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Compartilhar práticas é uma maneira de fortalecer comunidades de educadores
Por Ruam Oliveira
As certificações são fatores importantes na vida de um docente. No meio de toda a correria para preparar aulas e pensar em planos e estratégias para a própria prática, ter um tempo para dedicar à formação é importante. E nada mais justo do que provar que tais habilidades foram conquistadas.
É como subir uma escada. Cada certificado e “selo” que o educador recebe serve como mecanismo de impulso para ele continuar se aprimorando e mostrando seu olhar em busca de aperfeiçoamento. O MIEE (Microsoft Innovative Educator Expert) é um bom exemplo. Trata-se de uma certificação feita pela Microsoft Education concedida aos educadores que utilizam a plataforma Educator Center. Antes de ser um “Expert”, professores e professoras precisam acumular ao menos duas horas em cursos na plataforma e, então, se inscrever para a certificação.
A professora Karen Carvalho, MIE Expert e professora no curso técnico integrado ao ensino médio em Desenvolvimento de Sistemas, no SENAI de Jaraguá do Sul (SC), conta que ingressou no programa em 2018 e de lá para cá ampliou a maneira como trabalha com tecnologias. Uma percepção que a educadora tem é de que os próprios estudantes sentem quando determinada ferramenta é utilizada de um jeito diferente. Para ela, o período de pandemia foi bastante significativo para a forma como os alunos se relacionam com a tecnologia digital em sala de aula.
Neste processo, também há um espaço para multiplicar os conteúdos que os educadores têm contato. Karen criou, em 2020, um perfil no Instagram para compartilhar essas práticas. Intitulado “TE na Prática”, além de dividir experiências, ela também incentiva educadores do Brasil a se engajar nesta comunidade. “Eu acredito muito nesse senso de comunidade onde um professor não pode ver o outro como um concorrente, mas sim como um colega”, comenta Karen. Ela foca na importância de uma linguagem acessível para que as práticas cheguem ao maior número de pessoas possível. Além disso, ao compartilhar práticas, os educadores acabam tendo a chance de descobrir coisas novas.
Buscar certificações é também uma maneira que educadores encontram de se atualizar. Tainá Gomes, fundadora da Blue Edu, comenta que encontrar essas formações faz com que o professor se aproxime do aluno e consiga melhores resultados. Ela comenta que, ao compartilhar essas práticas, os educadores podem encontrar formas até mesmo mais produtivas no jeito de dar aulas.
Contudo, mesmo com todas as facilidades encontradas nas plataformas digitais, nem todos os professores se animam em usá-las de maneira sistemática em sala de aula. Sobre isso, Tainá comenta que, ao compartilhar práticas e jeitos de usar as ferramentas, já obteve bons resultados com quem não tinha tanta vontade de usar tecnologia na aula.
(Disponível em: https://porvir.org/compartilhar-praticas-e-uma-maneira-de-fortalecer-comunidades-de-educadores/ – texto adaptado).
Assinale a alternativa que contém uma palavra que apresenta hiato.
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Compartilhar práticas é uma maneira de fortalecer comunidades de educadores
Por Ruam Oliveira
As certificações são fatores importantes na vida de um docente. No meio de toda a correria para preparar aulas e pensar em planos e estratégias para a própria prática, ter um tempo para dedicar à formação é importante. E nada mais justo do que provar que tais habilidades foram conquistadas.
É como subir uma escada. Cada certificado e “selo” que o educador recebe serve como mecanismo de impulso para ele continuar se aprimorando e mostrando seu olhar em busca de aperfeiçoamento. O MIEE (Microsoft Innovative Educator Expert) é um bom exemplo. Trata-se de uma certificação feita pela Microsoft Education concedida aos educadores que utilizam a plataforma Educator Center. Antes de ser um “Expert”, professores e professoras precisam acumular ao menos duas horas em cursos na plataforma e, então, se inscrever para a certificação.
A professora Karen Carvalho, MIE Expert e professora no curso técnico integrado ao ensino médio em Desenvolvimento de Sistemas, no SENAI de Jaraguá do Sul (SC), conta que ingressou no programa em 2018 e de lá para cá ampliou a maneira como trabalha com tecnologias. Uma percepção que a educadora tem é de que os próprios estudantes sentem quando determinada ferramenta é utilizada de um jeito diferente. Para ela, o período de pandemia foi bastante significativo para a forma como os alunos se relacionam com a tecnologia digital em sala de aula.
