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A negação da proposição “Nenhum mamífero voa”, é dada por
 

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A QUESTÃO SE REFERE À TIRINHA A SEGUIR.

Enunciado 4613537-1

Disponível em: https://arquivosturmadamonica.blogspot.com/2023/02/chico-bento-hq-epoca-de-jaboticaba.html Acesso em: 26 fev. 2024. Adaptado.

Sobre os sinais de pontuação na tirinha, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.

I – A vírgula, no terceiro quadrinho, é obrigatória

PORQUE

II – foi empregada para isolar o aposto explicativo.

Sobre as asserções, é correto afirmar que

 

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A QUESTÃO SE REFERE À TIRINHA A SEGUIR.

Enunciado 4613536-1

Disponível em: https://arquivosturmadamonica.blogspot.com/2023/02/chico-bento-hq-epoca-de-jaboticaba.html Acesso em: 26 fev. 2024. Adaptado.

As figuras de linguagem dão à linguagem maior expressividade e transmitem emoção, beleza, ironia, sonoridade etc.

No segundo quadrinho da tirinha, é correto afirmar que “vup” e “tloc” representam a figura

 

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A QUESTÃO SE REFERE À TIRINHA A SEGUIR.

Enunciado 4613535-1

Disponível em: https://arquivosturmadamonica.blogspot.com/2023/02/chico-bento-hq-epoca-de-jaboticaba.html Acesso em: 26 fev. 2024. Adaptado.

Segundo Cereja e Cochar (2013, p.29), “nem todos falam como nós. Isso ocorre por diferentes razões: nascemos e crescemos em regiões e momentos diferentes; frequentamos a escola por menos ou mais tempo; convivemos em determinados grupos ou classes sociais. Essas diferenças no uso da língua constituem as variedades linguísticas.”

A esse respeito, é correto afirmar que a fala de Chico Bento, na tirinha, é exemplo de variação

 

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O tempo e as jabuticabas

Rubens Alves*

Contei meus anos e descobri que tive menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora. Sinto-me como aquela menina que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ela chupou displicente, mas percebendo que faltam um pouco, rói o caroço.

Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em reuniões que desfilam egos inflados. Não tolero gabolices. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte. Já não tenho tempo para projetos megalomaníacos. Não participei de conferências que estabeleceram prazos fixos para reverter a miséria do mundo.

Já não tenho tempo para reuniões intermináveis para discutir estatutos, normas, procedimentos e regimentos internos. Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas que, apesar da idade cronológica, são imaturas. Lembrei-me agora de Mário de Andrade que afirmou: "as pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos".

Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa... Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado da gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleito antes da hora, não foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados. Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade, desfrutar desse amor absolutamente sem fraudes, nunca será perda de tempo. O essencial faz a vida valer a pena.

* Teólogo, educador, tradutor, psicanalista e escritor brasileiro.

Disponível em: https://www.gilbertogodoy.com.br/ler-post/o-tempo-e-asjabuticabas-%E2%80%93-rubem-alves Acesso em: 26 fev. 2024. Adaptado.

“Oração subordinada é a que depende de outra: serve-lhe de termo e completa-lhe ou amplia-lhe o sentido”. (Cegalla, 2010, p.379)

Considerando-se esse conceito, qual é a oração sublinhada que exerce o papel de adjetivo, ou seja, que é uma oração subordinada adjetiva?

 

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O tempo e as jabuticabas

Rubens Alves*

Contei meus anos e descobri que tive menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora. Sinto-me como aquela menina que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ela chupou displicente, mas percebendo que faltam um pouco, rói o caroço.

Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em reuniões que desfilam egos inflados. Não tolero gabolices. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte. Já não tenho tempo para projetos megalomaníacos. Não participei de conferências que estabeleceram prazos fixos para reverter a miséria do mundo.

Já não tenho tempo para reuniões intermináveis para discutir estatutos, normas, procedimentos e regimentos internos. Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas que, apesar da idade cronológica, são imaturas. Lembrei-me agora de Mário de Andrade que afirmou: "as pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos".

Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa... Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado da gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleito antes da hora, não foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados. Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade, desfrutar desse amor absolutamente sem fraudes, nunca será perda de tempo. O essencial faz a vida valer a pena.

* Teólogo, educador, tradutor, psicanalista e escritor brasileiro.

Disponível em: https://www.gilbertogodoy.com.br/ler-post/o-tempo-e-asjabuticabas-%E2%80%93-rubem-alves Acesso em: 26 fev. 2024. Adaptado.

Crase é a contração de duas vogais iguais, sendo representada com acento grave.

