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Foram encontradas 40 questões.

4175227 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Taiúva-SP
"Essa é uma importante questão______"  
Assinale a alternativa em que todas as expressões completam corretamente a lacuna acima, de acordo com as normas de regência verbal.
 

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4175226 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Taiúva-SP
Assinale C ou E conforme cada enunciado abaixo esteja respectivamente certo ou errado em relação à concordância do verbo destacado. A seguir, assinale a sequência obtida.

( ) O relógio da catedral bateu dez horas. ( ) Choveram confetes durante a festa. ( ) Haviam muitos pontos importantes. ( ) Homologou-se a lista de intenções.
 

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4175225 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Taiúva-SP
Enunciado 4734060-1

CAZO. Novo filme. Disponível <https://blogdoaftm.com.br/charge-novo-filme/>.


Na fala do personagem da charge acima, cada uma das formas verbais "derrote" e "aparecem", nessa ordem, indica:
 

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4175224 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Taiúva-SP
Assinale a alternativa cujas palavras preenchem corretamente as lacunas a seguir, na mesma ordem:

- Havia uma grande tendência ___suspender as aulas em função do feriado prolongado.
- Pedi ___ela que mantivesse____ más companhias afastadas, para sua segurança.
- Foi disparado um tiro___ queima-roupa, conforme foi relatado ___polícia técnica.
 

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4175223 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Taiúva-SP
“Não há nada na escrita. Tudo que você precisa fazer é sentar-se diante da máquina de escrever e sangrar." (Ernest Hemingway)
A expressão destacada no pensamento acima apresenta característica:
 

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4175222 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Taiúva-SP
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas de acordo com as normas vigentes em Língua Portuguesa.
 

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4175221 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Taiúva-SP
Assinale a alternativa cuja palavra destacada está sendo empregada em sentido figurado.
 

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4175220 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Taiúva-SP
A velhinha e o celular
     Era noite e eu costumava dormir cedo naquela época. Já estava nos primeiros preparativos para isso quando escutei que batiam à porta. Eu não conhecia muita gente por ali e imaginei que só podia ser a velhinha. De vez em quando ela vinha pedir a minha ajuda em alguma coisa. Por alguma razão, ela havia simpatizado comigo. Talvez eu tenha mesmo a aparência de bom moço. Costumo ser paciente com os outros, provavelmente por saber que é assim que eu preciso que os outros sejam comigo. Só que não é sempre que estou de boa vontade. Essa velhinha já havia batido à minha porta em horas inoportunas. Nunca deixei de atender, mas foi ao custo de muito domínio próprio que escondi o meu incômodo.
     (...) Como em noites anteriores, ela me estendeu o seu celular. Um modelo antiquíssimo, desses que só servem para telefonar e mandar mensagem. Para a velhinha, eu representava a geração Z, aquela gente que já nasceu conectada e que entende tudo sobre tecnologia. Os óculos, de certo, completavam essa impressão. Mas a verdade é que eu pouco entendo desse mundo, mal consigo lidar com o meu próprio celular. Muitas vezes já aconteceu de me passarem o celular para ver se eu resolvia algum problema e eu devolver sem ter conseguido absolutamente nada. A sorte é que o problema da velhinha era mais fácil.
     Ora, ela apenas não estava conseguindo ligar o dito cujo. Não era a primeira vez que isso acontecia, ela imaginava que fosse algum problema do celular, que tivesse estragado ou algo do tipo. Mas eu peguei o celular e, como das outras vezes, segurei o botão de ligar por alguns segundos, até que ele desse algum sinal de vida. Não demorou e uma imagem apareceu na tela, comprovando o sucesso do meu método. Eu era jovem e não podia entender como é que alguém não conseguia ligar o celular. Uma vez, vá lá. Mas eu já havia explicado para a velhinha várias vezes como é que se faz para ligar um celular, e ela sempre voltava, e sempre achava que o problema era o celular.
     (...) Devolvido o celular, ela me agradeceu, com exagero, deu boa noite e voltou para casa. Talvez nós nos víssemos novamente na noite seguinte.
FENDRICH, Henrique. A velhinha e o celular. Escotilha.
Disponível em
<https://escotilha.com.br/cronicas/henriquefendrich/velhinha-e-o-celular/>.
"Muitas vezes já aconteceu de me passarem o celular para ver se eu resolvia algum problema"”
A palavra destacada no trecho acima apresenta o sentido de:
 

