Foram encontradas 50 questões.
- Aspectos Gerais da Comunicação OficialPrincípios da Redação Oficial
- Manual de Redação da Presidência da República
"A concisão é antes uma qualidade do que uma
característica do texto oficial. Conciso é o texto
que consegue transmitir o máximo de
informações com o mínimo de palavras."
(Manual de Redação da Presidência da
República)
De acordo com a descrição acima, que ação deve ser realizada para que um texto seja conciso?
De acordo com a descrição acima, que ação deve ser realizada para que um texto seja conciso?
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Assinale a alternativa cujas palavras preenchem
corretamente as lacunas a seguir, na mesma
ordem, de acordo com as normas da redação
oficial.
- Envio-lhe __________ a cópia do testamento.
- Seguem __________ ao formulário os comprovantes de depósito judicial.
- Todas as faturas seguiram __________ ao processo. ,
- __________ vai o prontuário solicitado por V.Sa.
- Envio-lhe __________ a cópia do testamento.
- Seguem __________ ao formulário os comprovantes de depósito judicial.
- Todas as faturas seguiram __________ ao processo. ,
- __________ vai o prontuário solicitado por V.Sa.
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CAZO. Roubo de celulares. Disponível em .<https://blogdoaftm.com.br/charge-roubo-de-celulares2/>.
Na oração "hoje em dia a vida está no celular", utilizada na charge acima, é correto afirmar que:
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Assinale a alternativa cujo elemento destacado
faz referência a algo apresentado
posteriormente no enunciado.
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"Ah! A literatura ou me mata ou me dá o que
peço dela." (Lima Barreto)
Assinale a alternativa que apresenta uma análise correta da palavra destacada no pensamento acima.
Assinale a alternativa que apresenta uma análise correta da palavra destacada no pensamento acima.
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Assinale a alternativa em que todas as palavras
estão grafadas de acordo com as normas
vigentes em Língua Portuguesa.
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- SemânticaDenotação e Conotação
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de Linguagem
Assinale a alternativa cuja palavra destacada
está sendo empregada em sentido figurado.
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Brevíssima história da humanidade
O curso de nossa história como espécie
foi moldado, e continua sendo, por revoluções
agudas provocadas por descobertas ou
invenções. É abstrato pensar sobre isso, mas
muito interessante de imaginar. Como
chegamos até aqui? O que viemos fazer neste
planeta? Quando julgamos estar apartados de
tudo que vive, ocupando o lugar de donos do
mundo?
A primeira grande revolução humana foi
a agrícola. Fomos forjados, através da seleção
natural, para sermos animais nômades,
explorando os recursos naturais para
sobrevivermos. A natureza oferecia alimento,
água, sombra e abrigo. Mas, queríamos mais.
Então aprendemos a manipular ferramentas
simples ao nosso favor e graças à posição de
nosso polegar. Sim, a possibilidade de realizar
movimento de pinça com os dedos fez toda a
diferença. O tamanho do cérebro aumentou e
por consequência a cognição. Descobrimos o
fogo, manipulamos a vida ao nosso redor.
Nossos neurônios estabeleceram conexões
ainda inéditas, criamos linguagens capazes de
transmitir os conhecimentos adquiridos, agrupamo-nos e domesticamos animais e
plantas. Entendemos os ciclos, reproduzimos a
vida natural, tomamos consciência de nossa
existência. (...)
Inventamos maneiras de comunicação
cada vez mais rápidas, a revolução tecnológica
em curso molda mais uma vez nossa maneira de
viver. Somos os seres humanos pós-modernos,
tecnológicos, digitais, virtuais. Inventamos a
inteligência artificial e viramos seus reféns.
Vivemos sob a ameaça do fim, sob a batuta do
consumo desenfreado, ainda que parte de nós
lute para conseguir o mínimo. As
consequências de tudo que foi feito batem à
nossa porta. Nessa era denominada
Antropoceno, o que prevalece são as coisas construídas; as marcas do homem arranham
tudo.
O que virá depois? Ou talvez a pergunta
seja: haverá depois? A possibilidade de
retroceder em nome da saúde planetária existe?
Amargaremos num futuro próximo as distopias
pensadas na ficção? Poderemos controlar a
sanha destruidora de nossa espécie? Nunca é
demais lembrar que não temos para onde ir.
PAIXÃO, Júnia. Brevíssima história da humanidade.
Escritor brasileiro. Disponível em.<https://escritorbrasileiro.com.br/cronica/brevissimahistoria-da-humanidade/>.
Assinale a alternativa cuja forma reescrita do trecho acima altera o seu significado básico original.
