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No fim do segundo milênio da Era Cristã, vários acontecimentos de importância histórica transformaram o
cenário social da vida humana. Uma revolução tecnológica concentrada nas tecnologias da informação
começou a remodelar a base material da sociedade em ritmo acelerado. Economias por todo o mundo
passaram a manter interdependência global, apresentando uma nova forma de relação entre a economia, o
Estado e a sociedade em um sistema de geometria variável.
CASTELLS, M. A Sociedade em Rede. São Paulo: Paz e Terra, 1999.
O período referenciado no fragmento acima é caracterizado pelo(a)
O período referenciado no fragmento acima é caracterizado pelo(a)
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Grande parte da dinâmica da litosfera ocorre nos limites das placas tectônicas, em contraste com o interior
delas, geralmente com atividades bem menos significativas. Observe a figura abaixo:
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Uma das características do mundo atual é a exigência de fluidez para a circulação de ideias, mensagens,
produtos ou dinheiro, interessando aos atores hegemônicos. A fluidez contemporânea é baseada nas redes
técnicas, que são um dos suportes da competitividade. Daí a busca voraz de ainda mais fluidez, levando à
procura de novas técnicas ainda mais eficazes. A fluidez é, ao mesmo tempo, uma causa, uma condição e
um resultado.
SANTOS, M. A natureza do espaço: tempo e técnica, razão e emoção. São Paulo: Edusp, 2008.
A fluidez é uma realidade do meio geográfico do terceiro milênio e se traduz, entre outras realidades, na interdependência dos mercados financeiros, concretizada
SANTOS, M. A natureza do espaço: tempo e técnica, razão e emoção. São Paulo: Edusp, 2008.
A fluidez é uma realidade do meio geográfico do terceiro milênio e se traduz, entre outras realidades, na interdependência dos mercados financeiros, concretizada
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Globalitarismos e totalitarismos
Como as técnicas hegemônicas atuais são, todas elas, filhas da ciência, e como sua utilização se dá a serviço do mercado, esse amálgama produz um ideário da técnica e do mercado que é santificado pela ciência, considerada, ela própria, infalível. Essa, aliás, é uma das fontes do poder do pensamento único. Tudo o que é feito pela mão dos vetores fundamentais da globalização parte de ideias científicas, indispensáveis à produção, aliás acelerada, de novas realidades, de tal modo que as ações assim criadas se impõem como soluções únicas. Nas condições atuais, a ideologia é reforçada de uma forma que seria impossível ainda há um quarto de século, já que, primeiro as ideias e, sobretudo, as ideologias se transformam em situações, enquanto as situações se tornam entre si mesmas “ideias”, “ideias do que fazer”, “ideologia”, e impregnam, de volta, a ciência cada vez mais redutora e reduzida, mais distante da busca da “verdade”. Desse conjunto de variáveis decorrem, também, outras condições da vida contemporânea, fundadas na matematização da existência, carregando consigo uma crescente sedução pelos números, um uso mágico das estatísticas.
Fonte: SANTOS, M. Por uma outra globalização. 13 ed. Rio de Janeiro/São Paulo: Record, 2006.
A partir das ideias do texto, compreende-se que o processo de globalização é
Como as técnicas hegemônicas atuais são, todas elas, filhas da ciência, e como sua utilização se dá a serviço do mercado, esse amálgama produz um ideário da técnica e do mercado que é santificado pela ciência, considerada, ela própria, infalível. Essa, aliás, é uma das fontes do poder do pensamento único. Tudo o que é feito pela mão dos vetores fundamentais da globalização parte de ideias científicas, indispensáveis à produção, aliás acelerada, de novas realidades, de tal modo que as ações assim criadas se impõem como soluções únicas. Nas condições atuais, a ideologia é reforçada de uma forma que seria impossível ainda há um quarto de século, já que, primeiro as ideias e, sobretudo, as ideologias se transformam em situações, enquanto as situações se tornam entre si mesmas “ideias”, “ideias do que fazer”, “ideologia”, e impregnam, de volta, a ciência cada vez mais redutora e reduzida, mais distante da busca da “verdade”. Desse conjunto de variáveis decorrem, também, outras condições da vida contemporânea, fundadas na matematização da existência, carregando consigo uma crescente sedução pelos números, um uso mágico das estatísticas.
