Foram encontradas 35 questões.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Burnout já existia na Idade Média: o que a sabedoria
medieval tem a nos ensinar
O estresse e o esgotamento mental não são problemas
exclusivos da vida moderna. Na Idade Média, também
eram comuns, e parte da sabedoria medieval sobre
como enfrentar o burnout, considerado um fenômeno
ocupacional pela Organização Mundial da Saúde,
continua surpreendentemente atual.
Os sintomas, observou João Cassiano, um dos primeiros
pensadores cristãos do século quinto a exercer o papel
de sacerdote-terapeuta, eram sempre os mesmos:
cansaço, desesperança, vontade de estar em qualquer
lugar, menos no trabalho, e uma espécie de névoa
mental, descrita como uma confusão da mente sem
explicação, que fazia seus colegas se sentirem improdutivos, inúteis e buscarem consolo no sono.
Quem já enfrentou burnout, esgotamento ou depressão
reconhecerá parte dessas sensações. É comum supor
que esses problemas sejam consequência das pressões
do século vinte e um. Cassiano, porém, escreveu sobre
isso no século quinto depois de Cristo, para cristãos dos
primeiros séculos exaustos pelas exigências da vida
espiritual.
Será que relatos como esse podem ajudar a
compreender o mal-estar contemporâneo e apontar
caminhos para enfrentá-lo?
Essa é a tese do livro do historiador Peter Jones,
Autoajuda na Idade Média: uma viagem pela mente
medieval, que apresenta as formas como os chamados
padres-terapeutas orientavam os fiéis a superar a
angústia espiritual.
A pesquisa de Jones revela como o esgotamento foi
recorrente ao longo da história, constatação que pode
confortar quem atravessa um período de profunda
angústia. Segundo o historiador, há muita sabedoria na
Idade Média. Depois de tantos livros dedicados às lições
dos antigos estoicos, talvez seja o momento de recorrer
também aos manuscritos medievais.
Jones conta que a ideia do livro surgiu após enfrentar a
própria crise, descrita por ele como "o inverno mais frio
da minha vida".
Em 2015, por razões que ainda diz ter dificuldade para
explicar, aceitou o cargo de professor titular de História
na Universidade de Tyumen, na Sibéria. As temperaturas
eram tão baixas que, depois de apenas vinte minutos ao
ar livre, ele perdia completamente a sensibilidade nas
pernas.
Também enfrentava dificuldades com o idioma e sentia
muita falta da família, que havia ficado em Dublin, na
Irlanda. Ele conta que deveria pesquisar, preparar aulas
e seguir com a vida, mas simplesmente não conseguia
fazer nada.
Enquanto preparava um curso sobre os Sete Pecados
Capitais, Jones começou a reconhecer nos relatos
medievais ecos da própria infelicidade. Segundo ele, os
autores medievais passaram por experiências
semelhantes às atuais, porque os sentimentos e as
crises humanas sempre foram parecidos.
Jones explica que os sete pecados capitais não
aparecem na Bíblia. Foram formulados por pensadores
cristãos dos primeiros séculos, como João Cassiano, e
sistematizados mais tarde pelo papa São Gregório
Magno, que os considerava uma ferramenta para
compreender os problemas da mente.
Esse esquema de organização dos pensamentos incluía
soberba, inveja, ira, preguiça, avareza, gula e luxúria.
Entre os sete pecados, a preguiça foi a que mais refletiu
o estado de espírito de Jones na Sibéria. Hoje, costuma
ser associada à indolência ou à falta de vontade de agir.
Os autores medievais, porém, identificavam por trás dela
um vazio emocional mais profundo.
Conhecida na época como acídia, a condição abrangia
uma ausência de amor, uma paralisia do cuidado e um
vazio espiritual, escreve Jones. Era o estado em que
tudo o que antes iluminava os dias passava a despertar
apenas indiferença.
Jones conta que se identificou especialmente com um
texto do século treze, conhecido como MS 306 e
preservado em Dublin. Nele, a acídia é descrita como
estar parado no meio de um rio caudaloso, diante de
uma correnteza que bate contra as pernas, mas sem
forças para seguir em frente. A imagem reproduzia a
sensação de paralisia que ele experimentou durante o
inverno na Sibéria.
Jones não é o único historiador a identificar paralelos
entre os males medievais e os da vida contemporânea.
No livro Exaustos, a historiadora cultural Anna Katharina
Schaffner estabelece uma relação direta entre a acídia
descrita pelos cristãos medievais e o burnout atual. Entre
os sintomas estão a busca de conforto na comida e o
recurso a distrações sem propósito, em vez da
dedicação a atividades significativas.