Neste processo, também há um espaço para multiplicar os conteúdos que os educadores têm contato. Karen criou, em 2020, um perfil no Instagram para compartilhar essas práticas. Intitulado “TE na Prática”, além de dividir experiências, ela também incentiva educadores do Brasil a se engajar nesta comunidade. “Eu acredito muito nesse senso de comunidade onde um professor não pode ver o outro como um concorrente, mas sim como um colega”, comenta Karen. Ela foca na importância de uma linguagem acessível para que as práticas cheguem ao maior número de pessoas possível. Além disso, ao compartilhar práticas, os educadores acabam tendo a chance de descobrir coisas novas.
Buscar certificações é também uma maneira que educadores encontram de se atualizar. Tainá Gomes, fundadora da Blue Edu, comenta que encontrar essas formações faz com que o professor se aproxime do aluno e consiga melhores resultados. Ela comenta que, ao compartilhar essas práticas, os educadores podem encontrar formas até mesmo mais produtivas no jeito de dar aulas.
Contudo, mesmo com todas as facilidades encontradas nas plataformas digitais, nem todos os professores se animam em usá-las de maneira sistemática em sala de aula. Sobre isso, Tainá comenta que, ao compartilhar práticas e jeitos de usar as ferramentas, já obteve bons resultados com quem não tinha tanta vontade de usar tecnologia na aula.
(Disponível em: https://porvir.org/compartilhar-praticas-e-uma-maneira-de-fortalecer-comunidades-de-educadores/ – texto adaptado).
Assinale a alternativa que poderia substituir, respectivamente, as palavras “percepção” e “produtivas” sem alterar o sentido do texto.
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Compartilhar práticas é uma maneira de fortalecer comunidades de educadores
Por Ruam Oliveira
As certificações são fatores importantes na vida de um docente. No meio de toda a correria para preparar aulas e pensar em planos e estratégias para a própria prática, ter um tempo para dedicar à formação é importante. E nada mais justo do que provar que tais habilidades foram conquistadas.
É como subir uma escada. Cada certificado e “selo” que o educador recebe serve como mecanismo de impulso para ele continuar se aprimorando e mostrando seu olhar em busca de aperfeiçoamento. O MIEE (Microsoft Innovative Educator Expert) é um bom exemplo. Trata-se de uma certificação feita pela Microsoft Education concedida aos educadores que utilizam a plataforma Educator Center. Antes de ser um “Expert”, professores e professoras precisam acumular ao menos duas horas em cursos na plataforma e, então, se inscrever para a certificação.
A professora Karen Carvalho, MIE Expert e professora no curso técnico integrado ao ensino médio em Desenvolvimento de Sistemas, no SENAI de Jaraguá do Sul (SC), conta que ingressou no programa em 2018 e de lá para cá ampliou a maneira como trabalha com tecnologias. Uma percepção que a educadora tem é de que os próprios estudantes sentem quando determinada ferramenta é utilizada de um jeito diferente. Para ela, o período de pandemia foi bastante significativo para a forma como os alunos se relacionam com a tecnologia digital em sala de aula.
Neste processo, também há um espaço para multiplicar os conteúdos que os educadores têm contato. Karen criou, em 2020, um perfil no Instagram para compartilhar essas práticas. Intitulado “TE na Prática”, além de dividir experiências, ela também incentiva educadores do Brasil a se engajar nesta comunidade. “Eu acredito muito nesse senso de comunidade onde um professor não pode ver o outro como um concorrente, mas sim como um colega”, comenta Karen. Ela foca na importância de uma linguagem acessível para que as práticas cheguem ao maior número de pessoas possível. Além disso, ao compartilhar práticas, os educadores acabam tendo a chance de descobrir coisas novas.
Buscar certificações é também uma maneira que educadores encontram de se atualizar. Tainá Gomes, fundadora da Blue Edu, comenta que encontrar essas formações faz com que o professor se aproxime do aluno e consiga melhores resultados. Ela comenta que, ao compartilhar essas práticas, os educadores podem encontrar formas até mesmo mais produtivas no jeito de dar aulas.
Contudo, mesmo com todas as facilidades encontradas nas plataformas digitais, nem todos os professores se animam em usá-las de maneira sistemática em sala de aula. Sobre isso, Tainá comenta que, ao compartilhar práticas e jeitos de usar as ferramentas, já obteve bons resultados com quem não tinha tanta vontade de usar tecnologia na aula.
