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Foram encontradas 845 questões.

1638781 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IMA
Orgão: Pref. Tuntum-MA

“Claudia Costin defende ensino mais especializado no ensino médio e alerta para formação de professores.”

Marque a alternativa que apresenta a análise correta do período acima.

 

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1638780 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IMA
Orgão: Pref. Tuntum-MA

Especialistas veem falhas e sugerem melhorias para proposta de currículo da educação básica.

O singular da forma verbal “veem” é:

 

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1638779 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IMA
Orgão: Pref. Tuntum-MA

“Tanto a parte de educação infantil, quanto a dos ensinos fundamental e médio já foram aprovadas.” 2º§

A forma infinitiva do verbo destacado é:

 

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1638778 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IMA
Orgão: Pref. Tuntum-MA

Assinale a alternativa em que há erro ortográfico na frase.

 

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1638777 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IMA
Orgão: Pref. Tuntum-MA

Infelizmente, quando olhamos para o gasto por aluno, ele é muito inferior (...).” 7º§

A palavra acima destacada é classificada como:

 

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1638776 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IMA
Orgão: Pref. Tuntum-MA

Educação engloba os processos de ensinar e de aprender.

No centro de um sistema educativo deve situar-se o ser humano a educar, num horizonte de plenitude. A tarefa educativa consiste, na verdade, na capacidade de identificar e de acompanhar esta presente inquietação do homem, mantendo vivo o amor pelo saber, despertando o coração e pondo em marcha a sua razão e a sua liberdade[1], tal liberdade construída pelos tijolos da autonomia do indivíduo[2].

O verbete acima é parte de:

 

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1638775 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IMA
Orgão: Pref. Tuntum-MA

Observe, com atenção, a tirinha a seguir.

enunciado 1638775-1
https://www.google.com

É correto afirmar:

 

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1638773 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IMA
Orgão: Pref. Tuntum-MA

Leia o texto a seguir para responder às questões de 21 a 25.

Educação de qualidade para o Brasil chegar ao século XXI

Claudia Costin defende ensino mais especializado no ensino médio e alerta para formação de professores. Ouça!

Por Instituto Millenium

22 de abril 2019

“Sem altas expectativas de aprendizagem para todos, o Brasil não chega ao século XXI”, alerta Claudia Costin. Nesta segunda parte da série de entrevistas especiais sobre educação, a Doutora em Administração Pública, professora e diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Públicas da Fundação Getúlio Vargas (FGV) lista quatro questões que devem ser tratadas como prioridade pelo Ministério da Educação (MEC). Para ela, é preciso urgentemente melhorar o ensino de crianças e adolescentes no Brasil, mas também dar atenção à formação dos professores. Ouça!

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC)

A BNCC define o conjunto orgânico e progressivo de aprendizagem essencial para todos os alunos da educação básica. Tanto a parte de educação infantil, quanto a dos ensinos fundamental e médio já foram aprovadas. Segundo Claudia Costin, os próximos passos envolvem a conclusão da tradução do conteúdo referente à educação infantil e ensino fundamental em currículos estaduais e municipais, já realizada em algumas regiões. Depois, é importante dar andamento à tradução da base no currículo do ensino médio que, de acordo com a especialista, é muito mais complexa pela diversidade dos chamados “itinerários formativos”, que permitem ao estudante optar por uma especialização como linguagem, matemática, ou ainda uma formação técnica ou especializada em áreas científicas.

“Com a reforma do ensino médio, em vez do jovem cursar 13 matérias em quatro horas de aula, o que acaba não aprofundando em nada, ele vai poder escolher um itinerário formativo, e as redes estaduais, municipais e as escolas privadas poderão se organizar para oferecer dois ou mais itinerários. Isso tudo precisa ser detalhado, com materiais de apoio aos professores para a sua implementação”, destaca.

