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Felicidade
Não se preocupe: não vou dar, pois não tenho, receita
de ser feliz. Não vou querer, pois não consigo, dar lição de
coisa alguma. Decido escrever sobre esse tema tão gasto,
tão vago, quase sem sentido, porque leio sobre felicidade.
Recebo livros sobre felicidade. Vejo que, longe de ser objeto
de certa ironia e atribuída somente a livros de autoajuda
(hoje em dia o melhor meio de querer insultar um escritor é
dizer que ele escreve autoajuda), ela serve para análises
filosóficas, psicanalíticas. Parece que existe até um movimento bobo para que a felicidade seja um direito do ser
humano, oficializado, como casa, comida, dignidade, educação.
Mas ela é um estado de espírito. Não depende de
atributos físicos. Nem de inteligência: acho até que, quanto
mais inteligente se é, mais possibilidade de ser infeliz, porque
se analisa o mundo, a vida, tudo, e o resultado tende a não
ser cor-de-rosa. Posso estar saudabilíssimo, e infeliz. Posso
ter montanhas de dinheiro, mas viver ansioso, solitário.
Talvez felicidade seja uma harmonia com nós mesmos, com
os outros, com o mundo. Alguma inserção consciente na
natureza, da qual as muralhas de concreto nos isolam, ajuda.
Mas dormimos de cortinas cerradas para não ver a claridade
do dia, ou para escutar menos o rumor do mundo (trem
passando embaixo da janela não dá). Tenho um amigo que
detesta o canto dos pássaros, se pudesse mataria a tiro de
chumbinho os sabiás que alegram minhas manhãs. Um
parente meu não suportava praia, porque o barulho do mar
lhe dava insônia.
Portanto, cada um é infeliz à sua maneira.
Uma boa rima para felicidade pode ser simplicidade.
Ainda tenho projetos, sempre tive bons afetos. O que mais
devo querer? A pele imaculada, o corpo perfeito, a bolsa
cheia, a bolsa ou a vida? Acho que, pensando bem, com altos
e baixos, dores e amores, e cores e sombras, eu ainda prefiro
a vida.
(Lya Luft. Revista Veja. Agosto de 2011. Com adaptações.)
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Felicidade
Não se preocupe: não vou dar, pois não tenho, receita
de ser feliz. Não vou querer, pois não consigo, dar lição de
coisa alguma. Decido escrever sobre esse tema tão gasto,
tão vago, quase sem sentido, porque leio sobre felicidade.
Recebo livros sobre felicidade. Vejo que, longe de ser objeto
de certa ironia e atribuída somente a livros de autoajuda
(hoje em dia o melhor meio de querer insultar um escritor é
dizer que ele escreve autoajuda), ela serve para análises
filosóficas, psicanalíticas. Parece que existe até um movimento bobo para que a felicidade seja um direito do ser
humano, oficializado, como casa, comida, dignidade, educação.
Mas ela é um estado de espírito. Não depende de
atributos físicos. Nem de inteligência: acho até que, quanto
mais inteligente se é, mais possibilidade de ser infeliz, porque
se analisa o mundo, a vida, tudo, e o resultado tende a não
ser cor-de-rosa. Posso estar saudabilíssimo, e infeliz. Posso
ter montanhas de dinheiro, mas viver ansioso, solitário.
Talvez felicidade seja uma harmonia com nós mesmos, com
os outros, com o mundo. Alguma inserção consciente na
natureza, da qual as muralhas de concreto nos isolam, ajuda.
Mas dormimos de cortinas cerradas para não ver a claridade
do dia, ou para escutar menos o rumor do mundo (trem
passando embaixo da janela não dá). Tenho um amigo que
detesta o canto dos pássaros, se pudesse mataria a tiro de
chumbinho os sabiás que alegram minhas manhãs. Um
parente meu não suportava praia, porque o barulho do mar
lhe dava insônia.
Portanto, cada um é infeliz à sua maneira.
Uma boa rima para felicidade pode ser simplicidade.
Ainda tenho projetos, sempre tive bons afetos. O que mais
devo querer? A pele imaculada, o corpo perfeito, a bolsa
cheia, a bolsa ou a vida? Acho que, pensando bem, com altos
e baixos, dores e amores, e cores e sombras, eu ainda prefiro
a vida.
(Lya Luft. Revista Veja. Agosto de 2011. Com adaptações.)
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Felicidade
Não se preocupe: não vou dar, pois não tenho, receita
de ser feliz. Não vou querer, pois não consigo, dar lição de
coisa alguma. Decido escrever sobre esse tema tão gasto,
tão vago, quase sem sentido, porque leio sobre felicidade.