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Brevíssima história da humanidade
O curso de nossa história como espécie
foi moldado, e continua sendo, por revoluções
agudas provocadas por descobertas ou
invenções. É abstrato pensar sobre isso, mas
muito interessante de imaginar. Como
chegamos até aqui? O que viemos fazer neste
planeta? Quando julgamos estar apartados de
tudo que vive, ocupando o lugar de donos do
mundo?
A primeira grande revolução humana foi
a agrícola. Fomos forjados, através da seleção
natural, para sermos animais nômades,
explorando os recursos naturais para
sobrevivermos. A natureza oferecia alimento,
água, sombra e abrigo. Mas, queríamos mais.
Então aprendemos a manipular ferramentas
simples ao nosso favor e graças à posição de
nosso polegar. Sim, a possibilidade de realizar
movimento de pinça com os dedos fez toda a
diferença. O tamanho do cérebro aumentou e
por consequência a cognição. Descobrimos o
fogo, manipulamos a vida ao nosso redor.
Nossos neurônios estabeleceram conexões
ainda inéditas, criamos linguagens capazes de
transmitir os conhecimentos adquiridos, agrupamo-nos e domesticamos animais e
plantas. Entendemos os ciclos, reproduzimos a
vida natural, tomamos consciência de nossa
existência. (...)
Inventamos maneiras de comunicação
cada vez mais rápidas, a revolução tecnológica
em curso molda mais uma vez nossa maneira de
viver. Somos os seres humanos pós-modernos,
tecnológicos, digitais, virtuais. Inventamos a
inteligência artificial e viramos seus reféns.
Vivemos sob a ameaça do fim, sob a batuta do
consumo desenfreado, ainda que parte de nós
lute para conseguir o mínimo. As
consequências de tudo que foi feito batem à
nossa porta. Nessa era denominada
Antropoceno, o que prevalece são as coisas construídas; as marcas do homem arranham
tudo.
O que virá depois? Ou talvez a pergunta
seja: haverá depois? A possibilidade de
retroceder em nome da saúde planetária existe?
Amargaremos num futuro próximo as distopias
pensadas na ficção? Poderemos controlar a
sanha destruidora de nossa espécie? Nunca é
demais lembrar que não temos para onde ir.
PAIXÃO, Júnia. Brevíssima história da humanidade.
Escritor brasileiro. Disponível em.<https://escritorbrasileiro.com.br/cronica/brevissimahistoria-da-humanidade/>.
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Brevíssima história da humanidade
O curso de nossa história como espécie
foi moldado, e continua sendo, por revoluções
agudas provocadas por descobertas ou
invenções. É abstrato pensar sobre isso, mas
muito interessante de imaginar. Como
chegamos até aqui? O que viemos fazer neste
planeta? Quando julgamos estar apartados de
tudo que vive, ocupando o lugar de donos do
mundo?
A primeira grande revolução humana foi
a agrícola. Fomos forjados, através da seleção
natural, para sermos animais nômades,
explorando os recursos naturais para
sobrevivermos. A natureza oferecia alimento,
água, sombra e abrigo. Mas, queríamos mais.
Então aprendemos a manipular ferramentas
simples ao nosso favor e graças à posição de
nosso polegar. Sim, a possibilidade de realizar
movimento de pinça com os dedos fez toda a
diferença. O tamanho do cérebro aumentou e
por consequência a cognição. Descobrimos o
fogo, manipulamos a vida ao nosso redor.
Nossos neurônios estabeleceram conexões
ainda inéditas, criamos linguagens capazes de
transmitir os conhecimentos adquiridos, agrupamo-nos e domesticamos animais e
plantas. Entendemos os ciclos, reproduzimos a
vida natural, tomamos consciência de nossa
existência. (...)
Inventamos maneiras de comunicação
cada vez mais rápidas, a revolução tecnológica
em curso molda mais uma vez nossa maneira de
viver. Somos os seres humanos pós-modernos,
tecnológicos, digitais, virtuais. Inventamos a
inteligência artificial e viramos seus reféns.
Vivemos sob a ameaça do fim, sob a batuta do
consumo desenfreado, ainda que parte de nós
lute para conseguir o mínimo. As
consequências de tudo que foi feito batem à
nossa porta. Nessa era denominada
Antropoceno, o que prevalece são as coisas construídas; as marcas do homem arranham
tudo.
O que virá depois? Ou talvez a pergunta
seja: haverá depois? A possibilidade de
retroceder em nome da saúde planetária existe?
Amargaremos num futuro próximo as distopias
pensadas na ficção? Poderemos controlar a
sanha destruidora de nossa espécie? Nunca é
demais lembrar que não temos para onde ir.
PAIXÃO, Júnia. Brevíssima história da humanidade.
Escritor brasileiro. Disponível em.<https://escritorbrasileiro.com.br/cronica/brevissimahistoria-da-humanidade/>.
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