Foram encontradas 40 questões.
“A reflexão sobre o uso de tecnologias digitais em uma escola pode ocorrer de diversas formas: a partir das tecnologias
como foco de estudo, como apoio a uma prática pedagógica e como recursos ubíquos da sociedade atual, que causam grande
impacto nas relações sociais e profissionais, entre outros.” (BACICH, L.; MORAN, J. Metodologias Ativas para uma Educação Inovadora:
Uma abordagem teórico-prática. 2017. Editora Penso, p. 106)
Com relação à importância das tecnologias aliadas à educação, assinale a alternativa INCORRETA.
Com relação à importância das tecnologias aliadas à educação, assinale a alternativa INCORRETA.
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"Na prática pedagógica atual o processo de planejamento do ensino tem sido objeto de constantes indagações quanto à sua
validade como efetivo instrumento de melhoria qualitativa do trabalho do professor. As razões de tais indagações são
múltiplas e se apresentam em níveis diferentes na prática docente" (VEIGA, I. P. Repensando a didática. São Paulo: Campinas, Papirus,
1993, p. 55)
Com relação ao planejamento do ensino numa perspectiva crítica de educação, assinale a alternativa INCORRETA.
Com relação ao planejamento do ensino numa perspectiva crítica de educação, assinale a alternativa INCORRETA.
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“O planejamento escolar é uma tarefa docente que inclui tanto a previsão das atividades didáticas em termos da sua
organização e coordenação em face dos objetivos propostos, quanto a sua revisão e adequação no decorrer do processo de
ensino. O planejamento é um meio para se programar as ações docentes, mas é também um momento de pesquisa e reflexão
intimamente ligado à avaliação” (LIBÂNEO, J. C. Didática. 2ª ed. Porto Alegre: Cortez. 2013, p. 221)
Com relação às três modalidades de planejamento, articuladas entre si: o plano da escola, o plano de ensino e o plano de aulas, assinale a alternativa INCORRETA
Com relação às três modalidades de planejamento, articuladas entre si: o plano da escola, o plano de ensino e o plano de aulas, assinale a alternativa INCORRETA
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“Avaliação é um processo pelo qual se procura identificar,
aferir, investigar e analisar as modificações do
comportamento e rendimento do aluno, do educador, do
sistema, confirmando se a construção do conhecimento se
processou, seja ele teórico (mental) ou prático).”
SANT’ANA, I. M. Por que Avaliar? Como Avaliar? Critérios e instrumentos. São Paulo: Cortez, 2014. 17ª ed, p. 31
Quanto às modalidades de avaliação, conforme as funções que desempenha, segundo Bloom, classifica-se a avaliação em três modalidades, a esse respeito, numere a COLUNA 2 de acordo com a COLUNA 1.
COLUNA 1
1. Diagnóstica 2. Formativa 3. Somativa
COLUNA 2
( ) É realizada com o propósito de informar o professor e o aluno sobre o resultado da aprendizagem, durante o desenvolvimento das atividades escolares. É possível verificar deficiências nos processos de ensino e de aprendizagem, sendo possível realizar reformulações nos mesmos, possibilitando alcançar os objetivos. ( ) Busca determinar a presença ou ausência de conhecimentos e habilidades, inclusive buscando detectar pré-requisitos para novas experiências de aprendizagem. Permite averiguar as causas de repetidas dificuldades de aprendizagem. ( ) A função desta modalidade de avaliação é classificar os alunos ao final de uma unidade de ensino, semestre ou ano letivo, considerando os níveis de aproveitamento apresentados.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
SANT’ANA, I. M. Por que Avaliar? Como Avaliar? Critérios e instrumentos. São Paulo: Cortez, 2014. 17ª ed, p. 31
Quanto às modalidades de avaliação, conforme as funções que desempenha, segundo Bloom, classifica-se a avaliação em três modalidades, a esse respeito, numere a COLUNA 2 de acordo com a COLUNA 1.
