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INSTRUÇÃO: Leia o texto 01, com atenção, e responda às questões 01-11
.
TEXTO 01
Mais essência, menos excesso
1Cansaço. Disposição. Peso. Leveza. Excesso. Essência. São palavras e sensações recorrentes. Estão nas
falas, nas conversas, nos textos, nas matérias. Nos sentimentos. São palavras opostas, representam sensações
extremas. E o equilíbrio está no centro.
Existem muitas teorias para encontrar o equilíbrio. Mas como colocar em prática? Eu estudo o comportamento
5humano por anos e confesso: não existe a receita ideal.
Estamos vivendo com o desejo em uma ponta e a nossa vida prática em outra. Desejamos a disposição, a
leveza, a essência e vivemos no cansaço, no peso, no excesso. Falo no plural porque comigo não é diferente. Eu
vivo este dilema, que, infelizmente, define o nosso tempo contemporâneo. [...]
Sei lidar com essas sensações e, até, evitá-las. Contudo, sou humana, imperfeita, em processo de evolução e,
10às vezes, perco a mão, caio no automático. Sou seduzida pelo meu propósito e produzo em excesso, pagando caro.
Como? Com ansiedade e deixando de sentir. Porque para sentir é preciso tempo e presença.
Como resolver isso? Limpando o excesso, fazendo devagar e sendo coerente com o que desejamos e com o
modo como vivemos. Colocando o nosso pensar, o nosso agir, o nosso sentir e a nossa ação na mesma direção.
Certamente não é fácil. É uma conquista individual. Mas me responda: está sendo fácil existir desta forma
15ansiosa e superlotada? Respondo por mim: não está.
Recentemente eu passei por uma fase puxada. Com uma imensa demanda de entregas e com uma sede de
performance perfeita. No olho do furacão, nem me lembrava do essencial: que eu não sou as minhas performances.
Elas fazem parte da minha trajetória, mas não são os únicos ingredientes que definem o meu valor. Eu sou muito
mais. No hoje, acredita-se que somos o quanto e o que fazemos. Caí nessa armadilha momentaneamente, depois
20passou. Já aconteceu isso com você?
Apesar de todos esses pesares, olho para trás e vejo que dei conta. Entreguei, mas não aproveitei o caminho. E
de que vale fazer uma viagem sem aproveitar a paisagem? Fui contra a minha essência e crenças. Perdi tempo de
qualidade com as pessoas que amo. Perdi silêncio. Perdi paz. Ou seja, paguei caro demais.
Dizem que mar calmo não faz bom marinheiro, não é? Mas o mar, no nosso contemporâneo, não está mesmo
25para peixe. Atendo não uma pessoa, mas muitas com síndrome de Burnout, adoecidas por
serem seduzidas pela idealização da perfeição e da produção a todo custo. Não vale a pena.
Após a tormenta, consigo ver as conquistas e também as perdas. Não me arrependo, pois arrependimentos são
para aqueles que não fazem. Mas aprendo e escolho recomeçar e fazer diferente quantas vezes for necessário.
Retomei o meu olhar para dentro e mais uma vez concluo que é preciso muita atenção para não perder a
30essência, e muita coragem para limpar o excesso.
O excesso de expectativa e de “tem que”, o vício de estar sempre ocupada esvazia a alma e o tempo. Não há
equilíbrio nas pontas, nos extremos, como escrevi no primeiro parágrafo deste texto.
E onde está o equilíbrio? Digo para você: em boas fases e em uma vida no seu ritmo. E completo: não é pleno,
vai e volta, como a onda do mar do bom marinheiro, como o desenho do ecocardiograma, que representa a vida, o
35pulsar do coração, sempre em expansão e contração, em movimento. [...]
Disponível em: <https://vidasimples.co/colunistas/mais-essencia-menos-excesso/>. Acesso em: 21 out. 2019. Adaptado.
