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Foram encontradas 30 questões.

2983851 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Unaí-MG

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 03 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.

Texto 03

Sobre a velhice

[...] Por oposição aos gerontologistas, que analisam a velhice como um processo biológico, eu estou interessado na velhice como um acontecimento estético. A velhice tem a sua beleza, que é a beleza do crepúsculo. A juventude eterna, que é o padrão estético dominante em nossa sociedade, pertence à estética das manhãs. As manhãs têm uma beleza única, que lhes é própria. Mas o crepúsculo tem um outro tipo de beleza, totalmente diferente da beleza das manhãs. A beleza do crepúsculo é tranquila, silenciosa – talvez solitária. No crepúsculo, tomamos consciência do tempo. Nas manhãs, o céu é como um mar azul, imóvel. No crepúsculo, as cores se põem em movimento: o azul vira verde, o verde vira amarelo, o amarelo vira abóbora, o abóbora vira vermelho, o vermelho vira roxo – tudo rapidamente. Ao sentir a passagem do tempo, nos apercebemos que é preciso viver o momento intensamente. Tempus fugit – o tempo foge – portanto, carpe diem – colha o dia. [...]

Disponível em: https://www.pensador.com/autor/rubemalves/. Acesso em: 28 set. 2023.

Analise as afirmativas, tendo em vista a estrutura formal do texto.

I - Em “As manhãs têm uma beleza única [...]”, o verbo “têm” encontra-se no presente do indicativo e foi acentuado porque foi flexionado na terceira pessoa do plural, para concordar com o seu sujeito.

II - Em, “Nas manhãs, o céu é como um mar azul, imóvel”, a conjunção “como” foi usada para construir uma comparação subjetiva.

III - Em “As manhãs têm uma beleza única, que lhes é própria.”, o pronome oblíquo átono “lhes” encontra-se proclítico, porque a palavra “que” é atrativa.

IV - Em [...] o azul vira verde, o verde vira amarelo, o amarelo vira abóbora, o abóbora vira vermelho, o vermelho vira roxo [...]”, percebe-se que o artigo “o” substantiva vários adjetivos.

V - Em “Tempus fugit – o tempo foge – portanto, carpe diem – colha o dia.”, a conjunção “portanto” assume o valor semântico de explicação.

Estão CORRETAS as afirmativas

 

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2983850 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Unaí-MG

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 03 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.

Texto 03

Sobre a velhice

[...] Por oposição aos gerontologistas, que analisam a velhice como um processo biológico, eu estou interessado na velhice como um acontecimento estético. A velhice tem a sua beleza, que é a beleza do crepúsculo. A juventude eterna, que é o padrão estético dominante em nossa sociedade, pertence à estética das manhãs. As manhãs têm uma beleza única, que lhes é própria. Mas o crepúsculo tem um outro tipo de beleza, totalmente diferente da beleza das manhãs. A beleza do crepúsculo é tranquila, silenciosa – talvez solitária. No crepúsculo, tomamos consciência do tempo. Nas manhãs, o céu é como um mar azul, imóvel. No crepúsculo, as cores se põem em movimento: o azul vira verde, o verde vira amarelo, o amarelo vira abóbora, o abóbora vira vermelho, o vermelho vira roxo – tudo rapidamente. Ao sentir a passagem do tempo, nos apercebemos que é preciso viver o momento intensamente. Tempus fugit – o tempo foge – portanto, carpe diem – colha o dia. [...]

Disponível em: https://www.pensador.com/autor/rubemalves/. Acesso em: 28 set. 2023.

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as inferências que se podem fazer sobre o texto 03.

I - A sociedade considera o envelhecer como algo natural.

II - O crepúsculo e as manhãs são fases paradoxais da vida.

III - Na velhice, toma-se consciência da passagem do tempo.

IV - A juventude vive cada momento como se fosse o último.

V - Na velhice, percebe-se que cada momento importa.