Recebo livros sobre felicidade. Vejo que, longe de ser objeto
de certa ironia e atribuída somente a livros de autoajuda
(hoje em dia o melhor meio de querer insultar um escritor é
dizer que ele escreve autoajuda), ela serve para análises
filosóficas, psicanalíticas. Parece que existe até um movimento bobo para que a felicidade seja um direito do ser
humano, oficializado, como casa, comida, dignidade, educação.
Mas ela é um estado de espírito. Não depende de
atributos físicos. Nem de inteligência: acho até que, quanto
mais inteligente se é, mais possibilidade de ser infeliz, porque
se analisa o mundo, a vida, tudo, e o resultado tende a não
ser cor-de-rosa. Posso estar saudabilíssimo, e infeliz. Posso
ter montanhas de dinheiro, mas viver ansioso, solitário.
Talvez felicidade seja uma harmonia com nós mesmos, com
os outros, com o mundo. Alguma inserção consciente na
natureza, da qual as muralhas de concreto nos isolam, ajuda.
Mas dormimos de cortinas cerradas para não ver a claridade
do dia, ou para escutar menos o rumor do mundo (trem
passando embaixo da janela não dá). Tenho um amigo que
detesta o canto dos pássaros, se pudesse mataria a tiro de
chumbinho os sabiás que alegram minhas manhãs. Um
parente meu não suportava praia, porque o barulho do mar
lhe dava insônia.
Portanto, cada um é infeliz à sua maneira.
Uma boa rima para felicidade pode ser simplicidade.
Ainda tenho projetos, sempre tive bons afetos. O que mais
devo querer? A pele imaculada, o corpo perfeito, a bolsa
cheia, a bolsa ou a vida? Acho que, pensando bem, com altos
e baixos, dores e amores, e cores e sombras, eu ainda prefiro
a vida.
(Lya Luft. Revista Veja. Agosto de 2011. Com adaptações.)
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Felicidade
Não se preocupe: não vou dar, pois não tenho, receita
de ser feliz. Não vou querer, pois não consigo, dar lição de
coisa alguma. Decido escrever sobre esse tema tão gasto,
tão vago, quase sem sentido, porque leio sobre felicidade.
Recebo livros sobre felicidade. Vejo que, longe de ser objeto
de certa ironia e atribuída somente a livros de autoajuda
(hoje em dia o melhor meio de querer insultar um escritor é
dizer que ele escreve autoajuda), ela serve para análises
filosóficas, psicanalíticas. Parece que existe até um movimento bobo para que a felicidade seja um direito do ser
humano, oficializado, como casa, comida, dignidade, educação.
Mas ela é um estado de espírito. Não depende de
atributos físicos. Nem de inteligência: acho até que, quanto
mais inteligente se é, mais possibilidade de ser infeliz, porque
se analisa o mundo, a vida, tudo, e o resultado tende a não
ser cor-de-rosa. Posso estar saudabilíssimo, e infeliz. Posso
ter montanhas de dinheiro, mas viver ansioso, solitário.
Talvez felicidade seja uma harmonia com nós mesmos, com
os outros, com o mundo. Alguma inserção consciente na
natureza, da qual as muralhas de concreto nos isolam, ajuda.
Mas dormimos de cortinas cerradas para não ver a claridade
do dia, ou para escutar menos o rumor do mundo (trem
passando embaixo da janela não dá). Tenho um amigo que
detesta o canto dos pássaros, se pudesse mataria a tiro de
chumbinho os sabiás que alegram minhas manhãs. Um
parente meu não suportava praia, porque o barulho do mar
lhe dava insônia.
Portanto, cada um é infeliz à sua maneira.
Uma boa rima para felicidade pode ser simplicidade.
Ainda tenho projetos, sempre tive bons afetos. O que mais
devo querer? A pele imaculada, o corpo perfeito, a bolsa
cheia, a bolsa ou a vida? Acho que, pensando bem, com altos
e baixos, dores e amores, e cores e sombras, eu ainda prefiro
a vida.
(Lya Luft. Revista Veja. Agosto de 2011. Com adaptações.)
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Não se preocupe: não vou dar, pois não tenho, receita
de ser feliz. Não vou querer, pois não consigo, dar lição de
coisa alguma. Decido escrever sobre esse tema tão gasto,
tão vago, quase sem sentido, porque leio sobre felicidade.
Recebo livros sobre felicidade. Vejo que, longe de ser objeto
de certa ironia e atribuída somente a livros de autoajuda
(hoje em dia o melhor meio de querer insultar um escritor é
dizer que ele escreve autoajuda), ela serve para análises
filosóficas, psicanalíticas. Parece que existe até um movimento bobo para que a felicidade seja um direito do ser
humano, oficializado, como casa, comida, dignidade, educação.
Mas ela é um estado de espírito. Não depende de
atributos físicos. Nem de inteligência: acho até que, quanto
mais inteligente se é, mais possibilidade de ser infeliz, porque
se analisa o mundo, a vida, tudo, e o resultado tende a não
ser cor-de-rosa. Posso estar saudabilíssimo, e infeliz. Posso
ter montanhas de dinheiro, mas viver ansioso, solitário.