COLUNA 1
1. Diagnóstica 2. Formativa 3. Somativa
COLUNA 2
( ) É realizada com o propósito de informar o professor e o aluno sobre o resultado da aprendizagem, durante o desenvolvimento das atividades escolares. É possível verificar deficiências nos processos de ensino e de aprendizagem, sendo possível realizar reformulações nos mesmos, possibilitando alcançar os objetivos. ( ) Busca determinar a presença ou ausência de conhecimentos e habilidades, inclusive buscando detectar pré-requisitos para novas experiências de aprendizagem. Permite averiguar as causas de repetidas dificuldades de aprendizagem. ( ) A função desta modalidade de avaliação é classificar os alunos ao final de uma unidade de ensino, semestre ou ano letivo, considerando os níveis de aproveitamento apresentados.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
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“Os critérios de avaliação são geralmente estabelecidos
pelo sistema ou subsistema, embora o mais comum é que
cada escola, através de seu regimento, registre os critérios
ou normas a serem observados pelos responsáveis das
diferentes disciplinas curriculares. Atualmente, em muitos
países, também no Brasil, algumas escolas estão
eliminando a reprovação nas séries iniciais, bem como o
estabelecimento de datas formais para execução de testes
classificatórios. É fundamental que o professor conheça os
critérios adotados pela instituição em seu conjunto, bem
como os princípios que norteiam o planejamento e o
currículo de forma global.”
SANT’ANA, I. M. Por que Avaliar? Como Avaliar? Critérios e instrumentos. São Paulo: Cortez,2014. 17ª ed, p. 78
Analise as seguintes afirmativas sobre critérios de avaliação e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) Critérios são indicadores que determinam a maneira como se realizará a supervisão das atividades educacionais. ( ) Critérios de quantidade são padrões que avaliam comportamentos socioemocionais. ( ) Critério é como um conjunto de aspectos que servem de norma para avaliações. Podem ser expressas por quantidade, qualidade, tempo.
Assinale a sequência CORRETA.
SANT’ANA, I. M. Por que Avaliar? Como Avaliar? Critérios e instrumentos. São Paulo: Cortez,2014. 17ª ed, p. 78
Analise as seguintes afirmativas sobre critérios de avaliação e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) Critérios são indicadores que determinam a maneira como se realizará a supervisão das atividades educacionais. ( ) Critérios de quantidade são padrões que avaliam comportamentos socioemocionais. ( ) Critério é como um conjunto de aspectos que servem de norma para avaliações. Podem ser expressas por quantidade, qualidade, tempo.
Assinale a sequência CORRETA.
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Leia o trecho a seguir:
“A relação entre o Ocidente e o Oriente é uma relação de poder, de dominação, de graus variáveis de uma hegemonia complexa”.
SAID, E. W. Orientalismo: o Oriente como invenção do Ocidente. São Paulo: Editora Companhia das Letras, 1996. p.33.
O Orientalismo é expresso ideologicamente, em um modo de discurso baseado em instituições, vocabulário, erudição, imagens, doutrinas e burocracias. Assim definido, o Orientalismo está situado em uma aplicação de conceitos-chave que foram construídos atrelado à noção da
“A relação entre o Ocidente e o Oriente é uma relação de poder, de dominação, de graus variáveis de uma hegemonia complexa”.
SAID, E. W. Orientalismo: o Oriente como invenção do Ocidente. São Paulo: Editora Companhia das Letras, 1996. p.33.
O Orientalismo é expresso ideologicamente, em um modo de discurso baseado em instituições, vocabulário, erudição, imagens, doutrinas e burocracias. Assim definido, o Orientalismo está situado em uma aplicação de conceitos-chave que foram construídos atrelado à noção da
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Leia o trecho a seguir:
“a memória é um elemento essencial do que se costuma chamar identidade, individual ou coletiva, cuja busca é uma das atividades fundamentais dos indivíduos e das sociedades de hoje (...)”
