Foram encontradas 50 questões.
Estabeleça a relação entre os pronomes de
tratamento e os cargos/situações a que cada um
se refere na comunicação oficial. A seguir,
assinale a sequência correta obtida.
(1) Vossa Excelência (2) Vossa Senhoria (3) Vossa Reverendíssima (4) Vossa Magnificência
( ) Autoridades menores e tratamento formal ( ) Autoridades religiosas ( ) Altas autoridades ( ) Reitores de universidades
(1) Vossa Excelência (2) Vossa Senhoria (3) Vossa Reverendíssima (4) Vossa Magnificência
( ) Autoridades menores e tratamento formal ( ) Autoridades religiosas ( ) Altas autoridades ( ) Reitores de universidades
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CAZO. Negócios e oportunidades. Disponível em
<https://blogdoaftm.com.br/charge-negocios-eoportunidades-4/>.
O elemento "aqui", presente no enunciado "Anuncie aqui", utilizado na charge acima, estabelece referência:
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- Aspectos Gerais da Comunicação OficialPrincípios da Redação Oficial
- Manual de Redação da Presidência da República
Assinale a alternativa cujas palavras preenchem
corretamente as lacunas a seguir:
"A finalidade básica da redação oficial é comunicar com ____e máxima _____, impondo certos parâmetros ao uso que se faz da língua, de maneira ______ daquele da literatura, do texto jornalístico, da correspondência particular."
"A finalidade básica da redação oficial é comunicar com ____e máxima _____, impondo certos parâmetros ao uso que se faz da língua, de maneira ______ daquele da literatura, do texto jornalístico, da correspondência particular."
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Assinale a alternativa cuja palavra destacada
apresenta natureza adjetiva, qualificando um
ser mencionado na frase.
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Assinale a alternativa cujas formas verbais
completam corretamente as lacunas abaixo, na
mesma ordem, de acordo com a norma-padrão.
-Vai dar certo se eles ______à reunião - Estarei aqui quando você se_____ -Quando _____para vocês, eu aceito o acordo.
-Vai dar certo se eles ______à reunião - Estarei aqui quando você se_____ -Quando _____para vocês, eu aceito o acordo.
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Assinale a alternativa em que o sujeito
correspondente à forma verbal destacada é
indeterminado.
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"Ouviram do Ipiranga as margens plácidas
De um povo heroico o brado retumbante" (Hino Nacional Brasileiro)
Sabendo-se que a ordem direta dos versos acima é "As margens plácidas do Ipiranga ouviram o brado retumbante de um povo heroico", qual é a figura de linguagem que corresponde a essa inversão dos termos?
De um povo heroico o brado retumbante" (Hino Nacional Brasileiro)
Sabendo-se que a ordem direta dos versos acima é "As margens plácidas do Ipiranga ouviram o brado retumbante de um povo heroico", qual é a figura de linguagem que corresponde a essa inversão dos termos?
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- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “que”
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinadas Adverbial
Não tenho medo de avião
Acho avião uma criatura muito
simpática - me parece um golfinho metálico, de
óculos escuros, com enormes nadadeiras e uma
barbatana retardatária, lá na cauda.
Tampouco tenho medo de voar.
Meu medo é justamente que, em algum
momento entre a decolagem e o pouso, ele não
voe.
Toda véspera de voo, vem esse
sobressalto: e se...
Sim, já trabalhei isso na análise. Era
culpa. A queda seria a punição por eu estar me
divertindo (mesmo que a viagem seja a
trabalho), gastando dinheiro à toa (mesmo que
a passagem seja paga pelo patrão, pelo cliente
ou cortesia da companhia aérea).
Meu id e meu ego entenderam
perfeitamente e se puseram de acordo. О
problema sempre foi o superego, que
invariavelmente pedia para ir ao banheiro
quando esse assunto vinha à tona - e se
escafedia no meio da sessão.
Tirando uma vez, num voo da Pluna
para Madri, em que meu assento não existia (e
uma comissária teve que ir em pé para que eu
pudesse me sentar) e um aguaceiro (certamente
condensação de ar condicionado) desabou
sobre minha cabeça, e me fez cruzar o Atlântico
mais encharcado do que se tivesse ido a nado.
(...)
Tirando isso -e alguns outros
perrengues de menor porte - nunca tive motivos
para ter medo de fazer check-in, afivelar os
cintos, etc. Mas não deixo de ter vontade de
fazer algum comentário que, caso ocorra o pior,
possa ser interpretado como "Nossa, era um
pressentimento!". (...)
Se na hora em que você estiver lendo
este texto (...) eu já tiver desembarcado em Congonhas, são e salvo, terá sido um texto
como qualquer outro. Caso contrário, não
faltará quem diga "Gente, parece que ele
sabia!".
Não, não sabia. A gente quase que nada
sabe - mas desconfia de muita coisa, como
escreveu Guimarães Rosa.
