Foram encontradas 40 questões.
Leia com atenção os itens apresentados, julgando se são verdadeiros ou falsos, e responda ao que se pede:
I- A mais temível heresia do período medieval foi a dos ALBIGENSES, nome que deriva da cidade de ALBI. Para combater essa heresia, a Igreja Católica utilizou a força do Tribunal da Inquisição, o combate armado (cruzada contra os albigenses, em 1208) e a pregação religiosa, especialmente dos dominicanos.
II- Na época medieval ou feudalismo, com o predomínio do cristianismo, a maioria dos europeus acreditava na presença constante de Deus; os trabalhos e atividades tinham que ser abençoados pelos sacerdotes e grande parte das festas e distrações precisavam de um motivo religioso para acontecerem.
III- A criação extensiva do gado, solto nas terras do Brasil Colonial, requeria a ocupação de novas áreas de pastagens, o que favoreceu seu avanço por todo o litoral e parte do sertão do sudoeste brasileiro. Já no século XVIII, a atividade pecuária atingira as capitanias do sul às margens dos rios Paraná e Paraguai.
IV- As primeiras descobertas de ouro na América Portuguesa estão ligadas à expansão bandeirante e pecuária, iniciadas no fim do século XVI, quando a produção e comercialização do açúcar e do tabaco enfrentavam forte crise.
V- Levando-se em consideração seus resultados gerais, a Revolução Inglesa do século XVII desempenhou na história da Inglaterra um papel equivalente ao da Revolução Francesa do século XVIII, na história da França. A Revolução Inglesa não só substituiu uma poderosa monarquia absoluta por um governo representativo, porém não democrático, terminando com o domínio exclusivo da Igreja de Estado perseguidora, como também preparou o caminho para o desenvolvimento do capitalismo.
VI- As grandes transformações econômicas, políticas e sociais do fim do século XVIII e início do século XIX, na Europa e nas Américas, foram acompanhadas por doutrinas e teorias que buscavam justificar e regular a ordem capitalista burguesa que se estabelecia, ou condená-la ou reformá-la.
Assinale:
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O autor Cipriano Luckesi é um dos críticos da prática de avaliar que têm como função classificar em detrimento de diagnosticar. Para esse autor, o julgamento de valor deve ter como função principal:
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758106
Ano: 2015
Disciplina: Comunicação Social
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Tremembé-SP
Disciplina: Comunicação Social
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Tremembé-SP
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A Lei nº 13.188, de 11 de novembro de 2015, que dispõe sobre o direito de resposta ou retificação do ofendido em matéria divulgada, publicada ou transmitida por veículo de comunicação social, estabelece:
I - A retratação ou retificação espontânea, ainda que a elas sejam conferidos os mesmos destaque, publicidade, periodicidade e dimensão do agravo, não impedem o exercício do direito de resposta pelo ofendido nem prejudicam a ação de reparação por dano moral.
II - O direito de resposta ou retificação poderá ser exercido, de forma coletiva, em face de todos os veículos de comunicação social que tenham divulgado, publicado, republicado, transmitido ou retransmitido o agravo original.
III - A ação de rito especial de que trata esta Lei será instruída com as provas do agravo e do pedido de resposta ou retificação não atendido, bem como com o texto da resposta ou retificação a ser divulgado, publicado ou transmitido, sob pena de inépcia da inicial, e processada no prazo máximo de quinze dias.
Conforme a referida Lei, é correto o que está posto
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757802
Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Tremembé-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Tremembé-SP
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No dia 21/12/2015, foi publicada a Medida Provisória nº 703/2015, a qual permite que uma “empresa envolvida em algum tipo de ilegalidade, em troca de redução da pena ou até mesmo da eliminação das multas, denuncie o esquema e se comprometa a auxiliar um órgão público na investigação”.
Essa Medida Provisória dispõe sobre
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Texto para leitura e resolução da questão.
Os infelizes cálculos da felicidade
O homem desta estória é chamado de Júlio Novesfora. Noutras falas: o mestre Novesfora. Homem bastante matemático, vivendo na quantidade exata, morando sempre no acertado lugar. O mundo, para ele, estava posto em equação de infinito grau. Qualquer situação lhe algebrava o pensamento. Integrais, derivadas, matrizes: para tudo existia a devida fórmula. A maior parte das vezes mesmo ele nem incomodava os neurónios:
— É conta que se faz sem cabeça.