No trecho “[...] muitas com síndrome de Burnout [...]” (linha 25), o termo em itálico foi usado dessa forma pelo autor para indicar
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TEXTO 01
Mais essência, menos excesso
1Cansaço. Disposição. Peso. Leveza. Excesso. Essência. São palavras e sensações recorrentes. Estão nas
falas, nas conversas, nos textos, nas matérias. Nos sentimentos. São palavras opostas, representam sensações
extremas. E o equilíbrio está no centro.
Existem muitas teorias para encontrar o equilíbrio. Mas como colocar em prática? Eu estudo o comportamento
5humano por anos e confesso: não existe a receita ideal.
Estamos vivendo com o desejo em uma ponta e a nossa vida prática em outra. Desejamos a disposição, a
leveza, a essência e vivemos no cansaço, no peso, no excesso. Falo no plural porque comigo não é diferente. Eu
vivo este dilema, que, infelizmente, define o nosso tempo contemporâneo. [...]
Sei lidar com essas sensações e, até, evitá-las. Contudo, sou humana, imperfeita, em processo de evolução e,
10às vezes, perco a mão, caio no automático. Sou seduzida pelo meu propósito e produzo em excesso, pagando caro.
Como? Com ansiedade e deixando de sentir. Porque para sentir é preciso tempo e presença.
Como resolver isso? Limpando o excesso, fazendo devagar e sendo coerente com o que desejamos e com o
modo como vivemos. Colocando o nosso pensar, o nosso agir, o nosso sentir e a nossa ação na mesma direção.
Certamente não é fácil. É uma conquista individual. Mas me responda: está sendo fácil existir desta forma
15ansiosa e superlotada? Respondo por mim: não está.
Recentemente eu passei por uma fase puxada. Com uma imensa demanda de entregas e com uma sede de
performance perfeita. No olho do furacão, nem me lembrava do essencial: que eu não sou as minhas performances.
Elas fazem parte da minha trajetória, mas não são os únicos ingredientes que definem o meu valor. Eu sou muito
mais. No hoje, acredita-se que somos o quanto e o que fazemos. Caí nessa armadilha momentaneamente, depois
20passou. Já aconteceu isso com você?
Apesar de todos esses pesares, olho para trás e vejo que dei conta. Entreguei, mas não aproveitei o caminho. E
de que vale fazer uma viagem sem aproveitar a paisagem? Fui contra a minha essência e crenças. Perdi tempo de
qualidade com as pessoas que amo. Perdi silêncio. Perdi paz. Ou seja, paguei caro demais.
Dizem que mar calmo não faz bom marinheiro, não é? Mas o mar, no nosso contemporâneo, não está mesmo
25para peixe. Atendo não uma pessoa, mas muitas com síndrome de Burnout, adoecidas por
serem seduzidas pela idealização da perfeição e da produção a todo custo. Não vale a pena.
Após a tormenta, consigo ver as conquistas e também as perdas. Não me arrependo, pois arrependimentos são
para aqueles que não fazem. Mas aprendo e escolho recomeçar e fazer diferente quantas vezes for necessário.
Retomei o meu olhar para dentro e mais uma vez concluo que é preciso muita atenção para não perder a
30essência, e muita coragem para limpar o excesso.
O excesso de expectativa e de “tem que”, o vício de estar sempre ocupada esvazia a alma e o tempo. Não há
equilíbrio nas pontas, nos extremos, como escrevi no primeiro parágrafo deste texto.
E onde está o equilíbrio? Digo para você: em boas fases e em uma vida no seu ritmo. E completo: não é pleno,
vai e volta, como a onda do mar do bom marinheiro, como o desenho do ecocardiograma, que representa a vida, o
35pulsar do coração, sempre em expansão e contração, em movimento. [...]
Disponível em: <https://vidasimples.co/colunistas/mais-essencia-menos-excesso/>. Acesso em: 21 out. 2019. Adaptado.
Analise as palavras destacadas no fragmento “Recentemente eu passei por uma fase puxada. Com uma imensa demanda de entregas e com uma sede de performance perfeita. No olho do furacão, nem me lembrava do essencial: que eu não sou as minhas performances.” (linhas 16-17). Quais os tempos verbais do modo indicativo dessas palavras, respectivamente?
