Foram encontradas 30 questões.
Um pedreiro constrói um muro retangular de altura x e
comprimento y. O comprimento tem 2 metros a mais que
a altura. Levando em consideração que a área do muro é
de 48 m², quanto mede o comprimento desse muro?
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Um quebra-cabeças retangular de 500 peças tem, na fileira
horizontal, um total de 20 peças. Considerando que todas
as peças são do mesmo tamanho, quantas peças há na
fileira vertical?
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O programa de fidelidade de uma empresa de cartão de
crédito oferece para os seus clientes 150 pontos fixos
mensais mais 3 pontos para cada real gasto em compras
com a modalidade crédito. Considerando que em um determinado mês um cliente recebeu 960 pontos, qual foi o gasto em reais desse cliente neste mesmo período de tempo?
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Uma determinada marca de tênis vende os seus calçados
de diferentes tamanhos por variados preços. Os tênis de tamanho 35 custam R$ 300,00 e seu valor aumenta em R$ 10,00
para cada acréscimo de uma unidade em sua numeração.
Qual equação representa o preço do tênis (P) em função da
numeração (n)?
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Um professor está elaborando questões de simulado para
os seus alunos e, de acordo com sua percepção, se ele
elaborar um número x de questões por dia, terminará
todos os itens em 4 dias. Entretanto, devido a um reajuste
no calendário pedagógico escolar, ele precisará acelerar o
processo e aumentar em duas questões a quantidade de
itens que ele elabora por dia, pois deverá terminar todas as
questões em 3 dias. Considere que as questões que o
professor elabora serão distribuídas igualmente entre os
dias em que elas serão elaboradas. Qual é a quantidade
total de questões que o professor precisa fazer?
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Uma geladeira tem capacidade total de 440 litros, sendo
330 de refrigerador e 110 de congelador. Qual porcentagem do volume total dessa geladeira corresponde ao
refrigerador?
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Felicidade
Não se preocupe: não vou dar, pois não tenho, receita
de ser feliz. Não vou querer, pois não consigo, dar lição de
coisa alguma. Decido escrever sobre esse tema tão gasto,
tão vago, quase sem sentido, porque leio sobre felicidade.
Recebo livros sobre felicidade. Vejo que, longe de ser objeto
de certa ironia e atribuída somente a livros de autoajuda
(hoje em dia o melhor meio de querer insultar um escritor é
dizer que ele escreve autoajuda), ela serve para análises
filosóficas, psicanalíticas. Parece que existe até um movimento bobo para que a felicidade seja um direito do ser
humano, oficializado, como casa, comida, dignidade, educação.
Mas ela é um estado de espírito. Não depende de
atributos físicos. Nem de inteligência: acho até que, quanto
mais inteligente se é, mais possibilidade de ser infeliz, porque
se analisa o mundo, a vida, tudo, e o resultado tende a não
ser cor-de-rosa. Posso estar saudabilíssimo, e infeliz. Posso
ter montanhas de dinheiro, mas viver ansioso, solitário.
Talvez felicidade seja uma harmonia com nós mesmos, com
os outros, com o mundo. Alguma inserção consciente na
natureza, da qual as muralhas de concreto nos isolam, ajuda.
Mas dormimos de cortinas cerradas para não ver a claridade
do dia, ou para escutar menos o rumor do mundo (trem
passando embaixo da janela não dá). Tenho um amigo que
detesta o canto dos pássaros, se pudesse mataria a tiro de
chumbinho os sabiás que alegram minhas manhãs. Um
parente meu não suportava praia, porque o barulho do mar
lhe dava insônia.
Portanto, cada um é infeliz à sua maneira.
Uma boa rima para felicidade pode ser simplicidade.
Ainda tenho projetos, sempre tive bons afetos. O que mais
devo querer? A pele imaculada, o corpo perfeito, a bolsa
cheia, a bolsa ou a vida? Acho que, pensando bem, com altos
e baixos, dores e amores, e cores e sombras, eu ainda prefiro
a vida.
(Lya Luft. Revista Veja. Agosto de 2011. Com adaptações.)
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Felicidade
Não se preocupe: não vou dar, pois não tenho, receita
de ser feliz. Não vou querer, pois não consigo, dar lição de
coisa alguma. Decido escrever sobre esse tema tão gasto,
tão vago, quase sem sentido, porque leio sobre felicidade.
Recebo livros sobre felicidade. Vejo que, longe de ser objeto
de certa ironia e atribuída somente a livros de autoajuda
(hoje em dia o melhor meio de querer insultar um escritor é
dizer que ele escreve autoajuda), ela serve para análises
filosóficas, psicanalíticas. Parece que existe até um movimento bobo para que a felicidade seja um direito do ser
humano, oficializado, como casa, comida, dignidade, educação.
Mas ela é um estado de espírito. Não depende de
atributos físicos. Nem de inteligência: acho até que, quanto
mais inteligente se é, mais possibilidade de ser infeliz, porque
se analisa o mundo, a vida, tudo, e o resultado tende a não
ser cor-de-rosa. Posso estar saudabilíssimo, e infeliz. Posso
ter montanhas de dinheiro, mas viver ansioso, solitário.
Talvez felicidade seja uma harmonia com nós mesmos, com
os outros, com o mundo. Alguma inserção consciente na
natureza, da qual as muralhas de concreto nos isolam, ajuda.
