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Foram encontradas 262 questões.

981467 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Tenente Ananias-RN

Considere a seguinte progressão geométrica: an = 5 x 3(n–1) . Qual é o valor de enunciado 981467-1

 

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981466 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Tenente Ananias-RN

Caio deseja pintar as quatro paredes de seu quarto com as seguintes cores: azul, vermelho ou verde, de modo que cada parede possua apenas uma cor.

enunciado 981466-1

De quantas maneiras distintas Caio pode pintar seu quarto com as cores citadas?

 

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981465 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Tenente Ananias-RN

Encontre o termo geral da progressão aritmética (PA) a seguir.

enunciado 981465-1

 

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981464 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Tenente Ananias-RN
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A área em negrito no interior do quadrado a seguir tem 24 cm2 .

enunciado 981464-1

O perímetro desse quadrado tem

 

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981463 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Tenente Ananias-RN
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Um retângulo ABCD representado no plano cartesiano apresenta como uma de suas diagonais o segmento enunciado 981463-1 , sendo suas extremidades A(3, 5) e C(6, 9). A área desse retângulo é:
 

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Para construir um muro de 170 metros de extensão, 3 trabalhadores levaram uma semana. Quantos trabalhadores, sob as mesmas condições, serão necessários para construir um muro de 510 metros de extensão, em uma semana?
 

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981461 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Tenente Ananias-RN
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Uma dada função do segundo grau é tal que seu gráfico apresenta vértice correspondente ao ponto (2, –1) e a interseção com o eixo das ordenadas se dá no ponto (0, 3). Se uma das raízes dessa função é igual a 1, então a outra raiz é um número:
 

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981460 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Tenente Ananias-RN
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Da repressão à ética: o que está por detrás

dos saques no Espírito Santo

Há pouco mais de uma semana, policiais militares que reivindicam melhores salários se amotinaram no Espírito Santo, gerando um caos generalizado no estado. A convulsão social provocou a escalada da violência, que resultou em mais de 120 mortes e em uma onda de saques. Para analistas entrevistados pela Gazeta do Povo, apesar de a dimensão do policiamento ostensivo ser enorme, esse fator, por si só, não dá conta de explicar o fenômeno: os aspectos ético e político também têm um peso decisivo neste contexto.

Os especialistas em segurança pública apontam que a maioria das pessoas que participou dos saques o fez por “senso de oportunidade”, ou seja, por sentir que elas não seriam punidas, por causa da falta de policiamento. Boa parte delas pertence à classe média e, portanto, nem sequer “precisaria” dos bens que estava furtando.

“Se você for ver os vídeos, vai ver que os saques envolvem ‘não-criminosos’ habituais, que cometem os crimes pela facilidade que encontram, o que configura uma situação muito grave”, avalia o sociólogo Luís Flávio Sapori, coordenador do Centro de Estudos em Segurança Pública da PUC-Minas.

“A prevenção policial corresponde a 80% da segurança que o Estado pode exercer. Ter o policial nas ruas é essencial à manutenção da segurança e o Espírito Santo compra isso”, afirma o ex-comandante da Polícia Militar (PM) de São Paulo, coronel Rui César Melo.

Valores e política

O professor Rodrigo Alvarenga, pesquisador do Núcleo de Direitos Humanos da PUCPR, no entanto, aponta outras dimensões. Para o docente, a onda de saques está atrelada ao “esvaziamento de valores sociais e morais”, que está relacionado à crise e à degradação da própria sociedade. Ele vê relação direta entre o fenômeno e os últimos acontecimentos políticos, que sugerem uma fragilidade da democracia.

“Vivemos um momento em que as leis não são obedecidas em diversos setores, inclusive na política. Isso se torna claro à população. Diante deste cenário, o cidadão se pergunta se vale a pena continuar seguindo uma série de valores éticos, que deveriam sustentar a sociedade. É o que o leva a, por exemplo, participar dos saques”, analisa Alvarenga.

O filósofo aponta que isso indica que os cidadãos não veem a sociedade como legítima. Neste sentido, ele duvida da eficiência dos aparelhos de repressão, como o policiamento ostensivo. Para ele, a questão ultrapassa a dimensão da segurança.

“Para obedecer determinada norma, a pessoa precisa reconhecer a legitimidade daquilo. No Brasil, as pessoas tendem a obedecer mais por medo da punição do que por acreditar no projeto de sociedade na qual elas estão. Uma sociedade que tem um projeto calcado na repressão não é uma sociedade saudável”, destaca.

O coronel Rui César Melo considera que, além da manutenção de um aparato ostensivo, o poder público não pode deixar de manter investimentos em outros setores básicos, como saúde e educação. “Compete ao Estado oferecer escola em período integral, assistência médica e social, principalmente nas periferias, mas isso não acontece. Aí desemboca tudo em polícia”, observa.

Dimensões

Para os especialistas, em certa medida, essa dimensão cultural explica porque em algumas sociedades a situação não foge ao controle, mesmo em ocasiões excepcionais, em que a vigilância é reduzida. É o caso do desastre ocorrido em Fukushima, no Japão, em que as ruas ficaram praticamente evacuadas, mas que não houve registro de aumento de índices de violência. “Lá, certamente, os cidadãos se reconheciam como parte da sociedade e as normas não perderam a validade”, sintetiza o professor Alvarenga.