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Mais essência, menos excesso
1Cansaço. Disposição. Peso. Leveza. Excesso. Essência. São palavras e sensações recorrentes. Estão nas
falas, nas conversas, nos textos, nas matérias. Nos sentimentos. São palavras opostas, representam sensações
extremas. E o equilíbrio está no centro.
Existem muitas teorias para encontrar o equilíbrio. Mas como colocar em prática? Eu estudo o comportamento
5humano por anos e confesso: não existe a receita ideal.
Estamos vivendo com o desejo em uma ponta e a nossa vida prática em outra. Desejamos a disposição, a
leveza, a essência e vivemos no cansaço, no peso, no excesso. Falo no plural porque comigo não é diferente. Eu
vivo este dilema, que, infelizmente, define o nosso tempo contemporâneo. [...]
Sei lidar com essas sensações e, até, evitá-las. Contudo, sou humana, imperfeita, em processo de evolução e,
10às vezes, perco a mão, caio no automático. Sou seduzida pelo meu propósito e produzo em excesso, pagando caro.
Como? Com ansiedade e deixando de sentir. Porque para sentir é preciso tempo e presença.
Como resolver isso? Limpando o excesso, fazendo devagar e sendo coerente com o que desejamos e com o
modo como vivemos. Colocando o nosso pensar, o nosso agir, o nosso sentir e a nossa ação na mesma direção.
Certamente não é fácil. É uma conquista individual. Mas me responda: está sendo fácil existir desta forma
15ansiosa e superlotada? Respondo por mim: não está.
Recentemente eu passei por uma fase puxada. Com uma imensa demanda de entregas e com uma sede de
performance perfeita. No olho do furacão, nem me lembrava do essencial: que eu não sou as minhas performances.
Elas fazem parte da minha trajetória, mas não são os únicos ingredientes que definem o meu valor. Eu sou muito
mais. No hoje, acredita-se que somos o quanto e o que fazemos. Caí nessa armadilha momentaneamente, depois
20passou. Já aconteceu isso com você?
Apesar de todos esses pesares, olho para trás e vejo que dei conta. Entreguei, mas não aproveitei o caminho. E
de que vale fazer uma viagem sem aproveitar a paisagem? Fui contra a minha essência e crenças. Perdi tempo de
qualidade com as pessoas que amo. Perdi silêncio. Perdi paz. Ou seja, paguei caro demais.
Dizem que mar calmo não faz bom marinheiro, não é? Mas o mar, no nosso contemporâneo, não está mesmo
25para peixe. Atendo não uma pessoa, mas muitas com síndrome de Burnout, adoecidas por
serem seduzidas pela idealização da perfeição e da produção a todo custo. Não vale a pena.
Após a tormenta, consigo ver as conquistas e também as perdas. Não me arrependo, pois arrependimentos são
para aqueles que não fazem. Mas aprendo e escolho recomeçar e fazer diferente quantas vezes for necessário.
Retomei o meu olhar para dentro e mais uma vez concluo que é preciso muita atenção para não perder a
30essência, e muita coragem para limpar o excesso.
O excesso de expectativa e de “tem que”, o vício de estar sempre ocupada esvazia a alma e o tempo. Não há
equilíbrio nas pontas, nos extremos, como escrevi no primeiro parágrafo deste texto.
E onde está o equilíbrio? Digo para você: em boas fases e em uma vida no seu ritmo. E completo: não é pleno,
vai e volta, como a onda do mar do bom marinheiro, como o desenho do ecocardiograma, que representa a vida, o
35pulsar do coração, sempre em expansão e contração, em movimento. [...]
Disponível em: <https://vidasimples.co/colunistas/mais-essencia-menos-excesso/>. Acesso em: 21 out. 2019. Adaptado.