Segundo Schaffner, trata-se de um círculo vicioso: quem
sofre de acídia se torna cada vez menos capaz de
meditar e refletir sobre questões espirituais, enquanto as
estratégias inadequadas usadas para recuperar as
energias agravam o problema. Nesse sentido, os
indivíduos medievais eram semelhantes às pessoas do
século vinte e um, exaustas e inclinadas a evitar o que
realmente importa por meio de atividades improdutivas.
Mas quais eram as soluções?
O autor do manuscrito MS 306 responde com uma
referência indireta à Bíblia, segundo a qual os jebuseus
vivem dentro das fronteiras de cada pessoa. É possível
subjugá-los, mas não exterminá-los.
Jones explica que os jebuseus eram um povo antigo que
ocupou Jerusalém e não podia ser completamente
expulso. A metáfora aconselha quem sofre de acídia a
aprender a conviver com esses sentimentos, em vez de
lutar constantemente contra eles.
Jones reconhece que, fora do contexto original, essas
ideias soam como clichês. Ainda assim, observa que
elas lembram abordagens contemporâneas para tratar o
burnout e outros problemas emocionais.
Jones também cita os escritos de Bernardo de Claraval,
do século doze, um dos fundadores da Ordem dos
Cavaleiros Templários. Segundo o historiador, Bernardo
comparou uma boa vida a correr em um terreno
acidentado, no qual qualquer pessoa, depois de
percorrer uma distância suficiente, acabará tropeçando
ou caindo. Todos passam por momentos em que se
sentem completamente sem rumo.
Para Jones, há grande conforto em reconhecer que
ninguém sofre sozinho. Seja qual for a aflição, outras
pessoas já experimentaram sentimentos semelhantes ao
longo de milhares de anos. É reconfortante sentir a
companhia daqueles que vieram antes de nós.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgr7jx1dj12o.adaptado.
Considerando a identificação de ideias principais, secundárias e implícitas do texto, assinale a alternativa correta.
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Burnout já existia na Idade Média: o que a sabedoria
medieval tem a nos ensinar
O estresse e o esgotamento mental não são problemas
exclusivos da vida moderna. Na Idade Média, também
eram comuns, e parte da sabedoria medieval sobre
como enfrentar o burnout, considerado um fenômeno
ocupacional pela Organização Mundial da Saúde,
continua surpreendentemente atual.
Os sintomas, observou João Cassiano, um dos primeiros
pensadores cristãos do século quinto a exercer o papel
de sacerdote-terapeuta, eram sempre os mesmos:
cansaço, desesperança, vontade de estar em qualquer
lugar, menos no trabalho, e uma espécie de névoa
mental, descrita como uma confusão da mente sem
explicação, que fazia seus colegas se sentirem improdutivos, inúteis e buscarem consolo no sono.
Quem já enfrentou burnout, esgotamento ou depressão
reconhecerá parte dessas sensações. É comum supor
que esses problemas sejam consequência das pressões
do século vinte e um. Cassiano, porém, escreveu sobre
isso no século quinto depois de Cristo, para cristãos dos
primeiros séculos exaustos pelas exigências da vida
espiritual.
Será que relatos como esse podem ajudar a
compreender o mal-estar contemporâneo e apontar
caminhos para enfrentá-lo?
Essa é a tese do livro do historiador Peter Jones,
Autoajuda na Idade Média: uma viagem pela mente
medieval, que apresenta as formas como os chamados
padres-terapeutas orientavam os fiéis a superar a
angústia espiritual.
A pesquisa de Jones revela como o esgotamento foi
recorrente ao longo da história, constatação que pode
confortar quem atravessa um período de profunda
angústia. Segundo o historiador, há muita sabedoria na
Idade Média. Depois de tantos livros dedicados às lições
dos antigos estoicos, talvez seja o momento de recorrer
também aos manuscritos medievais.
Jones conta que a ideia do livro surgiu após enfrentar a
própria crise, descrita por ele como "o inverno mais frio
da minha vida".
Em 2015, por razões que ainda diz ter dificuldade para
explicar, aceitou o cargo de professor titular de História
na Universidade de Tyumen, na Sibéria. As temperaturas
eram tão baixas que, depois de apenas vinte minutos ao
ar livre, ele perdia completamente a sensibilidade nas
pernas.
Também enfrentava dificuldades com o idioma e sentia
muita falta da família, que havia ficado em Dublin, na
Irlanda. Ele conta que deveria pesquisar, preparar aulas
e seguir com a vida, mas simplesmente não conseguia
fazer nada.
Enquanto preparava um curso sobre os Sete Pecados
Capitais, Jones começou a reconhecer nos relatos
medievais ecos da própria infelicidade. Segundo ele, os
autores medievais passaram por experiências
semelhantes às atuais, porque os sentimentos e as
crises humanas sempre foram parecidos.
