Foram encontradas 40 questões.
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. São Miguel Passa Quatro-GO
Em relação à pontuação, assinalar a alternativa CORRETA:
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Em relação a homônimos, analisar os itens abaixo:
I. Cessão e sessão são dois substantivos homófonos heterográficos.
II. Cedo (verbo) e cedo (advérbio) são homófonos homográficos.
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Disciplina: Português
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De acordo com as regras de acentuação, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) As palavras câncer, tireoide, laringe, nasofaringe, ovário, traqueia, brônquios e pulmões são paroxítonas.
( ) As palavras esôfago, estômago, fígado, ovário, próstata, glândula e mesotélio são proparoxítonas.
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Em relação ao processo de formação de palavras, assinalar a alternativa que apresenta uma palavra formada por derivação regressiva:
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Assinalar a alternativa em que todas as palavras estão CORRETAMENTE grafadas:
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Estudo analisa morte por câncer associada à exposição laboral
Estudo elaborado pelo Ministério da Saúde indica que, entre 1980 e 2019, mais de 3 milhões de pessoas morreram no Brasil por até 18 tipos de câncer que podem ter sido causados pela exposição a produtos, substâncias ou misturas presentes em ambientes de trabalho.
Segundo o Atlas do Câncer Relacionado ao Trabalho no Brasil, ao longo de 39 anos, o Sistema de Informações sobre Mortalidade registrou 3.010.046 óbitos decorrentes desses tipos de câncer. O resultado, segundo a equipe técnica, poderia ser menor, caso mais ações tivessem sido feitas para controlar ou eliminar a exposição dos trabalhadores a agentes cancerígenos.
Após uma primeira versão do atlas, publicada em 2018, os pesquisadores voltaram a se debruçar sobre os registros nacionais de câncer de bexiga, esôfago, estômago, fígado, glândula tireoide, laringe, mama, mesotélio, nasofaringe, ovário, próstata, rim e traqueia, brônquios e pulmões. Também são analisados o sistema nervoso central e os casos de leucemias, linfomas não Hodgkin, melanomas cutâneos e mielomas múltiplos.
O objetivo do estudo é contribuir no planejamento e na tomada de decisão nas ações de vigilância em saúde do trabalhador.
Segundo as estimativas globais, em 2015, cerca de 30% dos trabalhadores vítimas de doenças associadas ao trabalho morreram em consequência de um tipo de câncer também relacionado ao trabalho. Do total de mortes em consequência dos 18 tipos de câncer, a proporção de óbitos foi 1,4 vezes maior entre os homens.
No caso do câncer de laringe, a diferença chegou a ser sete vezes maior. Além disso, os óbitos relacionados a apenas oito das 18 tipologias selecionadas (pulmão, mama, próstata, estômago, esôfago, fígado, leucemia e sistema nervoso central) representam mais de 80% de todos os falecimentos.
O atlas apresenta uma análise do problema nas cinco regiões brasileiras e informações sobre atividades econômicas e situações de exposição. Há, ainda, recomendações, como a importância da fiscalização dos processos e atividades com potencial cancerígeno e a urgência de estruturação de sistemas de informação e monitoramento capazes de gerar dados sobre os efeitos dos contaminantes ambientais na saúde humana.
“Quando falamos de câncer relacionado ao trabalho, estamos falando de agentes químicos, físicos e biológicos que podem ser eliminados e substituídos. No Brasil, isso constitui um problema, porque convivemos com agentes que já foram banidos em outros países”, disse a gerente da Unidade Técnica de Exposição Ocupacional, Ambiental e Câncer do Instituto Nacional de Câncer (Inca).
(Fonte: Sul 21 - adaptado.)
Assinalar a alternativa que apresenta uma oração cujo verbo tem como complemento um objeto indireto:
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Estudo analisa morte por câncer associada à exposição laboral
Estudo elaborado pelo Ministério da Saúde indica que, entre 1980 e 2019, mais de 3 milhões de pessoas morreram no Brasil por até 18 tipos de câncer que podem ter sido causados pela exposição a produtos, substâncias ou misturas presentes em ambientes de trabalho.
Segundo o Atlas do Câncer Relacionado ao Trabalho no Brasil, ao longo de 39 anos, o Sistema de Informações sobre Mortalidade registrou 3.010.046 óbitos decorrentes desses tipos de câncer. O resultado, segundo a equipe técnica, poderia ser menor, caso mais ações tivessem sido feitas para controlar ou eliminar a exposição dos trabalhadores a agentes cancerígenos.