A expressão “[...] caio no automático [...]” (linha 10) foi empregada no texto com o sentido de
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Mais essência, menos excesso
1Cansaço. Disposição. Peso. Leveza. Excesso. Essência. São palavras e sensações recorrentes. Estão nas
falas, nas conversas, nos textos, nas matérias. Nos sentimentos. São palavras opostas, representam sensações
extremas. E o equilíbrio está no centro.
Existem muitas teorias para encontrar o equilíbrio. Mas como colocar em prática? Eu estudo o comportamento
5humano por anos e confesso: não existe a receita ideal.
Estamos vivendo com o desejo em uma ponta e a nossa vida prática em outra. Desejamos a disposição, a
leveza, a essência e vivemos no cansaço, no peso, no excesso. Falo no plural porque comigo não é diferente. Eu
vivo este dilema, que, infelizmente, define o nosso tempo contemporâneo. [...]
Sei lidar com essas sensações e, até, evitá-las. Contudo, sou humana, imperfeita, em processo de evolução e,
10às vezes, perco a mão, caio no automático. Sou seduzida pelo meu propósito e produzo em excesso, pagando caro.
Como? Com ansiedade e deixando de sentir. Porque para sentir é preciso tempo e presença.
Como resolver isso? Limpando o excesso, fazendo devagar e sendo coerente com o que desejamos e com o
modo como vivemos. Colocando o nosso pensar, o nosso agir, o nosso sentir e a nossa ação na mesma direção.
Certamente não é fácil. É uma conquista individual. Mas me responda: está sendo fácil existir desta forma
15ansiosa e superlotada? Respondo por mim: não está.
Recentemente eu passei por uma fase puxada. Com uma imensa demanda de entregas e com uma sede de
performance perfeita. No olho do furacão, nem me lembrava do essencial: que eu não sou as minhas performances.
Elas fazem parte da minha trajetória, mas não são os únicos ingredientes que definem o meu valor. Eu sou muito
mais. No hoje, acredita-se que somos o quanto e o que fazemos. Caí nessa armadilha momentaneamente, depois
20passou. Já aconteceu isso com você?
Apesar de todos esses pesares, olho para trás e vejo que dei conta. Entreguei, mas não aproveitei o caminho. E
de que vale fazer uma viagem sem aproveitar a paisagem? Fui contra a minha essência e crenças. Perdi tempo de
qualidade com as pessoas que amo. Perdi silêncio. Perdi paz. Ou seja, paguei caro demais.
Dizem que mar calmo não faz bom marinheiro, não é? Mas o mar, no nosso contemporâneo, não está mesmo
25para peixe. Atendo não uma pessoa, mas muitas com síndrome de Burnout, adoecidas por
serem seduzidas pela idealização da perfeição e da produção a todo custo. Não vale a pena.
Após a tormenta, consigo ver as conquistas e também as perdas. Não me arrependo, pois arrependimentos são
para aqueles que não fazem. Mas aprendo e escolho recomeçar e fazer diferente quantas vezes for necessário.
Retomei o meu olhar para dentro e mais uma vez concluo que é preciso muita atenção para não perder a
30essência, e muita coragem para limpar o excesso.
O excesso de expectativa e de “tem que”, o vício de estar sempre ocupada esvazia a alma e o tempo. Não há
equilíbrio nas pontas, nos extremos, como escrevi no primeiro parágrafo deste texto.
E onde está o equilíbrio? Digo para você: em boas fases e em uma vida no seu ritmo. E completo: não é pleno,
vai e volta, como a onda do mar do bom marinheiro, como o desenho do ecocardiograma, que representa a vida, o
35pulsar do coração, sempre em expansão e contração, em movimento. [...]
Disponível em: <https://vidasimples.co/colunistas/mais-essencia-menos-excesso/>. Acesso em: 21 out. 2019. Adaptado.
Considerando o trecho “São palavras opostas, representam sensações extremas.” (linhas 2-3), assinale a alternativa em que o par de palavras está em relação de significados opostos.
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Mais essência, menos excesso
1Cansaço. Disposição. Peso. Leveza. Excesso. Essência. São palavras e sensações recorrentes. Estão nas
falas, nas conversas, nos textos, nas matérias. Nos sentimentos. São palavras opostas, representam sensações
extremas. E o equilíbrio está no centro.