Talvez felicidade seja uma harmonia com nós mesmos, com
os outros, com o mundo. Alguma inserção consciente na
natureza, da qual as muralhas de concreto nos isolam, ajuda.
Mas dormimos de cortinas cerradas para não ver a claridade
do dia, ou para escutar menos o rumor do mundo (trem
passando embaixo da janela não dá). Tenho um amigo que
detesta o canto dos pássaros, se pudesse mataria a tiro de
chumbinho os sabiás que alegram minhas manhãs. Um
parente meu não suportava praia, porque o barulho do mar
lhe dava insônia.
Portanto, cada um é infeliz à sua maneira.
Uma boa rima para felicidade pode ser simplicidade.
Ainda tenho projetos, sempre tive bons afetos. O que mais
devo querer? A pele imaculada, o corpo perfeito, a bolsa
cheia, a bolsa ou a vida? Acho que, pensando bem, com altos
e baixos, dores e amores, e cores e sombras, eu ainda prefiro
a vida.
(Lya Luft. Revista Veja. Agosto de 2011. Com adaptações.)
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Felicidade
Não se preocupe: não vou dar, pois não tenho, receita
de ser feliz. Não vou querer, pois não consigo, dar lição de
coisa alguma. Decido escrever sobre esse tema tão gasto,
tão vago, quase sem sentido, porque leio sobre felicidade.
Recebo livros sobre felicidade. Vejo que, longe de ser objeto
de certa ironia e atribuída somente a livros de autoajuda
(hoje em dia o melhor meio de querer insultar um escritor é
dizer que ele escreve autoajuda), ela serve para análises
filosóficas, psicanalíticas. Parece que existe até um movimento bobo para que a felicidade seja um direito do ser
humano, oficializado, como casa, comida, dignidade, educação.
Mas ela é um estado de espírito. Não depende de
atributos físicos. Nem de inteligência: acho até que, quanto
mais inteligente se é, mais possibilidade de ser infeliz, porque
se analisa o mundo, a vida, tudo, e o resultado tende a não
ser cor-de-rosa. Posso estar saudabilíssimo, e infeliz. Posso
ter montanhas de dinheiro, mas viver ansioso, solitário.
Talvez felicidade seja uma harmonia com nós mesmos, com
os outros, com o mundo. Alguma inserção consciente na
natureza, da qual as muralhas de concreto nos isolam, ajuda.
Mas dormimos de cortinas cerradas para não ver a claridade
do dia, ou para escutar menos o rumor do mundo (trem
passando embaixo da janela não dá). Tenho um amigo que
detesta o canto dos pássaros, se pudesse mataria a tiro de
chumbinho os sabiás que alegram minhas manhãs. Um
parente meu não suportava praia, porque o barulho do mar
lhe dava insônia.
Portanto, cada um é infeliz à sua maneira.
Uma boa rima para felicidade pode ser simplicidade.
Ainda tenho projetos, sempre tive bons afetos. O que mais
devo querer? A pele imaculada, o corpo perfeito, a bolsa
cheia, a bolsa ou a vida? Acho que, pensando bem, com altos
e baixos, dores e amores, e cores e sombras, eu ainda prefiro
a vida.
(Lya Luft. Revista Veja. Agosto de 2011. Com adaptações.)
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1122730
Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Suzano-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Suzano-SP
A Caixa Econômica Federal antecipou os saques de até
R$ 500,00 do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço
(FGTS) para não correntistas do banco. Com a mudança,
todos os trabalhadores poderão fazer os saques ainda em
2019. São considerados benefícios trabalhistas, EXCETO:
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1122728
Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Suzano-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Suzano-SP
O MIS Experience já atraiu 64.518 pessoas que foram ao
novo espaço do Museu da Imagem e do Som, na zona oeste
da capital, para visitar a exposição “Leonardo da Vinci – 500
Anos de um Gênio”, que tem como a obra mais famosa do
mundo o quadro de:
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1122727
Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Suzano-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Suzano-SP
A Polícia Civil, por meio do Departamento Estadual de
Investigações Criminais (DEIC), prendeu mais um envolvido
no roubo de 711 quilos de ouro, ocorrido no final de julho
deste ano. O crime ocorreu no terminal de cargas do
Aeroporto de Cumbica, que fica localizado na cidade de:
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1122723
Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Suzano-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Suzano-SP
“Terrorismo são atos violentos cometidos por pessoas ou
grupos, a fim de causar medo e danos materiais a um
Estado ou uma população. O atentado de 11 de setembro
de 2001, na cidade de _______________, contra as Torres
Gêmeas e o Pentágono, foi considerado um marco para
definição de terrorismo.” Assinale a alternativa que
completa corretamente a afirmativa anterior.
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