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Foram encontradas 39 questões.

1989903 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: ASSEGE
Orgão: Pref. Serra Preta-BA

Leia a tirinha abaixo para responder a questão 06


enunciado 1509037-1

O conectivo “quando”, no último quadrinho, estabelece uma relação de:

 

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1989902 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: ASSEGE
Orgão: Pref. Serra Preta-BA

Leia o texto abaixo, que é uma canção de Caetano Veloso, para responder as questões de 01 a 05


O Quereres

Caetano Veloso

Onde queres revólver, sou coqueiro

E onde queres dinheiro, sou paixão

Onde queres descanso, sou desejo

E onde sou só desejo, queres não

E onde não queres nada, nada falta

E onde voas bem alto, eu sou o chão

E onde pisas o chão, minha alma salta

E ganha liberdade na amplidão


Onde queres família, sou maluco

E onde queres romântico, burguês

Onde queres Leblon, sou Pernambuco

E onde queres eunuco, garanhão

Onde queres o sim e o não, talvez

E onde vês, eu não vislumbro razão

Onde o queres o lobo, eu sou o irmão

E onde queres cowboy, eu sou chinês


Ah! Bruta flor do querer

Ah! Bruta flor, bruta flor


Onde queres o ato, eu sou o espírito

E onde queres ternura, eu sou tesão

Onde queres o livre, decassílabo

E onde buscas o anjo, sou mulher

Onde queres prazer, sou o que dói

E onde queres tortura, mansidão

Onde queres um lar, revolução

E onde queres bandido, sou herói


Eu queria querer-te amar o amor

Construir-nos dulcíssima prisão

Encontrar a mais justa adequação

Tudo métrica e rima e nunca dor

Mas a vida é real e é de viés

E vê só que cilada o amor me armou

Eu te quero (e não queres) como sou

Não te quero (e não queres) como és


Onde queres comício, flipper-vídeo

E onde queres romance, rock'n roll

Onde queres a lua, eu sou o sol

E onde a pura natura, o inseticídio

Onde queres mistério, eu sou a luz

E onde queres um canto, o mundo inteiro

Onde queres quaresma, fevereiro

E onde queres coqueiro, eu sou obus


O quereres estares sempre a fim

Do que em mim é de mim tão desigual

Faz-me querer-te bem, querer-te mal

Bem a ti, mal ao quereres assim

Infinitivamente pessoal

E eu querendo querer-te sem ter fim

E, querendo-te, aprender o total

Do querer que há, e do que não há em mim


VELOSO, Caetano. Velô. Polygram, 1984. Faixa 7.

Analise o significado da expressão destacada abaixo com sublinhado na frase, a seguir assinale a alternativa, cuja palavra sublinhada apresenta o mesmo sentido da expressão destacada.

“E onde queres eunuco, garanhão.”

 

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1989901 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: ASSEGE
Orgão: Pref. Serra Preta-BA

Leia o texto abaixo, que é uma canção de Caetano Veloso, para responder as questões de 01 a 05


