Foram encontradas 40 questões.
A respeito das causas do enfraquecimento do poder dos
senhores feudais, julgue os itens a seguir.
I. As inovações tecnológicas como a invenção da charrua e o uso de adubos, propiciaram uma redução da produção agrícola. II. Os alimentos que não eram consumidos dentro dos feudos passaram a ser vendidos nos burgos. III. As Cruzadas proporcionaram a volta do contato da Europa com o Oriente, quebrando o isolamento do sistema feudal. IV. Com o aumento dos impostos, proporcionados pelo desenvolvimento comercial, os reis passaram a contratar exércitos profissionais. Este fato desarticulou o sistema de vassalagem, típico do feudalismo. V. Muitos servos passaram a comprar sua liberdade ou fugir, atraídos por oportunidades de trabalho nos centros urbanos.
Está (estão) correto(s):
I. As inovações tecnológicas como a invenção da charrua e o uso de adubos, propiciaram uma redução da produção agrícola. II. Os alimentos que não eram consumidos dentro dos feudos passaram a ser vendidos nos burgos. III. As Cruzadas proporcionaram a volta do contato da Europa com o Oriente, quebrando o isolamento do sistema feudal. IV. Com o aumento dos impostos, proporcionados pelo desenvolvimento comercial, os reis passaram a contratar exércitos profissionais. Este fato desarticulou o sistema de vassalagem, típico do feudalismo. V. Muitos servos passaram a comprar sua liberdade ou fugir, atraídos por oportunidades de trabalho nos centros urbanos.
Está (estão) correto(s):
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O arrendamento de uma capitania era feita através de dois documentos: a Carta de Doação e a Carta Foral. A respeito das Capitanias Hereditárias, assinale a alternativa incorreta.
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Sobre o Brasil Republicano, considere “V” para afirmativa
verdadeira e “F” para falsa e assinale a alternativa correta.
( ) Foi durante o governo de presidente paulista Rodrigues Alves (1902-1906) que a capital do país passou pela principal e mais dramática mudança em seu aspecto urbano. ( ) Em São Paulo, a riqueza do café transformava a cidade acanhada em uma grande e eclética metrópole. ( ) Nos sertões da Bahia, a população pobre passou a agrupar-se em torno de um beato, chamado Antônio Conselheiro. ( ) O coronelismo foi um traço caraterístico da política na Primeira República.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
( ) Foi durante o governo de presidente paulista Rodrigues Alves (1902-1906) que a capital do país passou pela principal e mais dramática mudança em seu aspecto urbano. ( ) Em São Paulo, a riqueza do café transformava a cidade acanhada em uma grande e eclética metrópole. ( ) Nos sertões da Bahia, a população pobre passou a agrupar-se em torno de um beato, chamado Antônio Conselheiro. ( ) O coronelismo foi um traço caraterístico da política na Primeira República.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
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Sobre a Guerra dos Emboabas, assinale a alternativa incorreta.
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Na segunda metade do século XVIII, a exploração de ouro em
Minas Gerais começou a decair, afetando negativamente todas as
camadas da população. A Conjuração Mineira teve por
características, exceto:
I. Caráter de independência. II. Caráter republicano. III. Organizada pela elite intelectual e econômica. IV. Deter e atravancar a implantação de manufaturas no Brasil. V. Estavam sobre influência dos ideais iluministas. VI. Ameaça de derrama em Minas Gerais. VII. Criação de uma universidade pública na cidade de Vila Rica.
I. Caráter de independência. II. Caráter republicano. III. Organizada pela elite intelectual e econômica. IV. Deter e atravancar a implantação de manufaturas no Brasil. V. Estavam sobre influência dos ideais iluministas. VI. Ameaça de derrama em Minas Gerais. VII. Criação de uma universidade pública na cidade de Vila Rica.
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"Nos dois últimos séculos [XIX e XX], no tocante a discursos
apologéticos sobre a democracia, jamais esteve ausente o
argumento segundo o qual o único modo de fazer com que um
súdito transforme -se em cidadão é que a educação para a
democracia surgiria no próprio exercício da prática democrática.
Concomitantemente, não antes.
Um dos trechos mais exemplares a esse respeito é o que se
encontra no capítulo sobre a melhor forma de governo da
Considerações sobre o Governo Representativo de John Stuart
Mill, na passagem em que ele divide os cidadãos em ativos e
passivos: em geral, os governantes preferem os segundos (pois é
mais fácil dominar súditos dóceis ou indiferentes), mas a
democracia necessita dos primeiros. Se devessem prevalecer os
cidadãos passivos, ele conclui, os governantes acabariam
prazerosamente por transformar seus súditos num bando de
ovelhas dedicadas tão somente pastando o capim , lado a lado (e
a não reclamar, acrescento eu, nem mesmo quando o capim é
escasso). Isso o levava a propor a extensão do sufrágio às classes
populares, com base no argumento de que um dos remédios contra
a tirania das maiorias encontra-se exatamente na promoção da
participação eleitoral não só das classes acomodadas (que
constituem sempre uma minoria e tendem a assegurar os próprios
interesses), mas também das classes populares. Stuart Mill dizia:
a participação eleitoral tem um grande valor educativo.
(BOBBIO, Norberto. O futuro da democracia. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986.
p. 31-32.)
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"Nos dois últimos séculos [XIX e XX], no tocante a discursos
apologéticos sobre a democracia, jamais esteve ausente o
argumento segundo o qual o único modo de fazer com que um
súdito transforme -se em cidadão é que a educação para a
democracia surgiria no próprio exercício da prática democrática.
Concomitantemente, não antes.
