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Foram encontradas 50 questões.

3625465 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP
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Os povos indígenas, tal como os ocidentais, têm uma história, que inclui guerras e migrações, trazendo consigo a redefinição das unidades socioculturais, algumas vezes com a fragmentação e outras com a fusão ou incorporação em unidades maiores. Uma vez que estão situados dentro da história, tais povos passam igualmente por enormes mudanças culturais, que decorrem seja da adaptação a um meio ambiente novo ou modificado (inclusive por suas próprias ações), seja da influência ou troca cultural realizada com povos vizinhos, ou ainda por um dinamismo interno àquelas culturas.

(João Pacheco de Oliveira. Muita terra para pouco índio? Uma introdução (crítica) ao indigenismo e à atualização do preconceito. Em: Aracy L. Silva e Luís D.B. Grupioni, (org.). A temática indígena na escola: novos subsídios para professores de 1º e 2º graus)

No excerto, o autor critica a ideia de que

 

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3625464 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP
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A matriz do dissenso historiográfico está na caracterização do sistema escravista, tido por alguns como violento e cruel, por outros como brando, benevolente. Quem inicialmente obteve grande repercussão ao difundir essa última concepção foi Gilberto Freyre.

A partir da década de 1950, Florestan Fernandes, Otávio Ianni, Emília Viotti da Costa passam a produzir teses que divergem diametralmente das de Freyre.

(Suely Robles Reis de Queiróz. Escravidão negra em debate. Em: Marcos Cezar de Freitas (org.). Historiografia brasileira em perspectiva. Adaptado)

Para os pensadores que se opunham às ideias de Freyre, a escravidão

 

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3625463 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP
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Leia parte de uma entrevista com o historiador Peter Burke.

O Renascimento é visto tradicionalmente como parte de uma Grande Narrativa do desenvolvimento da civilização ocidental, desde os gregos e romanos da Antiguidade, passando pelo cristianismo, Renascença, Reforma, revolução científica, Iluminismo, e assim por diante; em outras palavras, como parte do surgimento da modernidade. A história é frequentemente contada de tal modo que se assume a superioridade do Ocidente sobre o resto do mundo. Eu, como outros historiadores, me empenhei em liberar a história de um movimento cultural (o movimento de reviver a arte e o saber clássicos) dos pressupostos de superioridade, não só do Ocidente, como da modernidade.

(Maria Lúcia Garcia Pallares-Burke. As muitas faces da história – Nove entrevistas)

O esforço de Peter Burke em descentralizar a história do Renascimento esteve relacionado ao movimento teórico de

 

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3625462 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP
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A comparação das características gerais do grupo dos Annales com a concepção histórica do marxismo permite notar sem dificuldade numerosos e importantes pontos comuns.

(Ciro Flamarion Cardoso e Ronaldo Vainfas (orgs.). Domínios da história: ensaios de teoria e metodologia. Adaptado)

Entre as características comuns entre o grupo dos Annales e a concepção histórica do marxismo, é possível identificar a

 

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3625461 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP
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As monarquias absolutas introduziram os exércitos regulares, uma burocracia permanente, o sistema tributário nacional, a codificação do direito e os primórdios de um mercado unificado. Todas essas características parecem ser eminentemente capitalistas. Uma vez que elas coincidem com o desaparecimento da servidão, uma instituição nuclear do primitivo modo de produção feudal na Europa, as descrições do absolutismo por Marx e Engels como um sistema de Estado correspondente a um equilíbrio entre a burguesia e a nobreza – ou mesmo a uma dominação direta do capital –, sempre pareceram plausíveis. No entanto, um estudo mais detido das estruturas do Estado absolutista no Ocidente invalida inevitavelmente tais juízos.

(Perry Anderson. Linhagens do Estado absolutista. Adaptado)

De acordo com Anderson, a estrutura dos Estados absolutistas foi determinada

 

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3625460 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP
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O sentimento antilusitano já era expresso mais livremente pelas camadas populares e vai, aos poucos, tornando-se mais explícito entre a elite imperial brasileira. Alguns grupos associavam claramente o que consideravam “atraso” material e cultural do Brasil à administração portuguesa colonial e à permanência de vários traços dela no Império.

A República proclamada em 1889, sedenta de construir-se sobre a incompetência monárquica, intensificou o antilusitanismo ao acrescentar aos antigos dominadores um outro epíteto medonho: assassinos do grande herói nacional, Tiradentes.

O primeiro a levantar-se contra toda essa construção mais imaginária que histórica foi Gilberto Freyre.

(Eduardo França Paiva. De português a mestiço: o imaginário brasileiro sobre a colonização e sobre o Brasil. Em: Lana Mara de Castro Siman e Thais Nívia de Lima e Fonseca (org.). Inaugurando a História e construindo a nação – discursos e imagens no ensino de História. Adaptado)

Considerando a discussão do excerto, Freyre

 

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3625459 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP
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Com raras exceções, mapas, cartas, plantas e atlas geográficos tiveram, ao longo dos séculos XIX e XX, um papel secundário dentre os campos de reflexão do historiador, principalmente do professor de história dos ensinos fundamental e médio.

(Maria Eliza Linhares Borges. Cartografia, poder e imaginário: cartográfica portuguesa e terras além-mar. Em: Lana Mara de Castro Siman e Thais Nívia de Lima e Fonseca (org.). Inaugurando a História e construindo a nação – discursos e imagens no ensino de História)

No artigo citado, Borges aponta que, em geral, no tratamento dado à cartografia histórica,

 

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3625458 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP
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Na primeira metade do século XX, Pedro Bruno (1888- 1949) pintou O Precursor, interessante quadro que apresenta Tiradentes sendo preparado para a execução. O personagem aparece de pé e enquanto o carrasco, de cabeça baixa, sem olhá-lo, veste-lhe a alva, ele mantém a cabeça erguida, olhos no céu, braços estendidos como em súplica, entregando sua vida à justiça dos homens e de Deus. Um frade, de joelhos diante do herói, apresenta-lhe o crucifixo que o acompanhará até o cadafalso. Essa cena é uma entre muitas leituras sacralizadas do drama vivido pelo alferes inconfidente e que tem seus correspondentes em textos historiográficos sobre a Inconfidência Mineira, nos quais poderia ter se baseado o artista.

(Thais Nívia de Lima e Fonseca. Ver para compreender: arte, livro didático e a história da nação. Em: Lana Mara de Castro Siman e Thais Nívia de Lima e Fonseca (org.). Inaugurando a História e construindo a nação – discursos e imagens no ensino de História)

O excerto, assim o como o artigo citado, analisam

 

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3625450 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP
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Uma questão que tem sido debatida é a possibilidade de introdução do método dialético no ensino de História e das demais disciplinas escolares.

(Circe Maria Fernandes Bittencourt. Ensino de História: fundamentos e métodos)

O método dialético

 

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3625448 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP
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É comum encontrarmos nos livros das séries iniciais do ensino fundamental capítulos introdutórios sobre as medidas usadas para a localização do tempo, e estas, ao que tudo indica, são ensinadas no início do ano letivo por intermédio de alguns exercícios sobre a contagem dos séculos, com destaque à aprendizagem de algarismos romanos.

(Circe Maria Fernandes Bittencourt. Ensino de História: fundamentos e métodos. Adaptado)

Segundo Bittencourt, a periodização mencionada pelo excerto

 

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