Jones explica que os sete pecados capitais não
aparecem na Bíblia. Foram formulados por pensadores
cristãos dos primeiros séculos, como João Cassiano, e
sistematizados mais tarde pelo papa São Gregório
Magno, que os considerava uma ferramenta para
compreender os problemas da mente.
Esse esquema de organização dos pensamentos incluía
soberba, inveja, ira, preguiça, avareza, gula e luxúria.
Entre os sete pecados, a preguiça foi a que mais refletiu
o estado de espírito de Jones na Sibéria. Hoje, costuma
ser associada à indolência ou à falta de vontade de agir.
Os autores medievais, porém, identificavam por trás dela
um vazio emocional mais profundo.
Conhecida na época como acídia, a condição abrangia
uma ausência de amor, uma paralisia do cuidado e um
vazio espiritual, escreve Jones. Era o estado em que
tudo o que antes iluminava os dias passava a despertar
apenas indiferença.
Jones conta que se identificou especialmente com um
texto do século treze, conhecido como MS 306 e
preservado em Dublin. Nele, a acídia é descrita como
estar parado no meio de um rio caudaloso, diante de
uma correnteza que bate contra as pernas, mas sem
forças para seguir em frente. A imagem reproduzia a
sensação de paralisia que ele experimentou durante o
inverno na Sibéria.
Jones não é o único historiador a identificar paralelos
entre os males medievais e os da vida contemporânea.
No livro Exaustos, a historiadora cultural Anna Katharina
Schaffner estabelece uma relação direta entre a acídia
descrita pelos cristãos medievais e o burnout atual. Entre
os sintomas estão a busca de conforto na comida e o
recurso a distrações sem propósito, em vez da
dedicação a atividades significativas.
Segundo Schaffner, trata-se de um círculo vicioso: quem
sofre de acídia se torna cada vez menos capaz de
meditar e refletir sobre questões espirituais, enquanto as
estratégias inadequadas usadas para recuperar as
energias agravam o problema. Nesse sentido, os
indivíduos medievais eram semelhantes às pessoas do
século vinte e um, exaustas e inclinadas a evitar o que
realmente importa por meio de atividades improdutivas.
Mas quais eram as soluções?
O autor do manuscrito MS 306 responde com uma
referência indireta à Bíblia, segundo a qual os jebuseus
vivem dentro das fronteiras de cada pessoa. É possível
subjugá-los, mas não exterminá-los.
Jones explica que os jebuseus eram um povo antigo que
ocupou Jerusalém e não podia ser completamente
expulso. A metáfora aconselha quem sofre de acídia a
aprender a conviver com esses sentimentos, em vez de
lutar constantemente contra eles.
Jones reconhece que, fora do contexto original, essas
ideias soam como clichês. Ainda assim, observa que
elas lembram abordagens contemporâneas para tratar o
burnout e outros problemas emocionais.
Jones também cita os escritos de Bernardo de Claraval,
do século doze, um dos fundadores da Ordem dos
Cavaleiros Templários. Segundo o historiador, Bernardo
comparou uma boa vida a correr em um terreno
acidentado, no qual qualquer pessoa, depois de
percorrer uma distância suficiente, acabará tropeçando
ou caindo. Todos passam por momentos em que se
sentem completamente sem rumo.
Para Jones, há grande conforto em reconhecer que
ninguém sofre sozinho. Seja qual for a aflição, outras
pessoas já experimentaram sentimentos semelhantes ao
longo de milhares de anos. É reconfortante sentir a
companhia daqueles que vieram antes de nós.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgr7jx1dj12o.adaptado.
Sobre a relação estabelecida no termo destacado, assinale a alternativa correta.
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Adjetiva
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Substantiva
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Burnout já existia na Idade Média: o que a sabedoria
medieval tem a nos ensinar
O estresse e o esgotamento mental não são problemas
exclusivos da vida moderna. Na Idade Média, também
eram comuns, e parte da sabedoria medieval sobre
como enfrentar o burnout, considerado um fenômeno
ocupacional pela Organização Mundial da Saúde,
continua surpreendentemente atual.
Os sintomas, observou João Cassiano, um dos primeiros
pensadores cristãos do século quinto a exercer o papel
de sacerdote-terapeuta, eram sempre os mesmos:
cansaço, desesperança, vontade de estar em qualquer
lugar, menos no trabalho, e uma espécie de névoa
mental, descrita como uma confusão da mente sem
explicação, que fazia seus colegas se sentirem improdutivos, inúteis e buscarem consolo no sono.
Quem já enfrentou burnout, esgotamento ou depressão
reconhecerá parte dessas sensações. É comum supor
que esses problemas sejam consequência das pressões
do século vinte e um. Cassiano, porém, escreveu sobre
isso no século quinto depois de Cristo, para cristãos dos
primeiros séculos exaustos pelas exigências da vida
espiritual.
