Foram encontradas 35 questões.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Professores gastam mais de 20% da aula para
manter a ordem dos alunos em sala, mostra estudo
Tempo gasto pelos docentes brasileiros é acima da
média dos países da OCDE, que é de 15%
O tempo dos docentes brasileiros está acima da média
dos países da OCDE, em que os professores disseram
gastar 15% do tempo de aula para manter a ordem dos
alunos.
Segundo o relatório, entre 2018 e 2024, a parcela do
tempo de aula dedicada à manutenção da ordem
aumentou 2 pontos percentuais — a média da OCDE
também aumentou 2 pontos percentuais.
Ainda de acordo com o estudo, 44% dos docentes
brasileiros afirmam perder bastante tempo porque os
alunos interrompem as aulas. O número também é acima
da média da OCDE, que é de 18%. A mesma proporção
de brasileiros diz também perder muito tempo esperando
os alunos ficarem quietos (a média da OCDE é de 15%).
Comportamento na sala de aula
No estudo, a percepção dos professores sobre a
disciplina em sala de aula é medida pela frequência
relatada de quatro situações:
"Perco muito tempo porque os alunos interrompem a
aula";
"Tenho que esperar muito tempo para que os alunos se
acalmem";
"Há muito barulho e desordem disruptivos";
"Muitos alunos só começam a trabalhar muito tempo
depois do início da aula".
Conforme a pesquisa, cerca de um em cada cinco
professores afirmam sofrer com ruído e desordem
significativos em suas salas de aula, em média.
No Brasil, mais de 50% dos professores relataram os
desafios. No Chile, Finlândia, Portugal e África do Sul,
esse percentual fica em cerca de 33%.
Já na Albânia, Japão e Xangai, por outro lado, menos de
5% dos professores apontam essas questões
disciplinares.
Professores iniciantes
A pesquisa também mostra que os professores em
começo de carreira relatam mais interrupções em sala de
aula do que os seus colegas mais experientes em quase
todos os sistemas educacionais.
No Canadá, Áustria, Chile, Dinamarca, Finlândia,
Islândia, Itália e Espanha, por exemplo, mais de 40% dos
professores iniciantes afirmam "ruído perturbador
frequente". Já em Portugal e no Brasil, esses percentuais
aumentam para 59% e 66%, respectivamente.
Entre os professores experientes, essas taxas são mais
baixas, abaixo de um terço em todos os sistemas
educacionais, exceto em Portugal (33%) e no Brasil
(53%).
O estudo foi realizado em 2024 e entrevistou cerca de
280 mil professores e diretores escolares em 17 mil
escolas de ensino fundamental II em 55 sistemas
educacionais. O Talis tem como objetivo auxiliar na
elaboração de estratégias para melhorar a qualidade do
ensino e os ambientes de aprendizagem.
https://www.terra.com.br/noticias/educacao/professores-gastam-mais-d
e-20-da-aula-para-manter-a-ordem-dos-alunos-em-sala-mostra-estudo,
ea20b81839e46ed5ad3f54c718b3bcdaz697ywnm.html?utm_source=cli
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O vocábulo 'para' é um exemplo de palavra que, com o Novo Acordo Ortográfico, sofreu alteração. Antes, quando era verbo, recebia acento para se diferenciar da forma 'para', preposição.
A seguir, são apresentados outros vocábulos que também passaram por modificações com o Novo Acordo. Identifique a alternativa que apresenta alguma forma incorreta.
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Professores gastam mais de 20% da aula para
manter a ordem dos alunos em sala, mostra estudo
Tempo gasto pelos docentes brasileiros é acima da
média dos países da OCDE, que é de 15%
O tempo dos docentes brasileiros está acima da média
dos países da OCDE, em que os professores disseram
gastar 15% do tempo de aula para manter a ordem dos
alunos.
Segundo o relatório, entre 2018 e 2024, a parcela do
tempo de aula dedicada à manutenção da ordem
aumentou 2 pontos percentuais — a média da OCDE
também aumentou 2 pontos percentuais.
Ainda de acordo com o estudo, 44% dos docentes
brasileiros afirmam perder bastante tempo porque os
alunos interrompem as aulas. O número também é acima
da média da OCDE, que é de 18%. A mesma proporção
de brasileiros diz também perder muito tempo esperando
os alunos ficarem quietos (a média da OCDE é de 15%).