Doseava o coração em aplicações regradas, reduzia a paixão ao seu equivalente numérico. Amores, mulheres, filhos: tudo isso era hipótese nula. O sentimento, dizia ele, não tem logaritmo. Por isso, nem se justifica a sua equação. Desde menino se abstivera de afetos. Do ponto de vista da álgebra, dizia, a ternura é um absurdo. Como o zero negativo. Vocês vejam, dizia ele aos alunos: a erva não se enerva, mesmo sabendo-se acabada em ruminagem de boi. E a cobra morde sem ódio. É só o justo praticar da dentadura injetável dela. Na natureza não se concebe sentimento. Assim, a vida prosseguia e Júlio Novesfora era nela um aguarda-factos.
Certa vez, porém, o mestre se apaixonou por uma aluna, menina de incorreta idade. Toda a gente advertia: essa menina é mais que nova, não dá para si.
— Faça as contas, mestre.
Mas o mestre já perdera o cálculo. Desvalessem os razoáveis conselhos. Ainda mais grave: ele perdia o matemático tino. Já não sabia nem o abecedário dos números. Seu pensamento perdia as limpezas da lógica. Dizia coisas sem pés. Parecia, naquele caso, se confirmar o lema: quanto mais sexo menos nexo. Agora, a razão vinha tarde de mais. O mestre já tinha traçado a hipotenusa à menina. Em folgas e folguedos, Júlio Novesfora se afastava dos rigores da geometria. O oito deitado é um infinito. E, assim, o professor, ataratonto, relembrava:
— A paixão é o mundo a dividir por zero.
Não questionassem era aquela sua paixão. Aquilo era um amor idimensional, desses para os quais nem tanto há mar, nem tanto há guerra. Chamaram um seu tio, único familiar que parecia merecer-lhe as autoritárias confianças. O tio lhe aplicou muita sabedoria, doutrinas de pôr facto e roubar argumento. Mas o matemático resistia:
— Se reparar, tio, é a primeira vez que estou a viver. Corolariamente, é natural que cometa erros.
— Mas, sobrinho, você sempre foi de cálculo. Faça agora contas à sua vida.
— Essa conta, tio, não se faz de cabeça. Faz-se de coração.
O professor demonstrava seu axioma, a irresolúvel paixão pela desidosa menina. Tinha experimentado a fruta nessa altura em que o Verão ainda está trabalhando nos açúcares da polpa. E de tão regalado, arregalava os olhos. Estava com a cabeça lotada daquela arrebitada menina. O tio ainda desfilou avisos: não vislumbrava ele o perigo de um desfecho desilusionista? Não sabia ele que toda a mulher saborosa é dissaborosa? Que o amor é falso como um teto. Cautela, sobrinho: olho por olho, dente prudente. Novesfora, porém, se renitentava, inoxidável. E o tio foi dali para a sua vida.
Os namoros prosseguiram. O mestre levava a menina para a margem do mar onde os coqueiros se vergavam, rumorosos, dando um fingimento de frescura.
— Para bem amar não há como ao pé do mar, ditava ele.
A menina só respondia coisas simples, singelices. Que ela gostava era do Verão. Ela:
— Do Inverno gosto é para chorar. As lágrimas, no frio, me saem grossas, cheiinhas de água.
A menina falava e o mestre Novesfora ia passeando as mãos pelo corpo dela, mais aplicado que cego lendo “braille”.
— Vai falando, não pare — pedia ele enquanto divertia os dedos pelas secretas humidades da menina. Gostava dessa fingida distração dela, seus atos lhe pareciam menos pecaminosos. Os transeuntes passavam, deitando culpas no velho professor. Aquilo é idade para nenhumas-vergonhas? Outros faziam graça:
— Sexagenário ou sexogenário?
O mestre se desimportava. Recolhia a lição do embondeiro que é grande mas não dá sombra nenhuma. Vontade de festejar deve eclodir antes de acabar o baile. Tanto tempo decorrera em sua vida e tão pouco tempo tivera para viver. Tudo estando ao alcance da felicidade por que motivo se usufruem tão poucas alegrias? Mas o sapo não sonha com charco: se alaga nele. E agora que ele tinha a mão na moça é que iria parar?
Uma noite, estando ela em seu leito, estranhos receios invadiram o professor: essa menina vai fugir, desaparecida como o arco-íris nas traseiras da chuva. Afinal, os outros bem tinham razão: chega sempre o momento que o amendoim se separa da casca. Novesfora nem chegou de entrar no sono, tal lhe doeram as suspeitas do desfecho.
Passaram-se os dias. Até que, certa vez, sob a sombra de um coqueiro, se escutaram os acordes de um lamentochão. O professor carpia as já previsíveis mágoas? Foram a ver, munidos de consolos. Encontraram não o professor mas a menina derramada em pranto, mais triste que cego sentado em miradouro. Se aproximaram, lhe tocaram o ombro. O que passara, então? Onde estava o mestre?