O Quereres

Caetano Veloso

Onde queres revólver, sou coqueiro

E onde queres dinheiro, sou paixão

Onde queres descanso, sou desejo

E onde sou só desejo, queres não

E onde não queres nada, nada falta

E onde voas bem alto, eu sou o chão

E onde pisas o chão, minha alma salta

E ganha liberdade na amplidão


Onde queres família, sou maluco

E onde queres romântico, burguês

Onde queres Leblon, sou Pernambuco

E onde queres eunuco, garanhão

Onde queres o sim e o não, talvez

E onde vês, eu não vislumbro razão

Onde o queres o lobo, eu sou o irmão

E onde queres cowboy, eu sou chinês


Ah! Bruta flor do querer

Ah! Bruta flor, bruta flor


Onde queres o ato, eu sou o espírito

E onde queres ternura, eu sou tesão

Onde queres o livre, decassílabo

E onde buscas o anjo, sou mulher

Onde queres prazer, sou o que dói

E onde queres tortura, mansidão

Onde queres um lar, revolução

E onde queres bandido, sou herói


Eu queria querer-te amar o amor

Construir-nos dulcíssima prisão

Encontrar a mais justa adequação

Tudo métrica e rima e nunca dor

Mas a vida é real e é de viés

E vê só que cilada o amor me armou

Eu te quero (e não queres) como sou

Não te quero (e não queres) como és


Onde queres comício, flipper-vídeo

E onde queres romance, rock'n roll

Onde queres a lua, eu sou o sol

E onde a pura natura, o inseticídio

Onde queres mistério, eu sou a luz

E onde queres um canto, o mundo inteiro

Onde queres quaresma, fevereiro

E onde queres coqueiro, eu sou obus


O quereres estares sempre a fim

Do que em mim é de mim tão desigual

Faz-me querer-te bem, querer-te mal

Bem a ti, mal ao quereres assim

Infinitivamente pessoal

E eu querendo querer-te sem ter fim

E, querendo-te, aprender o total

Do querer que há, e do que não há em mim


VELOSO, Caetano. Velô. Polygram, 1984. Faixa 7.

Analise as proposições abaixo:

I- Sobre a variação temporal do verbo principal (querer) , é possível afirmar que está projetado no gerúndio querendo da estrofe final, ora no querer do refrão , ora no quero ativo do sujeito, ora no anafórico queres, que impregna toda a canção, conferindo-lhe uma batida – aliterativa e semântica – que induz o ouvinte a esperar a próxima comparação, para com ela exercer as conexões.

II- Nota-se que o verso 1, “Onde queres revólver, sou coqueiro”, se opõe revólver – que conota a briga, a luta, a desavença e até a morte -, a coqueiro – que sugere a paz, o descanso, a sombra.

III- Em todo texto, as tensões se dispõem em pares metaforizados antitéticos que revelam a disparidade de desejos. Algumas delas são explícitas, transparentes; outras, implícitas, com conteúdos opostos que dialogam com elementos extratextuais.

É verdade o que se afirma em :

 

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1989900 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: ASSEGE
Orgão: Pref. Serra Preta-BA

Leia o texto abaixo, que é uma canção de Caetano Veloso, para responder as questões de 01 a 05


O Quereres

Caetano Veloso

Onde queres revólver, sou coqueiro

E onde queres dinheiro, sou paixão

Onde queres descanso, sou desejo

E onde sou só desejo, queres não

E onde não queres nada, nada falta

E onde voas bem alto, eu sou o chão

E onde pisas o chão, minha alma salta

E ganha liberdade na amplidão


Onde queres família, sou maluco

E onde queres romântico, burguês

Onde queres Leblon, sou Pernambuco

E onde queres eunuco, garanhão

Onde queres o sim e o não, talvez

E onde vês, eu não vislumbro razão

Onde o queres o lobo, eu sou o irmão

E onde queres cowboy, eu sou chinês


Ah! Bruta flor do querer

Ah! Bruta flor, bruta flor


Onde queres o ato, eu sou o espírito

E onde queres ternura, eu sou tesão

Onde queres o livre, decassílabo

E onde buscas o anjo, sou mulher

Onde queres prazer, sou o que dói

E onde queres tortura, mansidão

Onde queres um lar, revolução

E onde queres bandido, sou herói


Eu queria querer-te amar o amor

Construir-nos dulcíssima prisão

Encontrar a mais justa adequação

Tudo métrica e rima e nunca dor

Mas a vida é real e é de viés

E vê só que cilada o amor me armou

Eu te quero (e não queres) como sou

Não te quero (e não queres) como és


Onde queres comício, flipper-vídeo

E onde queres romance, rock'n roll

Onde queres a lua, eu sou o sol

E onde a pura natura, o inseticídio

Onde queres mistério, eu sou a luz

E onde queres um canto, o mundo inteiro

Onde queres quaresma, fevereiro

E onde queres coqueiro, eu sou obus


O quereres estares sempre a fim

Do que em mim é de mim tão desigual

Faz-me querer-te bem, querer-te mal

Bem a ti, mal ao quereres assim

Infinitivamente pessoal

E eu querendo querer-te sem ter fim

E, querendo-te, aprender o total

Do querer que há, e do que não há em mim


VELOSO, Caetano. Velô. Polygram, 1984. Faixa 7.

Analise as proposições abaixo como verdadeiras (V) ou falsas (F).

( ) No título da canção “O quereres”, o poeta utiliza o recurso semântico-sintático de substantivar o verbo querer por meio de um determinante.

( ) No aspecto morfossintático, no título, a forma verbal do infinitivo é flexionada, quereres, e a ela se combina extravagantemente um artigo indefinido no singular.