Comportamento na sala de aula
No estudo, a percepção dos professores sobre a
disciplina em sala de aula é medida pela frequência
relatada de quatro situações:
"Perco muito tempo porque os alunos interrompem a
aula";
"Tenho que esperar muito tempo para que os alunos se
acalmem";
"Há muito barulho e desordem disruptivos";
"Muitos alunos só começam a trabalhar muito tempo
depois do início da aula".
Conforme a pesquisa, cerca de um em cada cinco
professores afirmam sofrer com ruído e desordem
significativos em suas salas de aula, em média.
No Brasil, mais de 50% dos professores relataram os
desafios. No Chile, Finlândia, Portugal e África do Sul,
esse percentual fica em cerca de 33%.
Já na Albânia, Japão e Xangai, por outro lado, menos de
5% dos professores apontam essas questões
disciplinares.
Professores iniciantes
A pesquisa também mostra que os professores em
começo de carreira relatam mais interrupções em sala de
aula do que os seus colegas mais experientes em quase
todos os sistemas educacionais.
No Canadá, Áustria, Chile, Dinamarca, Finlândia,
Islândia, Itália e Espanha, por exemplo, mais de 40% dos
professores iniciantes afirmam "ruído perturbador
frequente". Já em Portugal e no Brasil, esses percentuais
aumentam para 59% e 66%, respectivamente.
Entre os professores experientes, essas taxas são mais
baixas, abaixo de um terço em todos os sistemas
educacionais, exceto em Portugal (33%) e no Brasil
(53%).
O estudo foi realizado em 2024 e entrevistou cerca de
280 mil professores e diretores escolares em 17 mil
escolas de ensino fundamental II em 55 sistemas
educacionais. O Talis tem como objetivo auxiliar na
elaboração de estratégias para melhorar a qualidade do
ensino e os ambientes de aprendizagem.
https://www.terra.com.br/noticias/educacao/professores-gastam-mais-d
e-20-da-aula-para-manter-a-ordem-dos-alunos-em-sala-mostra-estudo,
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Identifique a alternativa que apresenta corretamente a justificativa para a colocação pronominal, caso a expressão 'a ordem dos alunos' for substituída por um pronome oblíquo átono.
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Professores gastam mais de 20% da aula para
manter a ordem dos alunos em sala, mostra estudo
Tempo gasto pelos docentes brasileiros é acima da
média dos países da OCDE, que é de 15%
O tempo dos docentes brasileiros está acima da média
dos países da OCDE, em que os professores disseram
gastar 15% do tempo de aula para manter a ordem dos
alunos.
Segundo o relatório, entre 2018 e 2024, a parcela do
tempo de aula dedicada à manutenção da ordem
aumentou 2 pontos percentuais — a média da OCDE
também aumentou 2 pontos percentuais.
Ainda de acordo com o estudo, 44% dos docentes
brasileiros afirmam perder bastante tempo porque os
alunos interrompem as aulas. O número também é acima
da média da OCDE, que é de 18%. A mesma proporção
de brasileiros diz também perder muito tempo esperando
os alunos ficarem quietos (a média da OCDE é de 15%).
Comportamento na sala de aula
No estudo, a percepção dos professores sobre a
disciplina em sala de aula é medida pela frequência
relatada de quatro situações:
"Perco muito tempo porque os alunos interrompem a
aula";
"Tenho que esperar muito tempo para que os alunos se
acalmem";
"Há muito barulho e desordem disruptivos";
"Muitos alunos só começam a trabalhar muito tempo
depois do início da aula".
Conforme a pesquisa, cerca de um em cada cinco
professores afirmam sofrer com ruído e desordem
significativos em suas salas de aula, em média.
No Brasil, mais de 50% dos professores relataram os
desafios. No Chile, Finlândia, Portugal e África do Sul,
esse percentual fica em cerca de 33%.
Já na Albânia, Japão e Xangai, por outro lado, menos de
5% dos professores apontam essas questões
disciplinares.
Professores iniciantes
A pesquisa também mostra que os professores em
começo de carreira relatam mais interrupções em sala de
aula do que os seus colegas mais experientes em quase
todos os sistemas educacionais.