Será que relatos como esse podem ajudar a
compreender o mal-estar contemporâneo e apontar
caminhos para enfrentá-lo?
Essa é a tese do livro do historiador Peter Jones,
Autoajuda na Idade Média: uma viagem pela mente
medieval, que apresenta as formas como os chamados
padres-terapeutas orientavam os fiéis a superar a
angústia espiritual.
A pesquisa de Jones revela como o esgotamento foi
recorrente ao longo da história, constatação que pode
confortar quem atravessa um período de profunda
angústia. Segundo o historiador, há muita sabedoria na
Idade Média. Depois de tantos livros dedicados às lições
dos antigos estoicos, talvez seja o momento de recorrer
também aos manuscritos medievais.
Jones conta que a ideia do livro surgiu após enfrentar a
própria crise, descrita por ele como "o inverno mais frio
da minha vida".
Em 2015, por razões que ainda diz ter dificuldade para
explicar, aceitou o cargo de professor titular de História
na Universidade de Tyumen, na Sibéria. As temperaturas
eram tão baixas que, depois de apenas vinte minutos ao
ar livre, ele perdia completamente a sensibilidade nas
pernas.
Também enfrentava dificuldades com o idioma e sentia
muita falta da família, que havia ficado em Dublin, na
Irlanda. Ele conta que deveria pesquisar, preparar aulas
e seguir com a vida, mas simplesmente não conseguia
fazer nada.
Enquanto preparava um curso sobre os Sete Pecados
Capitais, Jones começou a reconhecer nos relatos
medievais ecos da própria infelicidade. Segundo ele, os
autores medievais passaram por experiências
semelhantes às atuais, porque os sentimentos e as
crises humanas sempre foram parecidos.
Jones explica que os sete pecados capitais não
aparecem na Bíblia. Foram formulados por pensadores
cristãos dos primeiros séculos, como João Cassiano, e
sistematizados mais tarde pelo papa São Gregório
Magno, que os considerava uma ferramenta para
compreender os problemas da mente.
Esse esquema de organização dos pensamentos incluía
soberba, inveja, ira, preguiça, avareza, gula e luxúria.
Entre os sete pecados, a preguiça foi a que mais refletiu
o estado de espírito de Jones na Sibéria. Hoje, costuma
ser associada à indolência ou à falta de vontade de agir.
Os autores medievais, porém, identificavam por trás dela
um vazio emocional mais profundo.
Conhecida na época como acídia, a condição abrangia
uma ausência de amor, uma paralisia do cuidado e um
vazio espiritual, escreve Jones. Era o estado em que
tudo o que antes iluminava os dias passava a despertar
apenas indiferença.
Jones conta que se identificou especialmente com um
texto do século treze, conhecido como MS 306 e
preservado em Dublin. Nele, a acídia é descrita como
estar parado no meio de um rio caudaloso, diante de
uma correnteza que bate contra as pernas, mas sem
forças para seguir em frente. A imagem reproduzia a
sensação de paralisia que ele experimentou durante o
inverno na Sibéria.
Jones não é o único historiador a identificar paralelos
entre os males medievais e os da vida contemporânea.
No livro Exaustos, a historiadora cultural Anna Katharina
Schaffner estabelece uma relação direta entre a acídia
descrita pelos cristãos medievais e o burnout atual. Entre
os sintomas estão a busca de conforto na comida e o
recurso a distrações sem propósito, em vez da
dedicação a atividades significativas.
Segundo Schaffner, trata-se de um círculo vicioso: quem
sofre de acídia se torna cada vez menos capaz de
meditar e refletir sobre questões espirituais, enquanto as
estratégias inadequadas usadas para recuperar as
energias agravam o problema. Nesse sentido, os
indivíduos medievais eram semelhantes às pessoas do
século vinte e um, exaustas e inclinadas a evitar o que
realmente importa por meio de atividades improdutivas.
Mas quais eram as soluções?
O autor do manuscrito MS 306 responde com uma
referência indireta à Bíblia, segundo a qual os jebuseus
vivem dentro das fronteiras de cada pessoa. É possível
subjugá-los, mas não exterminá-los.
Jones explica que os jebuseus eram um povo antigo que
ocupou Jerusalém e não podia ser completamente
expulso. A metáfora aconselha quem sofre de acídia a
aprender a conviver com esses sentimentos, em vez de
lutar constantemente contra eles.
Jones reconhece que, fora do contexto original, essas
ideias soam como clichês. Ainda assim, observa que
elas lembram abordagens contemporâneas para tratar o
burnout e outros problemas emocionais.