( ) Vê-se, pois, que o que dá nome ao texto é um sintagma nominal que provoca estranheza, já que é composto de um determinante no singular e um verbo substantivado no plural, o que pode sugerir o refluxo à forma verbal flexionada de segunda pessoa do singular, quereres, por meio da evocação de um tu elíptico entre ambos.

( ) Percebe-se que a significação nominal é mais viável devido à conexão sintática com o determinante; por outro lado, poder-se-ia conjecturar a presença de um pronome tu subentendido, supostamente pouco provável em tal construção.

( ) Verifica-se a intenção do poeta em provocar a ambiguidade. O autor manipula com habilidade o estranhamento ao relacionar a expressão “O quereres” à infinitivamente pessoal no verso 47, fazendo referência literal a um dado gramatical: denota que o modo infinitivo pode, além do verbo querer, produzir uma derivação imprópria e ser tratado como advérbio, por meio da infiltração da pessoalidade de seu uso.

A sequência correta de cima para baixo é :

 

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1989899 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: ASSEGE
Orgão: Pref. Serra Preta-BA

Leia o texto abaixo, que é uma canção de Caetano Veloso, para responder as questões de 01 a 05


O Quereres

Caetano Veloso

Onde queres revólver, sou coqueiro

E onde queres dinheiro, sou paixão

Onde queres descanso, sou desejo

E onde sou só desejo, queres não

E onde não queres nada, nada falta

E onde voas bem alto, eu sou o chão

E onde pisas o chão, minha alma salta

E ganha liberdade na amplidão


Onde queres família, sou maluco

E onde queres romântico, burguês

Onde queres Leblon, sou Pernambuco

E onde queres eunuco, garanhão

Onde queres o sim e o não, talvez

E onde vês, eu não vislumbro razão

Onde o queres o lobo, eu sou o irmão

E onde queres cowboy, eu sou chinês


Ah! Bruta flor do querer

Ah! Bruta flor, bruta flor


Onde queres o ato, eu sou o espírito

E onde queres ternura, eu sou tesão

Onde queres o livre, decassílabo

E onde buscas o anjo, sou mulher

Onde queres prazer, sou o que dói

E onde queres tortura, mansidão

Onde queres um lar, revolução

E onde queres bandido, sou herói


Eu queria querer-te amar o amor

Construir-nos dulcíssima prisão

Encontrar a mais justa adequação

Tudo métrica e rima e nunca dor

Mas a vida é real e é de viés

E vê só que cilada o amor me armou

Eu te quero (e não queres) como sou

Não te quero (e não queres) como és


Onde queres comício, flipper-vídeo

E onde queres romance, rock'n roll

Onde queres a lua, eu sou o sol

E onde a pura natura, o inseticídio

Onde queres mistério, eu sou a luz

E onde queres um canto, o mundo inteiro

Onde queres quaresma, fevereiro

E onde queres coqueiro, eu sou obus


O quereres estares sempre a fim

Do que em mim é de mim tão desigual

Faz-me querer-te bem, querer-te mal

Bem a ti, mal ao quereres assim

Infinitivamente pessoal

E eu querendo querer-te sem ter fim

E, querendo-te, aprender o total

Do querer que há, e do que não há em mim


VELOSO, Caetano. Velô. Polygram, 1984. Faixa 7.

Considere o texto “o quereres” para responder a questão a seguir:

1- No texto, é possível perceber que a arte organiza o que na vida não se consegue controlar.

2- As contradições próprias do amor, os quereres diferentes, peculiares a cada amante, a indomesticabilidade do corpo na vida, representadas pelo conflito entre o eu lírico do texto e o tu da mensagem, encontram, no corpo do poema, a ordem, a regra, as rimas, os cálculos, enfim, a harmonia não encontrada na relação amorosa.

3- No texto, o querer do cotidiano esbarra-se no sistema métrico e rítmico do poema, consistente de um exuberante arcabouço de antíteses e de suas variantes, tais como o paradoxo.

4- O autor do texto faz uso de um recurso expressivo e se abastece de artifícios para tornar o texto ainda mais expressivo. Esses artifícios mostram-se claros na concisão e na economia de palavras que traduzem as antíteses e no paralelismo rítmico de seus versos que enaltece ainda mais os seus efeitos.

