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"Essa é uma importante questão______"
Assinale a alternativa em que todas as expressões completam corretamente a lacuna acima, de acordo com as normas de regência verbal.
Assinale a alternativa em que todas as expressões completam corretamente a lacuna acima, de acordo com as normas de regência verbal.
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Assinale C ou E conforme cada enunciado
abaixo esteja respectivamente certo ou errado
em relação à concordância do verbo destacado.
A seguir, assinale a sequência obtida.
( ) O relógio da catedral bateu dez horas. ( ) Choveram confetes durante a festa. ( ) Haviam muitos pontos importantes. ( ) Homologou-se a lista de intenções.
( ) O relógio da catedral bateu dez horas. ( ) Choveram confetes durante a festa. ( ) Haviam muitos pontos importantes. ( ) Homologou-se a lista de intenções.
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CAZO. Novo filme. Disponível <https://blogdoaftm.com.br/charge-novo-filme/>.
Na fala do personagem da charge acima, cada uma das formas verbais "derrote" e "aparecem", nessa ordem, indica:
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Assinale a alternativa cujas palavras preenchem
corretamente as lacunas a seguir, na mesma
ordem:
- Havia uma grande tendência ___suspender as aulas em função do feriado prolongado.
- Pedi ___ela que mantivesse____ más companhias afastadas, para sua segurança.
- Foi disparado um tiro___ queima-roupa, conforme foi relatado ___polícia técnica.
- Havia uma grande tendência ___suspender as aulas em função do feriado prolongado.
- Pedi ___ela que mantivesse____ más companhias afastadas, para sua segurança.
- Foi disparado um tiro___ queima-roupa, conforme foi relatado ___polícia técnica.
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“Não há nada na escrita. Tudo que você precisa
fazer é sentar-se diante da máquina de escrever
e sangrar." (Ernest Hemingway)
A expressão destacada no pensamento acima apresenta característica:
A expressão destacada no pensamento acima apresenta característica:
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- OrtografiaAcentuação GráficaProparoxítonas, Paraxítonas, Oxítonas e Hiatos
- OrtografiaGrafia e Emprego de Iniciais Maiúsculas
Assinale a alternativa em que todas as palavras
estão grafadas de acordo com as normas
vigentes em Língua Portuguesa.
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- SemânticaDenotação e Conotação
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de Linguagem
Assinale a alternativa cuja palavra destacada
está sendo empregada em sentido figurado.
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinadas Adverbial
- SemânticaSinônimos e Antônimos
- Interpretação de Textos
A velhinha e o celular
Era noite e eu costumava dormir cedo
naquela época. Já estava nos primeiros
preparativos para isso quando escutei que
batiam à porta. Eu não conhecia muita gente por
ali e imaginei que só podia ser a velhinha. De
vez em quando ela vinha pedir a minha ajuda
em alguma coisa. Por alguma razão, ela havia
simpatizado comigo. Talvez eu tenha mesmo a
aparência de bom moço. Costumo ser paciente
com os outros, provavelmente por saber que é
assim que eu preciso que os outros sejam
comigo. Só que não é sempre que estou de boa
vontade. Essa velhinha já havia batido à minha
porta em horas inoportunas. Nunca deixei de
atender, mas foi ao custo de muito domínio
próprio que escondi o meu incômodo.
(...) Como em noites anteriores, ela me
estendeu o seu celular. Um modelo
antiquíssimo, desses que só servem para
telefonar e mandar mensagem. Para a velhinha,
eu representava a geração Z, aquela gente que
já nasceu conectada e que entende tudo sobre
tecnologia. Os óculos, de certo, completavam
essa impressão. Mas a verdade é que eu pouco
entendo desse mundo, mal consigo lidar com o
meu próprio celular. Muitas vezes já aconteceu
de me passarem o celular para ver se eu resolvia
algum problema e eu devolver sem ter
conseguido absolutamente nada. A sorte é que o
problema da velhinha era mais fácil.
Ora, ela apenas não estava conseguindo
ligar o dito cujo. Não era a primeira vez que isso
acontecia, ela imaginava que fosse algum
problema do celular, que tivesse estragado ou
algo do tipo. Mas eu peguei o celular e, como
das outras vezes, segurei o botão de ligar por
alguns segundos, até que ele desse algum sinal
de vida. Não demorou e uma imagem apareceu
na tela, comprovando o sucesso do meu
método. Eu era jovem e não podia entender
como é que alguém não conseguia ligar o celular. Uma vez, vá lá. Mas eu já havia
explicado para a velhinha várias vezes como é
que se faz para ligar um celular, e ela sempre
voltava, e sempre achava que o problema era o
celular.
(...) Devolvido o celular, ela me
agradeceu, com exagero, deu boa noite e voltou
para casa. Talvez nós nos víssemos novamente
na noite seguinte.
FENDRICH, Henrique. A velhinha e o celular. Escotilha.
Disponível em
<https://escotilha.com.br/cronicas/henriquefendrich/velhinha-e-o-celular/>.
