Foram encontradas 40 questões.
Leia o trecho adaptado de crônica de Antonio Prata, para responder à questão.
Cara Beatriz: na última terça você escreveu aqui pro jornal se dizendo espantada com a minha crônica de domingo… Não o faço por desvio de caráter nem para irritá-la, Beatriz, mas por dever de ofício. O cronista é um cara pago para lubrificar as engrenagens do maquinário noticioso com um pouco de graça, de despropósito e – vá lá, por que não? – de bobagem. (…)
Os termos em destaque podem ser substituídos, respectivamente, sem alteração de sentido, por:
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Leia o trecho adaptado de uma crônica de Rubem Braga para responder às questões de números 07 a 09.
Ele usa os músculos com calma; avança. Certamente não suspeita que um desconhecido o admira porque ele está nadando na praia deserta.
É apenas a imagem de um homem, e eu não poderia saber sua idade, nem sua cor, nem os traços de sua cara. Estou solidário com ele, e espero que ele esteja comigo. Que ele atinja o telhado vermelho, e então eu poderei sair da varanda tranquilo pensando – “vi um homem sozinho, nadando no mar; quando _________ vi, ele já estava nadando; acompanhei-_________ com atenção durante todo o tempo, e testemunho que ele nadou sempre com firmeza e correção; esperei que ele atingisse um telhado vermelho, e ele _________ atingiu.
No trecho – Ele usa os músculos com calma; avança. Certamente não suspeita que um desconhecido o admira porque ele está nadando na praia deserta. – as expressões/palavras em destaque estabelecem, correta e respectivamente, circunstâncias de:
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Leia o trecho adaptado de uma crônica de Rubem Braga para responder às questões de números 07 a 09.
Ele usa os músculos com calma; avança. Certamente não suspeita que um desconhecido o admira porque ele está nadando na praia deserta.
É apenas a imagem de um homem, e eu não poderia saber sua idade, nem sua cor, nem os traços de sua cara. Estou solidário com ele, e espero que ele esteja comigo. Que ele atinja o telhado vermelho, e então eu poderei sair da varanda tranquilo pensando – “vi um homem sozinho, nadando no mar; quando _________ vi, ele já estava nadando; acompanhei-_________ com atenção durante todo o tempo, e testemunho que ele nadou sempre com firmeza e correção; esperei que ele atingisse um telhado vermelho, e ele _________ atingiu.
A palavra testemunho, em destaque no texto, pertence à mesma classe gramatical que a destacada na alternativa:
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Leia o trecho adaptado de uma crônica de Rubem Braga para responder às questões de números 07 a 09.
Ele usa os músculos com calma; avança. Certamente não suspeita que um desconhecido o admira porque ele está nadando na praia deserta.
É apenas a imagem de um homem, e eu não poderia saber sua idade, nem sua cor, nem os traços de sua cara. Estou solidário com ele, e espero que ele esteja comigo. Que ele atinja o telhado vermelho, e então eu poderei sair da varanda tranquilo pensando – “vi um homem sozinho, nadando no mar; quando _________ vi, ele já estava nadando; acompanhei-_________ com atenção durante todo o tempo, e testemunho que ele nadou sempre com firmeza e correção; esperei que ele atingisse um telhado vermelho, e ele _________ atingiu.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, os espaços.
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De acordo com a norma-padrão de concordância e do acento indicativo de crase, está correta a frase da alternativa:
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- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualTipologias TextuaisTexto Dissertativo-argumentativoEstratégias Argumentativas
Leia o texto para responder às questões de números 03 a 05.
Perigo na travessia
Estudantes morrem nas estradas do País enquanto apenas vão ou voltam da escola. A viagem fatal é realizada em transportes precários, velhos, sem segurança, pelos quais as prefeituras pagam milhões de reais. No Ceará, faz um mês da morte mais recente, longe de ser a última.
As escolas são o ponto de partida para quem sonha acordado. Antes de estudar para ser alguém, um número incontável de meninos e meninas madruga com o sol. Saem de casa com o dia em meia-luz, sobem em veículos e deixam o vento ainda frio no sertão lavar o rosto. Numa mão, seguram firme o caderno. Com a outra, a própria vida. Nem todos conseguem segurar com a mão até o final. A chegada à escola já é o próprio sucesso para quem ainda tem uma vida para percorrer. Porque o primeiro aprendizado é sobreviver ao ir e vir.
Quando conhecemos Jarlane, no Riacho Fundo, no Cariri, ela já tinha voltado para casa com o caderno sem um risco a mais, a lapiseira guardada no estojo do mesmo jeito de quando saiu de casa cinco e meia da manhã.
Desceu o morro pelo caminho de areia e pedras, pulou um córrego de esgoto e ficou aguardando passar o transporte escolar. Que não veio mais uma vez. Após uma hora de espera, sobe novamente para casa. Foi assim nos cinco dias úteis da semana.
A prefeitura não pagava os motoristas havia dois meses e estes decidiram que deixariam de rodar. Sobrou para Jarlane, que não vai para a aula alimentar o sonho de ser professora.
Quando a prefeitura quita os atrasados e os motoristas seguem a rota, as crianças do Riacho Fundo sobem no transporte escolar: uma camioneta com vários bancos de madeira montados na carroceria e envolvidos, em cima e nos lados, com varas em que, no teto, está sobreposta uma lona de plástico. Fica mais fácil entender chamando-o de “pau de arara”. Um monte de meninos e meninas se amontoam imprensados em pequenos poleiros feito passarinhos presos numa gaiola ambulante a caminho da escola.