Fonte: SANTOS, M. Por uma outra globalização. 13 ed. Rio de Janeiro/São Paulo: Record, 2006.
A partir das ideias do texto, compreende-se que o processo de globalização é
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Uma projeção cartográfica é a base para a construção dos mapas, pois ela constitui uma rede de paralelos e
meridianos, sobre a qual os mapas poderão ser desenhados. No entanto, os modos de obtenção desta malha
de linhas são os mais diversos, cada qual gerando certas distorções e evitando outras. Assim, são várias as
projeções cartográficas possíveis, cada uma possuindo determinadas características que fazem com que os
mapas estejam “certos” ou “errados”.
DUARTE, P. A. Fundamentos da cartografia. Florianópolis: Editora da UFSC, 2002. (adaptado)
A projeção de Mercator é uma das mais utilizadas. Porém, como qualquer outra possui distorções da realidade. Uma flagrante deformação presente nesse modelo de projeção consiste no fato de
DUARTE, P. A. Fundamentos da cartografia. Florianópolis: Editora da UFSC, 2002. (adaptado)
A projeção de Mercator é uma das mais utilizadas. Porém, como qualquer outra possui distorções da realidade. Uma flagrante deformação presente nesse modelo de projeção consiste no fato de
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Se nos situarmos do ponto de vista da evolução histórica dos instrumentos de trabalho, em um enfoque
vertical, constataremos que a natureza do espaço social tem mudado. Se preferirmos um enfoque horizontal,
isto é, dentro de cada espaço, encontraremos uma distribuição irregular de modelos mais avançados dos
instrumentos de trabalho, mas também a coabitação de modelos antigos e modernos e em muito raros
lugares há a homogeneidade de instrumentos de trabalho de acordo com, ou do ponto de vista de sua
“idade”. Os lugares, então, se diferenciam: de um lado, pelo grau de modernização dos recursos; de outro
lado, pela forma com que se combinam as diferentes modalidades de recursos.
SANTOS, M. Por uma geografia nova: da crítica da Geografia a uma Geografia Crítica. São Paulo: Edusp, 2004.
Tendo por base a abordagem teórica sobre o espaço geográfico, deve-se entender que
SANTOS, M. Por uma geografia nova: da crítica da Geografia a uma Geografia Crítica. São Paulo: Edusp, 2004.
Tendo por base a abordagem teórica sobre o espaço geográfico, deve-se entender que
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Observe o gráfico a seguir:
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O deserto do Saara está a milhares de quilômetros da Amazônia, mas as duas
localidades são ligadas todos os anos por um fenômeno que desafia a imaginação.
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O domínio das caatingas brasileiras é um dos três espaços semiáridos da América do Sul. Fato que o
caracteriza como um dos domínios de natureza de excepcionalidade marcante no contexto climático e
hidrológico de um continente dotado de grandes e contínuas extensões de terras úmidas.
AB’SABER, A. N. Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas. São Paulo: Ateliê Editora, 2003.
A Caatinga, domínio natural referenciado pelo autor, caracteriza-se
AB’SABER, A. N. Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas. São Paulo: Ateliê Editora, 2003.
A Caatinga, domínio natural referenciado pelo autor, caracteriza-se
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Com a modernização contemporânea, todos os lugares se mundializam. Mas há lugares globais simples e
lugares globais complexos. Nos primeiros, apenas alguns vetores da modernidade atual se instalam. Nos
lugares complexos, que geralmente coincidem com as metrópoles, há profusão de vetores: desde os que
diretamente representam as lógicas hegemônicas, até os que a elas se opõem. São vetores de todas as
ordens, buscando finalidades diversas, às vezes externas, mas entrelaçadas pelo espaço comum. Por isso a
cidade grande é um enorme espaço banal, o mais significativo dos lugares. Todos os capitais, todos os
trabalhos, todas as técnicas e formas de organização podem aí se instalar, conviver, prosperar.
SANTOS, M. A natureza do espaço: tempo e técnica, razão e emoção. São Paulo: Edusp, 2008.
A partir da compreensão do fragmento de texto e da organização dos espaços urbanos no Brasil na contemporaneidade, deduz-se que as metrópoles
SANTOS, M. A natureza do espaço: tempo e técnica, razão e emoção. São Paulo: Edusp, 2008.
A partir da compreensão do fragmento de texto e da organização dos espaços urbanos no Brasil na contemporaneidade, deduz-se que as metrópoles
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