No Canadá, Áustria, Chile, Dinamarca, Finlândia,
Islândia, Itália e Espanha, por exemplo, mais de 40% dos
professores iniciantes afirmam "ruído perturbador
frequente". Já em Portugal e no Brasil, esses percentuais
aumentam para 59% e 66%, respectivamente.
Entre os professores experientes, essas taxas são mais
baixas, abaixo de um terço em todos os sistemas
educacionais, exceto em Portugal (33%) e no Brasil
(53%).
O estudo foi realizado em 2024 e entrevistou cerca de
280 mil professores e diretores escolares em 17 mil
escolas de ensino fundamental II em 55 sistemas
educacionais. O Talis tem como objetivo auxiliar na
elaboração de estratégias para melhorar a qualidade do
ensino e os ambientes de aprendizagem.
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1."Perco muito tempo porque os alunos interrompem a aula."
2."Tenho que esperar muito tempo para que os alunos se acalmem."
3."Há muito barulho e desordem disruptivos."
Analise sintaticamente os elementos linguísticos empregados no trecho e julgue as afirmativas:
I.Em 1, os verbos 'perder' e 'interromper' apresentam a mesma transitividade. Seus complementos configuram-se como termos integrantes da oração, assim como ocorre com a expressão 'os justos' no trecho 'Haverão de vencer os justos, em que o grupo nominal exerce a função de objeto direto do verbo vencer.
II.Em 2, O verbo 'ter' e 'acalmar' não compartilham o mesmo sujeito, possuem transitividade distintas e o primeiro verbo apresenta um complemento oracional.
III.Em 2, a expressão 'muito tempo' é um complemento direto do verbo 'esperar', sendo considerado termo integrante da oração.
IV.Em 3, o verbo 'haver' é impessoal e intransitivo, apresentando-se como uma forma invariável, que não admite flexão de número, devendo, portanto, permanecer na terceira pessoa do singular.
É correto o que se afirma em:
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O tempo dos docentes brasileiros está acima da média
dos países da OCDE, em que os professores disseram
gastar 15% do tempo de aula para manter a ordem dos
alunos.
Segundo o relatório, entre 2018 e 2024, a parcela do
tempo de aula dedicada à manutenção da ordem
aumentou 2 pontos percentuais — a média da OCDE
também aumentou 2 pontos percentuais.
Ainda de acordo com o estudo, 44% dos docentes
brasileiros afirmam perder bastante tempo porque os
alunos interrompem as aulas. O número também é acima
da média da OCDE, que é de 18%. A mesma proporção
de brasileiros diz também perder muito tempo esperando
os alunos ficarem quietos (a média da OCDE é de 15%).
Comportamento na sala de aula
No estudo, a percepção dos professores sobre a
disciplina em sala de aula é medida pela frequência
relatada de quatro situações:
"Perco muito tempo porque os alunos interrompem a
aula";
"Tenho que esperar muito tempo para que os alunos se
acalmem";
"Há muito barulho e desordem disruptivos";
"Muitos alunos só começam a trabalhar muito tempo
depois do início da aula".
Conforme a pesquisa, cerca de um em cada cinco
professores afirmam sofrer com ruído e desordem
significativos em suas salas de aula, em média.
No Brasil, mais de 50% dos professores relataram os
desafios. No Chile, Finlândia, Portugal e África do Sul,
esse percentual fica em cerca de 33%.
Já na Albânia, Japão e Xangai, por outro lado, menos de
5% dos professores apontam essas questões
disciplinares.
Professores iniciantes
A pesquisa também mostra que os professores em
começo de carreira relatam mais interrupções em sala de
aula do que os seus colegas mais experientes em quase
todos os sistemas educacionais.
No Canadá, Áustria, Chile, Dinamarca, Finlândia,
Islândia, Itália e Espanha, por exemplo, mais de 40% dos
professores iniciantes afirmam "ruído perturbador
frequente". Já em Portugal e no Brasil, esses percentuais
aumentam para 59% e 66%, respectivamente.
Entre os professores experientes, essas taxas são mais
baixas, abaixo de um terço em todos os sistemas
educacionais, exceto em Portugal (33%) e no Brasil
(53%).