Estão CORRETAS as afirmativas

 

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2983849 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Unaí-MG

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.

Texto 02

Enunciado 2983849-1
Na segunda fala de Hagar, sobre o verbo “lembrar”, é CORRETO afirmar que foi usado, de acordo com a norma, como
 

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2983848 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Unaí-MG

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.

Texto 02

Enunciado 2983848-1
Na primeira fala de Hagar, o termo “quando” faz com que o verbo “tiver” seja conjugado no
 

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2983847 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Unaí-MG

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.

Texto 02

Enunciado 2983847-1
A alternativa CORRETA, tendo em vista a fala de Helga, no último quadro, é:
 

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2983846 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Unaí-MG

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.

Texto 01

Jardins

Rubem Alves

[...] Menino, os jardins eram o lugar de minha maior felicidade. Dentro da casa os adultos estavam sempre vigiando: “Não mexa aí, não faça isso, não faça aquilo...” O Paraíso foi perdido quando Adão e Eva começaram a se vigiar. O inferno começa no olhar do outro que pede que eu preste contas. E como as crianças são seres paradisíacos, eu fugia para o jardim. Lá eu estava longe dos adultos. Eu podia ser eu mesmo. O jardim era o espaço da minha liberdade. As árvores eram minhas melhores amigas. A pitangueira, com seus frutinhos sem vergonha. Meu primeiro furto foi o furto de uma pitanga: “furto” – “fruto” – é só trocar uma letra.... Até mesmo inventei uma maquineta de roubar pitangas... Havia uma jabuticabeira que eu considerava minha, em especial. Fiz um rego à sua volta para que ela bebesse água todo dia. Jabuticabeiras regadas sempre florescem e frutificam várias vezes por ano. Na ocasião da florada era uma festa. O perfume das suas flores brancas é inesquecível. E vinham milhares de abelhas. No pé de nêspera eu fiz um balanço. Já disse que balançar é o melhor remédio para depressão. Quem balança vira criança de novo. Razão por que eu acho um crime que, nas praças públicas, só haja balancinhos para crianças pequenas. Há de haver balanços grandes para os grandes! Já imaginaram o pai e a mãe, o avô e a avó, balançando? Riram? Absurdo? Entendo. Vocês estão velhos. Têm medo do ridículo. Seu sonho fundamental está enterrado debaixo do cimento. Eu já sou avô e me rejuvenesço balançando até tocar a ponta do pé na folha do caquizeiro onde meu balanço está amarrado! [...]

Disponível em: https://www.pensador.com/cronicas/rubem_alves/. Acesso em: 28 set. 2023.

Em “Há de haver balanços grandes para os grandes!”, se o escritor optasse por usar o verbo “existir” como verbo principal da locução “há de haver”, mantendo o mesmo tempo verbal, resultaria em
 

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2983845 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Unaí-MG

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.

Texto 01

Jardins

Rubem Alves

[...] Menino, os jardins eram o lugar de minha maior felicidade. Dentro da casa os adultos estavam sempre vigiando: “Não mexa aí, não faça isso, não faça aquilo...” O Paraíso foi perdido quando Adão e Eva começaram a se vigiar. O inferno começa no olhar do outro que pede que eu preste contas. E como as crianças são seres paradisíacos, eu fugia para o jardim. Lá eu estava longe dos adultos. Eu podia ser eu mesmo. O jardim era o espaço da minha liberdade. As árvores eram minhas melhores amigas. A pitangueira, com seus frutinhos sem vergonha. Meu primeiro furto foi o furto de uma pitanga: “furto” – “fruto” – é só trocar uma letra.... Até mesmo inventei uma maquineta de roubar pitangas... Havia uma jabuticabeira que eu considerava minha, em especial. Fiz um rego à sua volta para que ela bebesse água todo dia. Jabuticabeiras regadas sempre florescem e frutificam várias vezes por ano. Na ocasião da florada era uma festa. O perfume das suas flores brancas é inesquecível. E vinham milhares de abelhas. No pé de nêspera eu fiz um balanço. Já disse que balançar é o melhor remédio para depressão. Quem balança vira criança de novo. Razão por que eu acho um crime que, nas praças públicas, só haja balancinhos para crianças pequenas. Há de haver balanços grandes para os grandes! Já imaginaram o pai e a mãe, o avô e a avó, balançando? Riram? Absurdo? Entendo. Vocês estão velhos. Têm medo do ridículo. Seu sonho fundamental está enterrado debaixo do cimento. Eu já sou avô e me rejuvenesço balançando até tocar a ponta do pé na folha do caquizeiro onde meu balanço está amarrado! [...]