No Brasil, vários outros estados registraram greves de policiais. No Paraná, a última paralisação significativa ocorreu em 2010, no governo de Roberto Requião (PMDB), mas a situação não chegou a fugir ao controle. A Bahia enfrentou duas mobilizações nos últimos anos – em 2012 e 2014 –, ambas com um cenário de saques e dezenas de assassinatos. Para os analistas, essa diferença pode ser explicada pelo tamanho da adesão da greve em cada estado.

“No Espírito Santo, agora, por exemplo, a adesão foi praticamente geral. No Paraná [em 2010], não chegou a ser tão grande. Isso depende de uma resposta rápida do governo, de debelar o movimento”, apontou o coronel Rui César Melo.

Movimento de policiais gera divergência

Na sexta-feira (10), o governo do Espírito Santo resolveu endurecer com os polícias militares que participavam da mobilização. No total, 703 agentes foram indiciados por crime de revolta e motim. Para o coronel Rui César Melo, o comandante da Polícia Militar (PM) capixaba, por inércia, perdeu o comando da tropa, o que abriu espaço para que os militares se revoltassem. A categoria reivindica reposição salarial e melhores condições de trabalho.

“Houve uma falha de comando. Cabe ao comandante exercer a comunicação direta com o governo do estado, apontando insatisfações, cobrando estrutura. O comandante deveria ter sensibilizado o governo a atender as demandas da classe, para que não se chegasse ao ponto que chegou”, afirma.

O sociólogo Flávio Sapori, por sua vez, considera que as associações policiais estão “aparelhadas” politicamente e marcadas pelo corporativismo. Desta forma, essas entidades tornariam “reféns” o comando da PM e o governo do estado. “A greve revela a perda do controle e que não temos instrumentos legais para mudar esta realidade”, opina. (ANÍBAL, Felippe.

Disponível em http://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/da-repressao-a-etica-o-que-esta-por-detras-dos-saquesno-espirito-santo-cqhcka7lusidkqs79eurlgfc7. Acesso 12 de fev 2017. Adaptado.)

Releia os fragmentos a seguir.

I. Os especialistas em segurança pública apontam que a maioria das pessoas que participou dos saques o fez por ‘senso de oportunidade’, ou seja, por sentir que elas não seriam punidas, por causa da falta de policiamento. Boa parte delas pertence à classe média e, portanto, nem sequer ‘precisaria’ dos bens que estava furtando.” (2º§)

II. É o caso do desastre ocorrido em Fukushima, no Japão, em que as ruas ficaram praticamente evacuadas, mas que não houve registro de aumento de índices de violência.” (10º§)

Em relação às estratégias argumentativas utilizadas pelo autor para fundamentar seu ponto de vista, constata-se que as passagens em destaque apresentam, respectivamente,

 

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981459 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Tenente Ananias-RN
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Texto para responder à questão.


Diálogo final

– É tudo que tem a me dizer? – perguntou ele.

– É – respondeu ela.

– Você disse tão pouco.

– Disse o que tinha pra dizer.

– Sempre se pode dizer mais alguma coisa.

– Que coisa?

– Sei lá. Alguma coisa.

– Você queria que eu repetisse?

– Não. Queria outra coisa.

– Que coisa é outra coisa?

– Não sei. Você devia saber.

– Por que eu deveria saber o que você não sabe?

– Qualquer pessoa sabe mais alguma coisa que outro não sabe.

– Eu só sei o que sei.

– Então não vai mesmo me dizer mais nada?

– Mais nada.

– Se você quisesse...

– Quisesse o quê?

– Dizer o que você não tem pra me dizer. Dizer o que não sabe, o que eu queria ouvir de você. Em amor é o que há de mais importante: o que a gente não sabe.

– Mas tudo acabou entre nós.

– Pois isso é o mais importante de tudo: o que acabou. Você não me diz mais nada sobre o que acabou? Seria uma forma de continuarmos.

(Carlos Drummond de Andrade. Contos plausíveis. Rio de Janeiro: José Olympio, 1985.)

A escolha da estrutura linguística apresentada no texto “Diálogo final” demonstra:
I. Estar relacionada ao conteúdo textual. II. Insistência diante de respostas que não se mostram satisfatórias ao interlocutor. III. O estabelecimento de ironia através da repetição de frases curtas e de uma linguagem truncada. IV. Que a função fática, utilizada de forma predominante, cria as condições básicas para que a interação verbal alcance seu objetivo.
Estão corretas apenas as afirmativas
 

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981458 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Tenente Ananias-RN
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A linguagem não é usada apenas em sua função referencial, ou seja, apenas para transmitir informações. Uma das outras funções da linguagem é a de comunicar ao ouvinte a posição que o falante ocupa ou acha que ocupa na sociedade em que vive. As pessoas falam para serem “ouvidas”, às vezes para serem respeitadas e também para exercer influência no ambiente em que realizam seus atos linguísticos. As “regras de linguagem” levam em conta as relações sociais entre os interlocutores. Todo falante tem que agir de acordo com essas regras, isto é, tem que “saber”: a) quando pode falar e quando não pode; b) que tipo de “assuntos” podem ser abordados; c) que variedade linguística é conveniente empregar. (Maurizzio Gnerre. Linguagem, escrita e poder. São Paulo: Martins Fontes, 1987.)
De acordo com as regras que, segundo o texto, todo falante tem que seguir, o esquema que representa o ato de comunicação só não permite identificar a representação de elementos que foram citados em:
enunciado 981458-1
 

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