Existem muitas teorias para encontrar o equilíbrio. Mas como colocar em prática? Eu estudo o comportamento
5humano por anos e confesso: não existe a receita ideal.
Estamos vivendo com o desejo em uma ponta e a nossa vida prática em outra. Desejamos a disposição, a
leveza, a essência e vivemos no cansaço, no peso, no excesso. Falo no plural porque comigo não é diferente. Eu
vivo este dilema, que, infelizmente, define o nosso tempo contemporâneo. [...]
Sei lidar com essas sensações e, até, evitá-las. Contudo, sou humana, imperfeita, em processo de evolução e,
10às vezes, perco a mão, caio no automático. Sou seduzida pelo meu propósito e produzo em excesso, pagando caro.
Como? Com ansiedade e deixando de sentir. Porque para sentir é preciso tempo e presença.
Como resolver isso? Limpando o excesso, fazendo devagar e sendo coerente com o que desejamos e com o
modo como vivemos. Colocando o nosso pensar, o nosso agir, o nosso sentir e a nossa ação na mesma direção.
Certamente não é fácil. É uma conquista individual. Mas me responda: está sendo fácil existir desta forma
15ansiosa e superlotada? Respondo por mim: não está.
Recentemente eu passei por uma fase puxada. Com uma imensa demanda de entregas e com uma sede de
performance perfeita. No olho do furacão, nem me lembrava do essencial: que eu não sou as minhas performances.
Elas fazem parte da minha trajetória, mas não são os únicos ingredientes que definem o meu valor. Eu sou muito
mais. No hoje, acredita-se que somos o quanto e o que fazemos. Caí nessa armadilha momentaneamente, depois
20passou. Já aconteceu isso com você?
Apesar de todos esses pesares, olho para trás e vejo que dei conta. Entreguei, mas não aproveitei o caminho. E
de que vale fazer uma viagem sem aproveitar a paisagem? Fui contra a minha essência e crenças. Perdi tempo de
qualidade com as pessoas que amo. Perdi silêncio. Perdi paz. Ou seja, paguei caro demais.
Dizem que mar calmo não faz bom marinheiro, não é? Mas o mar, no nosso contemporâneo, não está mesmo
25para peixe. Atendo não uma pessoa, mas muitas com síndrome de Burnout, adoecidas por
serem seduzidas pela idealização da perfeição e da produção a todo custo. Não vale a pena.
Após a tormenta, consigo ver as conquistas e também as perdas. Não me arrependo, pois arrependimentos são
para aqueles que não fazem. Mas aprendo e escolho recomeçar e fazer diferente quantas vezes for necessário.
Retomei o meu olhar para dentro e mais uma vez concluo que é preciso muita atenção para não perder a
30essência, e muita coragem para limpar o excesso.
O excesso de expectativa e de “tem que”, o vício de estar sempre ocupada esvazia a alma e o tempo. Não há
equilíbrio nas pontas, nos extremos, como escrevi no primeiro parágrafo deste texto.
E onde está o equilíbrio? Digo para você: em boas fases e em uma vida no seu ritmo. E completo: não é pleno,
vai e volta, como a onda do mar do bom marinheiro, como o desenho do ecocardiograma, que representa a vida, o
35pulsar do coração, sempre em expansão e contração, em movimento. [...]
Disponível em: <https://vidasimples.co/colunistas/mais-essencia-menos-excesso/>. Acesso em: 21 out. 2019. Adaptado.
De acordo com o texto, qual das palavras abaixo seria sinônimo da palavra “excesso” (linha 1)?
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Mais essência, menos excesso
1Cansaço. Disposição. Peso. Leveza. Excesso. Essência. São palavras e sensações recorrentes. Estão nas
falas, nas conversas, nos textos, nas matérias. Nos sentimentos. São palavras opostas, representam sensações
extremas. E o equilíbrio está no centro.