Sobre as proposições acima é possível afirmar:

 

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1989898 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: ASSEGE
Orgão: Pref. Serra Preta-BA

Leia o texto abaixo, que é uma canção de Caetano Veloso, para responder as questões de 01 a 05


O Quereres

Caetano Veloso

Onde queres revólver, sou coqueiro

E onde queres dinheiro, sou paixão

Onde queres descanso, sou desejo

E onde sou só desejo, queres não

E onde não queres nada, nada falta

E onde voas bem alto, eu sou o chão

E onde pisas o chão, minha alma salta

E ganha liberdade na amplidão


Onde queres família, sou maluco

E onde queres romântico, burguês

Onde queres Leblon, sou Pernambuco

E onde queres eunuco, garanhão

Onde queres o sim e o não, talvez

E onde vês, eu não vislumbro razão

Onde o queres o lobo, eu sou o irmão

E onde queres cowboy, eu sou chinês


Ah! Bruta flor do querer

Ah! Bruta flor, bruta flor


Onde queres o ato, eu sou o espírito

E onde queres ternura, eu sou tesão

Onde queres o livre, decassílabo

E onde buscas o anjo, sou mulher

Onde queres prazer, sou o que dói

E onde queres tortura, mansidão

Onde queres um lar, revolução

E onde queres bandido, sou herói


Eu queria querer-te amar o amor

Construir-nos dulcíssima prisão

Encontrar a mais justa adequação

Tudo métrica e rima e nunca dor

Mas a vida é real e é de viés

E vê só que cilada o amor me armou

Eu te quero (e não queres) como sou

Não te quero (e não queres) como és


Onde queres comício, flipper-vídeo

E onde queres romance, rock'n roll

Onde queres a lua, eu sou o sol

E onde a pura natura, o inseticídio

Onde queres mistério, eu sou a luz

E onde queres um canto, o mundo inteiro

Onde queres quaresma, fevereiro

E onde queres coqueiro, eu sou obus


O quereres estares sempre a fim

Do que em mim é de mim tão desigual

Faz-me querer-te bem, querer-te mal

Bem a ti, mal ao quereres assim

Infinitivamente pessoal

E eu querendo querer-te sem ter fim

E, querendo-te, aprender o total

Do querer que há, e do que não há em mim


VELOSO, Caetano. Velô. Polygram, 1984. Faixa 7.

Sobre o texto, que é uma canção, é possível afirmar:

I- A insistência e repetição nos verbos querer e ser já revelam ao leitor uma verdadeira disjunção entre um Eu e um Tu.

II- O eu lírico, do texto canção, mostra-se, em sua essência básica, características díspares em relação ao que o outro busca, procura ou deseja.

III- Observa-se que o texto gira em torno de tensões.

IV- A organização linguístico-discursiva do texto é construída em torno de oposições e de antíteses, que buscam retratar a dificuldade da convivência amorosa, afirmada pelos quereres distintos, contraditórios, enovelados, confusos.

São verdadeiras as proposições:

 

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2018266 Ano: 2020
Disciplina: Direito Sanitário
Banca: ASSEGE
Orgão: Pref. Serra Preta-BA

Assinale a alternativa incorreta.

Questão Anulada

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2018265 Ano: 2020
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: ASSEGE
Orgão: Pref. Serra Preta-BA

Analise as proposições abaixo considerando o avanço do corona vírus que o planeta tem vivido:

1- Pandemia: é definida quando uma doença infecciosa se propaga e atinge simultaneamente um grande número de pessoas em todo o mundo.

2- Epidemia: classifica as doenças infecciosas e contagiosas, mas que ocorrem somente em uma comunidade e ou região específica. A nível municipal, por exemplo, uma epidemia ocorre quando vários bairros apresentam casos da doença; estadual quando ocorre em várias cidades e nacional em diversas regiões do país.

3- Endemia: os casos de endemias não são classificados levando em conta o número de ocorrência. A doença é endêmica quando aparece com frequência em um local, não se espalhando por outras comunidades a chamada endêmica típica. A endemia também é classificada de modo sazonal.

4- Um novo Coronavírus chinês, primo do vírus da SARS, infectou centenas de pessoas desde o início do surto em Wuhan, na China, em dezembro. O cientista Leo Poon, virologista da Escola de Saúde Pública da Universidade de Hong Kong, que primeiro decodificou o vírus, acredita que esse teve origem em um animal e se espalhou para os seres humanos.

Está ou estão correta(s):

Questão Anulada

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2018264 Ano: 2020
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: ASSEGE
Orgão: Pref. Serra Preta-BA

No município de Serra Preta há quantos Distritos?

Questão Anulada

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