Foram encontradas 50 questões.
Observe a imagem a seguir para responder à questão.

( ) A forma verbal haverá está conjugada no futuro do presente do modo indicativo.
( ) A forma verbal passar, no contexto do texto, está conjugada no futuro do subjuntivo.
( ) As formas verbais haverá e passar, no contexto do texto, pertencem ao mesmo modo verbal.
( ) A forma verbal passar expressa uma condição para a realização da ação indicada por haverá.
( ) A forma verbal haverá está conjugada no futuro do presente do modo subjuntivo.
Após análise, conclui-se que a sequência correta é:
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Observe a imagem a seguir para responder à questão.

"Não haverá borboletas se a vida não passar por longas e silenciosas metamorfoses." (Rubem Alves)
Analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para as verdadeiro ou (F) para falso.
( ) O trecho constitui um período composto, pois apresenta duas orações.
( ) O trecho "Não haverá borboletas" corresponde à oração principal do período.
( ) A oração "se a vida não passar por longas e silenciosas metamorfoses" é independente da oração principal e não estabelece relação de sentido com ela.
( ) Se o texto fosse reescrito apenas como "Não haverá borboletas.", teríamos um período simples.
( ) A oração "se a vida não passar por longas e silenciosas metamorfoses" é uma oração absoluta.
Após análise, conclui-se que a sequência correta é:
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- MorfologiaAdjetivos
- MorfologiaSubstantivos
- SemânticaSinônimos e Antônimos
- SemânticaDenotação e Conotação
- Interpretação de Textos
Observe a imagem a seguir para responder à questão.

( ) Dentro do contexto do texto, a palavra “metamorfoses” pode ser substituída por “transformações” sem prejuízo significativo de sentido.
( ) A palavra “silenciosas” tem como antônimo, no contexto, a palavra “barulhentas”.
( ) A substituição da palavra “longas” por “breves” mantém o mesmo sentido do texto.
( ) No texto, “vida e borboletas” estabelecem uma relação de antonímia.
( ) Dentro do contexto do texto, a palavra “metamorfoses” restringe-se ao seu significado dicionarizado, sem contribuir para a construção de um sentido figurado ou simbólico.
Após análise, conclui-se que a sequência correta é:
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Observe a imagem a seguir para responder à questão.

“Não quero saber como as coisas se comportam. Quero inventar comportamento para as coisas.”
Considerando o sentido global do texto e o destaque dado à expressão “Quero inventar”, é correto afirmar que o eu enunciador:
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- SintaxeTermos Acessórios e Independentes
- MorfologiaAdvérbios
- MorfologiaSubstantivos
- SemânticaSinônimos e Antônimos
- Interpretação de Textos
Observe a imagem a seguir para responder à questão.

( ) A palavra “não” é um advérbio de negação, pois exprime uma circunstância de negação ao incidir sobre o verbo quero.
( ) Se o advérbio “não” fosse retirado do texto, o sentido do primeiro período permaneceria inalterado.
( ) No contexto do Texto III, o advérbio “não” contribui para estabelecer a oposição entre o desejo de apenas conhecer a realidade e o desejo de recriá-la poeticamente.
( ) A palavra “não” é uma preposição, pois estabelece relação de dependência entre os verbos quero e saber.
( ) A palavra “não” funciona como um substantivo no primeiro período, pois nomeia uma ideia de negação apresentada pelo eu lírico.
Após análise, conclui-se que a sequência correta é:
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- OrtografiaPontuaçãoPonto de Exclamação e Interrogação
- OrtografiaPontuaçãoVírgula
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Assindéticas
Leia o texto a seguir e responda à questão.
Insônia infeliz e feliz
Clarice Lispector
De repente os olhos bem abertos. E a
escuridão toda escura. Deve ser noite alta. Acendo
a luz da cabeceira e para o meu desespero são
duas horas da noite. E a cabeça clara e lúcida.
Ainda arranjarei alguém igual a quem eu possa
telefonar às duas da noite e que não me maldiga.