Jones também cita os escritos de Bernardo de Claraval,
do século doze, um dos fundadores da Ordem dos
Cavaleiros Templários. Segundo o historiador, Bernardo
comparou uma boa vida a correr em um terreno
acidentado, no qual qualquer pessoa, depois de
percorrer uma distância suficiente, acabará tropeçando
ou caindo. Todos passam por momentos em que se
sentem completamente sem rumo.
Para Jones, há grande conforto em reconhecer que
ninguém sofre sozinho. Seja qual for a aflição, outras
pessoas já experimentaram sentimentos semelhantes ao
longo de milhares de anos. É reconfortante sentir a
companhia daqueles que vieram antes de nós.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgr7jx1dj12o.adaptado.
Analise se as afirmativas a seguir, quanto à classificação das orações subordinadas presentes no texto, são falsas (F) ou verdadeiras (V).
( ) No primeiro período do texto, a oração "que os jebuseus eram um povo antigo" classifica-se como subordinada substantiva objetiva direta.
( ) No trecho "que ocupou Jerusalém e não podia ser expulso", a oração "que ocupou Jerusalém" classifica-se como subordinada adverbial temporal.
( ) No trecho "A metáfora aconselha quem sofre de acídia", a oração "quem sofre de acídia" classifica-se como subordinada adjetiva restritiva.
( ) No trecho "a aprender a conviver com esses sentimentos", a sequência introduzida pelo infinitivo funciona como complemento verbal de "aconselha", exprimindo a ação aconselhada ao destinatário.
Assinale a alternativa correta, de cima para baixo.
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Burnout já existia na Idade Média: o que a sabedoria
medieval tem a nos ensinar
O estresse e o esgotamento mental não são problemas
exclusivos da vida moderna. Na Idade Média, também
eram comuns, e parte da sabedoria medieval sobre
como enfrentar o burnout, considerado um fenômeno
ocupacional pela Organização Mundial da Saúde,
continua surpreendentemente atual.
Os sintomas, observou João Cassiano, um dos primeiros
pensadores cristãos do século quinto a exercer o papel
de sacerdote-terapeuta, eram sempre os mesmos:
cansaço, desesperança, vontade de estar em qualquer
lugar, menos no trabalho, e uma espécie de névoa
mental, descrita como uma confusão da mente sem
explicação, que fazia seus colegas se sentirem improdutivos, inúteis e buscarem consolo no sono.
Quem já enfrentou burnout, esgotamento ou depressão
reconhecerá parte dessas sensações. É comum supor
que esses problemas sejam consequência das pressões
do século vinte e um. Cassiano, porém, escreveu sobre
isso no século quinto depois de Cristo, para cristãos dos
primeiros séculos exaustos pelas exigências da vida
espiritual.
Será que relatos como esse podem ajudar a
compreender o mal-estar contemporâneo e apontar
caminhos para enfrentá-lo?
Essa é a tese do livro do historiador Peter Jones,
Autoajuda na Idade Média: uma viagem pela mente
medieval, que apresenta as formas como os chamados
padres-terapeutas orientavam os fiéis a superar a
angústia espiritual.
A pesquisa de Jones revela como o esgotamento foi
recorrente ao longo da história, constatação que pode
confortar quem atravessa um período de profunda
angústia. Segundo o historiador, há muita sabedoria na
Idade Média. Depois de tantos livros dedicados às lições
dos antigos estoicos, talvez seja o momento de recorrer
também aos manuscritos medievais.
Jones conta que a ideia do livro surgiu após enfrentar a
própria crise, descrita por ele como "o inverno mais frio
da minha vida".
Em 2015, por razões que ainda diz ter dificuldade para
explicar, aceitou o cargo de professor titular de História
na Universidade de Tyumen, na Sibéria. As temperaturas
eram tão baixas que, depois de apenas vinte minutos ao
ar livre, ele perdia completamente a sensibilidade nas
pernas.
Também enfrentava dificuldades com o idioma e sentia
muita falta da família, que havia ficado em Dublin, na
Irlanda. Ele conta que deveria pesquisar, preparar aulas
e seguir com a vida, mas simplesmente não conseguia
fazer nada.
Enquanto preparava um curso sobre os Sete Pecados
Capitais, Jones começou a reconhecer nos relatos
medievais ecos da própria infelicidade. Segundo ele, os
autores medievais passaram por experiências
semelhantes às atuais, porque os sentimentos e as
crises humanas sempre foram parecidos.
Jones explica que os sete pecados capitais não
aparecem na Bíblia. Foram formulados por pensadores
cristãos dos primeiros séculos, como João Cassiano, e
sistematizados mais tarde pelo papa São Gregório
Magno, que os considerava uma ferramenta para
compreender os problemas da mente.
Esse esquema de organização dos pensamentos incluía
soberba, inveja, ira, preguiça, avareza, gula e luxúria.