Esse trabalho, no entanto, deve ser feito com um olhar de altas expectativas de aprendizagem para todos os estudantes, sem exceção, com a finalidade de gerar igualdade de oportunidade e dotar os jovens com competências demandadas pelo século XXI e suas mudanças nos postos de trabalho, oriundas da quarta revolução industrial: “Hoje, infelizmente, temos uma estratégia de ensino muito tradicional e de baixas expectativas em relação aos alunos de escolas públicas, como se o fato deles viverem em meios mais vulneráveis justificasse ter uma educação de segundo nível. O desafio que a base nos coloca é finalmente definirmos o que é esperado, inspirado nos melhores temas educacionais do mundo, mas a gente quer, ao mesmo tempo em que pensamos em excelência, pensar também em equidade”, alerta Costin.

[...]

O financiamento da educação

O Fundeb, fundo de recursos para melhorar a educação do país, tem validade até 2020. Isso significa que o Congresso terá de fazer uma nova votação para definir o futuro desta questão. Na opinião de Claudia Costin, o MEC deve exercer um papel de liderança nessa negociação, resolvendo gargalos do antigo modelo. Um dos pontos que podem ser revistos, por exemplo, é a insuficiência distributivista. “Temos, de alguma maneira, que pagar mais aos estados mais pobres, porque eles têm uma população menos envelhecida do que São Paulo e Rio de Janeiro, e precisam de mais recursos para avançar”.

Para a especialista, além de mais recursos, também é preciso geri-los de forma eficaz. “Hoje, o gasto como porcentagem do PIB é superior que a média da OCDE e isso faz as pessoas pensarem que a gente pode cortar despesas em educação básica. Infelizmente, quando olhamos para o gasto por aluno, ele é muito inferior ao que a organização pratica e, além disso, estamos em outro momento em termos de transição demográfica. Quando temos uma população envelhecida, é mais fácil gastar menos em educação, e não é a nossa realidade ainda”, destaca, ressaltando que há muitos jovens no Brasil.

Avaliando a educação

Há um paradoxo no país quando se trata de avaliar a educação. Por um lado, o Brasil é referência internacional na produção de estatísticas e avaliações de qualidade, como o SAEB, Sistema de Avaliação da Educação Básica, e o próprio Enem. No entanto, segundo Costin, o país falha na hora de aplicar esses dados. “Precisamos capacitar os gestores educacionais e escolares em como usar os dados da avaliação para melhorar o desempenho de cada escola”.

Adaptado

Para o desenvolvimento do texto, o autor faz uso de vários recursos, exceto:

 

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1638772 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IMA
Orgão: Pref. Tuntum-MA

Leia o texto a seguir para responder às questões de 21 a 25.

Educação de qualidade para o Brasil chegar ao século XXI

Claudia Costin defende ensino mais especializado no ensino médio e alerta para formação de professores. Ouça!

Por Instituto Millenium

22 de abril 2019

“Sem altas expectativas de aprendizagem para todos, o Brasil não chega ao século XXI”, alerta Claudia Costin. Nesta segunda parte da série de entrevistas especiais sobre educação, a Doutora em Administração Pública, professora e diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Públicas da Fundação Getúlio Vargas (FGV) lista quatro questões que devem ser tratadas como prioridade pelo Ministério da Educação (MEC). Para ela, é preciso urgentemente melhorar o ensino de crianças e adolescentes no Brasil, mas também dar atenção à formação dos professores. Ouça!

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC)

A BNCC define o conjunto orgânico e progressivo de aprendizagem essencial para todos os alunos da educação básica. Tanto a parte de educação infantil, quanto a dos ensinos fundamental e médio já foram aprovadas. Segundo Claudia Costin, os próximos passos envolvem a conclusão da tradução do conteúdo referente à educação infantil e ensino fundamental em currículos estaduais e municipais, já realizada em algumas regiões. Depois, é importante dar andamento à tradução da base no currículo do ensino médio que, de acordo com a especialista, é muito mais complexa pela diversidade dos chamados “itinerários formativos”, que permitem ao estudante optar por uma especialização como linguagem, matemática, ou ainda uma formação técnica ou especializada em áreas científicas.