O estudo foi realizado em 2024 e entrevistou cerca de
280 mil professores e diretores escolares em 17 mil
escolas de ensino fundamental II em 55 sistemas
educacionais. O Talis tem como objetivo auxiliar na
elaboração de estratégias para melhorar a qualidade do
ensino e os ambientes de aprendizagem.
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No trecho, observa-se que a concordância foi estabelecida de forma adequada à expressão de porcentagem. Entretanto, a norma-padrão admite outras formas de concordância, que variam conforme o contexto e a intenção comunicativa. Com base nisso, analise as concordâncias apresentadas nos enunciados a seguir:
I.Uma porção de moleques me olhavam admirados.
II.Ele é um dos raros homens que têm o mundo nas mãos.
III.Tudo isto eram sintomas graves.
IV.Que te seja propício o astro e a flor.
V.A conciliação, a harmonia entre uns e outros é possível.
Os enunciados que apresentam a concordância adequada são:
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média dos países da OCDE, que é de 15%
O tempo dos docentes brasileiros está acima da média
dos países da OCDE, em que os professores disseram
gastar 15% do tempo de aula para manter a ordem dos
alunos.
Segundo o relatório, entre 2018 e 2024, a parcela do
tempo de aula dedicada à manutenção da ordem
aumentou 2 pontos percentuais — a média da OCDE
também aumentou 2 pontos percentuais.
Ainda de acordo com o estudo, 44% dos docentes
brasileiros afirmam perder bastante tempo porque os
alunos interrompem as aulas. O número também é acima
da média da OCDE, que é de 18%. A mesma proporção
de brasileiros diz também perder muito tempo esperando
os alunos ficarem quietos (a média da OCDE é de 15%).
Comportamento na sala de aula
No estudo, a percepção dos professores sobre a
disciplina em sala de aula é medida pela frequência
relatada de quatro situações:
"Perco muito tempo porque os alunos interrompem a
aula";
"Tenho que esperar muito tempo para que os alunos se
acalmem";
"Há muito barulho e desordem disruptivos";
"Muitos alunos só começam a trabalhar muito tempo
depois do início da aula".
Conforme a pesquisa, cerca de um em cada cinco
professores afirmam sofrer com ruído e desordem
significativos em suas salas de aula, em média.
No Brasil, mais de 50% dos professores relataram os
desafios. No Chile, Finlândia, Portugal e África do Sul,
esse percentual fica em cerca de 33%.
Já na Albânia, Japão e Xangai, por outro lado, menos de
5% dos professores apontam essas questões
disciplinares.
Professores iniciantes
A pesquisa também mostra que os professores em
começo de carreira relatam mais interrupções em sala de
aula do que os seus colegas mais experientes em quase
todos os sistemas educacionais.
No Canadá, Áustria, Chile, Dinamarca, Finlândia,
Islândia, Itália e Espanha, por exemplo, mais de 40% dos
professores iniciantes afirmam "ruído perturbador
frequente". Já em Portugal e no Brasil, esses percentuais
aumentam para 59% e 66%, respectivamente.
Entre os professores experientes, essas taxas são mais
baixas, abaixo de um terço em todos os sistemas
educacionais, exceto em Portugal (33%) e no Brasil
(53%).
O estudo foi realizado em 2024 e entrevistou cerca de
280 mil professores e diretores escolares em 17 mil
escolas de ensino fundamental II em 55 sistemas
educacionais. O Talis tem como objetivo auxiliar na
elaboração de estratégias para melhorar a qualidade do
ensino e os ambientes de aprendizagem.
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Com base nas regras de acentuação dos vocábulos presentes no trecho, bem como no texto-base, analise as afirmativas a seguir:
I.O vocábulo 'ruído' é acentuado pela mesma regra de acentuação do vocábulo 'cardíaca', pois apresentam o 'i' tônico formando hiato.
II.O vocábulo 'está' é acentuado pela regra das oxítonas terminadas em 'a', regra que também se aplica as oxítonas terminadas em 'e' e 'o'.
III.O vocábulo 'média' com o Novo Acordo passou a ser considerada também como palavra proparoxítona.
IV.Os vocábulos 'já' e 'há' são monossílabos tônicos, porém recebem acento gráfico por regras distintas.
É correto o que se afirma em:
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