Quem?
Quem sofre de insônia? E as horas não
passam. Saio da cama, tomo café. E ainda por
cima com um desses horríveis substitutos do
açúcar porque Dr. José Carlos Cabral de Almeida,
dietista, acha que preciso perder os quatro quilos
que aumentei com a superalimentação depois do
incêndio. E o que se passa na luz acesa da sala?
Pensa-se uma escuridão clara. Não, não se
pensa. Sente-se.
Sente-se uma coisa que só tem um nome:
solidão. Ler? Jamais. Escrever? Jamais. Passa-se
um tempo, olha-se o relógio, quem sabe são cinco
horas. Nem quatro chegaram. Quem estará
acordado agora? E nem posso pedir que me
telefonem no meio da noite pois posso estar
dormindo e não perdoar. Tomar uma pílula para
dormir? Mas e o vício que nos espreita? Ninguém
me perdoaria o vício. Então fico sentada na sala,
sentindo. Sentindo o quê? O nada. E o telefone à
mão.
Mas quantas vezes a insônia é um dom. De
repente acordar no meio da noite e ter essa coisa
rara: solidão. Quase nenhum ruído. Só o das
ondas do mar batendo na praia. E tomo café com
gosto, toda sozinha no mundo. Ninguém me
interrompe o nada. É um nada a um tempo vazio
e rico. E o telefone mudo, sem aquele toque súbito
que sobressalta. Depois vai amanhecendo.
As nuvens se clareando sob um sol às
vezes pálido como uma lua, às vezes de fogo puro.
Vou ao terraço e sou talvez a primeira do dia a ver
a espuma branca do mar. O mar é meu, o sol é
meu, a terra é minha. E sinto-me feliz por nada,
por tudo. Até que, como o sol subindo, a casa vai
acordando e há o reencontro com meus filhos
sonolentos.
Fonte:https://www.revistaprosaversoearte.com/content/uploads/2017
/01/2fb34981563848b2.jpg.Acesso em 14/07/2026.
"Quem sofre de insônia? E as horas não passam. Saio da cama, tomo café."
Com base na pontuação empregada no trecho, assinale a alternativa correta.
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Leia o texto a seguir e responda à questão.
Insônia infeliz e feliz
Clarice Lispector
De repente os olhos bem abertos. E a
escuridão toda escura. Deve ser noite alta. Acendo
a luz da cabeceira e para o meu desespero são
duas horas da noite. E a cabeça clara e lúcida.
Ainda arranjarei alguém igual a quem eu possa
telefonar às duas da noite e que não me maldiga.
Quem?
Quem sofre de insônia? E as horas não
passam. Saio da cama, tomo café. E ainda por
cima com um desses horríveis substitutos do
açúcar porque Dr. José Carlos Cabral de Almeida,
dietista, acha que preciso perder os quatro quilos
que aumentei com a superalimentação depois do
incêndio. E o que se passa na luz acesa da sala?
Pensa-se uma escuridão clara. Não, não se
pensa. Sente-se.
Sente-se uma coisa que só tem um nome:
solidão. Ler? Jamais. Escrever? Jamais. Passa-se
um tempo, olha-se o relógio, quem sabe são cinco
horas. Nem quatro chegaram. Quem estará
acordado agora? E nem posso pedir que me
telefonem no meio da noite pois posso estar
dormindo e não perdoar. Tomar uma pílula para
dormir? Mas e o vício que nos espreita? Ninguém
me perdoaria o vício. Então fico sentada na sala,
sentindo. Sentindo o quê? O nada. E o telefone à
mão.
Mas quantas vezes a insônia é um dom. De
repente acordar no meio da noite e ter essa coisa
rara: solidão. Quase nenhum ruído. Só o das
ondas do mar batendo na praia. E tomo café com
gosto, toda sozinha no mundo. Ninguém me
interrompe o nada. É um nada a um tempo vazio
e rico. E o telefone mudo, sem aquele toque súbito
que sobressalta. Depois vai amanhecendo.