Após uma primeira versão do atlas, publicada em 2018, os pesquisadores voltaram a se debruçar sobre os registros nacionais de câncer de bexiga, esôfago, estômago, fígado, glândula tireoide, laringe, mama, mesotélio, nasofaringe, ovário, próstata, rim e traqueia, brônquios e pulmões. Também são analisados o sistema nervoso central e os casos de leucemias, linfomas não Hodgkin, melanomas cutâneos e mielomas múltiplos.
O objetivo do estudo é contribuir no planejamento e na tomada de decisão nas ações de vigilância em saúde do trabalhador.
Segundo as estimativas globais, em 2015, cerca de 30% dos trabalhadores vítimas de doenças associadas ao trabalho morreram em consequência de um tipo de câncer também relacionado ao trabalho. Do total de mortes em consequência dos 18 tipos de câncer, a proporção de óbitos foi 1,4 vezes maior entre os homens.
No caso do câncer de laringe, a diferença chegou a ser sete vezes maior. Além disso, os óbitos relacionados a apenas oito das 18 tipologias selecionadas (pulmão, mama, próstata, estômago, esôfago, fígado, leucemia e sistema nervoso central) representam mais de 80% de todos os falecimentos.
O atlas apresenta uma análise do problema nas cinco regiões brasileiras e informações sobre atividades econômicas e situações de exposição. Há, ainda, recomendações, como a importância da fiscalização dos processos e atividades com potencial cancerígeno e a urgência de estruturação de sistemas de informação e monitoramento capazes de gerar dados sobre os efeitos dos contaminantes ambientais na saúde humana.
“Quando falamos de câncer relacionado ao trabalho, estamos falando de agentes químicos, físicos e biológicos que podem ser eliminados e substituídos. No Brasil, isso constitui um problema, porque convivemos com agentes que já foram banidos em outros países”, disse a gerente da Unidade Técnica de Exposição Ocupacional, Ambiental e Câncer do Instituto Nacional de Câncer (Inca).
(Fonte: Sul 21 - adaptado.)
De acordo com o texto, analisar os itens abaixo:
I. O atlas não apresenta uma análise individual das regiões do Brasil; traz informações mais relacionadas à preocupação com as atividades econômicas do país.
II. Em 2015, estimativas globais apontavam que entre as vítimas de doenças associadas ao trabalho, cerca de 30% morreram em consequência de um tipo de câncer.
III. Os 18 tipos de câncer apontados no estudo matam mais os homens do que mulheres.
Está(ão) CORRETO(S):
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Estudo analisa morte por câncer associada à exposição laboral
Estudo elaborado pelo Ministério da Saúde indica que, entre 1980 e 2019, mais de 3 milhões de pessoas morreram no Brasil por até 18 tipos de câncer que podem ter sido causados pela exposição a produtos, substâncias ou misturas presentes em ambientes de trabalho.
Segundo o Atlas do Câncer Relacionado ao Trabalho no Brasil, ao longo de 39 anos, o Sistema de Informações sobre Mortalidade registrou 3.010.046 óbitos decorrentes desses tipos de câncer. O resultado, segundo a equipe técnica, poderia ser menor, caso mais ações tivessem sido feitas para controlar ou eliminar a exposição dos trabalhadores a agentes cancerígenos.
Após uma primeira versão do atlas, publicada em 2018, os pesquisadores voltaram a se debruçar sobre os registros nacionais de câncer de bexiga, esôfago, estômago, fígado, glândula tireoide, laringe, mama, mesotélio, nasofaringe, ovário, próstata, rim e traqueia, brônquios e pulmões. Também são analisados o sistema nervoso central e os casos de leucemias, linfomas não Hodgkin, melanomas cutâneos e mielomas múltiplos.
O objetivo do estudo é contribuir no planejamento e na tomada de decisão nas ações de vigilância em saúde do trabalhador.
Segundo as estimativas globais, em 2015, cerca de 30% dos trabalhadores vítimas de doenças associadas ao trabalho morreram em consequência de um tipo de câncer também relacionado ao trabalho. Do total de mortes em consequência dos 18 tipos de câncer, a proporção de óbitos foi 1,4 vezes maior entre os homens.