Sobre o emprego da crase, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.

I – É facultativo o acento grave na expressão “valer a pena”

PORQUE

II – o verbo “valer”, neste caso, é também transitivo indireto.

Sobre as asserções, é correto afirmar que

 

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O tempo e as jabuticabas

Rubens Alves*

Contei meus anos e descobri que tive menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora. Sinto-me como aquela menina que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ela chupou displicente, mas percebendo que faltam um pouco, rói o caroço.

Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em reuniões que desfilam egos inflados. Não tolero gabolices. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte. Já não tenho tempo para projetos megalomaníacos. Não participei de conferências que estabeleceram prazos fixos para reverter a miséria do mundo.

Já não tenho tempo para reuniões intermináveis para discutir estatutos, normas, procedimentos e regimentos internos. Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas que, apesar da idade cronológica, são imaturas. Lembrei-me agora de Mário de Andrade que afirmou: "as pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos".

Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa... Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado da gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleito antes da hora, não foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados. Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade, desfrutar desse amor absolutamente sem fraudes, nunca será perda de tempo. O essencial faz a vida valer a pena.

* Teólogo, educador, tradutor, psicanalista e escritor brasileiro.

Disponível em: https://www.gilbertogodoy.com.br/ler-post/o-tempo-e-asjabuticabas-%E2%80%93-rubem-alves Acesso em: 26 fev. 2024. Adaptado.

Sobre a classificação morfológica de vocábulos no texto, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma.

( ) “Perda” é o verbo principal da locução “será perda”. (§ 5)

( ) “Humana” é um adjetivo e qualifica o substantivo “gente”. (§ 5)

( ) “Tropeços” é um substantivo simples, que nomeia uma ação. (§ 5)

( ) “Intermináveis” é o tempo de duração das reuniões e, por isso, é um advérbio. (§ 4)

De acordo com as afirmações, a sequência correta é:

 

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O tempo e as jabuticabas

Rubens Alves*

Contei meus anos e descobri que tive menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora. Sinto-me como aquela menina que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ela chupou displicente, mas percebendo que faltam um pouco, rói o caroço.

Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em reuniões que desfilam egos inflados. Não tolero gabolices. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte. Já não tenho tempo para projetos megalomaníacos. Não participei de conferências que estabeleceram prazos fixos para reverter a miséria do mundo.

Já não tenho tempo para reuniões intermináveis para discutir estatutos, normas, procedimentos e regimentos internos. Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas que, apesar da idade cronológica, são imaturas. Lembrei-me agora de Mário de Andrade que afirmou: "as pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos".

Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa... Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado da gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleito antes da hora, não foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados. Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade, desfrutar desse amor absolutamente sem fraudes, nunca será perda de tempo. O essencial faz a vida valer a pena.

* Teólogo, educador, tradutor, psicanalista e escritor brasileiro.

Disponível em: https://www.gilbertogodoy.com.br/ler-post/o-tempo-e-asjabuticabas-%E2%80%93-rubem-alves Acesso em: 26 fev. 2024. Adaptado.

Diante da leitura e compreensão do texto, são sinônimos de “displicente”, “mediocridades”, “inflados” e “gabolices”, respectivamente, os vocábulos relacionados em

 

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O tempo e as jabuticabas

Rubens Alves*

Contei meus anos e descobri que tive menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora. Sinto-me como aquela menina que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ela chupou displicente, mas percebendo que faltam um pouco, rói o caroço.

Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em reuniões que desfilam egos inflados. Não tolero gabolices. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte. Já não tenho tempo para projetos megalomaníacos. Não participei de conferências que estabeleceram prazos fixos para reverter a miséria do mundo.

Já não tenho tempo para reuniões intermináveis para discutir estatutos, normas, procedimentos e regimentos internos. Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas que, apesar da idade cronológica, são imaturas. Lembrei-me agora de Mário de Andrade que afirmou: "as pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos".

Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa... Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado da gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleito antes da hora, não foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados. Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade, desfrutar desse amor absolutamente sem fraudes, nunca será perda de tempo. O essencial faz a vida valer a pena.

* Teólogo, educador, tradutor, psicanalista e escritor brasileiro.

Disponível em: https://www.gilbertogodoy.com.br/ler-post/o-tempo-e-asjabuticabas-%E2%80%93-rubem-alves Acesso em: 26 fev. 2024. Adaptado.

Com relação ao texto “O tempo e as jabuticabas”, é correto afirmar que se trata de

 

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Das proposições a seguir, a única cuja recíproca é, necessariamente, verdadeira é
Questão Anulada

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