(Parte de reportagem publicada no jornal Diário do Nordeste, do Ceará, na versão digital, jun.2015. Adaptado)
Constata-se sentido de comparação na(s) frase(s) da alternativa:
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Leia o texto para responder às questões de números 03 a 05.
Perigo na travessia
Estudantes morrem nas estradas do País enquanto apenas vão ou voltam da escola. A viagem fatal é realizada em transportes precários, velhos, sem segurança, pelos quais as prefeituras pagam milhões de reais. No Ceará, faz um mês da morte mais recente, longe de ser a última.
As escolas são o ponto de partida para quem sonha acordado. Antes de estudar para ser alguém, um número incontável de meninos e meninas madruga com o sol. Saem de casa com o dia em meia-luz, sobem em veículos e deixam o vento ainda frio no sertão lavar o rosto. Numa mão, seguram firme o caderno. Com a outra, a própria vida. Nem todos conseguem segurar com a mão até o final. A chegada à escola já é o próprio sucesso para quem ainda tem uma vida para percorrer. Porque o primeiro aprendizado é sobreviver ao ir e vir.
Quando conhecemos Jarlane, no Riacho Fundo, no Cariri, ela já tinha voltado para casa com o caderno sem um risco a mais, a lapiseira guardada no estojo do mesmo jeito de quando saiu de casa cinco e meia da manhã.
Desceu o morro pelo caminho de areia e pedras, pulou um córrego de esgoto e ficou aguardando passar o transporte escolar. Que não veio mais uma vez. Após uma hora de espera, sobe novamente para casa. Foi assim nos cinco dias úteis da semana.
A prefeitura não pagava os motoristas havia dois meses e estes decidiram que deixariam de rodar. Sobrou para Jarlane, que não vai para a aula alimentar o sonho de ser professora.
Quando a prefeitura quita os atrasados e os motoristas seguem a rota, as crianças do Riacho Fundo sobem no transporte escolar: uma camioneta com vários bancos de madeira montados na carroceria e envolvidos, em cima e nos lados, com varas em que, no teto, está sobreposta uma lona de plástico. Fica mais fácil entender chamando-o de “pau de arara”. Um monte de meninos e meninas se amontoam imprensados em pequenos poleiros feito passarinhos presos numa gaiola ambulante a caminho da escola.
(Parte de reportagem publicada no jornal Diário do Nordeste, do Ceará, na versão digital, jun.2015. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a frase apresenta palavra/expressão empregada em sentido figurado.
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Leia o texto para responder às questões de números 03 a 05.
Perigo na travessia
Estudantes morrem nas estradas do País enquanto apenas vão ou voltam da escola. A viagem fatal é realizada em transportes precários, velhos, sem segurança, pelos quais as prefeituras pagam milhões de reais. No Ceará, faz um mês da morte mais recente, longe de ser a última.
As escolas são o ponto de partida para quem sonha acordado. Antes de estudar para ser alguém, um número incontável de meninos e meninas madruga com o sol. Saem de casa com o dia em meia-luz, sobem em veículos e deixam o vento ainda frio no sertão lavar o rosto. Numa mão, seguram firme o caderno. Com a outra, a própria vida. Nem todos conseguem segurar com a mão até o final. A chegada à escola já é o próprio sucesso para quem ainda tem uma vida para percorrer. Porque o primeiro aprendizado é sobreviver ao ir e vir.
Quando conhecemos Jarlane, no Riacho Fundo, no Cariri, ela já tinha voltado para casa com o caderno sem um risco a mais, a lapiseira guardada no estojo do mesmo jeito de quando saiu de casa cinco e meia da manhã.
Desceu o morro pelo caminho de areia e pedras, pulou um córrego de esgoto e ficou aguardando passar o transporte escolar. Que não veio mais uma vez. Após uma hora de espera, sobe novamente para casa. Foi assim nos cinco dias úteis da semana.
A prefeitura não pagava os motoristas havia dois meses e estes decidiram que deixariam de rodar. Sobrou para Jarlane, que não vai para a aula alimentar o sonho de ser professora.
Quando a prefeitura quita os atrasados e os motoristas seguem a rota, as crianças do Riacho Fundo sobem no transporte escolar: uma camioneta com vários bancos de madeira montados na carroceria e envolvidos, em cima e nos lados, com varas em que, no teto, está sobreposta uma lona de plástico. Fica mais fácil entender chamando-o de “pau de arara”. Um monte de meninos e meninas se amontoam imprensados em pequenos poleiros feito passarinhos presos numa gaiola ambulante a caminho da escola.
(Parte de reportagem publicada no jornal Diário do Nordeste, do Ceará, na versão digital, jun.2015. Adaptado)
De acordo com informações presentes no texto, é correta a afirmação:
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Leia a tirinha para responder às questões de números 01 e 02.

A frase inicial do cartaz de Calvin – Dirija com cuidado… – apresenta a forma verbal no imperativo, a qual exprime um desejo ou uma ordem.
Assinale a alternativa em que a palavra em destaque foi empregada no mesmo modo verbal.
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- Interpretação de TextosInferência Textual
- Interpretação de TextosVariação da LinguagemTemas e Figuras
Leia a tirinha para responder às questões de números 01 e 02.

A partir da leitura da tirinha, é correta a afirmação:
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