Foram encontradas 50 questões.
4201308
Ano: 2026
Disciplina: Redação Oficial
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. São Miguel Arcanjo-SP
Disciplina: Redação Oficial
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. São Miguel Arcanjo-SP
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Assinale a alternativa que se apresenta
totalmente correta em relação ao emprego das
palavras correlatas ao pronome de tratamento,
de acordo com as normas da redação oficial.
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CAZO. Onda de calor. Disponível em .<https://blogdoaftm.com.br/charge-onda-de-calor-3/>.
A forma verbal “tiverem", empregada na fala do personagem da charge acima, encontra-se no:
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4201306
Ano: 2026
Disciplina: Redação Oficial
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. São Miguel Arcanjo-SP
Disciplina: Redação Oficial
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. São Miguel Arcanjo-SP
Provas:
- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisPadrão OfícioPartes do documento no Padrão Ofício
- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisPadrão OfícioO Padrão Ofício
Em redação oficial, formas adverbiais
acompanhadas de vírgulas como "Respeitosamente," e "Atenciosamente," são empregadas no(a) _____________ das
comunicações.
Assinale a alternativa cujo elemento preenche corretamente a lacuna acima.
Assinale a alternativa cujo elemento preenche corretamente a lacuna acima.
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Assinale a alternativa cujo termo destacado
indica uma circunstância da ação verbal.
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Assinale a alternativa em cuja oração ocorre
sujeito indeterminado.
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Assinale a alternativa cujo emprego da palavra
destacada se encontra de acordo com a regência
do verbo correspondente, pela norma-padrão.
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Analise a ocorrência de crase nas palavras
destacadas abaixo. A seguir, assinale a
alternativa que apresenta o número de
ocorrências em que a crase é facultativa.
- Ele saiu da festa à francesa.
- Entreguei um belo ramalhete à Mariana.
- Estarei lá exatamente à meia-noite.
- Foi dado um tiro à queima-roupa.
- Dirigi-me à sua secretária para o recado.
- Ele saiu da festa à francesa.
- Entreguei um belo ramalhete à Mariana.
- Estarei lá exatamente à meia-noite.
- Foi dado um tiro à queima-roupa.
- Dirigi-me à sua secretária para o recado.
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
A bola amarela
Outro dia, chegando ao quintal pela
manhã, me deparei com uma bola amarela.
Imediatamente me lembrei do poema de Cecília
Meireles, Jogo de bola. “Bola amarela, / a da
Arabela. / A do Raul, / azul. / Rola a amarela / e
pula a azul."
Peguei a bola e reportei-me à infância,
em que brincávamos com a bola emprestada
dos meninos da Rua Nova. Vez por outra, a bola
caía no quintal da vizinha, Dona Guilé
(Guilhermina), ficávamos torcendo para tê-la
de volta. Qual nada! Sempre nervosa, sem dó
nem piedade, ela cortava a bola e jogava os
pedaços de volta para a rua. Parecia até que ela
ficava do outro lado do muro, esperando a
redonda, pois, no melhor da brincadeira, um
toque forte e certeiro de alguém, quase sempre,
fazia a bola cair no quintal de Dona Guilé e a
brincadeira acabava. Inventávamos outras
brincadeiras para preencher as horas livres
daquelas tardes.
Fotografei a bola amarela, ainda
recordando os jogos de queimada e de futebol
da nossa infância. Lembrei-me da tristeza com
que ficávamos quando Dona Guilé nos
devolvia, por cima do muro, a bola cortada...
Logo, voltei meu pensamento para a alegria dos
momentos em que jogávamos bola na rua, sem
medo e sem preocupação. Coisa rara hoje em
dia!
Então, me veio à mente aquela crônica
de Luis Fernando Veríssimo, A bola, que
descreve a decepção de um pai, nos dias atuais,
que dá uma bola de presente ao filho e ele
pergunta: como é que liga? E vai procurar no
embrulho o manual de instrução. Sem se
encantar com a bola, a criança volta para a
frente da televisão para jogar, usando o controle
remoto do vídeo game. (...)
Pensamentos e considerações à parte.
Abri o portão na esperança de encontrar o dono da bola. Era cedo ainda e não havia crianças na
rua. Precisava sair para trabalhar, não poderia
prender o brinquedo das crianças, resolvi deixar
a bola na calçada para ela encontrar seu dono ou
dona.
Naquele mesmo dia, no final da tarde,
quando estava regando as plantas, ouvi o
barulho de crianças brincando. Fui olhar e lá
estavam quatro meninos, ensaiando
embaixadinhas e brincando com a bola amarela.
MELO, Merandolina Pereira de. A bola amarela. Portal
escritores. Disponível em
.<https://portalescritores.com.br/texto/7375/a-bolaamarela>.
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- SemânticaDenotação e Conotação
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de Linguagem
Leia o texto a seguir para responder à questão.
A bola amarela
Outro dia, chegando ao quintal pela
manhã, me deparei com uma bola amarela.