Existem muitas teorias para encontrar o equilíbrio. Mas como colocar em prática? Eu estudo o comportamento
5humano por anos e confesso: não existe a receita ideal.
Estamos vivendo com o desejo em uma ponta e a nossa vida prática em outra. Desejamos a disposição, a
leveza, a essência e vivemos no cansaço, no peso, no excesso. Falo no plural porque comigo não é diferente. Eu
vivo este dilema, que, infelizmente, define o nosso tempo contemporâneo. [...]
Sei lidar com essas sensações e, até, evitá-las. Contudo, sou humana, imperfeita, em processo de evolução e,
10às vezes, perco a mão, caio no automático. Sou seduzida pelo meu propósito e produzo em excesso, pagando caro.
Como? Com ansiedade e deixando de sentir. Porque para sentir é preciso tempo e presença.
Como resolver isso? Limpando o excesso, fazendo devagar e sendo coerente com o que desejamos e com o
modo como vivemos. Colocando o nosso pensar, o nosso agir, o nosso sentir e a nossa ação na mesma direção.
Certamente não é fácil. É uma conquista individual. Mas me responda: está sendo fácil existir desta forma
15ansiosa e superlotada? Respondo por mim: não está.
Recentemente eu passei por uma fase puxada. Com uma imensa demanda de entregas e com uma sede de
performance perfeita. No olho do furacão, nem me lembrava do essencial: que eu não sou as minhas performances.
Elas fazem parte da minha trajetória, mas não são os únicos ingredientes que definem o meu valor. Eu sou muito
mais. No hoje, acredita-se que somos o quanto e o que fazemos. Caí nessa armadilha momentaneamente, depois
20passou. Já aconteceu isso com você?
Apesar de todos esses pesares, olho para trás e vejo que dei conta. Entreguei, mas não aproveitei o caminho. E
de que vale fazer uma viagem sem aproveitar a paisagem? Fui contra a minha essência e crenças. Perdi tempo de
qualidade com as pessoas que amo. Perdi silêncio. Perdi paz. Ou seja, paguei caro demais.
Dizem que mar calmo não faz bom marinheiro, não é? Mas o mar, no nosso contemporâneo, não está mesmo
25para peixe. Atendo não uma pessoa, mas muitas com síndrome de Burnout, adoecidas por
serem seduzidas pela idealização da perfeição e da produção a todo custo. Não vale a pena.
Após a tormenta, consigo ver as conquistas e também as perdas. Não me arrependo, pois arrependimentos são
para aqueles que não fazem. Mas aprendo e escolho recomeçar e fazer diferente quantas vezes for necessário.
Retomei o meu olhar para dentro e mais uma vez concluo que é preciso muita atenção para não perder a
30essência, e muita coragem para limpar o excesso.
O excesso de expectativa e de “tem que”, o vício de estar sempre ocupada esvazia a alma e o tempo. Não há
equilíbrio nas pontas, nos extremos, como escrevi no primeiro parágrafo deste texto.
E onde está o equilíbrio? Digo para você: em boas fases e em uma vida no seu ritmo. E completo: não é pleno,
vai e volta, como a onda do mar do bom marinheiro, como o desenho do ecocardiograma, que representa a vida, o
35pulsar do coração, sempre em expansão e contração, em movimento. [...]
Disponível em: <https://vidasimples.co/colunistas/mais-essencia-menos-excesso/>. Acesso em: 21 out. 2019. Adaptado.
De acordo com o texto, na busca do equilíbrio, o ser humano precisa
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falas, nas conversas, nos textos, nas matérias. Nos sentimentos. São palavras opostas, representam sensações
extremas. E o equilíbrio está no centro.
Existem muitas teorias para encontrar o equilíbrio. Mas como colocar em prática? Eu estudo o comportamento
5humano por anos e confesso: não existe a receita ideal.
Estamos vivendo com o desejo em uma ponta e a nossa vida prática em outra. Desejamos a disposição, a
leveza, a essência e vivemos no cansaço, no peso, no excesso. Falo no plural porque comigo não é diferente. Eu
vivo este dilema, que, infelizmente, define o nosso tempo contemporâneo. [...]
