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Assinale o que é correto sobre a expressão "O pai Lorenzo, conhecido por suas distrações cá no Brasil".
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Assinale a alternativa em que não há substantivo coletivo especifico.
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A construção
Há alguns meses, tenho uma moradora na biblioteca. Nós nos encontramos apenas em dois momentos, quando anoitece e estou concluindo a jornada e quando chego, um pouco antes do amanhecer, para começar o novidade, mas sendo como sou, atarefado homem de letras, passei a estudar melhor os comportamentos dessa senhora gorda, de nádegas arredondadas, que invadiu meu lugar de servidão.
Aos primeiros sinais do alvorecer, ela começa a desmanchar a rede diáfana que foi construída no início da noite. Recolhe pacientemente seus barbantes finíssimos, sobe para um deles e se esconde na fresta da marquise da biblioteca, tornando-se quase imperceptível, mínima bola negra, protegida por transparente novelo esbranquiçado. Assim que escurece, Volta ao mesmo lugar, que fica bem em frente a uma arandela, e retoma seu trabalho.
Inicialmente, faz uma estrutura tosca. Depois, tece do centro para as bordas, dando pontos largos. Anda com uma rapidez incrível, apesar da precariedade da construção, e não se incomoda com minha presença espiã. Quando chega ao extremo, começa o caminho de volta, rumo ao centro, agora aproximando as malhas, num aguardo os mosquitos que cairão na armadilha.
(...)
(SANCHES NETO, Miguel. Um menino toca flauta no metrô.
Ponta Grossa: Container Edições, 2015, p. 11-12.)
Na frase "O passageiro feriu-se ao os olhos.", o termo "se" é classificado como
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A construção
Há alguns meses, tenho uma moradora na biblioteca. Nós nos encontramos apenas em dois momentos, quando anoitece e estou concluindo a jornada e quando chego, um pouco antes do amanhecer, para começar o novidade, mas sendo como sou, atarefado homem de letras, passei a estudar melhor os comportamentos dessa senhora gorda, de nádegas arredondadas, que invadiu meu lugar de servidão.
Aos primeiros sinais do alvorecer, ela começa a desmanchar a rede diáfana que foi construída no início da noite. Recolhe pacientemente seus barbantes finíssimos, sobe para um deles e se esconde na fresta da marquise da biblioteca, tornando-se quase imperceptível, mínima bola negra, protegida por transparente novelo esbranquiçado. Assim que escurece, Volta ao mesmo lugar, que fica bem em frente a uma arandela, e retoma seu trabalho.
Inicialmente, faz uma estrutura tosca. Depois, tece do centro para as bordas, dando pontos largos. Anda com uma rapidez incrível, apesar da precariedade da construção, e não se incomoda com minha presença espiã. Quando chega ao extremo, começa o caminho de volta, rumo ao centro, agora aproximando as malhas, num aguardo os mosquitos que cairão na armadilha.
(...)
(SANCHES NETO, Miguel. Um menino toca flauta no metrô.
Ponta Grossa: Container Edições, 2015, p. 11-12.)
Assinale a alternativa em que há preposição acidental na proposição do texto.
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Assinale a alternativa em que não há alofone relacionado a fonema construtivo lateral alveolar sonoro.
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A construção
Há alguns meses, tenho uma moradora na biblioteca. Nós nos encontramos apenas em dois momentos, quando anoitece e estou concluindo a jornada e quando chego, um pouco antes do amanhecer, para começar o novidade, mas sendo como sou, atarefado homem de letras, passei a estudar melhor os comportamentos dessa senhora gorda, de nádegas arredondadas, que invadiu meu lugar de servidão.
Aos primeiros sinais do alvorecer, ela começa a desmanchar a rede diáfana que foi construída no início da noite. Recolhe pacientemente seus barbantes finíssimos, sobe para um deles e se esconde na fresta da marquise da biblioteca, tornando-se quase imperceptível, mínima bola negra, protegida por transparente novelo esbranquiçado. Assim que escurece, Volta ao mesmo lugar, que fica bem em frente a uma arandela, e retoma seu trabalho.
Inicialmente, faz uma estrutura tosca. Depois, tece do centro para as bordas, dando pontos largos. Anda com uma rapidez incrível, apesar da precariedade da construção, e não se incomoda com minha presença espiã. Quando chega ao extremo, começa o caminho de volta, rumo ao centro, agora aproximando as malhas, num aguardo os mosquitos que cairão na armadilha.
(...)
(SANCHES NETO, Miguel. Um menino toca flauta no metrô.
Ponta Grossa: Container Edições, 2015, p. 11-12.)
Em qual das alternativas o adjetivo se apresenta de forma diferenciada?
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A construção
Há alguns meses, tenho uma moradora na biblioteca. Nós nos encontramos apenas em dois momentos, quando anoitece e estou concluindo a jornada e quando chego, um pouco antes do amanhecer, para começar o novidade, mas sendo como sou, atarefado homem de letras, passei a estudar melhor os comportamentos dessa senhora gorda, de nádegas arredondadas, que invadiu meu lugar de servidão.