Entre os sete pecados, a preguiça foi a que mais refletiu
o estado de espírito de Jones na Sibéria. Hoje, costuma
ser associada à indolência ou à falta de vontade de agir.
Os autores medievais, porém, identificavam por trás dela
um vazio emocional mais profundo.
Conhecida na época como acídia, a condição abrangia
uma ausência de amor, uma paralisia do cuidado e um
vazio espiritual, escreve Jones. Era o estado em que
tudo o que antes iluminava os dias passava a despertar
apenas indiferença.
Jones conta que se identificou especialmente com um
texto do século treze, conhecido como MS 306 e
preservado em Dublin. Nele, a acídia é descrita como
estar parado no meio de um rio caudaloso, diante de
uma correnteza que bate contra as pernas, mas sem
forças para seguir em frente. A imagem reproduzia a
sensação de paralisia que ele experimentou durante o
inverno na Sibéria.
Jones não é o único historiador a identificar paralelos
entre os males medievais e os da vida contemporânea.
No livro Exaustos, a historiadora cultural Anna Katharina
Schaffner estabelece uma relação direta entre a acídia
descrita pelos cristãos medievais e o burnout atual. Entre
os sintomas estão a busca de conforto na comida e o
recurso a distrações sem propósito, em vez da
dedicação a atividades significativas.
Segundo Schaffner, trata-se de um círculo vicioso: quem
sofre de acídia se torna cada vez menos capaz de
meditar e refletir sobre questões espirituais, enquanto as
estratégias inadequadas usadas para recuperar as
energias agravam o problema. Nesse sentido, os
indivíduos medievais eram semelhantes às pessoas do
século vinte e um, exaustas e inclinadas a evitar o que
realmente importa por meio de atividades improdutivas.
Mas quais eram as soluções?
O autor do manuscrito MS 306 responde com uma
referência indireta à Bíblia, segundo a qual os jebuseus
vivem dentro das fronteiras de cada pessoa. É possível
subjugá-los, mas não exterminá-los.
Jones explica que os jebuseus eram um povo antigo que
ocupou Jerusalém e não podia ser completamente
expulso. A metáfora aconselha quem sofre de acídia a
aprender a conviver com esses sentimentos, em vez de
lutar constantemente contra eles.
Jones reconhece que, fora do contexto original, essas
ideias soam como clichês. Ainda assim, observa que
elas lembram abordagens contemporâneas para tratar o
burnout e outros problemas emocionais.
Jones também cita os escritos de Bernardo de Claraval,
do século doze, um dos fundadores da Ordem dos
Cavaleiros Templários. Segundo o historiador, Bernardo
comparou uma boa vida a correr em um terreno
acidentado, no qual qualquer pessoa, depois de
percorrer uma distância suficiente, acabará tropeçando
ou caindo. Todos passam por momentos em que se
sentem completamente sem rumo.
Para Jones, há grande conforto em reconhecer que
ninguém sofre sozinho. Seja qual for a aflição, outras
pessoas já experimentaram sentimentos semelhantes ao
longo de milhares de anos. É reconfortante sentir a
companhia daqueles que vieram antes de nós.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgr7jx1dj12o.adaptado.
Considerando o uso do acento indicativo de crase e a estrutura do período, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I.No trecho, o acento indicativo de crase em "às atuais" existe, pois ocorre a fusão da preposição "a", solicitada pelo termo "semelhantes", com o artigo definido "as" que precede o substantivo "experiências" subentendido.
PORQUE
II.Em construções comparativas com o adjetivo "semelhante", o termo subsequente solicita a preposição "a", e o artigo definido "as" é facultativo antes do pronome demonstrativo "atuais", razão pela qual a crase pode ser facultativa no contexto.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
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Burnout já existia na Idade Média: o que a sabedoria
medieval tem a nos ensinar
O estresse e o esgotamento mental não são problemas
exclusivos da vida moderna. Na Idade Média, também
eram comuns, e parte da sabedoria medieval sobre
como enfrentar o burnout, considerado um fenômeno
ocupacional pela Organização Mundial da Saúde,
continua surpreendentemente atual.
Os sintomas, observou João Cassiano, um dos primeiros
pensadores cristãos do século quinto a exercer o papel
de sacerdote-terapeuta, eram sempre os mesmos:
cansaço, desesperança, vontade de estar em qualquer
lugar, menos no trabalho, e uma espécie de névoa
mental, descrita como uma confusão da mente sem
explicação, que fazia seus colegas se sentirem improdutivos, inúteis e buscarem consolo no sono.
