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Leia o texto para responder à questão.
A epidemia de influenza A, causada pelo vírus H1N1, também chamada de gripe suína, pegou o mundo de surpresa. O pânico e o medo do desconhecido levaram indivíduos e mesmo autoridades de saúde a tomar medidas drásticas, sem fundamento científico, para tentar evitar a disseminação da doença.
O tratamento adotado de imediato contra a infecção por esses vírus concentrou-se em um medicamento já disponível nas prateleiras das farmácias, o Oseltamivir, mais conhecido como Tamiflu. A urgência e o pânico fizeram com que algumas etapas, geralmente exigidas para a introdução de qualquer medicamento no tratamento de uma doença, fossem completamente ignoradas.
Qualquer febre era pretexto para tomar Tamiflu. Afinal, é muito melhor tratar a doença antes que piore, principalmente nas primeiras 48 horas dos sintomas. Agora que se passaram alguns meses do início da epidemia, os cientistas estão avaliando com detalhes todos os seus aspectos e riscos.
O que entra em questão é a eficiência do Tamiflu no manejo dos pacientes infectados. Inclusive porque milhões foram gastos por entidades de saúde ao redor do mundo para deixar disponível à população quantidades suficientes do remédio. Um extenso estudo, publicado na prestigiosa revista British Medical Journal, realizado por pesquisadores ingleses do famoso Grupo Cochrane, avaliou a eficácia do medicamento.
Apesar de o Tamiflu e de outros medicamentos semelhantes terem se tornado drogas de domínio público de escala planetária, poucos dados concretos sustentam seu uso indiscriminado. Está comprovado que essa classe de medicamentos consegue reduzir os sintomas e a duração da doença em 24 horas, caso sejam tomados nas primeiras 48 horas. Essa redução de sintomas e da duração da doença foi considerada mito modesta. também não está clara a sua toxicidade, bem como as complicações e os efeitos colaterais associados ao remédio. Apesar de alguns relatos de problemas referentes à administração do Tamiflu, não há uma avaliação detalhada do contexto da influenza A.
O estudo concluiu que não há dados sólidos suficientes para recomendar o seu uso na prevenção de complicações graves da influenza.
Da mesma forma, não se podem fazer recomendações quanto à toxicidade desse tratamento em casos de influenza A. Os pesquisadores concluíram que, tendo em vista dados científicos disponíveis na atualidade, não se deve recomendar o uso rotineiro de Tamiflu. Levando-se em conta os estudos analisados, esse medicamento seria considerado ineficaz.
( Revista CartaCapital, 16.12.2009. Adaptado)
Assinale a alternativa correta, no que se refere ao uso ou não do acento indicativo da crase, de acordo com a norma culta.
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A altura de voo de um avião é dada em pés. Uma pessoa curiosa, dentro de um avião em voo, perguntou ao comandante em que altura eles estavam e foi informada de que estavam a 18 600 pés. Entretanto, essa pessoa só soube realmente a altura do avião em que voavam, quando descobriu que 1 pé equivale a, aproximadamente, 30 cm, e transformou essa medida em metros, obtendo
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A epidemia de influenza A, causada pelo vírus H1N1, também chamada de gripe suína, pegou o mundo de surpresa. O pânico e o medo do desconhecido levaram indivíduos e mesmo autoridades de saúde a tomar medidas drásticas, sem fundamento científico, para tentar evitar a disseminação da doença.
O tratamento adotado de imediato contra a infecção por esses vírus concentrou-se em um medicamento já disponível nas prateleiras das farmácias, o Oseltamivir, mais conhecido como Tamiflu. A urgência e o pânico fizeram com que algumas etapas, geralmente exigidas para a introdução de qualquer medicamento no tratamento de uma doença, fossem completamente ignoradas.
Qualquer febre era pretexto para tomar Tamiflu. Afinal, é muito melhor tratar a doença antes que piore, principalmente nas primeiras 48 horas dos sintomas. Agora que se passaram alguns meses do início da epidemia, os cientistas estão avaliando com detalhes todos os seus aspectos e riscos.
O que entra em questão é a eficiência do Tamiflu no manejo dos pacientes infectados. Inclusive porque milhões foram gastos por entidades de saúde ao redor do mundo para deixar disponível à população quantidades suficientes do remédio. Um extenso estudo, publicado na prestigiosa revista British Medical Journal, realizado por pesquisadores ingleses do famoso Grupo Cochrane, avaliou a eficácia do medicamento.
Apesar de o Tamiflu e de outros medicamentos semelhantes terem se tornado drogas de domínio público de escala planetária, poucos dados concretos sustentam seu uso indiscriminado. Está comprovado que essa classe de medicamentos consegue reduzir os sintomas e a duração da doença em 24 horas, caso sejam tomados nas primeiras 48 horas. Essa redução de sintomas e da duração da doença foi considerada mito modesta. também não está clara a sua toxicidade, bem como as complicações e os efeitos colaterais associados ao remédio. Apesar de alguns relatos de problemas referentes à administração do Tamiflu, não há uma avaliação detalhada do contexto da influenza A.