— Ele foi, partiu com outra.
Resposta espantável: afinal, o professor é que se fora, no embora sem remédio. E partira como? Se ainda ontem ele aplicava a ventosa naquele lugar? A ditosa namorada respondeu: que ele fora com outra, extranumerária. E que esta seria ainda muito mais nova, estreável como uma manhã de domingo. Provado o doce do fruto do verde se quer é o sabor da flor. Enquanto a lagrimosa encharcava réstias de palavras os presentes se foram afastando. Se descuidavam do caso, deixando a menina sob a sombra do coqueiro, solitária e sozinha, no cenário de sua imprevista tristeza. Era Inverno, estação preferida por suas lágrimas.
COUTO, M. Os infelizes cálculos da felicidade. In: COUTO, M. Estórias abensonhadas.
São Paulo: Companhia das Letras, 2012, p. 93-99.
“Sexagenário ou sexogenário?” O trecho apresenta:
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Texto para leitura e resolução da questão.
Os infelizes cálculos da felicidade
O homem desta estória é chamado de Júlio Novesfora. Noutras falas: o mestre Novesfora. Homem bastante matemático, vivendo na quantidade exata, morando sempre no acertado lugar. O mundo, para ele, estava posto em equação de infinito grau. Qualquer situação lhe algebrava o pensamento. Integrais, derivadas, matrizes: para tudo existia a devida fórmula. A maior parte das vezes mesmo ele nem incomodava os neurónios:
— É conta que se faz sem cabeça.
Doseava o coração em aplicações regradas, reduzia a paixão ao seu equivalente numérico. Amores, mulheres, filhos: tudo isso era hipótese nula. O sentimento, dizia ele, não tem logaritmo. Por isso, nem se justifica a sua equação. Desde menino se abstivera de afetos. Do ponto de vista da álgebra, dizia, a ternura é um absurdo. Como o zero negativo. Vocês vejam, dizia ele aos alunos: a erva não se enerva, mesmo sabendo-se acabada em ruminagem de boi. E a cobra morde sem ódio. É só o justo praticar da dentadura injetável dela. Na natureza não se concebe sentimento. Assim, a vida prosseguia e Júlio Novesfora era nela um aguarda-factos.
Certa vez, porém, o mestre se apaixonou por uma aluna, menina de incorreta idade. Toda a gente advertia: essa menina é mais que nova, não dá para si.
— Faça as contas, mestre.
Mas o mestre já perdera o cálculo. Desvalessem os razoáveis conselhos. Ainda mais grave: ele perdia o matemático tino. Já não sabia nem o abecedário dos números. Seu pensamento perdia as limpezas da lógica. Dizia coisas sem pés. Parecia, naquele caso, se confirmar o lema: quanto mais sexo menos nexo. Agora, a razão vinha tarde de mais. O mestre já tinha traçado a hipotenusa à menina. Em folgas e folguedos, Júlio Novesfora se afastava dos rigores da geometria. O oito deitado é um infinito. E, assim, o professor, ataratonto, relembrava:
— A paixão é o mundo a dividir por zero.
Não questionassem era aquela sua paixão. Aquilo era um amor idimensional, desses para os quais nem tanto há mar, nem tanto há guerra. Chamaram um seu tio, único familiar que parecia merecer-lhe as autoritárias confianças. O tio lhe aplicou muita sabedoria, doutrinas de pôr facto e roubar argumento. Mas o matemático resistia:
— Se reparar, tio, é a primeira vez que estou a viver. Corolariamente, é natural que cometa erros.
— Mas, sobrinho, você sempre foi de cálculo. Faça agora contas à sua vida.
— Essa conta, tio, não se faz de cabeça. Faz-se de coração.
O professor demonstrava seu axioma, a irresolúvel paixão pela desidosa menina. Tinha experimentado a fruta nessa altura em que o Verão ainda está trabalhando nos açúcares da polpa. E de tão regalado, arregalava os olhos. Estava com a cabeça lotada daquela arrebitada menina. O tio ainda desfilou avisos: não vislumbrava ele o perigo de um desfecho desilusionista? Não sabia ele que toda a mulher saborosa é dissaborosa? Que o amor é falso como um teto. Cautela, sobrinho: olho por olho, dente prudente. Novesfora, porém, se renitentava, inoxidável. E o tio foi dali para a sua vida.
Os namoros prosseguiram. O mestre levava a menina para a margem do mar onde os coqueiros se vergavam, rumorosos, dando um fingimento de frescura.
