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Sabendo-se que três padeiros produzem 630 pães em um turno de trabalho, ao todo, quantos pães cinco padeiros produziriam em um turno de trabalho, considerando-se o mesmo ritmo de trabalho?
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Disciplina: Matemática Financeira
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. São Vendelino-RS
Certa conta, com valor nominal de R$ 320,00, foi paga com atraso. Sabendo-se que foram gerados juros no valor de R$ 28,80 e que a taxa de juros simples mensal é de 3%, pode-se afirmar que o tempo de atraso foi de:
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- MorfologiaSubstantivosClassificação dos SubstantivosPrimitivo e Derivado
- MorfologiaSubstantivosClassificação dos SubstantivosPróprio e Comum
- MorfologiaSubstantivosClassificação dos SubstantivosConcreto e Abstrato
Em relação à classificação dos substantivos, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) “Criança” é substantivo comum.
( ) “Padeiro” é substantivo primitivo.
( ) “Vingança” é substantivo concreto.
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Em relação à ortografia, assinalar a alternativa CORRETA:
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Assinalar a alternativa na qual o uso da vírgula está INCORRETO:
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Assinalar a alternativa cuja palavra é classificada como paroxítona:
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- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de ModoIndicativo
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de ModoSubjuntivo
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de ModoImperativo
- MorfologiaVerbosFormas NominaisInfinitivo
Na frase “Ela parecia tão triste”, a forma verbal sublinhada está empregada no modo:
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Como planejar sua aposentadoria sem deixar de aproveitar a vida hoje
Imagine uma queda de braço. Duas pessoas com cotovelos apoiados sobre a mesa, punhos firmes, mãos dadas e dedos entrelaçados. Uma dessas pessoas é você com seus 30 e poucos anos. A outra é você também, mas numa versão do futuro, com 65.
Se o seu eu do futuro levar a melhor, o dinheiro é investido agora, e você só começa a gastá-lo depois dos 65. As regras são justas, mas há um porém. Seu eu de hoje sempre tende a vencer, já que nós, , somos imediatistas. Queremos uma vida mais divertida o quanto antes. E é para isso que você trabalha, não?
Só que há um dilema. Se a versão 30 vencer todas as partidas, a conta bancária estará baleada quando você chegar aos 65. Em condições normais de temperatura e pressão, você terá só o parco benefício do INSS para viver. Vai pagar o feijão com arroz e olhe lá. Provavelmente suas contas não vão fechar – e serão longuíssimos anos assim. Depois que cruzam os 65, os brasileiros vivem mais 20 anos, em média.
Caso você não seja um feliz herdeiro, seu eu do futuro vai precisar da ajuda do seu eu de hoje. Ele será seu herdeiro. Para que isso aconteça de fato, só tem um jeito: de vez em quando você precisa deixar o seu eu de mais de 60 anos ganhar a queda de braço. Não sempre, mas ao menos o suficiente para garantir a ele uma vida equivalente à que você tem hoje.
É justo. E também chato. Gastar dinheiro é bom, uma cortesia da dopamina, o do prazer liberado quando você tira o dinheiro ou o cartão do bolso. Poupar, por outro lado, é uma privação. Abrir mão da euforia de gastar vira um esforço hercúleo para um resultado difícil de vislumbrar. Fica fácil entender por que a maioria quer fugir dessa conversa – a começar por esta repórter.
E há ainda um agravante. Sempre tem alguém disposto a transformar o “poupar para a velhice” em “contrate um plano de previdência privada”, desses caros, cheios de pegadinhas.
O que todo mundo precisa, na real, é de uma estratégia simples e que funcione. Esqueça os profetas do apocalipse, ainda dá tempo.
(Fonte: VC S/A - adaptado.)
Uma das frases abaixo apresenta erro quanto à concordância. Assinale-a:
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Como planejar sua aposentadoria sem deixar de aproveitar a vida hoje
Imagine uma queda de braço. Duas pessoas com cotovelos apoiados sobre a mesa, punhos firmes, mãos dadas e dedos entrelaçados. Uma dessas pessoas é você com seus 30 e poucos anos. A outra é você também, mas numa versão do futuro, com 65.