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4175219 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Taiúva-SP
A velhinha e o celular
     Era noite e eu costumava dormir cedo naquela época. Já estava nos primeiros preparativos para isso quando escutei que batiam à porta. Eu não conhecia muita gente por ali e imaginei que só podia ser a velhinha. De vez em quando ela vinha pedir a minha ajuda em alguma coisa. Por alguma razão, ela havia simpatizado comigo. Talvez eu tenha mesmo a aparência de bom moço. Costumo ser paciente com os outros, provavelmente por saber que é assim que eu preciso que os outros sejam comigo. Só que não é sempre que estou de boa vontade. Essa velhinha já havia batido à minha porta em horas inoportunas. Nunca deixei de atender, mas foi ao custo de muito domínio próprio que escondi o meu incômodo.
     (...) Como em noites anteriores, ela me estendeu o seu celular. Um modelo antiquíssimo, desses que só servem para telefonar e mandar mensagem. Para a velhinha, eu representava a geração Z, aquela gente que já nasceu conectada e que entende tudo sobre tecnologia. Os óculos, de certo, completavam essa impressão. Mas a verdade é que eu pouco entendo desse mundo, mal consigo lidar com o meu próprio celular. Muitas vezes já aconteceu de me passarem o celular para ver se eu resolvia algum problema e eu devolver sem ter conseguido absolutamente nada. A sorte é que o problema da velhinha era mais fácil.
     Ora, ela apenas não estava conseguindo ligar o dito cujo. Não era a primeira vez que isso acontecia, ela imaginava que fosse algum problema do celular, que tivesse estragado ou algo do tipo. Mas eu peguei o celular e, como das outras vezes, segurei o botão de ligar por alguns segundos, até que ele desse algum sinal de vida. Não demorou e uma imagem apareceu na tela, comprovando o sucesso do meu método. Eu era jovem e não podia entender como é que alguém não conseguia ligar o celular. Uma vez, vá lá. Mas eu já havia explicado para a velhinha várias vezes como é que se faz para ligar um celular, e ela sempre voltava, e sempre achava que o problema era o celular.
     (...) Devolvido o celular, ela me agradeceu, com exagero, deu boa noite e voltou para casa. Talvez nós nos víssemos novamente na noite seguinte.
FENDRICH, Henrique. A velhinha e o celular. Escotilha.
Disponível em
<https://escotilha.com.br/cronicas/henriquefendrich/velhinha-e-o-celular/>.

"Essa velhinha já havia batido à minha porta em horas inoportunas."

A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:

 

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4175218 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Taiúva-SP
A velhinha e o celular
     Era noite e eu costumava dormir cedo naquela época. Já estava nos primeiros preparativos para isso quando escutei que batiam à porta. Eu não conhecia muita gente por ali e imaginei que só podia ser a velhinha. De vez em quando ela vinha pedir a minha ajuda em alguma coisa. Por alguma razão, ela havia simpatizado comigo. Talvez eu tenha mesmo a aparência de bom moço. Costumo ser paciente com os outros, provavelmente por saber que é assim que eu preciso que os outros sejam comigo. Só que não é sempre que estou de boa vontade. Essa velhinha já havia batido à minha porta em horas inoportunas. Nunca deixei de atender, mas foi ao custo de muito domínio próprio que escondi o meu incômodo.
     (...) Como em noites anteriores, ela me estendeu o seu celular. Um modelo antiquíssimo, desses que só servem para telefonar e mandar mensagem. Para a velhinha, eu representava a geração Z, aquela gente que já nasceu conectada e que entende tudo sobre tecnologia. Os óculos, de certo, completavam essa impressão. Mas a verdade é que eu pouco entendo desse mundo, mal consigo lidar com o meu próprio celular. Muitas vezes já aconteceu de me passarem o celular para ver se eu resolvia algum problema e eu devolver sem ter conseguido absolutamente nada. A sorte é que o problema da velhinha era mais fácil.
     Ora, ela apenas não estava conseguindo ligar o dito cujo. Não era a primeira vez que isso acontecia, ela imaginava que fosse algum problema do celular, que tivesse estragado ou algo do tipo. Mas eu peguei o celular e, como das outras vezes, segurei o botão de ligar por alguns segundos, até que ele desse algum sinal de vida. Não demorou e uma imagem apareceu na tela, comprovando o sucesso do meu método. Eu era jovem e não podia entender como é que alguém não conseguia ligar o celular. Uma vez, vá lá. Mas eu já havia explicado para a velhinha várias vezes como é que se faz para ligar um celular, e ela sempre voltava, e sempre achava que o problema era o celular.
     (...) Devolvido o celular, ela me agradeceu, com exagero, deu boa noite e voltou para casa. Talvez nós nos víssemos novamente na noite seguinte.
FENDRICH, Henrique. A velhinha e o celular. Escotilha.
Disponível em
<https://escotilha.com.br/cronicas/henriquefendrich/velhinha-e-o-celular/>.
O texto "A velhinha e o сelular" é predominantemente:
 

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