Foram encontradas 40 questões.
Assinale a alternativa em que todas as palavras
estão ortograficamente corretas.
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Na frase “Fabiana enfrentou algumas
dificuldades recentemente, mas conversamos
ontem e ela está superando.”, quais palavras são
advérbios?
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Assinale a alternativa em que o uso do acento
indicativo de crase está INCORRETO:
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Leia a frase a seguir:
A casa deles está sem energia elétrica desde ontem.
O termo “deles” pode ser corretamente classificado como:
A casa deles está sem energia elétrica desde ontem.
O termo “deles” pode ser corretamente classificado como:
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Leia a frase a seguir:
Sueli você poderia emprestar o seu carro para o meu filho hoje à tarde Prometo que ele tomará todo o cuidado
Assinale a alternativa em que a pontuação da frase acima está correta.
Sueli você poderia emprestar o seu carro para o meu filho hoje à tarde Prometo que ele tomará todo o cuidado
Assinale a alternativa em que a pontuação da frase acima está correta.
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Na frase “Venceremos o torneio, porque, apesar
de não estarmos em primeiro lugar, estamos com
a vantagem e a diferença de pontuação é
pequena.” qual termo é um numeral?
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Mendigo
Eu estava diante duma banca de jornais na
Avenida, quando a mão do mendigo se estendeu.
Dei-lhe uma nota tão suja e tão amassada quanto
ele. Guardou-a no bolso, agradeceu com um seco
obrigado e começou a ler as manchetes dos
vespertinos. Depois me disse:
— Não acredito um pingo em jornalistas.
São muito mentirosos. Mas tá certo: mentem para
ganhar a vida. O importante é o homem ganhar a
vida, o resto é besteira.
Calou-se e continuou a ler notícias
eleitorais:
— O Brasil ainda não teve um governo
que prestasse. Nem rei, nem presidente. Tudo
uma cambada só.
Reconheceu algumas qualidades nessa ou
naquela figura (aliás, com invulgar pertinência
para um mendigo), mas isso, a seu ver, não queria
dizer nada:
— O problema é o fundo da coisa: o caso
é que o homem não presta. Ora, se o homem não
presta, todos os futuros presidentes também serão
ruínas. A natureza humana é que é de barro
ordinário. Meu pai, por exemplo, foi um homem
bastante bom. Mas não deu certo ser bom durante
muito tempo: então ele virou ruim.
Suspeitando de que eu não estivesse
convencido da sua teoria, passou a demonstrar
para mim que também ele era um sujeito
ordinário como os outros:
— O senhor não vê? Estou aqui pedindo
esmola, quando poderia estar trabalhando. Eu
não tenho defeito físico nenhum e até que não
posso me queixar da saúde.
Tirei do bolso uma nota de cinquenta e
lhe ofereci pela sua franqueza. (...)
CAMPOS, Paulo Mendes. Mendigo. In: Para Gostar de
Ler. 12 ed. São Paulo: Ática, 1992. p. 70-71. (Volume 2 -
Crônicas)
O parágrafo do texto transcrito acima está reescrito com concordância correta na alternativa:
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Mendigo
Eu estava diante duma banca de jornais na
Avenida, quando a mão do mendigo se estendeu.
Dei-lhe uma nota tão suja e tão amassada quanto
ele. Guardou-a no bolso, agradeceu com um seco
obrigado e começou a ler as manchetes dos
vespertinos. Depois me disse:
— Não acredito um pingo em jornalistas.
São muito mentirosos. Mas tá certo: mentem para
ganhar a vida. O importante é o homem ganhar a
vida, o resto é besteira.
Calou-se e continuou a ler notícias
eleitorais:
— O Brasil ainda não teve um governo
que prestasse. Nem rei, nem presidente. Tudo
uma cambada só.
Reconheceu algumas qualidades nessa ou
naquela figura (aliás, com invulgar pertinência
para um mendigo), mas isso, a seu ver, não queria
dizer nada:
— O problema é o fundo da coisa: o caso
é que o homem não presta. Ora, se o homem não
presta, todos os futuros presidentes também serão
ruínas. A natureza humana é que é de barro
ordinário. Meu pai, por exemplo, foi um homem
bastante bom. Mas não deu certo ser bom durante
muito tempo: então ele virou ruim.