Imediatamente me lembrei do poema de Cecília
Meireles, Jogo de bola. “Bola amarela, / a da
Arabela. / A do Raul, / azul. / Rola a amarela / e
pula a azul."
Peguei a bola e reportei-me à infância,
em que brincávamos com a bola emprestada
dos meninos da Rua Nova. Vez por outra, a bola
caía no quintal da vizinha, Dona Guilé
(Guilhermina), ficávamos torcendo para tê-la
de volta. Qual nada! Sempre nervosa, sem dó
nem piedade, ela cortava a bola e jogava os
pedaços de volta para a rua. Parecia até que ela
ficava do outro lado do muro, esperando a
redonda, pois, no melhor da brincadeira, um
toque forte e certeiro de alguém, quase sempre,
fazia a bola cair no quintal de Dona Guilé e a
brincadeira acabava. Inventávamos outras
brincadeiras para preencher as horas livres
daquelas tardes.
Fotografei a bola amarela, ainda
recordando os jogos de queimada e de futebol
da nossa infância. Lembrei-me da tristeza com
que ficávamos quando Dona Guilé nos
devolvia, por cima do muro, a bola cortada...
Logo, voltei meu pensamento para a alegria dos
momentos em que jogávamos bola na rua, sem
medo e sem preocupação. Coisa rara hoje em
dia!
Então, me veio à mente aquela crônica
de Luis Fernando Veríssimo, A bola, que
descreve a decepção de um pai, nos dias atuais,
que dá uma bola de presente ao filho e ele
pergunta: como é que liga? E vai procurar no
embrulho o manual de instrução. Sem se
encantar com a bola, a criança volta para a
frente da televisão para jogar, usando o controle
remoto do vídeo game. (...)
Pensamentos e considerações à parte.
Abri o portão na esperança de encontrar o dono da bola. Era cedo ainda e não havia crianças na
rua. Precisava sair para trabalhar, não poderia
prender o brinquedo das crianças, resolvi deixar
a bola na calçada para ela encontrar seu dono ou
dona.
Naquele mesmo dia, no final da tarde,
quando estava regando as plantas, ouvi o
barulho de crianças brincando. Fui olhar e lá
estavam quatro meninos, ensaiando
embaixadinhas e brincando com a bola amarela.
MELO, Merandolina Pereira de. A bola amarela. Portal
escritores. Disponível em
.<https://portalescritores.com.br/texto/7375/a-bolaamarela>.
Em relação ao sentido expresso na parte destacada do trecho acima, é correto afirmar que a autora:
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
A bola amarela
Outro dia, chegando ao quintal pela
manhã, me deparei com uma bola amarela.
Imediatamente me lembrei do poema de Cecília
Meireles, Jogo de bola. “Bola amarela, / a da
Arabela. / A do Raul, / azul. / Rola a amarela / e
pula a azul."
Peguei a bola e reportei-me à infância,
em que brincávamos com a bola emprestada
dos meninos da Rua Nova. Vez por outra, a bola
caía no quintal da vizinha, Dona Guilé
(Guilhermina), ficávamos torcendo para tê-la
de volta. Qual nada! Sempre nervosa, sem dó
nem piedade, ela cortava a bola e jogava os
pedaços de volta para a rua. Parecia até que ela
ficava do outro lado do muro, esperando a
redonda, pois, no melhor da brincadeira, um
toque forte e certeiro de alguém, quase sempre,
fazia a bola cair no quintal de Dona Guilé e a
brincadeira acabava. Inventávamos outras
brincadeiras para preencher as horas livres
daquelas tardes.
Fotografei a bola amarela, ainda
recordando os jogos de queimada e de futebol
da nossa infância. Lembrei-me da tristeza com
que ficávamos quando Dona Guilé nos
devolvia, por cima do muro, a bola cortada...
Logo, voltei meu pensamento para a alegria dos
momentos em que jogávamos bola na rua, sem
medo e sem preocupação. Coisa rara hoje em
dia!
Então, me veio à mente aquela crônica
de Luis Fernando Veríssimo, A bola, que
descreve a decepção de um pai, nos dias atuais,
que dá uma bola de presente ao filho e ele
pergunta: como é que liga? E vai procurar no
embrulho o manual de instrução. Sem se
encantar com a bola, a criança volta para a
frente da televisão para jogar, usando o controle
remoto do vídeo game. (...)
Pensamentos e considerações à parte.
Abri o portão na esperança de encontrar o dono da bola. Era cedo ainda e não havia crianças na
rua. Precisava sair para trabalhar, não poderia
prender o brinquedo das crianças, resolvi deixar
a bola na calçada para ela encontrar seu dono ou
dona.
Naquele mesmo dia, no final da tarde,
quando estava regando as plantas, ouvi o
barulho de crianças brincando. Fui olhar e lá
estavam quatro meninos, ensaiando
embaixadinhas e brincando com a bola amarela.
MELO, Merandolina Pereira de. A bola amarela. Portal
escritores. Disponível em
.<https://portalescritores.com.br/texto/7375/a-bolaamarela>.
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