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Paciente vítima de acidente automobilístico, colisão carro x carro, foi atendido pelo serviço médico de atendimento de urgência de suporte avançado, com equimose toracoabdominal à direita, com aparente desconforto respiratório leve, palidez cutânea e sudorese. No atendimento, foi optado pela intubação orotraqueal devido ao nível de consciência. Após a realização do procedimento, o paciente evoluiu, com piora ventilatória, assimetria na expansibilidade torácica, murmúrio vesicular abolido a direita e turgência jugular associada à piora da saturação e agravo hemodinâmico. Qual o provável diagnóstico?
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Paciente masculino, de 23 anos, vítima de agressão sofrida com objeto contundente na cabeça (“paulada”), sem perda da consciência e com um episódio de vômito. À admissão, encontrava-se em Glasgow 15, sem lesão de continuidade no couro cabeludo e sem déficit neurológico focal, mas queixando-se de cefaleia intensa. Com rápida deterioração neurológica (Glasgow 7), passou a apresentar anisocoria com midríase à direita e hemiparesia esquerda. Que diagnóstico, dentre os abaixo, é o mais provável?
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Paciente vítima de ferimento abdominal perfurante por arma branca, sem exposição da cavidade peritoneal, chega ao serviço de emergência. Está taquicárdico e normotenso, com queixa de dor no local do ferimento. Qual a primeira conduta nesse caso?
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Paciente do sexo feminino, vítima de colisão de auto x auto, sem consumo de bebidas alcoólicas ou drogas, dá entrada na emergência do hospital com rebaixamento do nível de consciência, sem resposta de abertura ocular, falando sons incompreensíveis e com retirada do membro a dor. A escala de Glasgow dessa paciente é:
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Vítima de ferimento toracoabdominal, do sexo masculino, por arma de fogo é admitido no setor de emergência. Ao exame clínico, encontra-se confuso, hipocorado, FC = 130 bpm; PA = 80 x 30 mmHg e FR = 35 irpm. Esse paciente encontra-se em choque hemorrágico classe:
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Uma paciente de 17 anos, previamente diabética, em uso de insulina, apresenta quadro de mal-estar, desconforto abdominal, náuseas e vômitos. Ao exame clínico, está agitada, desidratada, taquicárdica (125 batimentos por minuto), taquipneica (30 inspirações por minuto), hipotensa (pressão arterial de 70/40 mmHg) e com glicemia capilar de 550 mg/Dl. Os exames laboratoriais iniciais mostram os seguintes parâmetros: Gasometria venosa: pH 7,21, bicarbonato 8mEq/L. Sódio sérico: 130 mEq/L. Potássio sérico: 3,7 mEq/L. Diante do quadro clínico e laboratorial exposto, juntamente com reidratação vigorosa, a conduta CORRETA é a administração de:
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Paciente de 54 anos, sexo masculino, queixa-se de aumento do peso corporal após início de um medicamento para o tratamento do Diabetes Mellitus tipo 2. O medicamento que tem maior relação com o aumento do peso corporal e que provavelmente esse paciente esteja tomando é:
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NÃO é uma característica dos quadros de Delirium:
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Homem de 61 anos, tabagista, com carga tabágica de aproximadamente 60 maços/ano, com histórico de tosse crônica, já submetido à espirometria que evidenciou padrão obstrutivo, apresenta-se com tosse produtiva, dor torácica, febre e crepitações no terço médio do pulmão direito. Qual o agente etiológico mais provável?
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Sobre o Tromboembolismo Pulmonar (TEP), é CORRETO afirmar que:
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