O estudo concluiu que não há dados sólidos suficientes para recomendar o seu uso na prevenção de complicações graves da influenza.
Da mesma forma, não se podem fazer recomendações quanto à toxicidade desse tratamento em casos de influenza A. Os pesquisadores concluíram que, tendo em vista dados científicos disponíveis na atualidade, não se deve recomendar o uso rotineiro de Tamiflu. Levando-se em conta os estudos analisados, esse medicamento seria considerado ineficaz.
( Revista CartaCapital, 16.12.2009. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a expressão destacada está corretamente analisada.
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1623664
Ano: 2010
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sorocaba-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sorocaba-SP
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Assinale a alternativa que aponta corretamente o resultado da Conferência de Copenhague sobre a mudança climática, a COP - 15.
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1620329
Ano: 2010
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sorocaba-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sorocaba-SP
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A revista Forbes publicou a lista dos grandes "bolhonários"da economia mundial. Na lista em questão, merece destaque o brasileiro Eike Batista, que ocupa a 8ª posição. Os 27 bilhões contabilizados na conta de Eike Batista advêm, principalmente,
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A razão entre o mínimo múltiplo comum e o máximo divisor comum de um número a e b ambos primos, sendo a maior que b, é
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Um juiz homologou uma sentença em que 3 irmãos, de comum acordo, resolveram dividir uma herança de R$ 1.200.000,00 em partes diretamente proporcionais as suas idades, que eram 38 anos, 35 anos e 27 anos. Dessa maneira, pode-se afirmar que o mais velho recebeu a mais que o mais novo, aproximadamente,
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O gráfico mostra, em destaque, a porcentagem de vendas e cada trimestre do ano de 2009. Observe que a porcentagem manteve-se constante. Indique o gráfico que melhor representa um crescimento de vendas em que cada trimestre é o dobro do anterior ao longo do ano, sendo a porcentagem de venda do 1.º trimestre 6,25%.

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Uma indústria automobilística resolveu fazer 3 tipos de automóveis: especial, classe A e econômico. Para isso, organizou o seguinte planejamento: a cada dois automóveis do tipo econômico, fabricavam um automóvel da classe A, e a cada cinco automóveis da classe A, fabricavam 4 automóveis da classe especial. Nessas condições, pode-se dizer que fabricar 15 carros da classe econômica equivale a fabricar, da classe especial,
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A epidemia de influenza A, causada pelo vírus H1N1, também chamada de gripe suína, pegou o mundo de surpresa. O pânico e o medo do desconhecido levaram indivíduos e mesmo autoridades de saúde a tomar medidas drásticas, sem fundamento científico, para tentar evitar a disseminação da doença.
O tratamento adotado de imediato contra a infecção por esses vírus concentrou-se em um medicamento já disponível nas prateleiras das farmácias, o Oseltamivir, mais conhecido como Tamiflu. A urgência e o pânico fizeram com que algumas etapas, geralmente exigidas para a introdução de qualquer medicamento no tratamento de uma doença, fossem completamente ignoradas.
Qualquer febre era pretexto para tomar Tamiflu. Afinal, é muito melhor tratar a doença antes que piore, principalmente nas primeiras 48 horas dos sintomas. Agora que se passaram alguns meses do início da epidemia, os cientistas estão avaliando com detalhes todos os seus aspectos e riscos.
O que entra em questão é a eficiência do Tamiflu no manejo dos pacientes infectados. Inclusive porque milhões foram gastos por entidades de saúde ao redor do mundo para deixar disponível à população quantidades suficientes do remédio. Um extenso estudo, publicado na prestigiosa revista British Medical Journal, realizado por pesquisadores ingleses do famoso Grupo Cochrane, avaliou a eficácia do medicamento.
Apesar de o Tamiflu e de outros medicamentos semelhantes terem se tornado drogas de domínio público de escala planetária, poucos dados concretos sustentam seu uso indiscriminado. Está comprovado que essa classe de medicamentos consegue reduzir os sintomas e a duração da doença em 24 horas, caso sejam tomados nas primeiras 48 horas. Essa redução de sintomas e da duração da doença foi considerada mito modesta. também não está clara a sua toxicidade, bem como as complicações e os efeitos colaterais associados ao remédio. Apesar de alguns relatos de problemas referentes à administração do Tamiflu, não há uma avaliação detalhada do contexto da influenza A.
O estudo concluiu que não há dados sólidos suficientes para recomendar o seu uso na prevenção de complicações graves da influenza.
Da mesma forma, não se podem fazer recomendações quanto à toxicidade desse tratamento em casos de influenza A. Os pesquisadores concluíram que, tendo em vista dados científicos disponíveis na atualidade, não se deve recomendar o uso rotineiro de Tamiflu. Levando-se em conta os estudos analisados, esse medicamento seria considerado ineficaz.
( Revista CartaCapital, 16.12.2009. Adaptado)
Considerando-se as ideias contidas no texto, pode-se afirmar que
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