Se o seu eu do futuro levar a melhor, o dinheiro é investido agora, e você só começa a gastá-lo depois dos 65. As regras são justas, mas há um porém. Seu eu de hoje sempre tende a vencer, já que nós, , somos imediatistas. Queremos uma vida mais divertida o quanto antes. E é para isso que você trabalha, não?
Só que há um dilema. Se a versão 30 vencer todas as partidas, a conta bancária estará baleada quando você chegar aos 65. Em condições normais de temperatura e pressão, você terá só o parco benefício do INSS para viver. Vai pagar o feijão com arroz e olhe lá. Provavelmente suas contas não vão fechar – e serão longuíssimos anos assim. Depois que cruzam os 65, os brasileiros vivem mais 20 anos, em média.
Caso você não seja um feliz herdeiro, seu eu do futuro vai precisar da ajuda do seu eu de hoje. Ele será seu herdeiro. Para que isso aconteça de fato, só tem um jeito: de vez em quando você precisa deixar o seu eu de mais de 60 anos ganhar a queda de braço. Não sempre, mas ao menos o suficiente para garantir a ele uma vida equivalente à que você tem hoje.
É justo. E também chato. Gastar dinheiro é bom, uma cortesia da dopamina, o do prazer liberado quando você tira o dinheiro ou o cartão do bolso. Poupar, por outro lado, é uma privação. Abrir mão da euforia de gastar vira um esforço hercúleo para um resultado difícil de vislumbrar. Fica fácil entender por que a maioria quer fugir dessa conversa – a começar por esta repórter.
E há ainda um agravante. Sempre tem alguém disposto a transformar o “poupar para a velhice” em “contrate um plano de previdência privada”, desses caros, cheios de pegadinhas.
O que todo mundo precisa, na real, é de uma estratégia simples e que funcione. Esqueça os profetas do apocalipse, ainda dá tempo.
(Fonte: VC S/A - adaptado.)
Assinalar a alternativa que apresenta um antônimo da palavra “agravante” utilizada no texto (6º parágrafo):
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Como planejar sua aposentadoria sem deixar de aproveitar a vida hoje
Imagine uma queda de braço. Duas pessoas com cotovelos apoiados sobre a mesa, punhos firmes, mãos dadas e dedos entrelaçados. Uma dessas pessoas é você com seus 30 e poucos anos. A outra é você também, mas numa versão do futuro, com 65.
Se o seu eu do futuro levar a melhor, o dinheiro é investido agora, e você só começa a gastá-lo depois dos 65. As regras são justas, mas há um porém. Seu eu de hoje sempre tende a vencer, já que nós, , somos imediatistas. Queremos uma vida mais divertida o quanto antes. E é para isso que você trabalha, não?
Só que há um dilema. Se a versão 30 vencer todas as partidas, a conta bancária estará baleada quando você chegar aos 65. Em condições normais de temperatura e pressão, você terá só o parco benefício do INSS para viver. Vai pagar o feijão com arroz e olhe lá. Provavelmente suas contas não vão fechar – e serão longuíssimos anos assim. Depois que cruzam os 65, os brasileiros vivem mais 20 anos, em média.
Caso você não seja um feliz herdeiro, seu eu do futuro vai precisar da ajuda do seu eu de hoje. Ele será seu herdeiro. Para que isso aconteça de fato, só tem um jeito: de vez em quando você precisa deixar o seu eu de mais de 60 anos ganhar a queda de braço. Não sempre, mas ao menos o suficiente para garantir a ele uma vida equivalente à que você tem hoje.
É justo. E também chato. Gastar dinheiro é bom, uma cortesia da dopamina, o do prazer liberado quando você tira o dinheiro ou o cartão do bolso. Poupar, por outro lado, é uma privação. Abrir mão da euforia de gastar vira um esforço hercúleo para um resultado difícil de vislumbrar. Fica fácil entender por que a maioria quer fugir dessa conversa – a começar por esta repórter.
E há ainda um agravante. Sempre tem alguém disposto a transformar o “poupar para a velhice” em “contrate um plano de previdência privada”, desses caros, cheios de pegadinhas.
O que todo mundo precisa, na real, é de uma estratégia simples e que funcione. Esqueça os profetas do apocalipse, ainda dá tempo.
(Fonte: VC S/A - adaptado.)
Assinalar a alternativa que apresenta um sinônimo da palavra “euforia” utilizada no texto (5º parágrafo):
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