal de Dona Guilé e a brincadeira acabava. Inventávamos outras brincadeiras para preencher as horas livres daquelas tardes.

    Fotografei a bola amarela, ainda recordando os jogos de queimada e de futebol da nossa infância. Lembrei-me da tristeza com que ficávamos quando Dona Guilé nos devolvia, por cima do muro, a bola cortada... Logo, voltei meu pensamento para a alegria dos momentos em que jogávamos bola na rua, sem medo e sem preocupação. Coisa rara hoje em dia!

    Então, me veio à mente aquela crônica de Luis Fernando Veríssimo, A bola, que descreve a decepção de um pai, nos dias atuais, que dá uma bola de presente ao filho e ele pergunta: como é que liga? E vai procurar no embrulho o manual de instrução. Sem se encantar com a bola, a criança volta para a frente da televisão para jogar, usando o controle remoto do vídeo game. (...)
    Pensamentos e considerações à parte. Abri o portão na esperança de encontrar o dono da bola. Era cedo ainda e não havia crianças na rua. Precisava sair para trabalhar, não poderia prender o brinquedo das crianças, resolvi deixar a bola na calçada para ela encontrar seu dono ou dona.

    
  Naquele mesmo dia, no final da tarde, quando estava regando as plantas, ouvi o barulho de crianças brincando. Fui olhar e lá estavam quatro meninos, ensaiando embaixadinhas e brincando com a bola amarela.
MELO, Merandolina Pereira de. A bola amarela. Portal escritores. Disponível em .<https://portalescritores.com.br/texto/7375/a-bolaamarela>.
"(...) resolvi deixar a bola na calçada para ela encontrar seu dono ou dona."

Em relação ao sentido expresso na parte destacada do trecho acima, é correto afirmar que a autora:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4201299 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. São Miguel Arcanjo-SP
Leia o texto a seguir para responder à questão.
A bola amarela


    Outro dia, chegando ao quintal pela manhã, me deparei com uma bola amarela. Imediatamente me lembrei do poema de Cecília Meireles, Jogo de bola. “Bola amarela, / a da Arabela. / A do Raul, / azul. / Rola a amarela / e pula a azul."

    Peguei a bola e reportei-me à infância, em que brincávamos com a bola emprestada dos meninos da Rua Nova. Vez por outra, a bola caía no quintal da vizinha, Dona Guilé (Guilhermina), ficávamos torcendo para tê-la de volta. Qual nada! Sempre nervosa, sem dó nem piedade, ela cortava a bola e jogava os pedaços de volta para a rua. Parecia até que ela ficava do outro lado do muro, esperando a redonda, pois, no melhor da brincadeira, um toque forte e certeiro de alguém, quase sempre, fazia a bola cair no quintal de Dona Guilé e a brincadeira acabava. Inventávamos outras brincadeiras para preencher as horas livres daquelas tardes.

    Fotografei a bola amarela, ainda recordando os jogos de queimada e de futebol da nossa infância. Lembrei-me da tristeza com que ficávamos quando Dona Guilé nos devolvia, por cima do muro, a bola cortada... Logo, voltei meu pensamento para a alegria dos momentos em que jogávamos bola na rua, sem medo e sem preocupação. Coisa rara hoje em dia!

    Então, me veio à mente aquela crônica de Luis Fernando Veríssimo, A bola, que descreve a decepção de um pai, nos dias atuais, que dá uma bola de presente ao filho e ele pergunta: como é que liga? E vai procurar no embrulho o manual de instrução. Sem se encantar com a bola, a criança volta para a frente da televisão para jogar, usando o controle remoto do vídeo game. (...)
    Pensamentos e considerações à parte. Abri o portão na esperança de encontrar o dono da bola. Era cedo ainda e não havia crianças na rua. Precisava sair para trabalhar, não poderia prender o brinquedo das crianças, resolvi deixar a bola na calçada para ela encontrar seu dono ou dona.

    
  Naquele mesmo dia, no final da tarde, quando estava regando as plantas, ouvi o barulho de crianças brincando. Fui olhar e lá estavam quatro meninos, ensaiando embaixadinhas e brincando com a bola amarela.
MELO, Merandolina Pereira de. A bola amarela. Portal escritores. Disponível em .<https://portalescritores.com.br/texto/7375/a-bolaamarela>.
A narradora do texto "A bola amarela" mostrase:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas