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Foram encontradas 445 questões.

2531734 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Sapé-PB
A área de um terreno com formato triangular, como nos mostra a figura, é igual a:
Enunciado 3221636-1
 

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2531729 Ano: 2016
Disciplina: Biologia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Sapé-PB
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O diagnóstico de certeza de um processo parasitológico é dado, em geral, pela demonstração da presença do parasito ou de seus produtos no organismo do hospedeiro. Entretanto, nem sempre isso é possível ou de fácil comprovação. Portanto, os métodos imunológicos diretos ou indiretos têm sido muito empregados para detectar antígenos, anticorpos ou imunocomplexos relacionados com a existência da infecção.
Luís Rey. Parasitologia: parasitos e doenças parasitárias do homem nos trópicos ocidentais.
4ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008 (MODIFICADO).
Sobre as técnicas imunológicas, assinale a alternativa CORRETA.
 

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2531719 Ano: 2016
Disciplina: Biologia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Sapé-PB
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Hematopoese é o processo de renovação das células sanguíneas através de processos mitóticos. Este processo ocorre nos órgãos hematopoéticos, que variam conforme a idade do feto, lactentes e adultos.
Assinale a alternativa em que a idade e o local de produção das células sanguíneas estão INCORRETOS.
 

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2531687 Ano: 2016
Disciplina: Biologia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Sapé-PB
Os vírus são minúsculos "piratas" biológicos porque invadem as células, saqueiam seus nutrientes e utilizam as reações químicas das mesmas para se reproduzir. Logo em seguida os descendentes dos invasores transmitem-se a outras células, provocando danos devastadores. A estes danos, dá-se o nome de virose. Frequentemente, quando uma pessoa está doente, ouvimos a frase: Deve ser apenas uma virose! Entretanto, chamamos de viroses todas as doenças causadas por vírus, que podem variar de uma simples gripe até a AIDS.
De acordo com seu conhecimento sobre viroses, marque a alternativa CORRETA:
 

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2531656 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Sapé-PB
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Texto
A questão dos livros: Passado, presente e futuro
Robert Darnton, tradução de Daniel Pellizzari, Editora companhia das Letras, 2010.
O historiador norte-americano Robert Darnton decidiu reunir em um único volume seus artigos abordando a questão do livro, depois de verificar que, na última década, ele havia sido convidado a um grande número de conferências sobre a suposta 'morte do livro', levando-o a suspeitar que estes, ao contrário, deviam estar muito vivos. Abordando questões como: “Estaria a era do livro em papel encadernado chegando perto do fim, em face dos avanços trazidos pelas tecnologias digitais?”, Darnton discute alguns temores que esta paisagem suscita. Por exemplo, será que a iniciativa do Google de digitalizar livros de grandes bibliotecas públicas americanas sinaliza uma tendência monopolista visando apenas ao lucro? E como ficarão os interesses de editores e autores em processo que pode assumir características predatórias, como ocorreu com a indústria fonográfica?
Comentário In: ARCOVERDE, Rossana D. de Lima. Fundamentos e
Práticas de leitura e escrita. Campina Grande: EDUEPB 2014, p. 87.
No enunciado, Abordando questões como: “Estaria a era do livro em papel encadernado chegando perto do fim, em face dos avanços trazidos pelas tecnologias digitais?”, pode-se afirmar que:
( ) As aspas, depois dos dois pontos, reproduzem de forma direta a fala de Robert Darnton.
( ) Os dois pontos foram usados para anunciar uma oração apositiva.
( ) As aspas foram usadas pelo autor da resenha para marcar um discurso citado.
Analise as proposições e coloque (V) para o que for verdadeiro e (F) para o que for falso.
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA.
 

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2531590 Ano: 2016
Disciplina: Geografia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Sapé-PB
Observando a imagem abaixo, constatamos um domínio geomorfológico que possui diversos problemas ambientais, alguns decorrentes da própria dialética da natureza, outros em função das ações ambientais.
Enunciado 3221194-1
Assim podemos definir esse conjunto como sendo:
 

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2531578 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Sapé-PB
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No que concerne ao controle tecnológico da compactação das camadas de base, sub-base, e reforço do subleito do pavimento, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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2531507 Ano: 2016
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Sapé-PB

O artigo 198 da Constituição define que as ações e serviços públicos de saúde integram uma rede regionalizada e hierarquizada e devem constituir um sistema único, organizado de acordo com as seguintes diretrizes:

 

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2531441 Ano: 2016
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Sapé-PB
A etapa inicial do trabalho do ACS é o cadastramento das famílias do seu território de atuação. Para realizar o cadastramento, é necessário o preenchimento de fichas específicas como a ficha do e – SUS de cadastro domiciliar e individual. O número máximo de indivíduos recomendados pelo Ministério da Saúde que um ACS deverá acompanhar é de:
 

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2531412 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Sapé-PB
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Leia com atenção o texto abaixo e responda a questão seguinte.
Texto
Como o Brasil eliminou o mosquito da dengue nos anos de 1950 e por que é tão difícil repetir a tarefa. (21/02/2016).
No início deste mês, o governo surpreendeu ao editar uma medida provisória que permite o acesso forçado a imóveis no combate ao mosquito Aedes aegypti, que transmite, além da dengue, o zika vírus. Embora pareça invasivo, esse foi um dos métodos usados no início do século passado pelo diretor de Saúde Pública do Rio de Janeiro, Oswaldo Cruz, que ajudou a erradicar o vetor. O temor naquela época eram a febre amarela e a varíola.
O sanitarista montou uma brigada que seguia um modelo militar no combate ao mosquito e aos ratos. Os agentes entravam nas casas das pessoas em busca dos transmissores das doenças. A população também foi incentivada a caçá-los, e o combate ocorria independentemente da época do ano. Em pouco tempo as medidas surtiram efeito e em 1907 a febre amarela foi erradicada do Rio de Janeiro.
Só mais tarde, em 1955, o Brasil inteiro foi considerado livre do mosquito Aedes aegypti. Ima Aparecida Braga, do Programa Nacional de Controle da Dengue, e Denise Valle, do Departamento de Entomologia da Fiocruz, explicam em um artigo que a eliminação do mosquito no Brasil veio de uma ação articulada da Organização Pan-Americana da Saúde e da Organização Mundial da Saúde, iniciada em 1947. As duas organizações decidiram coordenar a erradicação do mosquito no continente, por intermédio do Programa de Erradicação do Aedes aegypti no Hemisfério Oeste. “O Brasil participou da campanha de erradicação continental do mosquito e teve êxito na primeira eliminação desse vetor em 1955. O último foco do mosquito foi extinto no dia 2 de abril daquele ano, na zona rural do Município de Santa Terezinha, Bahia.”
Em 1967, o mosquito foi novamente introduzido no Brasil e eliminado em 1973. Autora do artigo 'Um desafio para a saúde pública brasileira: o controle da dengue', Maria Lucia Penna explica que a erradicação “se deu pela utilização do método perifocal que constituía na aplicação de inseticidas de efeito residual de seis meses em paredes externas e internas de todos os depósitos domiciliares com ou sem água, assim como nas paredes próximas até 1m de distância dos eventuais criadouros. Tal método torna os criadouros preferenciais do mosquito armadilhas mortais para fêmeas, além de eliminar as larvas provenientes dos ovos aderidos às paredes dos recipientes quando estes são novamente preenchidos por água.”
Se o Brasil já conseguiu eliminar o mosquito mais de uma vez, por que parece mais difícil agora? Maria Lucia explica no texto que “a organização atual do espaço dos grandes centros urbanos e a situação da população de mosquitos no País levaram à conclusão de que a erradicação do Aedes aegypti de forma semelhante não é mais viável.”
O pessimismo relacionado à dificuldade de eliminar o mosquito é antigo. Em 2002, o especialista em doenças infecciosas Marcos Boulos disse, em entrevista à Folha de S. Paulo, que é “inviável erradicar o mosquito”.
Na época, ele já dizia que era preciso conscientizar a população no combate ao mosquito também fora da época em que ele se prolifera e argumentava que a expansão da população impedia o controle, como foi feito há mais de cem anos.
Ao HuffPost Brasil, o presidente executivo do Instituto Trata Brasil, Édison Carlos, ressaltou que o combate ao mosquito depende da questão sanitária: “Pouca gente olha a cidade como um todo. O Brasil é muito carente nisso. Só agora estão dando mais atenção ao saneamento básico de forma geral. Não é só a casa das pessoas, mas também na infraestrutura que cabe aos prefeitos, governadores.”
Em nota, a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) classificou o momento que o Brasil vive como uma “tragédia sanitária”.
Erradicar o inimigo número 1 do Brasil, como o ministro da Saúde, Marcelo Castro, se refere ao mosquito, é uma tarefa que, segundo os sanitaristas, exige muito investimento em infraestrutura e um amplo trabalho de conscientização da população e dos governantes. A expectativa deles é que o País aproveite o momento para perceber a importância do saneamento básico.
Disponível em> http://www.tratabrasil.org.br/como-o-brasil-eliminou-o-mosquito-da-
dengue-nos-anos-1950-e-por-que-e-tao-dificil-repetir-a-tarefa-2<.Data da consulta: 22/02/2016.
Segundo o texto, as doenças, nele citadas, que podem ser transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti são:
 

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