Um dos trechos mais exemplares a esse respeito é o que se
encontra no capítulo sobre a melhor forma de governo da
Considerações sobre o Governo Representativo de John Stuart
Mill, na passagem em que ele divide os cidadãos em ativos e
passivos: em geral, os governantes preferem os segundos (pois é
mais fácil dominar súditos dóceis ou indiferentes), mas a
democracia necessita dos primeiros. Se devessem prevalecer os
cidadãos passivos, ele conclui, os governantes acabariam
prazerosamente por transformar seus súditos num bando de
ovelhas dedicadas tão somente pastando o capim , lado a lado (e
a não reclamar, acrescento eu, nem mesmo quando o capim é
escasso). Isso o levava a propor a extensão do sufrágio às classes
populares, com base no argumento de que um dos remédios contra
a tirania das maiorias encontra-se exatamente na promoção da
participação eleitoral não só das classes acomodadas (que
constituem sempre uma minoria e tendem a assegurar os próprios
interesses), mas também das classes populares. Stuart Mill dizia:
a participação eleitoral tem um grande valor educativo.
(BOBBIO, Norberto. O futuro da democracia. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986.
p. 31-32.)
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apologéticos sobre a democracia, jamais esteve ausente o
argumento segundo o qual o único modo de fazer com que um
súdito transforme -se em cidadão é que a educação para a
democracia surgiria no próprio exercício da prática democrática.
Concomitantemente, não antes.
Um dos trechos mais exemplares a esse respeito é o que se
encontra no capítulo sobre a melhor forma de governo da
Considerações sobre o Governo Representativo de John Stuart
Mill, na passagem em que ele divide os cidadãos em ativos e
passivos: em geral, os governantes preferem os segundos (pois é
mais fácil dominar súditos dóceis ou indiferentes), mas a
democracia necessita dos primeiros. Se devessem prevalecer os
cidadãos passivos, ele conclui, os governantes acabariam
prazerosamente por transformar seus súditos num bando de
ovelhas dedicadas tão somente pastando o capim , lado a lado (e
a não reclamar, acrescento eu, nem mesmo quando o capim é
escasso). Isso o levava a propor a extensão do sufrágio às classes
populares, com base no argumento de que um dos remédios contra
a tirania das maiorias encontra-se exatamente na promoção da
participação eleitoral não só das classes acomodadas (que
constituem sempre uma minoria e tendem a assegurar os próprios
interesses), mas também das classes populares. Stuart Mill dizia:
a participação eleitoral tem um grande valor educativo.
(BOBBIO, Norberto. O futuro da democracia. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986.
p. 31-32.)
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"Nos dois últimos séculos [XIX e XX], no tocante a discursos
apologéticos sobre a democracia, jamais esteve ausente o
argumento segundo o qual o único modo de fazer com que um
súdito transforme -se em cidadão é que a educação para a
democracia surgiria no próprio exercício da prática democrática.
Concomitantemente, não antes.
Um dos trechos mais exemplares a esse respeito é o que se
encontra no capítulo sobre a melhor forma de governo da
Considerações sobre o Governo Representativo de John Stuart
Mill, na passagem em que ele divide os cidadãos em ativos e
passivos: em geral, os governantes preferem os segundos (pois é
mais fácil dominar súditos dóceis ou indiferentes), mas a
democracia necessita dos primeiros. Se devessem prevalecer os
cidadãos passivos, ele conclui, os governantes acabariam
prazerosamente por transformar seus súditos num bando de
ovelhas dedicadas tão somente pastando o capim , lado a lado (e
a não reclamar, acrescento eu, nem mesmo quando o capim é
escasso). Isso o levava a propor a extensão do sufrágio às classes
populares, com base no argumento de que um dos remédios contra
a tirania das maiorias encontra-se exatamente na promoção da
participação eleitoral não só das classes acomodadas (que
constituem sempre uma minoria e tendem a assegurar os próprios
interesses), mas também das classes populares. Stuart Mill dizia:
a participação eleitoral tem um grande valor educativo.
(BOBBIO, Norberto. O futuro da democracia. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986.
p. 31-32.)
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"Nos dois últimos séculos [XIX e XX], no tocante a discursos
apologéticos sobre a democracia, jamais esteve ausente o
argumento segundo o qual o único modo de fazer com que um
súdito transforme -se em cidadão é que a educação para a
democracia surgiria no próprio exercício da prática democrática.
Concomitantemente, não antes.
Um dos trechos mais exemplares a esse respeito é o que se
encontra no capítulo sobre a melhor forma de governo da
Considerações sobre o Governo Representativo de John Stuart
Mill, na passagem em que ele divide os cidadãos em ativos e
passivos: em geral, os governantes preferem os segundos (pois é
mais fácil dominar súditos dóceis ou indiferentes), mas a
democracia necessita dos primeiros. Se devessem prevalecer os
cidadãos passivos, ele conclui, os governantes acabariam
prazerosamente por transformar seus súditos num bando de
ovelhas dedicadas tão somente pastando o capim , lado a lado (e
a não reclamar, acrescento eu, nem mesmo quando o capim é
escasso). Isso o levava a propor a extensão do sufrágio às classes
populares, com base no argumento de que um dos remédios contra
a tirania das maiorias encontra-se exatamente na promoção da
participação eleitoral não só das classes acomodadas (que
constituem sempre uma minoria e tendem a assegurar os próprios
interesses), mas também das classes populares. Stuart Mill dizia:
a participação eleitoral tem um grande valor educativo.
(BOBBIO, Norberto. O futuro da democracia. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986.
p. 31-32.)
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