LE GOFF, J. História e Memória. São Paulo: UNICAMP,1992. p.410.
Segundo Le Goff, o registro da memória possibilita o exercício de reconhecimento das permanências, sendo possível identificá-la em vários locais. Assim pode-se afirmar, EXCETO:
“a memória é um elemento essencial do que se costuma chamar identidade, individual ou coletiva, cuja busca é uma das atividades fundamentais dos indivíduos e das sociedades de hoje (...)”
LE GOFF, J. História e Memória. São Paulo: UNICAMP,1992. p.410.
Segundo Le Goff, o registro da memória possibilita o exercício de reconhecimento das permanências, sendo possível identificá-la em vários locais. Assim pode-se afirmar, EXCETO:
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Leia o trecho a seguir:
Finalmente, passou-se a tentar ver a Idade Media como os olhos dela própria, não com os daqueles que viveram ou vivem noutro momento. Entendeu-se que a função do historiador é compreender, não a de julgar o passado. Logo, o único referencial possível para se ver a Idade Média é a própria Idade Média. Com base nessa postura, e elaborando, para concretizá-la, inúmeras novas metodologias e técnicas, a historiografia medievalística deu um enorme salto qualitativo. Sem risco de exagerar, pode-se dizer que o medievalismo se tornou uma espécie de carro-chefe da historiografia contemporânea, ao propor temas, experimentar métodos, rever conceitos, dialogar intimamente com outras ciências humanas.
FRANCO JUNIOR, H. A idade Média: nascimento do Ocidente. São Paulo: Editora Brasiliense, 1988
Ao se olhar a Idade Média por si mesma, pode se afirmar marcando V para as verdadeiras e F para as falsas:
( ) Foi um período marcado por um rico pensamento filosófico ligado, principalmente, à teologia cristã. ( ) Foi predominante dominado pelo feudalismo, sendo a composição entre manso senhorial e servil a constância de todo o período. ( ) Chama-se de Baixa Idade Média seu início, sendo a Alta Idade Média seu período final. ( ) Estão entre os seus eventos a Dinastia Carolíngia, as Cruzadas e a Escolástica.
A sequência CORRETA é
Finalmente, passou-se a tentar ver a Idade Media como os olhos dela própria, não com os daqueles que viveram ou vivem noutro momento. Entendeu-se que a função do historiador é compreender, não a de julgar o passado. Logo, o único referencial possível para se ver a Idade Média é a própria Idade Média. Com base nessa postura, e elaborando, para concretizá-la, inúmeras novas metodologias e técnicas, a historiografia medievalística deu um enorme salto qualitativo. Sem risco de exagerar, pode-se dizer que o medievalismo se tornou uma espécie de carro-chefe da historiografia contemporânea, ao propor temas, experimentar métodos, rever conceitos, dialogar intimamente com outras ciências humanas.
FRANCO JUNIOR, H. A idade Média: nascimento do Ocidente. São Paulo: Editora Brasiliense, 1988
Ao se olhar a Idade Média por si mesma, pode se afirmar marcando V para as verdadeiras e F para as falsas:
( ) Foi um período marcado por um rico pensamento filosófico ligado, principalmente, à teologia cristã. ( ) Foi predominante dominado pelo feudalismo, sendo a composição entre manso senhorial e servil a constância de todo o período. ( ) Chama-se de Baixa Idade Média seu início, sendo a Alta Idade Média seu período final. ( ) Estão entre os seus eventos a Dinastia Carolíngia, as Cruzadas e a Escolástica.