Aos primeiros sinais do alvorecer, ela começa a desmanchar a rede diáfana que foi construída no início da noite. Recolhe pacientemente seus barbantes finíssimos, sobe para um deles e se esconde na fresta da marquise da biblioteca, tornando-se quase imperceptível, mínima bola negra, protegida por transparente novelo esbranquiçado. Assim que escurece, Volta ao mesmo lugar, que fica bem em frente a uma arandela, e retoma seu trabalho.
Inicialmente, faz uma estrutura tosca. Depois, tece do centro para as bordas, dando pontos largos. Anda com uma rapidez incrível, apesar da precariedade da construção, e não se incomoda com minha presença espiã. Quando chega ao extremo, começa o caminho de volta, rumo ao centro, agora aproximando as malhas, num aguardo os mosquitos que cairão na armadilha.
(...)
(SANCHES NETO, Miguel. Um menino toca flauta no metrô.
Ponta Grossa: Container Edições, 2015, p. 11-12.)
Assinale a alternativa em que o emprego de pronome se distingue nas proposições do texto.
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A construção
Há alguns meses, tenho uma moradora na biblioteca. Nós nos encontramos apenas em dois momentos, quando anoitece e estou concluindo a jornada e quando chego, um pouco antes do amanhecer, para começar o novidade, mas sendo como sou, atarefado homem de letras, passei a estudar melhor os comportamentos dessa senhora gorda, de nádegas arredondadas, que invadiu meu lugar de servidão.
Aos primeiros sinais do alvorecer, ela começa a desmanchar a rede diáfana que foi construída no início da noite. Recolhe pacientemente seus barbantes finíssimos, sobe para um deles e se esconde na fresta da marquise da biblioteca, tornando-se quase imperceptível, mínima bola negra, protegida por transparente novelo esbranquiçado. Assim que escurece, Volta ao mesmo lugar, que fica bem em frente a uma arandela, e retoma seu trabalho.
Inicialmente, faz uma estrutura tosca. Depois, tece do centro para as bordas, dando pontos largos. Anda com uma rapidez incrível, apesar da precariedade da construção, e não se incomoda com minha presença espiã. Quando chega ao extremo, começa o caminho de volta, rumo ao centro, agora aproximando as malhas, num aguardo os mosquitos que cairão na armadilha.
(...)
(SANCHES NETO, Miguel. Um menino toca flauta no metrô.
Ponta Grossa: Container Edições, 2015, p. 11-12.)
Na proposição do texto "Anda com uma rapidez incrível", há o emprego de
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A construção
Há alguns meses, tenho uma moradora na biblioteca. Nós nos encontramos apenas em dois momentos, quando anoitece e estou concluindo a jornada e quando chego, um pouco antes do amanhecer, para começar o novidade, mas sendo como sou, atarefado homem de letras, passei a estudar melhor os comportamentos dessa senhora gorda, de nádegas arredondadas, que invadiu meu lugar de servidão.
Aos primeiros sinais do alvorecer, ela começa a desmanchar a rede diáfana que foi construída no início da noite. Recolhe pacientemente seus barbantes finíssimos, sobe para um deles e se esconde na fresta da marquise da biblioteca, tornando-se quase imperceptível, mínima bola negra, protegida por transparente novelo esbranquiçado. Assim que escurece, Volta ao mesmo lugar, que fica bem em frente a uma arandela, e retoma seu trabalho.
Inicialmente, faz uma estrutura tosca. Depois, tece do centro para as bordas, dando pontos largos. Anda com uma rapidez incrível, apesar da precariedade da construção, e não se incomoda com minha presença espiã. Quando chega ao extremo, começa o caminho de volta, rumo ao centro, agora aproximando as malhas, num aguardo os mosquitos que cairão na armadilha.
(...)
(SANCHES NETO, Miguel. Um menino toca flauta no metrô.
Ponta Grossa: Container Edições, 2015, p. 11-12.)
No texto, a personagem descrita pelo narrador apresenta-se com
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A construção
Há alguns meses, tenho uma moradora na biblioteca. Nós nos encontramos apenas em dois momentos, quando anoitece e estou concluindo a jornada e quando chego, um pouco antes do amanhecer, para começar o novidade, mas sendo como sou, atarefado homem de letras, passei a estudar melhor os comportamentos dessa senhora gorda, de nádegas arredondadas, que invadiu meu lugar de servidão.
Aos primeiros sinais do alvorecer, ela começa a desmanchar a rede diáfana que foi construída no início da noite. Recolhe pacientemente seus barbantes finíssimos, sobe para um deles e se esconde na fresta da marquise da biblioteca, tornando-se quase imperceptível, mínima bola negra, protegida por transparente novelo esbranquiçado. Assim que escurece, Volta ao mesmo lugar, que fica bem em frente a uma arandela, e retoma seu trabalho.
Inicialmente, faz uma estrutura tosca. Depois, tece do centro para as bordas, dando pontos largos. Anda com uma rapidez incrível, apesar da precariedade da construção, e não se incomoda com minha presença espiã. Quando chega ao extremo, começa o caminho de volta, rumo ao centro, agora aproximando as malhas, num aguardo os mosquitos que cairão na armadilha.
(...)
(SANCHES NETO, Miguel. Um menino toca flauta no metrô.
Ponta Grossa: Container Edições, 2015, p. 11-12
No primeiro parágrafo do texto, o narrador caracteriza-se
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