As nuvens se clareando sob um sol às
vezes pálido como uma lua, às vezes de fogo puro.
Vou ao terraço e sou talvez a primeira do dia a ver
a espuma branca do mar. O mar é meu, o sol é
meu, a terra é minha. E sinto-me feliz por nada,
por tudo. Até que, como o sol subindo, a casa vai
acordando e há o reencontro com meus filhos
sonolentos.
Fonte:https://www.revistaprosaversoearte.com/content/uploads/2017
/01/2fb34981563848b2.jpg.Acesso em 14/07/2026.
"Ainda arranjarei alguém igual a quem eu possa telefonar às duas da noite e que não me maldiga." (Clarice Lispector)
( ) No trecho "às duas da noite", o acento grave indica a fusão da preposição a com o artigo definido feminino plural as.
( ) O emprego da crase em "às duas da noite" é obrigatório, pois a expressão indica um horário determinado.
( ) No trecho "igual a quem", ocorre crase antes do pronome “quem”.
( ) Se o trecho fosse reescrito como "telefonar a duas pessoas", o emprego da crase permaneceria obrigatório.
( ) O acento grave em "às duas da noite" é facultativo, pois indica apenas uma expressão de tempo, podendo ser omitido sem prejuízo à norma-padrão.
Após análise, conclui-se que a sequência correta é:
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Leia o texto a seguir e responda à questão.
Insônia infeliz e feliz
Clarice Lispector
De repente os olhos bem abertos. E a
escuridão toda escura. Deve ser noite alta. Acendo
a luz da cabeceira e para o meu desespero são
duas horas da noite. E a cabeça clara e lúcida.
Ainda arranjarei alguém igual a quem eu possa
telefonar às duas da noite e que não me maldiga.
Quem?
Quem sofre de insônia? E as horas não
passam. Saio da cama, tomo café. E ainda por
cima com um desses horríveis substitutos do
açúcar porque Dr. José Carlos Cabral de Almeida,
dietista, acha que preciso perder os quatro quilos
que aumentei com a superalimentação depois do
incêndio. E o que se passa na luz acesa da sala?
Pensa-se uma escuridão clara. Não, não se
pensa. Sente-se.
Sente-se uma coisa que só tem um nome:
solidão. Ler? Jamais. Escrever? Jamais. Passa-se
um tempo, olha-se o relógio, quem sabe são cinco
horas. Nem quatro chegaram. Quem estará
acordado agora? E nem posso pedir que me
telefonem no meio da noite pois posso estar
dormindo e não perdoar. Tomar uma pílula para
dormir? Mas e o vício que nos espreita? Ninguém
me perdoaria o vício. Então fico sentada na sala,
sentindo. Sentindo o quê? O nada. E o telefone à
mão.
Mas quantas vezes a insônia é um dom. De
repente acordar no meio da noite e ter essa coisa
rara: solidão. Quase nenhum ruído. Só o das
ondas do mar batendo na praia. E tomo café com
gosto, toda sozinha no mundo. Ninguém me
interrompe o nada. É um nada a um tempo vazio
e rico. E o telefone mudo, sem aquele toque súbito
que sobressalta. Depois vai amanhecendo.
As nuvens se clareando sob um sol às
vezes pálido como uma lua, às vezes de fogo puro.
Vou ao terraço e sou talvez a primeira do dia a ver
a espuma branca do mar. O mar é meu, o sol é
meu, a terra é minha. E sinto-me feliz por nada,
por tudo. Até que, como o sol subindo, a casa vai
acordando e há o reencontro com meus filhos
sonolentos.
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Insônia infeliz e feliz
Clarice Lispector
De repente os olhos bem abertos. E a
escuridão toda escura. Deve ser noite alta. Acendo
a luz da cabeceira e para o meu desespero são
duas horas da noite. E a cabeça clara e lúcida.
Ainda arranjarei alguém igual a quem eu possa
telefonar às duas da noite e que não me maldiga.