(Disponível em: https://porvir.org/compartilhar-praticas-e-uma-maneira-de-fortalecer-comunidades-de-educadores/ – texto adaptado).
Assinale a alternativa que indica a palavra com significado similar ao de “impulso”.
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Compartilhar práticas é uma maneira de fortalecer comunidades de educadores
Por Ruam Oliveira
As certificações são fatores importantes na vida de um docente. No meio de toda a correria para preparar aulas e pensar em planos e estratégias para a própria prática, ter um tempo para dedicar à formação é importante. E nada mais justo do que provar que tais habilidades foram conquistadas.
É como subir uma escada. Cada certificado e “selo” que o educador recebe serve como mecanismo de impulso para ele [I] continuar se aprimorando e mostrando seu olhar em busca de aperfeiçoamento. O MIEE (Microsoft Innovative Educator Expert) é um bom exemplo. Trata-se de uma certificação feita pela Microsoft Education concedida aos educadores que utilizam a plataforma Educator Center. Antes de ser um “Expert”, professores e professoras precisam acumular ao menos duas horas em cursos na plataforma e, então, se inscrever para a certificação.
A professora Karen Carvalho, MIE Expert e professora no curso técnico integrado ao ensino médio em Desenvolvimento de Sistemas, no SENAI de Jaraguá do Sul (SC), conta que ingressou no programa em 2018 e de lá para cá ampliou a maneira como trabalha com tecnologias. Uma percepção que a educadora tem é de que os próprios estudantes sentem quando determinada ferramenta é utilizada de um jeito diferente. Para ela [II], o período de pandemia foi bastante significativo para a forma como os alunos se relacionam com a tecnologia digital em sala de aula.
Neste processo, também há um espaço para multiplicar os conteúdos que os educadores têm contato. Karen criou, em 2020, um perfil no Instagram para compartilhar essas práticas. Intitulado “TE na Prática”, além de dividir experiências, ela também incentiva educadores do Brasil a se engajar nesta comunidade. “Eu acredito muito nesse senso de comunidade onde um professor não pode ver o outro como um concorrente, mas sim como um colega”, comenta Karen. Ela [III] foca na importância de uma linguagem acessível para que as práticas cheguem ao maior número de pessoas possível. Além disso, ao compartilhar práticas, os educadores acabam tendo a chance de descobrir coisas novas.
Buscar certificações é também uma maneira que educadores encontram de se atualizar. Tainá Gomes, fundadora da Blue Edu, comenta que encontrar essas formações faz com que o professor se aproxime do aluno e consiga melhores resultados. Ela [III] comenta que, ao compartilhar essas práticas, os educadores podem encontrar formas até mesmo mais produtivas no jeito de dar aulas.
Contudo, mesmo com todas as facilidades encontradas nas plataformas digitais, nem todos os professores se animam em usá-las [IV] de maneira sistemática em sala de aula. Sobre isso, Tainá comenta que, ao compartilhar práticas e jeitos de usar as ferramentas, já obteve bons resultados com quem não tinha tanta vontade de usar tecnologia na aula.
(Disponível em: https://porvir.org/compartilhar-praticas-e-uma-maneira-de-fortalecer-comunidades-de-educadores/ – texto adaptado).
Considerando o emprego de recursos coesivos, analise as assertivas a seguir:
I. No segundo parágrafo, o referente do vocábulo ele é o termo “educador”, localizado anteriormente no mesmo parágrafo.
II. No terceiro parágrafo, o referente do vocábulo ela é a palavra “ferramenta”, localizada anteriormente no mesmo parágrafo.
III. No quarto parágrafo, o vocábulo ela se refere à educadora Tainá Gomes. Já no quinto parágrafo, o vocábulo ela se refere à educadora Karen Carvalho.
IV. No último parágrafo, o termo -las, presente na expressão “usá-las”, tem como referente a expressão “plataformas digitais”, localizada anteriormente no mesmo parágrafo.
Quais estão corretas?
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Compartilhar práticas é uma maneira de fortalecer comunidades de educadores
Por Ruam Oliveira
As certificações são fatores importantes na vida de um docente. No meio de toda a correria para preparar aulas e pensar em planos e estratégias para a própria prática, ter um tempo para dedicar à formação é importante. E nada mais justo do que provar que tais habilidades foram conquistadas.