Quem já enfrentou burnout, esgotamento ou depressão
reconhecerá parte dessas sensações. É comum supor
que esses problemas sejam consequência das pressões
do século vinte e um. Cassiano, porém, escreveu sobre
isso no século quinto depois de Cristo, para cristãos dos
primeiros séculos exaustos pelas exigências da vida
espiritual.
Será que relatos como esse podem ajudar a
compreender o mal-estar contemporâneo e apontar
caminhos para enfrentá-lo?
Essa é a tese do livro do historiador Peter Jones,
Autoajuda na Idade Média: uma viagem pela mente
medieval, que apresenta as formas como os chamados
padres-terapeutas orientavam os fiéis a superar a
angústia espiritual.
A pesquisa de Jones revela como o esgotamento foi
recorrente ao longo da história, constatação que pode
confortar quem atravessa um período de profunda
angústia. Segundo o historiador, há muita sabedoria na
Idade Média. Depois de tantos livros dedicados às lições
dos antigos estoicos, talvez seja o momento de recorrer
também aos manuscritos medievais.
Jones conta que a ideia do livro surgiu após enfrentar a
própria crise, descrita por ele como "o inverno mais frio
da minha vida".
Em 2015, por razões que ainda diz ter dificuldade para
explicar, aceitou o cargo de professor titular de História
na Universidade de Tyumen, na Sibéria. As temperaturas
eram tão baixas que, depois de apenas vinte minutos ao
ar livre, ele perdia completamente a sensibilidade nas
pernas.
Também enfrentava dificuldades com o idioma e sentia
muita falta da família, que havia ficado em Dublin, na
Irlanda. Ele conta que deveria pesquisar, preparar aulas
e seguir com a vida, mas simplesmente não conseguia
fazer nada.
Enquanto preparava um curso sobre os Sete Pecados
Capitais, Jones começou a reconhecer nos relatos
medievais ecos da própria infelicidade. Segundo ele, os
autores medievais passaram por experiências
semelhantes às atuais, porque os sentimentos e as
crises humanas sempre foram parecidos.
Jones explica que os sete pecados capitais não
aparecem na Bíblia. Foram formulados por pensadores
cristãos dos primeiros séculos, como João Cassiano, e
sistematizados mais tarde pelo papa São Gregório
Magno, que os considerava uma ferramenta para
compreender os problemas da mente.
Esse esquema de organização dos pensamentos incluía
soberba, inveja, ira, preguiça, avareza, gula e luxúria.
Entre os sete pecados, a preguiça foi a que mais refletiu
o estado de espírito de Jones na Sibéria. Hoje, costuma
ser associada à indolência ou à falta de vontade de agir.
Os autores medievais, porém, identificavam por trás dela
um vazio emocional mais profundo.
Conhecida na época como acídia, a condição abrangia
uma ausência de amor, uma paralisia do cuidado e um
vazio espiritual, escreve Jones. Era o estado em que
tudo o que antes iluminava os dias passava a despertar
apenas indiferença.
Jones conta que se identificou especialmente com um
texto do século treze, conhecido como MS 306 e
preservado em Dublin. Nele, a acídia é descrita como
estar parado no meio de um rio caudaloso, diante de
uma correnteza que bate contra as pernas, mas sem
forças para seguir em frente. A imagem reproduzia a
sensação de paralisia que ele experimentou durante o
inverno na Sibéria.
Jones não é o único historiador a identificar paralelos
entre os males medievais e os da vida contemporânea.
No livro Exaustos, a historiadora cultural Anna Katharina
Schaffner estabelece uma relação direta entre a acídia
descrita pelos cristãos medievais e o burnout atual. Entre
os sintomas estão a busca de conforto na comida e o
recurso a distrações sem propósito, em vez da
dedicação a atividades significativas.
Segundo Schaffner, trata-se de um círculo vicioso: quem
sofre de acídia se torna cada vez menos capaz de
meditar e refletir sobre questões espirituais, enquanto as
estratégias inadequadas usadas para recuperar as
energias agravam o problema. Nesse sentido, os
indivíduos medievais eram semelhantes às pessoas do
século vinte e um, exaustas e inclinadas a evitar o que
realmente importa por meio de atividades improdutivas.
Mas quais eram as soluções?
O autor do manuscrito MS 306 responde com uma
referência indireta à Bíblia, segundo a qual os jebuseus
vivem dentro das fronteiras de cada pessoa. É possível
subjugá-los, mas não exterminá-los.
Jones explica que os jebuseus eram um povo antigo que
ocupou Jerusalém e não podia ser completamente
expulso. A metáfora aconselha quem sofre de acídia a
aprender a conviver com esses sentimentos, em vez de
lutar constantemente contra eles.
Jones reconhece que, fora do contexto original, essas
ideias soam como clichês. Ainda assim, observa que
elas lembram abordagens contemporâneas para tratar o
burnout e outros problemas emocionais.