AFFONSO, Eduardo. Não tenho medo de avião. Veja
Rio. Disponível em
<https://vejario.abril.com.br/coluna/lu-lacerda/cronicapor-eduardo-affonso-nao-tenho-medo-de-aviao/>.
Assinale a alternativa cujos elementos preenchem corretamente as lacunas a seguir, na mesma ordem, em relação à análise da locução destacada acima:
A locução pode ser substituída adequadamente por "___", e introduz uma oração de valor _____com o sentido de______
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Não tenho medo de avião
Acho avião uma criatura muito
simpática - me parece um golfinho metálico, de
óculos escuros, com enormes nadadeiras e uma
barbatana retardatária, lá na cauda.
Tampouco tenho medo de voar.
Meu medo é justamente que, em algum
momento entre a decolagem e o pouso, ele não
voe.
Toda véspera de voo, vem esse
sobressalto: e se...
Sim, já trabalhei isso na análise. Era
culpa. A queda seria a punição por eu estar me
divertindo (mesmo que a viagem seja a
trabalho), gastando dinheiro à toa (mesmo que
a passagem seja paga pelo patrão, pelo cliente
ou cortesia da companhia aérea).
Meu id e meu ego entenderam
perfeitamente e se puseram de acordo. О
problema sempre foi o superego, que
invariavelmente pedia para ir ao banheiro
quando esse assunto vinha à tona - e se
escafedia no meio da sessão.
Tirando uma vez, num voo da Pluna
para Madri, em que meu assento não existia (e
uma comissária teve que ir em pé para que eu
pudesse me sentar) e um aguaceiro (certamente
condensação de ar condicionado) desabou
sobre minha cabeça, e me fez cruzar o Atlântico
mais encharcado do que se tivesse ido a nado.
(...)
Tirando isso -e alguns outros
perrengues de menor porte - nunca tive motivos
para ter medo de fazer check-in, afivelar os
cintos, etc. Mas não deixo de ter vontade de
fazer algum comentário que, caso ocorra o pior,
possa ser interpretado como "Nossa, era um
pressentimento!". (...)
Se na hora em que você estiver lendo
este texto (...) eu já tiver desembarcado em Congonhas, são e salvo, terá sido um texto
como qualquer outro. Caso contrário, não
faltará quem diga "Gente, parece que ele
sabia!".
Não, não sabia. A gente quase que nada
sabe - mas desconfia de muita coisa, como
escreveu Guimarães Rosa.
AFFONSO, Eduardo. Não tenho medo de avião. Veja
Rio. Disponível em
<https://vejario.abril.com.br/coluna/lu-lacerda/cronicapor-eduardo-affonso-nao-tenho-medo-de-aviao/>.
"O problema sempre foi o superego, que (...) se escafedia no meio da sessão.
A expressão empregada no trecho acima é sinônima de:
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- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Retos
- Interpretação de TextosTipologia e Gênero Textual
Não tenho medo de avião
Acho avião uma criatura muito
simpática - me parece um golfinho metálico, de
óculos escuros, com enormes nadadeiras e uma
barbatana retardatária, lá na cauda.
Tampouco tenho medo de voar.
Meu medo é justamente que, em algum
momento entre a decolagem e o pouso, ele não
voe.
Toda véspera de voo, vem esse
sobressalto: e se...
Sim, já trabalhei isso na análise. Era
culpa. A queda seria a punição por eu estar me
divertindo (mesmo que a viagem seja a
trabalho), gastando dinheiro à toa (mesmo que
a passagem seja paga pelo patrão, pelo cliente
ou cortesia da companhia aérea).
Meu id e meu ego entenderam
perfeitamente e se puseram de acordo. О
problema sempre foi o superego, que
invariavelmente pedia para ir ao banheiro
quando esse assunto vinha à tona - e se
escafedia no meio da sessão.
Tirando uma vez, num voo da Pluna
para Madri, em que meu assento não existia (e
uma comissária teve que ir em pé para que eu
pudesse me sentar) e um aguaceiro (certamente
condensação de ar condicionado) desabou
sobre minha cabeça, e me fez cruzar o Atlântico
mais encharcado do que se tivesse ido a nado.
(...)
Tirando isso -e alguns outros
perrengues de menor porte - nunca tive motivos
para ter medo de fazer check-in, afivelar os
cintos, etc. Mas não deixo de ter vontade de
fazer algum comentário que, caso ocorra o pior,
possa ser interpretado como "Nossa, era um
pressentimento!". (...)
Se na hora em que você estiver lendo
este texto (...) eu já tiver desembarcado em Congonhas, são e salvo, terá sido um texto
como qualquer outro. Caso contrário, não
faltará quem diga "Gente, parece que ele
sabia!".
Não, não sabia. A gente quase que nada
sabe - mas desconfia de muita coisa, como
escreveu Guimarães Rosa.
AFFONSO, Eduardo. Não tenho medo de avião. Veja
Rio. Disponível em
<https://vejario.abril.com.br/coluna/lu-lacerda/cronicapor-eduardo-affonso-nao-tenho-medo-de-aviao/>.
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