Foram encontradas 30 questões.
Assinale a alternativa em que há colocação pronominal ERRADA:
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Os exercícios de caráter aeróbio desenvolvem o músculo cardíaco e os demais componentes do sistema cardiorrespiratório, promovendo melhoria na aptidão física e na saúde.
Nesse sentido, assinale a alternativa que apresenta os efeitos do exercício que realmente contribuem para melhorar a saúde e a aptidão física.
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A Educação Física no Ensino Médio possui algumas particularidades que estão previstas nos PCNs, dentre elas, a disposição semanal de aulas.
Com base nesse assunto, assinale a alternativa CORRETA.
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Gonçalves (1994) relata que a Educação Física tem servido à sociedade como um veículo de transmissão ideológica do sistema dominante, impondo a produtividade como objetivo prioritário.
Essa afirmação está baseada nas seguintes ações da Educação Física no cotidiano escolar:
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Para DARIDO (2008), ao abordar o tema “por que avaliar”, destaca que a avaliação deve mostrar-se útil para todas as partes envolvidas (professores, alunos e escola), contribuindo para o autoconhecimento e para a análise das etapas já vencidas, visando desta forma:
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Dentre as tendências históricas da educação física, uma, em especial, evidenciava a relação entre professor e aluno como técnico-atleta.
Qual das tendências históricas abaixo representou fortemente essa relação?
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Empregue nas lacunas da oração “Eu queria comprar algumas camisas _ e três ternos _ . No final, acabei comprando só um par de sapatos _ . ” as formas adjetivais adequadas:
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Terremoto
Mariana Araguaia de Castro Sá Lima
Segundo o mini Aurélio, terremoto significa “movimentos do interior da Terra, tremor de terra”. Esses movimentos repentinos são resultantes de falhas geológicas e atividades vulcânicas. Alguns também consideram como terremotos certos tremores de causa antrópica (causados pelo ser humano), como os produzidos por explosões nucleares.
A teoria da Tectônica de Placas consiste na ideia de que a litosfera está dividida em certo número de placas que se movimentam horizontalmente. Tal deslocamento ocorre pelo fato de a litosfera, relativamente mais leve e fria, sobrepor-se às regiões integrantes da astenosfera, mais quentes, densas e fundidas: nesse local são geradas as correntes de convecção.
Essas movimentações de placas são classificadas em três tipos: divergentes (movimentação de placas em direções contrárias), convergentes (choque de placas) e de deslocamento horizontal (separação de placas que estão se deslocando lateralmente). Assim, quando há colisão, superando a resistência da rocha, ela se rompe e libera energia em forma de ondas sísmicas, que podem se espalhar em diversas direções e causar tremores, que variam de acordo com fatores como a localização, a velocidade e a magnitude do choque. Vulcões geralmente ocorrem nas bordas dessas placas, onde o magma presente no topo da astenosfera sobe até a superfície, derramando se ao passar por fissuras.
Geralmente, a intensidade de terremotos é medida a partir de observações dos danos ocasionados. Uma escala muito utilizada para esse fim foi proposta por Mercalli: é constituída de 12 graus, indicados em algarismos romanos, sendo crescente de acordo com a magnitude.
Apenas para termos informativos, a intensidade de escala I corresponde a um terremoto que não é sentido; na escala VI, notam-se, dentre outras características, o deslocamento de mobílias e rachaduras na parede. Já na escala X, percebem-se desabamentos, rachaduras no solo, destruição de estruturas de concreto armado e danos severos a construções como barragens e estradas de ferro.
A magnitude é uma medida qualitativa do tamanho do terremoto. Por meio da fórmula descrita por Gutenberg e Richter, pode-se relacionar a magnitude e a energia do evento. A escala Richter é pontuada de 1 a 9. Cada grau subsequente corresponde a ondas maiores. Um terremoto com valor inferior a 3,5 graus é identificado apenas por sismógrafos (instrumentos utilizados para registrar a hora, a duração e a amplitude de vibrações). Valores até aproximadamente 6 produzem danos em construções menos resistentes. Acima de 8, como o ocorrido na China em maio de 2008, causam grandes estragos em centenas de milhares de quilômetros.
Adaptado de:
<http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/curiosidades/terremoto-2.htm>
No contexto da oração “Já na escala X, percebem-se desabamentos, rachaduras no solo, destruição de estruturas de concreto armado e danos severos a construções como barragens e estradas de ferro.”, o verbo “perceber” é classificado como:
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Muito se discute sobre a relação entre treinamento esportivo e a educação física escolar. Apesar de ser um tema polêmico, todo profissional de educação deve conhecer bem princípios básicos do treinamento esportivo, que na educação física escolar precisam:
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Terremoto
Mariana Araguaia de Castro Sá Lima
Segundo o mini Aurélio, terremoto significa “movimentos do interior da Terra, tremor de terra”. Esses movimentos repentinos são resultantes de falhas geológicas e atividades vulcânicas. Alguns também consideram como terremotos certos tremores de causa antrópica (causados pelo ser humano), como os produzidos por explosões nucleares.
A teoria da Tectônica de Placas consiste na ideia de que a litosfera está dividida em certo número de placas que se movimentam horizontalmente. Tal deslocamento ocorre pelo fato de a litosfera, relativamente mais leve e fria, sobrepor-se às regiões integrantes da astenosfera, mais quentes, densas e fundidas: nesse local são geradas as correntes de convecção.
Essas movimentações de placas são classificadas em três tipos: divergentes (movimentação de placas em direções contrárias), convergentes (choque de placas) e de deslocamento horizontal (separação de placas que estão se deslocando lateralmente). Assim, quando há colisão, superando a resistência da rocha, ela se rompe e libera energia em forma de ondas sísmicas, que podem se espalhar em diversas direções e causar tremores, que variam de acordo com fatores como a localização, a velocidade e a magnitude do choque. Vulcões geralmente ocorrem nas bordas dessas placas, onde o magma presente no topo da astenosfera sobe até a superfície, derramando se ao passar por fissuras.
Geralmente, a intensidade de terremotos é medida a partir de observações dos danos ocasionados. Uma escala muito utilizada para esse fim foi proposta por Mercalli: é constituída de 12 graus, indicados em algarismos romanos, sendo crescente de acordo com a magnitude.
Apenas para termos informativos, a intensidade de escala I corresponde a um terremoto que não é sentido; na escala VI, notam-se, dentre outras características, o deslocamento de mobílias e rachaduras na parede. Já na escala X, percebem-se desabamentos, rachaduras no solo, destruição de estruturas de concreto armado e danos severos a construções como barragens e estradas de ferro.
A magnitude é uma medida qualitativa do tamanho do terremoto. Por meio da fórmula descrita por Gutenberg e Richter, pode-se relacionar a magnitude e a energia do evento. A escala Richter é pontuada de 1 a 9. Cada grau subsequente corresponde a ondas maiores. Um terremoto com valor inferior a 3,5 graus é identificado apenas por sismógrafos (instrumentos utilizados para registrar a hora, a duração e a amplitude de vibrações). Valores até aproximadamente 6 produzem danos em construções menos resistentes. Acima de 8, como o ocorrido na China em maio de 2008, causam grandes estragos em centenas de milhares de quilômetros.
Adaptado de:
<http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/curiosidades/terremoto-2.htm>
Assinale a alternativa que apresenta informações que não estão de acordo com o texto de apoio:
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