— Para bem amar não há como ao pé do mar, ditava ele.
A menina só respondia coisas simples, singelices. Que ela gostava era do Verão. Ela:
— Do Inverno gosto é para chorar. As lágrimas, no frio, me saem grossas, cheiinhas de água.
A menina falava e o mestre Novesfora ia passeando as mãos pelo corpo dela, mais aplicado que cego lendo “braille”.
— Vai falando, não pare — pedia ele enquanto divertia os dedos pelas secretas humidades da menina. Gostava dessa fingida distração dela, seus atos lhe pareciam menos pecaminosos. Os transeuntes passavam, deitando culpas no velho professor. Aquilo é idade para nenhumas-vergonhas? Outros faziam graça:
— Sexagenário ou sexogenário?
O mestre se desimportava. Recolhia a lição do embondeiro que é grande mas não dá sombra nenhuma. Vontade de festejar deve eclodir antes de acabar o baile. Tanto tempo decorrera em sua vida e tão pouco tempo tivera para viver. Tudo estando ao alcance da felicidade por que motivo se usufruem tão poucas alegrias? Mas o sapo não sonha com charco: se alaga nele. E agora que ele tinha a mão na moça é que iria parar?
Uma noite, estando ela em seu leito, estranhos receios invadiram o professor: essa menina vai fugir, desaparecida como o arco-íris nas traseiras da chuva. Afinal, os outros bem tinham razão: chega sempre o momento que o amendoim se separa da casca. Novesfora nem chegou de entrar no sono, tal lhe doeram as suspeitas do desfecho.
Passaram-se os dias. Até que, certa vez, sob a sombra de um coqueiro, se escutaram os acordes de um lamentochão. O professor carpia as já previsíveis mágoas? Foram a ver, munidos de consolos. Encontraram não o professor mas a menina derramada em pranto, mais triste que cego sentado em miradouro. Se aproximaram, lhe tocaram o ombro. O que passara, então? Onde estava o mestre?
— Ele foi, partiu com outra.
Resposta espantável: afinal, o professor é que se fora, no embora sem remédio. E partira como? Se ainda ontem ele aplicava a ventosa naquele lugar? A ditosa namorada respondeu: que ele fora com outra, extranumerária. E que esta seria ainda muito mais nova, estreável como uma manhã de domingo. Provado o doce do fruto do verde se quer é o sabor da flor. Enquanto a lagrimosa encharcava réstias de palavras os presentes se foram afastando. Se descuidavam do caso, deixando a menina sob a sombra do coqueiro, solitária e sozinha, no cenário de sua imprevista tristeza. Era Inverno, estação preferida por suas lágrimas.
COUTO, M. Os infelizes cálculos da felicidade. In: COUTO, M. Estórias abensonhadas.
São Paulo: Companhia das Letras, 2012, p. 93-99.
A oração sublinhada em “Corolariamente, é natural que cometa erros.” é classificada corretamente como:
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Na Revolução Russa de 1917, líderes do proletariado comandaram o processo revolucionário, forçando a uma ruptura social e política inédita cujos desdobramentos se refletiram internacionalmente por todo o século XX.
Sobre esse fato histórico, são apresentados os itens a seguir que podem ser verdadeiros ou falsos.
Leia-os com atenção e responda ao que se pede.
I- A corrosão do czarismo, devido a seu caráter despótico, em contraste com os regimes constitucionais de várias nações da Europa, também se revelava no plano internacional, no jogo de forças com outras potências por domínio imperialista, fragilizando seu poderio e debilitando o regime.
II- Os grandes proprietários de terras, o clero e os oficiais do Exército, no alto da pirâmide social russa, configuravam uma sociedade baseada na posse de terras e de títulos honoríficos, mantendo uma estrutura que carregava muitos aspectos do mundo feudal.
III- Entre os opositores do czarismo destacaram-se várias agremiações político-ideológicas, como os narodnikis (populistas), os anarquistas (partidários das ideias de Bakunin) e principalmente os social-democratas (defensores dos princípios marxistas).
IV- Já no fim de 1913, após a conquista de boa parte de seu território pelos japoneses, a Rússia estava militarmente aniquilada e economicamente desorganizada. Sua população convivia com o desabastecimento e a escassez de gêneros básicos.
V- A partir de dezembro de 1919, Stalin converteu-se no ditador absoluto da União Soviética, para outros em um líder democrático. O método que utilizou para a total conquista do poder político teve como base a sua habilidade no controle da máquina burocrática, do Partido e do Estado, bem como na acomodação de alguns líderes políticos opositores.