“Com a reforma do ensino médio, em vez do jovem cursar 13 matérias em quatro horas de aula, o que acaba não aprofundando em nada, ele vai poder escolher um itinerário formativo, e as redes estaduais, municipais e as escolas privadas poderão se organizar para oferecer dois ou mais itinerários. Isso tudo precisa ser detalhado, com materiais de apoio aos professores para a sua implementação”, destaca.

Esse trabalho, no entanto, deve ser feito com um olhar de altas expectativas de aprendizagem para todos os estudantes, sem exceção, com a finalidade de gerar igualdade de oportunidade e dotar os jovens com competências demandadas pelo século XXI e suas mudanças nos postos de trabalho, oriundas da quarta revolução industrial: “Hoje, infelizmente, temos uma estratégia de ensino muito tradicional e de baixas expectativas em relação aos alunos de escolas públicas, como se o fato deles viverem em meios mais vulneráveis justificasse ter uma educação de segundo nível. O desafio que a base nos coloca é finalmente definirmos o que é esperado, inspirado nos melhores temas educacionais do mundo, mas a gente quer, ao mesmo tempo em que pensamos em excelência, pensar também em equidade”, alerta Costin.

[...]

O financiamento da educação

O Fundeb, fundo de recursos para melhorar a educação do país, tem validade até 2020. Isso significa que o Congresso terá de fazer uma nova votação para definir o futuro desta questão. Na opinião de Claudia Costin, o MEC deve exercer um papel de liderança nessa negociação, resolvendo gargalos do antigo modelo. Um dos pontos que podem ser revistos, por exemplo, é a insuficiência distributivista. “Temos, de alguma maneira, que pagar mais aos estados mais pobres, porque eles têm uma população menos envelhecida do que São Paulo e Rio de Janeiro, e precisam de mais recursos para avançar”.

Para a especialista, além de mais recursos, também é preciso geri-los de forma eficaz. “Hoje, o gasto como porcentagem do PIB é superior que a média da OCDE e isso faz as pessoas pensarem que a gente pode cortar despesas em educação básica. Infelizmente, quando olhamos para o gasto por aluno, ele é muito inferior ao que a organização pratica e, além disso, estamos em outro momento em termos de transição demográfica. Quando temos uma população envelhecida, é mais fácil gastar menos em educação, e não é a nossa realidade ainda”, destaca, ressaltando que há muitos jovens no Brasil.

Avaliando a educação

Há um paradoxo no país quando se trata de avaliar a educação. Por um lado, o Brasil é referência internacional na produção de estatísticas e avaliações de qualidade, como o SAEB, Sistema de Avaliação da Educação Básica, e o próprio Enem. No entanto, segundo Costin, o país falha na hora de aplicar esses dados. “Precisamos capacitar os gestores educacionais e escolares em como usar os dados da avaliação para melhorar o desempenho de cada escola”.

Adaptado

No entanto, segundo Costin, o país falha na hora de aplicar esses dados.” 8º§

Marque a alternativa em que a substituição da palavra destacada não altera seu sentido original.

 

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1638771 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IMA
Orgão: Pref. Tuntum-MA

Leia o texto a seguir para responder às questões de 21 a 25.

Educação de qualidade para o Brasil chegar ao século XXI

Claudia Costin defende ensino mais especializado no ensino médio e alerta para formação de professores. Ouça!

Por Instituto Millenium

22 de abril 2019

“Sem altas expectativas de aprendizagem para todos, o Brasil não chega ao século XXI”, alerta Claudia Costin. Nesta segunda parte da série de entrevistas especiais sobre educação, a Doutora em Administração Pública, professora e diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Públicas da Fundação Getúlio Vargas (FGV) lista quatro questões que devem ser tratadas como prioridade pelo Ministério da Educação (MEC). Para ela, é preciso urgentemente melhorar o ensino de crianças e adolescentes no Brasil, mas também dar atenção à formação dos professores. Ouça!