A palavra destacada no trecho acima apresenta o sentido de:
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A velhinha e o celular
Era noite e eu costumava dormir cedo
naquela época. Já estava nos primeiros
preparativos para isso quando escutei que
batiam à porta. Eu não conhecia muita gente por
ali e imaginei que só podia ser a velhinha. De
vez em quando ela vinha pedir a minha ajuda
em alguma coisa. Por alguma razão, ela havia
simpatizado comigo. Talvez eu tenha mesmo a
aparência de bom moço. Costumo ser paciente
com os outros, provavelmente por saber que é
assim que eu preciso que os outros sejam
comigo. Só que não é sempre que estou de boa
vontade. Essa velhinha já havia batido à minha
porta em horas inoportunas. Nunca deixei de
atender, mas foi ao custo de muito domínio
próprio que escondi o meu incômodo.
(...) Como em noites anteriores, ela me
estendeu o seu celular. Um modelo
antiquíssimo, desses que só servem para
telefonar e mandar mensagem. Para a velhinha,
eu representava a geração Z, aquela gente que
já nasceu conectada e que entende tudo sobre
tecnologia. Os óculos, de certo, completavam
essa impressão. Mas a verdade é que eu pouco
entendo desse mundo, mal consigo lidar com o
meu próprio celular. Muitas vezes já aconteceu
de me passarem o celular para ver se eu resolvia
algum problema e eu devolver sem ter
conseguido absolutamente nada. A sorte é que o
problema da velhinha era mais fácil.
Ora, ela apenas não estava conseguindo
ligar o dito cujo. Não era a primeira vez que isso
acontecia, ela imaginava que fosse algum
problema do celular, que tivesse estragado ou
algo do tipo. Mas eu peguei o celular e, como
das outras vezes, segurei o botão de ligar por
alguns segundos, até que ele desse algum sinal
de vida. Não demorou e uma imagem apareceu
na tela, comprovando o sucesso do meu
método. Eu era jovem e não podia entender
como é que alguém não conseguia ligar o celular. Uma vez, vá lá. Mas eu já havia
explicado para a velhinha várias vezes como é
que se faz para ligar um celular, e ela sempre
voltava, e sempre achava que o problema era o
celular.
(...) Devolvido o celular, ela me
agradeceu, com exagero, deu boa noite e voltou
para casa. Talvez nós nos víssemos novamente
na noite seguinte.
FENDRICH, Henrique. A velhinha e o celular. Escotilha.
Disponível em
<https://escotilha.com.br/cronicas/henriquefendrich/velhinha-e-o-celular/>.
"Essa velhinha já havia batido à minha porta em horas inoportunas."
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
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A velhinha e o celular
Era noite e eu costumava dormir cedo
naquela época. Já estava nos primeiros
preparativos para isso quando escutei que
batiam à porta. Eu não conhecia muita gente por
ali e imaginei que só podia ser a velhinha. De
vez em quando ela vinha pedir a minha ajuda
em alguma coisa. Por alguma razão, ela havia
simpatizado comigo. Talvez eu tenha mesmo a
aparência de bom moço. Costumo ser paciente
com os outros, provavelmente por saber que é
assim que eu preciso que os outros sejam
comigo. Só que não é sempre que estou de boa
vontade. Essa velhinha já havia batido à minha
porta em horas inoportunas. Nunca deixei de
atender, mas foi ao custo de muito domínio
próprio que escondi o meu incômodo.
(...) Como em noites anteriores, ela me
estendeu o seu celular. Um modelo
antiquíssimo, desses que só servem para
telefonar e mandar mensagem. Para a velhinha,
eu representava a geração Z, aquela gente que
já nasceu conectada e que entende tudo sobre
tecnologia. Os óculos, de certo, completavam
essa impressão. Mas a verdade é que eu pouco
entendo desse mundo, mal consigo lidar com o
meu próprio celular. Muitas vezes já aconteceu
de me passarem o celular para ver se eu resolvia
algum problema e eu devolver sem ter
conseguido absolutamente nada. A sorte é que o
problema da velhinha era mais fácil.
Ora, ela apenas não estava conseguindo
ligar o dito cujo. Não era a primeira vez que isso
acontecia, ela imaginava que fosse algum
problema do celular, que tivesse estragado ou
algo do tipo. Mas eu peguei o celular e, como
das outras vezes, segurei o botão de ligar por
alguns segundos, até que ele desse algum sinal
de vida. Não demorou e uma imagem apareceu
na tela, comprovando o sucesso do meu
método. Eu era jovem e não podia entender
como é que alguém não conseguia ligar o celular. Uma vez, vá lá. Mas eu já havia
explicado para a velhinha várias vezes como é
que se faz para ligar um celular, e ela sempre
voltava, e sempre achava que o problema era o
celular.
(...) Devolvido o celular, ela me
agradeceu, com exagero, deu boa noite e voltou
para casa. Talvez nós nos víssemos novamente
na noite seguinte.
FENDRICH, Henrique. A velhinha e o celular. Escotilha.
Disponível em
<https://escotilha.com.br/cronicas/henriquefendrich/velhinha-e-o-celular/>.
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