A sequência CORRETA é
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Leia o trecho a seguir:
A peculiaridade da Guerra Fria era a de que, em termos objetivos, não existia perigo iminente de guerra mundial. Mais que isso: apesar da retórica apocalíptica de ambos os lados, mas sobretudo do lado americano, os governos das duas superpotências aceitaram a distribuição global de forças no fim da Segunda Guerra Mundial, que equivalia a um equilíbrio de poder desigual mas não contestado em sua essência. A URSS controlava uma parte do globo, ou sobre ela exercia predominante influência — a zona ocupada pelo Exército Vermelho e/ou outras Forças Armadas comunistas no término da guerra — e não tentava ampliá-la com o uso de força militar. Os EUA exerciam controle e predominância sobre o resto do mundo capitalista, além do hemisfério norte e oceanos, assumindo o que restava da velha hegemonia imperial das antigas potências coloniais. Em troca, não intervinha na zona aceita de hegemonia soviética.
HOBSBAWM, E. Era dos Extremos: breve século XX. 1914-1991. São Paulo.
Sobre as forças militares na Guerra Fria é CORRETO afirmar que, respectivamente, representavam o bloco americano e o bloco soviético:
A peculiaridade da Guerra Fria era a de que, em termos objetivos, não existia perigo iminente de guerra mundial. Mais que isso: apesar da retórica apocalíptica de ambos os lados, mas sobretudo do lado americano, os governos das duas superpotências aceitaram a distribuição global de forças no fim da Segunda Guerra Mundial, que equivalia a um equilíbrio de poder desigual mas não contestado em sua essência. A URSS controlava uma parte do globo, ou sobre ela exercia predominante influência — a zona ocupada pelo Exército Vermelho e/ou outras Forças Armadas comunistas no término da guerra — e não tentava ampliá-la com o uso de força militar. Os EUA exerciam controle e predominância sobre o resto do mundo capitalista, além do hemisfério norte e oceanos, assumindo o que restava da velha hegemonia imperial das antigas potências coloniais. Em troca, não intervinha na zona aceita de hegemonia soviética.
HOBSBAWM, E. Era dos Extremos: breve século XX. 1914-1991. São Paulo.
Sobre as forças militares na Guerra Fria é CORRETO afirmar que, respectivamente, representavam o bloco americano e o bloco soviético:
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Leia o trecho a seguir:
“Houve uma ampliação de objetos de pesquisa, de paradigmas interpretativos, mas, o que não é menos importante, houve uma significativa ampliação do universo social dos historiadores do mundo antigo. O caráter aristocrático da História, e da História Antiga, em particular, foi superado pela inclusão de estudiosos não oriundos das elites, cuja formação intelectual e acadêmica não era de berço, mas aprendida, tanto no Brasil como, de maneira crescente, também no estrangeiro. Os paradigmas interpretativos tradicionais, que enfatizam a homogeneidade social e o respeito às normas, foram, de forma crescente, contrapostos às visões multifacetadas e atentas aos conflitos.:
Funari, P.P.A.; Silva, G.J.; Martins, A.L. (Orgs). História Antiga: contribuições brasileiras. São Paulo: Annablume, 2008. Pág. 9.
A partir do trecho apresentado, é CORRETO afirmar que são exemplos de “visões multifacetadas” a apresentação, para uma turma do sexto ano do ensino fundamental, da:
“Houve uma ampliação de objetos de pesquisa, de paradigmas interpretativos, mas, o que não é menos importante, houve uma significativa ampliação do universo social dos historiadores do mundo antigo. O caráter aristocrático da História, e da História Antiga, em particular, foi superado pela inclusão de estudiosos não oriundos das elites, cuja formação intelectual e acadêmica não era de berço, mas aprendida, tanto no Brasil como, de maneira crescente, também no estrangeiro. Os paradigmas interpretativos tradicionais, que enfatizam a homogeneidade social e o respeito às normas, foram, de forma crescente, contrapostos às visões multifacetadas e atentas aos conflitos.:
Funari, P.P.A.; Silva, G.J.; Martins, A.L. (Orgs). História Antiga: contribuições brasileiras. São Paulo: Annablume, 2008. Pág. 9.
A partir do trecho apresentado, é CORRETO afirmar que são exemplos de “visões multifacetadas” a apresentação, para uma turma do sexto ano do ensino fundamental, da:
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