No caso do câncer de laringe, a diferença chegou a ser sete vezes maior. Além disso, os óbitos relacionados a apenas oito das 18 tipologias selecionadas (pulmão, mama, próstata, estômago, esôfago, fígado, leucemia e sistema nervoso central) representam mais de 80% de todos os falecimentos.
O atlas apresenta uma análise do problema nas cinco regiões brasileiras e informações sobre atividades econômicas e situações de exposição. Há, ainda, recomendações, como a importância da fiscalização dos processos e atividades com potencial cancerígeno e a urgência de estruturação de sistemas de informação e monitoramento capazes de gerar dados sobre os efeitos dos contaminantes ambientais na saúde humana.
“Quando falamos de câncer relacionado ao trabalho, estamos falando de agentes químicos, físicos e biológicos que podem ser eliminados e substituídos. No Brasil, isso constitui um problema, porque convivemos com agentes que já foram banidos em outros países”, disse a gerente da Unidade Técnica de Exposição Ocupacional, Ambiental e Câncer do Instituto Nacional de Câncer (Inca).
(Fonte: Sul 21 - adaptado.)
De acordo com o texto, assinalar a alternativa CORRETA:
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Disciplina: Português
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Estudo analisa morte por câncer associada exposição laboral
Estudo elaborado pelo Ministério da Saúde indica que, entre 1980 e 2019, mais de 3 milhões de pessoas morreram no Brasil por até 18 tipos de câncer que podem ter sido causados pela exposição produtos, substâncias ou misturas presentes em ambientes de trabalho.
Segundo o Atlas do Câncer Relacionado ao Trabalho no Brasil, ao longo de 39 anos, o Sistema de Informações sobre Mortalidade registrou 3.010.046 óbitos decorrentes desses tipos de câncer. O resultado, segundo equipe técnica, poderia ser menor, caso mais ações tivessem sido feitas para controlar ou eliminar a exposição dos trabalhadores agentes cancerígenos.
Após uma primeira versão do atlas, publicada em 2018, os pesquisadores voltaram a se debruçar sobre os registros nacionais de câncer de bexiga, esôfago, estômago, fígado, glândula tireoide, laringe, mama, mesotélio, nasofaringe, ovário, próstata, rim e traqueia, brônquios e pulmões. Também são analisados o sistema nervoso central e os casos de leucemias, linfomas não Hodgkin, melanomas cutâneos e mielomas múltiplos.
O objetivo do estudo é contribuir no planejamento e na tomada de decisão nas ações de vigilância em saúde do trabalhador.
Segundo estimativas globais, em 2015, cerca de 30% dos trabalhadores vítimas de doenças associadas ao trabalho morreram em consequência de um tipo de câncer também relacionado ao trabalho. Do total de mortes em consequência dos 18 tipos de câncer, a proporção de óbitos foi 1,4 vezes maior entre os homens.
No caso do câncer de laringe, a diferença chegou a ser sete vezes maior. Além disso, os óbitos relacionados a apenas oito das 18 tipologias selecionadas (pulmão, mama, próstata, estômago, esôfago, fígado, leucemia e sistema nervoso central) representam mais de 80% de todos os falecimentos.
O atlas apresenta uma análise do problema nas cinco regiões brasileiras e informações sobre atividades econômicas e situações de exposição. Há, ainda, recomendações, como a importância da fiscalização dos processos e atividades com potencial cancerígeno e a urgência de estruturação de sistemas de informação e monitoramento capazes de gerar dados sobre os efeitos dos contaminantes ambientais na saúde humana.
“Quando falamos de câncer relacionado ao trabalho, estamos falando de agentes químicos, físicos e biológicos que podem ser eliminados e substituídos. No Brasil, isso constitui um problema, porque convivemos com agentes que já foram banidos em outros países”, disse a gerente da Unidade Técnica de Exposição Ocupacional, Ambiental e Câncer do Instituto Nacional de Câncer (Inca).
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Assinalar a alternativa que preenche CORRETAMENTE as lacunas do texto:
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Disciplina: Enfermagem
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De acordo com BARROS, assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE:
A Escala de Coma de Glasglow (ECG) é utilizada para determinar e avaliar a profundidade e a duração do coma e prognosticar a evolução dos pacientes com ou sem trauma cranioencefálico. Sendo assim, em um paciente que apresenta ECG = 8, houve lesão neurológica .
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