Mas dormimos de cortinas cerradas para não ver a claridade
do dia, ou para escutar menos o rumor do mundo (trem
passando embaixo da janela não dá). Tenho um amigo que
detesta o canto dos pássaros, se pudesse mataria a tiro de
chumbinho os sabiás que alegram minhas manhãs. Um
parente meu não suportava praia, porque o barulho do mar
lhe dava insônia.
Portanto, cada um é infeliz à sua maneira.
Uma boa rima para felicidade pode ser simplicidade.
Ainda tenho projetos, sempre tive bons afetos. O que mais
devo querer? A pele imaculada, o corpo perfeito, a bolsa
cheia, a bolsa ou a vida? Acho que, pensando bem, com altos
e baixos, dores e amores, e cores e sombras, eu ainda prefiro
a vida.
(Lya Luft. Revista Veja. Agosto de 2011. Com adaptações.)
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Felicidade
Não se preocupe: não vou dar, pois não tenho, receita
de ser feliz. Não vou querer, pois não consigo, dar lição de
coisa alguma. Decido escrever sobre esse tema tão gasto,
tão vago, quase sem sentido, porque leio sobre felicidade.
Recebo livros sobre felicidade. Vejo que, longe de ser objeto
de certa ironia e atribuída somente a livros de autoajuda
(hoje em dia o melhor meio de querer insultar um escritor é
dizer que ele escreve autoajuda), ela serve para análises
filosóficas, psicanalíticas. Parece que existe até um movimento bobo para que a felicidade seja um direito do ser
humano, oficializado, como casa, comida, dignidade, educação.
Mas ela é um estado de espírito. Não depende de
atributos físicos. Nem de inteligência: acho até que, quanto
mais inteligente se é, mais possibilidade de ser infeliz, porque
se analisa o mundo, a vida, tudo, e o resultado tende a não
ser cor-de-rosa. Posso estar saudabilíssimo, e infeliz. Posso
ter montanhas de dinheiro, mas viver ansioso, solitário.
Talvez felicidade seja uma harmonia com nós mesmos, com
os outros, com o mundo. Alguma inserção consciente na
natureza, da qual as muralhas de concreto nos isolam, ajuda.
Mas dormimos de cortinas cerradas para não ver a claridade
do dia, ou para escutar menos o rumor do mundo (trem
passando embaixo da janela não dá). Tenho um amigo que
detesta o canto dos pássaros, se pudesse mataria a tiro de
chumbinho os sabiás que alegram minhas manhãs. Um
parente meu não suportava praia, porque o barulho do mar
lhe dava insônia.
Portanto, cada um é infeliz à sua maneira.
Uma boa rima para felicidade pode ser simplicidade.
Ainda tenho projetos, sempre tive bons afetos. O que mais
devo querer? A pele imaculada, o corpo perfeito, a bolsa
cheia, a bolsa ou a vida? Acho que, pensando bem, com altos
e baixos, dores e amores, e cores e sombras, eu ainda prefiro
a vida.
(Lya Luft. Revista Veja. Agosto de 2011. Com adaptações.)
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Felicidade
Não se preocupe: não vou dar, pois não tenho, receita
de ser feliz. Não vou querer, pois não consigo, dar lição de
coisa alguma. Decido escrever sobre esse tema tão gasto,
tão vago, quase sem sentido, porque leio sobre felicidade.
Recebo livros sobre felicidade. Vejo que, longe de ser objeto
de certa ironia e atribuída somente a livros de autoajuda
(hoje em dia o melhor meio de querer insultar um escritor é
dizer que ele escreve autoajuda), ela serve para análises
filosóficas, psicanalíticas. Parece que existe até um movimento bobo para que a felicidade seja um direito do ser
humano, oficializado, como casa, comida, dignidade, educação.
Mas ela é um estado de espírito. Não depende de
atributos físicos. Nem de inteligência: acho até que, quanto
mais inteligente se é, mais possibilidade de ser infeliz, porque
se analisa o mundo, a vida, tudo, e o resultado tende a não
ser cor-de-rosa. Posso estar saudabilíssimo, e infeliz. Posso
ter montanhas de dinheiro, mas viver ansioso, solitário.
Talvez felicidade seja uma harmonia com nós mesmos, com
os outros, com o mundo. Alguma inserção consciente na
natureza, da qual as muralhas de concreto nos isolam, ajuda.
Mas dormimos de cortinas cerradas para não ver a claridade
do dia, ou para escutar menos o rumor do mundo (trem
passando embaixo da janela não dá). Tenho um amigo que
detesta o canto dos pássaros, se pudesse mataria a tiro de
chumbinho os sabiás que alegram minhas manhãs. Um
parente meu não suportava praia, porque o barulho do mar
lhe dava insônia.
Portanto, cada um é infeliz à sua maneira.
Uma boa rima para felicidade pode ser simplicidade.
Ainda tenho projetos, sempre tive bons afetos. O que mais
devo querer? A pele imaculada, o corpo perfeito, a bolsa
cheia, a bolsa ou a vida? Acho que, pensando bem, com altos
e baixos, dores e amores, e cores e sombras, eu ainda prefiro
a vida.
(Lya Luft. Revista Veja. Agosto de 2011. Com adaptações.)
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