É como subir uma escada. Cada certificado e “selo” que o educador recebe serve como mecanismo de impulso para ele continuar se aprimorando e mostrando seu olhar em busca de aperfeiçoamento. O MIEE (Microsoft Innovative Educator Expert) é um bom exemplo. Trata-se de uma certificação feita pela Microsoft Education concedida aos educadores que utilizam a plataforma Educator Center. Antes de ser um “Expert”, professores e professoras precisam acumular ao menos duas horas em cursos na plataforma e, então, se inscrever para a certificação.
A professora Karen Carvalho, MIE Expert e professora no curso técnico integrado ao ensino médio em Desenvolvimento de Sistemas, no SENAI de Jaraguá do Sul (SC), conta que ingressou no programa em 2018 e de lá para cá ampliou a maneira como trabalha com tecnologias. Uma percepção que a educadora tem é de que os próprios estudantes sentem quando determinada ferramenta é utilizada de um jeito diferente. Para ela, o período de pandemia foi bastante significativo para a forma como os alunos se relacionam com a tecnologia digital em sala de aula.
Neste processo, também há um espaço para multiplicar os conteúdos que os educadores têm contato. Karen criou, em 2020, um perfil no Instagram para compartilhar essas práticas. Intitulado “TE na Prática”, além de dividir experiências, ela também incentiva educadores do Brasil a se engajar nesta comunidade. “Eu acredito muito nesse senso de comunidade onde um professor não pode ver o outro como um concorrente, mas sim como um colega”, comenta Karen. Ela foca na importância de uma linguagem acessível para que as práticas cheguem ao maior número de pessoas possível. Além disso, ao compartilhar práticas, os educadores acabam tendo a chance de descobrir coisas novas.
Buscar certificações é também uma maneira que educadores encontram de se atualizar. Tainá Gomes, fundadora da Blue Edu, comenta que encontrar essas formações faz com que o professor se aproxime do aluno e consiga melhores resultados. Ela comenta que, ao compartilhar essas práticas, os educadores podem encontrar formas até mesmo mais produtivas no jeito de dar aulas.
Contudo, mesmo com todas as facilidades encontradas nas plataformas digitais, nem todos os professores se animam em usá-las de maneira sistemática em sala de aula. Sobre isso, Tainá comenta que, ao compartilhar práticas e jeitos de usar as ferramentas, já obteve bons resultados com quem não tinha tanta vontade de usar tecnologia na aula.
(Disponível em: https://porvir.org/compartilhar-praticas-e-uma-maneira-de-fortalecer-comunidades-de-educadores/ – texto adaptado).
Considerando o exposto no texto, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) O MIEE é a certificação realizada pela Microsoft Education destinada a todos os professores.
( ) Nem todos os professores gostam de utilizar as plataformas digitais da Microsoft em sala de aula.
( ) A professora Karen Carvalho ingressou na certificação MIEE após a pandemia de Covid-19.
( ) Segundo o texto, é fundamental que os docentes tenham um tempo para se dedicar à formação.
( ) Para ser um Expert na certificação MIEE, é necessário apenas que o professor se inscreva no processo.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Três Passos-RS
Little Boy e Fat Man são os nomes de:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Três Passos-RS
Em 2023, o município de Três Passos (RS) comemora 79 de criação no dia:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Três Passos-RS
Transtorno de aprendizagem apresentado tanto em crianças quanto em adultos. Sua característica mais evidente é a caligrafia ilegível, isto é, uma escrita de difícil compreensão. Em geral, pessoas com esse transtorno demoram bastante para finalizar um texto, uma tarefa escolar, etc. Qual é o nome desse transtorno?
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Três Passos-RS
A esperança de vida ao nascer é um importante indicador das condições socioeconômicas e ambientais e do nível de qualidade da saúde de determinado país ou região, pois está intimamente relacionada com o acesso ao sistema de saúde local e a adequação deste em responder às necessidades da população. Sobre esse tema, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Segundo o IBGE, a esperança de vida ao nascer no Rio Grande do Sul, para ambos os sexos, passou de 72,4 em 2000 para 78,3 em 2018.
( ) Em relação ao sexo, a esperança de vida ao nascer das mulheres no Rio Grande do Sul em 2018 atingiu 81,6 anos, enquanto a dos homens ficou em 74,9 anos.
( ) Por conta da esperança de vida ao nascer, no Rio Grande do Sul, o número de mulheres é superior ao número de homens, principalmente nas faixas etárias mais avançadas.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Três Passos-RS
Qual a tecnologia de movimento, muito utilizada atualmente na criação de vídeo games, animações e filmes, como de ficção científica, a exemplo do longa-metragem “Avatar: O Caminho da Água”?
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