Quem?
Quem sofre de insônia? E as horas não
passam. Saio da cama, tomo café. E ainda por
cima com um desses horríveis substitutos do
açúcar porque Dr. José Carlos Cabral de Almeida,
dietista, acha que preciso perder os quatro quilos
que aumentei com a superalimentação depois do
incêndio. E o que se passa na luz acesa da sala?
Pensa-se uma escuridão clara. Não, não se
pensa. Sente-se.
Sente-se uma coisa que só tem um nome:
solidão. Ler? Jamais. Escrever? Jamais. Passa-se
um tempo, olha-se o relógio, quem sabe são cinco
horas. Nem quatro chegaram. Quem estará
acordado agora? E nem posso pedir que me
telefonem no meio da noite pois posso estar
dormindo e não perdoar. Tomar uma pílula para
dormir? Mas e o vício que nos espreita? Ninguém
me perdoaria o vício. Então fico sentada na sala,
sentindo. Sentindo o quê? O nada. E o telefone à
mão.
Mas quantas vezes a insônia é um dom. De
repente acordar no meio da noite e ter essa coisa
rara: solidão. Quase nenhum ruído. Só o das
ondas do mar batendo na praia. E tomo café com
gosto, toda sozinha no mundo. Ninguém me
interrompe o nada. É um nada a um tempo vazio
e rico. E o telefone mudo, sem aquele toque súbito
que sobressalta. Depois vai amanhecendo.
As nuvens se clareando sob um sol às
vezes pálido como uma lua, às vezes de fogo puro.
Vou ao terraço e sou talvez a primeira do dia a ver
a espuma branca do mar. O mar é meu, o sol é
meu, a terra é minha. E sinto-me feliz por nada,
por tudo. Até que, como o sol subindo, a casa vai
acordando e há o reencontro com meus filhos
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Insônia infeliz e feliz
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De repente os olhos bem abertos. E a
escuridão toda escura. Deve ser noite alta. Acendo
a luz da cabeceira e para o meu desespero são
duas horas da noite. E a cabeça clara e lúcida.
Ainda arranjarei alguém igual a quem eu possa
telefonar às duas da noite e que não me maldiga.
Quem?
Quem sofre de insônia? E as horas não
passam. Saio da cama, tomo café. E ainda por
cima com um desses horríveis substitutos do
açúcar porque Dr. José Carlos Cabral de Almeida,
dietista, acha que preciso perder os quatro quilos
que aumentei com a superalimentação depois do
incêndio. E o que se passa na luz acesa da sala?
Pensa-se uma escuridão clara. Não, não se
pensa. Sente-se.
Sente-se uma coisa que só tem um nome:
solidão. Ler? Jamais. Escrever? Jamais. Passa-se
um tempo, olha-se o relógio, quem sabe são cinco
horas. Nem quatro chegaram. Quem estará
acordado agora? E nem posso pedir que me
telefonem no meio da noite pois posso estar
dormindo e não perdoar. Tomar uma pílula para
dormir? Mas e o vício que nos espreita? Ninguém
me perdoaria o vício. Então fico sentada na sala,
sentindo. Sentindo o quê? O nada. E o telefone à
mão.
Mas quantas vezes a insônia é um dom. De
repente acordar no meio da noite e ter essa coisa
rara: solidão. Quase nenhum ruído. Só o das
ondas do mar batendo na praia. E tomo café com
gosto, toda sozinha no mundo. Ninguém me
interrompe o nada. É um nada a um tempo vazio
e rico. E o telefone mudo, sem aquele toque súbito
que sobressalta. Depois vai amanhecendo.
As nuvens se clareando sob um sol às
vezes pálido como uma lua, às vezes de fogo puro.
Vou ao terraço e sou talvez a primeira do dia a ver
a espuma branca do mar. O mar é meu, o sol é
meu, a terra é minha. E sinto-me feliz por nada,
por tudo. Até que, como o sol subindo, a casa vai
acordando e há o reencontro com meus filhos
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