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC)

A BNCC define o conjunto orgânico e progressivo de aprendizagem essencial para todos os alunos da educação básica. Tanto a parte de educação infantil, quanto a dos ensinos fundamental e médio já foram aprovadas. Segundo Claudia Costin, os próximos passos envolvem a conclusão da tradução do conteúdo referente à educação infantil e ensino fundamental em currículos estaduais e municipais, já realizada em algumas regiões. Depois, é importante dar andamento à tradução da base no currículo do ensino médio que, de acordo com a especialista, é muito mais complexa pela diversidade dos chamados “itinerários formativos”, que permitem ao estudante optar por uma especialização como linguagem, matemática, ou ainda uma formação técnica ou especializada em áreas científicas.

“Com a reforma do ensino médio, em vez do jovem cursar 13 matérias em quatro horas de aula, o que acaba não aprofundando em nada, ele vai poder escolher um itinerário formativo, e as redes estaduais, municipais e as escolas privadas poderão se organizar para oferecer dois ou mais itinerários. Isso tudo precisa ser detalhado, com materiais de apoio aos professores para a sua implementação”, destaca.

Esse trabalho, no entanto, deve ser feito com um olhar de altas expectativas de aprendizagem para todos os estudantes, sem exceção, com a finalidade de gerar igualdade de oportunidade e dotar os jovens com competências demandadas pelo século XXI e suas mudanças nos postos de trabalho, oriundas da quarta revolução industrial: “Hoje, infelizmente, temos uma estratégia de ensino muito tradicional e de baixas expectativas em relação aos alunos de escolas públicas, como se o fato deles viverem em meios mais vulneráveis justificasse ter uma educação de segundo nível. O desafio que a base nos coloca é finalmente definirmos o que é esperado, inspirado nos melhores temas educacionais do mundo, mas a gente quer, ao mesmo tempo em que pensamos em excelência, pensar também em equidade”, alerta Costin.

[...]

O financiamento da educação

O Fundeb, fundo de recursos para melhorar a educação do país, tem validade até 2020. Isso significa que o Congresso terá de fazer uma nova votação para definir o futuro desta questão. Na opinião de Claudia Costin, o MEC deve exercer um papel de liderança nessa negociação, resolvendo gargalos do antigo modelo. Um dos pontos que podem ser revistos, por exemplo, é a insuficiência distributivista. “Temos, de alguma maneira, que pagar mais aos estados mais pobres, porque eles têm uma população menos envelhecida do que São Paulo e Rio de Janeiro, e precisam de mais recursos para avançar”.

Para a especialista, além de mais recursos, também é preciso geri-los de forma eficaz. “Hoje, o gasto como porcentagem do PIB é superior que a média da OCDE e isso faz as pessoas pensarem que a gente pode cortar despesas em educação básica. Infelizmente, quando olhamos para o gasto por aluno, ele é muito inferior ao que a organização pratica e, além disso, estamos em outro momento em termos de transição demográfica. Quando temos uma população envelhecida, é mais fácil gastar menos em educação, e não é a nossa realidade ainda”, destaca, ressaltando que há muitos jovens no Brasil.

Avaliando a educação

Há um paradoxo no país quando se trata de avaliar a educação. Por um lado, o Brasil é referência internacional na produção de estatísticas e avaliações de qualidade, como o SAEB, Sistema de Avaliação da Educação Básica, e o próprio Enem. No entanto, segundo Costin, o país falha na hora de aplicar esses dados. “Precisamos capacitar os gestores educacionais e escolares em como usar os dados da avaliação para melhorar o desempenho de cada escola”.

Adaptado

O propósito comunicativo do texto é sobretudo o de:

 

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