Sei lidar com essas sensações e, até, evitá-las. Contudo, sou humana, imperfeita, em processo de evolução e,
10às vezes, perco a mão, caio no automático. Sou seduzida pelo meu propósito e produzo em excesso, pagando caro.
Como? Com ansiedade e deixando de sentir. Porque para sentir é preciso tempo e presença.
Como resolver isso? Limpando o excesso, fazendo devagar e sendo coerente com o que desejamos e com o
modo como vivemos. Colocando o nosso pensar, o nosso agir, o nosso sentir e a nossa ação na mesma direção.
Certamente não é fácil. É uma conquista individual. Mas me responda: está sendo fácil existir desta forma
15ansiosa e superlotada? Respondo por mim: não está.
Recentemente eu passei por uma fase puxada. Com uma imensa demanda de entregas e com uma sede de
performance perfeita. No olho do furacão, nem me lembrava do essencial: que eu não sou as minhas performances.
Elas fazem parte da minha trajetória, mas não são os únicos ingredientes que definem o meu valor. Eu sou muito
mais. No hoje, acredita-se que somos o quanto e o que fazemos. Caí nessa armadilha momentaneamente, depois
20passou. Já aconteceu isso com você?
Apesar de todos esses pesares, olho para trás e vejo que dei conta. Entreguei, mas não aproveitei o caminho. E
de que vale fazer uma viagem sem aproveitar a paisagem? Fui contra a minha essência e crenças. Perdi tempo de
qualidade com as pessoas que amo. Perdi silêncio. Perdi paz. Ou seja, paguei caro demais.
Dizem que mar calmo não faz bom marinheiro, não é? Mas o mar, no nosso contemporâneo, não está mesmo
25para peixe. Atendo não uma pessoa, mas muitas com síndrome de Burnout, adoecidas por
serem seduzidas pela idealização da perfeição e da produção a todo custo. Não vale a pena.
Após a tormenta, consigo ver as conquistas e também as perdas. Não me arrependo, pois arrependimentos são
para aqueles que não fazem. Mas aprendo e escolho recomeçar e fazer diferente quantas vezes for necessário.
Retomei o meu olhar para dentro e mais uma vez concluo que é preciso muita atenção para não perder a
30essência, e muita coragem para limpar o excesso.
O excesso de expectativa e de “tem que”, o vício de estar sempre ocupada esvazia a alma e o tempo. Não há
equilíbrio nas pontas, nos extremos, como escrevi no primeiro parágrafo deste texto.
E onde está o equilíbrio? Digo para você: em boas fases e em uma vida no seu ritmo. E completo: não é pleno,
vai e volta, como a onda do mar do bom marinheiro, como o desenho do ecocardiograma, que representa a vida, o
35pulsar do coração, sempre em expansão e contração, em movimento. [...]
Disponível em: <https://vidasimples.co/colunistas/mais-essencia-menos-excesso/>. Acesso em: 21 out. 2019. Adaptado.
De acordo com o texto, o que está por trás da síndrome de burnout?
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Mais essência, menos excesso
1Cansaço. Disposição. Peso. Leveza. Excesso. Essência. São palavras e sensações recorrentes. Estão nas
falas, nas conversas, nos textos, nas matérias. Nos sentimentos. São palavras opostas, representam sensações
extremas. E o equilíbrio está no centro.
Existem muitas teorias para encontrar o equilíbrio. Mas como colocar em prática? Eu estudo o comportamento
5humano por anos e confesso: não existe a receita ideal.
Estamos vivendo com o desejo em uma ponta e a nossa vida prática em outra. Desejamos a disposição, a
leveza, a essência e vivemos no cansaço, no peso, no excesso. Falo no plural porque comigo não é diferente. Eu
vivo este dilema, que, infelizmente, define o nosso tempo contemporâneo. [...]