VI- Em contraste com a relativa liberalização econômica, consolidou-se o centralismo governamental sob a supremacia do Partido Comunista Russo, nome dado pelos bolcheviques, a partir de 1918, ao único partido político permitido no país.
Assinale:
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Na História do Brasil, a República Velha, também conhecida como Primeira República Brasileira, foi o período da história do país que se estendeu da proclamação da República, em 15 de novembro de 1889, até a Revolução de 1930 que depôs o 13º e último presidente da República Velha, Washington Luís. Nesse período, o Brasil foi nomeado de Estados Unidos do Brasil, o mesmo nome da constituição de 1891, também promulgada nesse período. A República Velha no Brasil é dividida pelos historiadores em dois períodos. O primeiro período, chamado de República da Espada, foi dominado pelos setores mobilizados do Exército apoiados pelos republicanos, e vai da Proclamação da República até a posse do primeiro presidente civil, Prudente de Moraes. A República da Espada teve viés mais centralizador do poder, em especial por temores da volta da Monarquia, bem como para evitar uma possível divisão do Brasil. O segundo período ficou conhecido como República Oligárquica, e se estende de 1894 até a Revolução de 1930. Caracterizou-se por dar maior poder para as elites regionais, em especial do sul e sudeste do país. As oligarquias dominantes eram as forças políticas republicanas de São Paulo e Minas Gerais, que se revezavam na presidência. Essa hegemonia paulista e mineira denomina-se política do café com leite, em razão da importância econômica da produção de café paulista e de leite mineiro para a economia brasileira da época.
De acordo com os registros desse período da história do Brasil, leia atentamente os itens a seguir e responda ao que se pede.
I- A expressão República Velha não é neutra; ela reflete a posição política daqueles que ajudaram a derrubar o sistema político republicano que vigorou de 1889 a 1930. Trata-se, então, de um termo usado no debate político entre os personagens de um momento histórico específico.
II- Ao longo do período denominado de República Velha, o Brasil passou por mudanças sociais e econômicas cujos efeitos, apesar de importantes, só se fariam sentir a longo prazo. É o caso, por exemplo, da expansão demográfica, bastante acelerada no país e intensificada no período graças à imigração europeia.
III- O Rio Grande do Sul teve influência decisiva na política nacional graças ao prestígio pessoal do senador Pinheiro Machado, assassinado em 1916. A partir daí, a influência gaúcha declinou porque o estado do Rio Grande do Sul ficou muito desunido devido ao conflito interminável entre Partidos Políticos, como o PRR e o Partido Libertador. Quando estes dois partidos foram finalmente unidos, por Getúlio Vargas, em 1928, o Rio Grande do Sul conseguiu lançar finalmente um candidato à presidência da república: o próprio Getúlio, em 1930.
IV- Campos Sales, Presidente do Brasil (1898-1902), definiu assim sua Política dos Estados: “Neste regime, disse eu na minha última mensagem, a verdadeira força política, que no apertado unitarismo do Império residia no poder central, deslocou-se para os Estados. A Política dos Estados, isto é, a política que fortifica os vínculos de harmonia entre os Estados e a União é, pois, na sua essência, a política nacional. É lá, na soma destas unidades autônomas, que se encontra a verdadeira soberania da opinião. O que pensam os Estados pensa a União!”.
V- A maioria dos presidentes da República Velha começou a carreira profissional como advogados e promotores públicos. Em geral, os presidentes da República Velha iniciaram suas carreiras políticas apoiados por líderes políticos locais (os Coronéis), mas, com exceção dos 3 presidentes paulistas, não eram eles próprios coronéis.
VI- Com o advento da Primeira Guerra Mundial, no início do século XX, a atividade industrial europeia concentrou-se na produção bélica, reduzindo a oferta de itens exportáveis. Em consequência, o Brasil passou gradualmente a importar mais produtos industrializados, estimulando a concorrência com a indústria nacional. Além disso, a valorização cambial da moeda brasileira, ao baratear as importações, contribuiu para diminuir a concorrência internacional.
Assinale:
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Assuma como verdadeiro que: “todo nórdico é caçador e nenhum estilista é nórdico”. Segue necessariamente que:
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A Quarta República Brasileira (1945-1964), também conhecida como República Populista, República Nova e República Democrática, tem início com a renúncia forçada do Presidente Getúlio Vargas, em outubro de 1945, pondo fim à Era Vargas. Neste período da história brasileira, a Petrobras é fundada e a capital nacional é transferida do Rio de Janeiro para a cidade planejada de Brasília.
Leia atentamente as proposições a seguir, assinalando a que estiver em desacordo com esse período da História do Brasil.
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