Disponível em: https://www.pensador.com/cronicas/rubem_alves/. Acesso em: 28 set. 2023.

Analise as afirmativas, tendo em vista a estrutura de composição do texto 01.

I - Em “E como as crianças são seres paradisíacos, eu fugia para o jardim.”, o termo “paradisíacos” atribui às crianças uma característica negativa.

II - Em “Menino, os jardins eram o lugar de minha maior felicidade.”, o termo “menino” expressa uma circunstância de tempo.

III - Em “Riram? Absurdo? Entendo. Vocês estão velhos.”, as frases interrogativas expressam, respectivamente, possível reação e opinião do interlocutor.

IV - Em “Têm medo do ridículo.”, o verbo “têm” foi empregado na terceira pessoa do plural para indicar uma ideia de indeterminação do ser sobre o qual a declaração é feita.

V - Em “A pitangueira, com seus frutinhos sem vergonha.”, o termo “sem vergonha” confere ao termo “frutinhos” um valor depreciativo.

Estão CORRETAS as afirmativas

 

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2983844 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Unaí-MG

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.

Texto 01

Jardins

Rubem Alves

[...] Menino, os jardins eram o lugar de minha maior felicidade. Dentro da casa os adultos estavam sempre vigiando: “Não mexa aí, não faça isso, não faça aquilo...” O Paraíso foi perdido quando Adão e Eva começaram a se vigiar. O inferno começa no olhar do outro que pede que eu preste contas. E como as crianças são seres paradisíacos, eu fugia para o jardim. Lá eu estava longe dos adultos. Eu podia ser eu mesmo. O jardim era o espaço da minha liberdade. As árvores eram minhas melhores amigas. A pitangueira, com seus frutinhos sem vergonha. Meu primeiro furto foi o furto de uma pitanga: “furto” – “fruto” – é só trocar uma letra.... Até mesmo inventei uma maquineta de roubar pitangas... Havia uma jabuticabeira que eu considerava minha, em especial. Fiz um rego à sua volta para que ela bebesse água todo dia. Jabuticabeiras regadas sempre florescem e frutificam várias vezes por ano. Na ocasião da florada era uma festa. O perfume das suas flores brancas é inesquecível. E vinham milhares de abelhas. No pé de nêspera eu fiz um balanço. Já disse que balançar é o melhor remédio para depressão. Quem balança vira criança de novo. Razão por que eu acho um crime que, nas praças públicas, só haja balancinhos para crianças pequenas. Há de haver balanços grandes para os grandes! Já imaginaram o pai e a mãe, o avô e a avó, balançando? Riram? Absurdo? Entendo. Vocês estão velhos. Têm medo do ridículo. Seu sonho fundamental está enterrado debaixo do cimento. Eu já sou avô e me rejuvenesço balançando até tocar a ponta do pé na folha do caquizeiro onde meu balanço está amarrado! [...]

Disponível em: https://www.pensador.com/cronicas/rubem_alves/. Acesso em: 28 set. 2023.

O texto é marcado, principalmente, por
 

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O que é “engenharia social”, no contexto de segurança cibernética?
Questão Anulada

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