Suspeitando de que eu não estivesse
convencido da sua teoria, passou a demonstrar
para mim que também ele era um sujeito
ordinário como os outros:
— O senhor não vê? Estou aqui pedindo
esmola, quando poderia estar trabalhando. Eu
não tenho defeito físico nenhum e até que não
posso me queixar da saúde.
Tirei do bolso uma nota de cinquenta e
lhe ofereci pela sua franqueza. (...)
CAMPOS, Paulo Mendes. Mendigo. In: Para Gostar de
Ler. 12 ed. São Paulo: Ática, 1992. p. 70-71. (Volume 2 -
Crônicas)
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Mendigo
Eu estava diante duma banca de jornais na
Avenida, quando a mão do mendigo se estendeu.
Dei-lhe uma nota tão suja e tão amassada quanto
ele. Guardou-a no bolso, agradeceu com um seco
obrigado e começou a ler as manchetes dos
vespertinos. Depois me disse:
— Não acredito um pingo em jornalistas.
São muito mentirosos. Mas tá certo: mentem para
ganhar a vida. O importante é o homem ganhar a
vida, o resto é besteira.
Calou-se e continuou a ler notícias
eleitorais:
— O Brasil ainda não teve um governo
que prestasse. Nem rei, nem presidente. Tudo
uma cambada só.
Reconheceu algumas qualidades nessa ou
naquela figura (aliás, com invulgar pertinência
para um mendigo), mas isso, a seu ver, não queria
dizer nada:
— O problema é o fundo da coisa: o caso
é que o homem não presta. Ora, se o homem não
presta, todos os futuros presidentes também serão
ruínas. A natureza humana é que é de barro
ordinário. Meu pai, por exemplo, foi um homem
bastante bom. Mas não deu certo ser bom durante
muito tempo: então ele virou ruim.
Suspeitando de que eu não estivesse
convencido da sua teoria, passou a demonstrar
para mim que também ele era um sujeito
ordinário como os outros:
— O senhor não vê? Estou aqui pedindo
esmola, quando poderia estar trabalhando. Eu
não tenho defeito físico nenhum e até que não
posso me queixar da saúde.
Tirei do bolso uma nota de cinquenta e
lhe ofereci pela sua franqueza. (...)
CAMPOS, Paulo Mendes. Mendigo. In: Para Gostar de
Ler. 12 ed. São Paulo: Ática, 1992. p. 70-71. (Volume 2 -
Crônicas)
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Mendigo
Eu estava diante duma banca de jornais na
Avenida, quando a mão do mendigo se estendeu.
Dei-lhe uma nota tão suja e tão amassada quanto
ele. Guardou-a no bolso, agradeceu com um seco
obrigado e começou a ler as manchetes dos
vespertinos. Depois me disse:
— Não acredito um pingo em jornalistas.
São muito mentirosos. Mas tá certo: mentem para
ganhar a vida. O importante é o homem ganhar a
vida, o resto é besteira.
Calou-se e continuou a ler notícias
eleitorais:
— O Brasil ainda não teve um governo
que prestasse. Nem rei, nem presidente. Tudo
uma cambada só.
Reconheceu algumas qualidades nessa ou
naquela figura (aliás, com invulgar pertinência
para um mendigo), mas isso, a seu ver, não queria
dizer nada:
— O problema é o fundo da coisa: o caso
é que o homem não presta. Ora, se o homem não
presta, todos os futuros presidentes também serão
ruínas. A natureza humana é que é de barro
ordinário. Meu pai, por exemplo, foi um homem
bastante bom. Mas não deu certo ser bom durante
muito tempo: então ele virou ruim.
Suspeitando de que eu não estivesse
convencido da sua teoria, passou a demonstrar
para mim que também ele era um sujeito
ordinário como os outros:
— O senhor não vê? Estou aqui pedindo
esmola, quando poderia estar trabalhando. Eu
não tenho defeito físico nenhum e até que não
posso me queixar da saúde.
Tirei do bolso uma nota de cinquenta e
lhe ofereci pela sua franqueza. (...)
CAMPOS, Paulo Mendes. Mendigo. In: Para Gostar de
Ler. 12 ed. São Paulo: Ática, 1992. p. 70-71. (Volume 2 -
Crônicas)
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