Jones também cita os escritos de Bernardo de Claraval,
do século doze, um dos fundadores da Ordem dos
Cavaleiros Templários. Segundo o historiador, Bernardo
comparou uma boa vida a correr em um terreno
acidentado, no qual qualquer pessoa, depois de
percorrer uma distância suficiente, acabará tropeçando
ou caindo. Todos passam por momentos em que se
sentem completamente sem rumo.
Para Jones, há grande conforto em reconhecer que
ninguém sofre sozinho. Seja qual for a aflição, outras
pessoas já experimentaram sentimentos semelhantes ao
longo de milhares de anos. É reconfortante sentir a
companhia daqueles que vieram antes de nós.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgr7jx1dj12o.adaptado.
Analise as proposições a seguir sobre a regência dos verbos destacados na frase.
I.O verbo "conta" é transitivo direto, e a oração introduzida por "que" exerce função de objeto direto, classificando-se como subordinada substantiva objetiva direta.
II.O verbo "seguir" é transitivo direto, e a preposição "com" que o acompanha em "seguir com a vida" é um elemento expletivo, podendo ser suprimida sem prejuízo da regência verbal.
III.O verbo "fazer" é transitivo direto, e o pronome indefinido substantivo "nada" exerce função sintática de objeto direto.
IV.O verbo "conseguia" é transitivo indireto, regendo a preposição "de", e a oração reduzida de infinitivo "fazer nada" constitui seu objeto indireto.
Assinale a alternativa correta.
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4226440
Ano: 2026
Disciplina: Educação Física
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. São Miguel Oeste-SC
Disciplina: Educação Física
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. São Miguel Oeste-SC
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O estilo de vida ativo e o comportamento sedentário
constituem construtos distintos, com definições próprias
na literatura da atividade física. Acerca do assunto,
registre V para as afirmativas verdadeiras e F para as
falsas:
( ) O comportamento sedentário caracteriza-se por atividades em posição sentada ou reclinada com baixo gasto energético.
( ) Uma pessoa pode ser fisicamente ativa e, ao mesmo tempo, apresentar tempo elevado de comportamento sedentário no dia.
( ) O comportamento sedentário e a inatividade física são conceitos equivalentes que descrevem a ausência de exercício estruturado.
( ) O gasto energético do comportamento sedentário situa-se acima de três equivalentes metabólicos por atividade realizada.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
( ) O comportamento sedentário caracteriza-se por atividades em posição sentada ou reclinada com baixo gasto energético.
( ) Uma pessoa pode ser fisicamente ativa e, ao mesmo tempo, apresentar tempo elevado de comportamento sedentário no dia.
( ) O comportamento sedentário e a inatividade física são conceitos equivalentes que descrevem a ausência de exercício estruturado.
( ) O gasto energético do comportamento sedentário situa-se acima de três equivalentes metabólicos por atividade realizada.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
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A promoção da saúde no Sistema Único de Saúde
orienta-se pela Política Nacional de Promoção da Saúde,
que define eixos e formas de atuação. Considerando
essa política, assinale a alternativa CORRETA.
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4226438
Ano: 2026
Disciplina: Educação Física
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. São Miguel Oeste-SC
Disciplina: Educação Física
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. São Miguel Oeste-SC
Provas:
A prescrição de exercícios fundamenta-se em princípios
do treinamento que orientam a organização das cargas e
das adaptações esperadas. Considerando esses
princípios, assinale a alternativa CORRETA.
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A promoção do autocuidado no manejo das condições
crônicas apoia-se na relação colaborativa entre usuário e
equipe de saúde. Analise as afirmativas a seguir.
I.O autocuidado apoiado transfere ao usuário a responsabilidade integral pela gestão da sua condição, sem apoio profissional.
II.A promoção do autocuidado dispensa a corresponsabilização da equipe de saúde no manejo das condições crônicas.
III.O autocuidado apoiado envolve a colaboração entre o usuário e a equipe na definição das metas de cuidado.
Está correto o que se afirma em:
I.O autocuidado apoiado transfere ao usuário a responsabilidade integral pela gestão da sua condição, sem apoio profissional.
II.A promoção do autocuidado dispensa a corresponsabilização da equipe de saúde no manejo das condições crônicas.
III.O autocuidado apoiado envolve a colaboração entre o usuário e a equipe na definição das metas de cuidado.
Está correto o que se afirma em:
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4226436
Ano: 2026
Disciplina: Educação Física
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. São Miguel Oeste-SC
Disciplina: Educação Física
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. São Miguel Oeste-SC
Provas:
A Educação Física constitui campo de intervenção e de
conhecimento com objetos e finalidades distintos
conforme o âmbito de atuação profissional.
Considerando esses campos, assinale a alternativa
CORRETA.
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