Sei lidar com essas sensações e, até, evitá-las. Contudo, sou humana, imperfeita, em processo de evolução e,
10às vezes, perco a mão, caio no automático. Sou seduzida pelo meu propósito e produzo em excesso, pagando caro.
Como? Com ansiedade e deixando de sentir. Porque para sentir é preciso tempo e presença.
Como resolver isso? Limpando o excesso, fazendo devagar e sendo coerente com o que desejamos e com o
modo como vivemos. Colocando o nosso pensar, o nosso agir, o nosso sentir e a nossa ação na mesma direção.
Certamente não é fácil. É uma conquista individual. Mas me responda: está sendo fácil existir desta forma
15ansiosa e superlotada? Respondo por mim: não está.
Recentemente eu passei por uma fase puxada. Com uma imensa demanda de entregas e com uma sede de
performance perfeita. No olho do furacão, nem me lembrava do essencial: que eu não sou as minhas performances.
Elas fazem parte da minha trajetória, mas não são os únicos ingredientes que definem o meu valor. Eu sou muito
mais. No hoje, acredita-se que somos o quanto e o que fazemos. Caí nessa armadilha momentaneamente, depois
20passou. Já aconteceu isso com você?
Apesar de todos esses pesares, olho para trás e vejo que dei conta. Entreguei, mas não aproveitei o caminho. E
de que vale fazer uma viagem sem aproveitar a paisagem? Fui contra a minha essência e crenças. Perdi tempo de
qualidade com as pessoas que amo. Perdi silêncio. Perdi paz. Ou seja, paguei caro demais.
Dizem que mar calmo não faz bom marinheiro, não é? Mas o mar, no nosso contemporâneo, não está mesmo
25para peixe. Atendo não uma pessoa, mas muitas com síndrome de Burnout, adoecidas por
serem seduzidas pela idealização da perfeição e da produção a todo custo. Não vale a pena.
Após a tormenta, consigo ver as conquistas e também as perdas. Não me arrependo, pois arrependimentos são
para aqueles que não fazem. Mas aprendo e escolho recomeçar e fazer diferente quantas vezes for necessário.
Retomei o meu olhar para dentro e mais uma vez concluo que é preciso muita atenção para não perder a
30essência, e muita coragem para limpar o excesso.
O excesso de expectativa e de “tem que”, o vício de estar sempre ocupada esvazia a alma e o tempo. Não há
equilíbrio nas pontas, nos extremos, como escrevi no primeiro parágrafo deste texto.
E onde está o equilíbrio? Digo para você: em boas fases e em uma vida no seu ritmo. E completo: não é pleno,
vai e volta, como a onda do mar do bom marinheiro, como o desenho do ecocardiograma, que representa a vida, o
35pulsar do coração, sempre em expansão e contração, em movimento. [...]
Disponível em: <https://vidasimples.co/colunistas/mais-essencia-menos-excesso/>. Acesso em: 21 out. 2019. Adaptado.
Assinale a alternativa que contém a ideia central do texto.
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Analise as afirmativas a seguir e marque V para as verdadeiras e F para as falsas:
( ) As técnicas de escovação Stillman modificada, Charters e Bass são as mais indicadas.
( ) O teor ideal recomendado de flúor na água de abastecimento é de 0,6 a 0,8 nas cidades brasileiras.
( ) Na técnica de moldagem com silicona de condensação, realizam-se duas moldagens. Na primeira, utiliza-se a silicona pesada manipulada com a pasta catalisadora e, na segunda, utiliza-se a silicona fluida manipulada com a mesma pasta catalisadora.
( ) O principal objetivo da prótese odontológica é a reabilitação bucal, em todas as suas funções: estética, fonética e mastigação.
( ) No enfoque coletivo de prevenção de doenças bucais, utilizam-se: evidenciação de placa e escovação supervisionada, entre outras ações.
( ) No enfoque individual de prevenção de doenças bucais, utilizam-se palestras, teatros, escovação supervisionada, entre outras ações.
A alternativa que contém a sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
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Sobre materiais, equipamentos e instrumentos, pode-se afirmar:
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