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Foram encontradas 40 questões.

796553 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
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A questão esta relacionada ao texto abaixo transcrito.
(20 de abril de 1885) (em Crônicas selecionadas: antologia, 2ª edição – São Paulo: Martin Claret, 2013. (Coleção a obra-prima de cada autor; 279). Trata-se de texto escrito por Machado de Assis, jornalista, contista, cronista, poeta, romancista e teatrólogo brasileiro.
Como é possível que hoje, amanhã ou depois, tornem a falar em crise ministerial, venho sugerir aos meus amigos um pequeno obséquio. Refiro-me à inclusão de meu nome nas listas de ministérios, que é de costume publicar anonimamente, com endereço ao imperador.
Há de parecer esquisito que eu, até aqui pacato, solicite uma fineza destas que trescala a pura ambição. Explico-me com duas palavras e deixo de lado outras duas que também podiam ter muito valor, mas que não são a causa do meu pedido.
Na verdade, eu podia comparar a ambição às flores, que primeiro abotoam e depois desabrocham; podia dizer que, até aqui, andava abotoado. Por outro lado, se a ambição é como as flores, por que não será como batatas, que são comida de toda a gente? E também eu não sou gente? Não sou filho de Deus? Nos tempos de carestia, a ambição chega a poucos, César ou Sila? Mas nos períodos de abundância estende-se a todos, a Balbino e a Maximino. Façam de conta que sou Balbino.
Mas não quero dar nenhuma dessas razões, que não são as verdadeiras causas do meu pedido. Vou ser franco, vou abrir a minha alma ao sol da nossa bela América.
A primeira coisa é toda subjetiva; é para ter o gosto de reter o meu nome impresso, entre outros seis, para ministro de Estado. Ministro de quê? De qualquer coisa: contanto que o meu nome figure, importa pouco a designação. Ainda que fosse de verdade, eu não faria questão de pastas, quanto mais não sendo. Quero só o gosto; é só para ler de manhã, sete ou outo vezes, e andar com a folha no bolso, tirá-la de quando em quando, e ler para mim, e saborear comigo o prazer de ver o meu nome designado para governar.
Agora a segunda coisa, que é menos recôndita. Tenho alguns parentes, vizinhos e amigos, uns na Cote e outros no interior, e desejava que eles lessem o meu nome nas listas ministeriais, pela importância que isto me daria. Creia o leitor que só a presença do nome na lista me faria muito bem. Faz-se sempre bom juízo de um homem lembrado, em papéis públicos, para ocupar um lugar nos conselhos da coroa, e a influência da gente cresce. Eu, por exemplo, que nunca alcancei dar certa expressão ao meu estilo, pode ser que a tivesse daí em diante; expressão no estilo e olhos azuis na casa. Tudo isso por uma lista anônima, assinada – Um brasileiro ou A Pátria.
Não me digam que posso fazer eu mesmo a coisa e manda-la imprimir, como se fosse de outra pessoa. Pensam que não me lembrei disso? Lembrei-me; mas recuei diante de uma dificuldade grave.
Compreende-se que uma coisa destas só pode ser arranjada em segredo, para não perder o merecimento da lembrança. Realmente, sendo a lembrança do próprio lembrado, lá se vai todo o efeito; para ficar em segredo, era preciso antes de tudo disfarçar a letra, coisa que nunca pude alcançar; e, se uma só pessoa descobrisse a história e divulgasse a notícia, estava eu perdido. Perdido é um modo de falar. Ninguém se perde neste mundo, nem Balbino, nem Maximino.
Eia, venha de lá esse obséquio! Que diabo, custa pouco e rende muito, porque a gratidão de um coração honesto é moeda preciosíssima. Mas pode render ainda mais. Sim, suponhamos, não digo que aconteça assim mesmo; mas suponhamos que o imperador, ao ler o meu nome, diga consigo que bem podia experimentar os meus talentos políticos e administrativos e inclua o meu nome no novo gabinete. Pelo amor de Deus, não me atribuam a afirmação de um tal caso; digo só que pode acontecer. E pergunto, dado que assim seja, se não é melhor ter no ministério um amigo, antes do que um inimigo ou um indiferente?
Não cobiço tanto; contento-me com ser lembrado. Terei sido ministro relativamente. Há muitos anos, ouvi uma comédia, em que um furriel convidava a outro furriel para beber champagne.
- Champagne! Exclamou o convidado. Pois tu já bebeste alguma vez champagne?
- Tenho bebido... relativamente. Ouço dizer ao capitão que o major costuma bebê-lo em casa do coronel.
Não peço outra coisa; um cálice de poder relativo.
Como se justifica o autor, por não ter ele próprio impresso a lista como se fosse outra pessoa?
 

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796494 Ano: 2015
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
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Uma pessoa aplicou 12600 reais durante 30 dias, a uma taxa de juros de 1,8% ao mês; quanto ela recebeu de juros?
 

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793830 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
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Suponha que numa certa região, a probabilidade de ocorrer um acidente automobilístico com motorista que ingeriu bebida alcoólica é 4 vezes maior do que com motoristas sem terem ingerido bebida alcoólica. Se, durante um determinado período, forem registrados 2 acidentes, qual a probabilidade de que ambos estejam relacionados com motoristas que ingeriram bebidas alcoólicas?
 

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790668 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
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Qual o Mínimo Múltiplo Comum (MMC) dos números: 3, 7, e 8?
 

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790476 Ano: 2015
Disciplina: Estatística
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
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Qual idade média dos funcionários da empresa W, segundo a tabela abaixo:
FUNCIONÁRIOS DA EMPRESA “W”, BAHIA – 2014
Enunciado 790476-1
Fonte: Dados fictícios
 

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770268 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
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A questão esta relacionada ao texto abaixo transcrito.
(20 de abril de 1885) (em Crônicas selecionadas: antologia, 2ª edição – São Paulo: Martin Claret, 2013. (Coleção a obra-prima de cada autor; 279). Trata-se de texto escrito por Machado de Assis, jornalista, contista, cronista, poeta, romancista e teatrólogo brasileiro.
Como é possível que hoje, amanhã ou depois, tornem a falar em crise ministerial, venho sugerir aos meus amigos um pequeno obséquio. Refiro-me à inclusão de meu nome nas listas de ministérios, que é de costume publicar anonimamente, com endereço ao imperador.
Há de parecer esquisito que eu, até aqui pacato, solicite uma fineza destas que trescala a pura ambição. Explico-me com duas palavras e deixo de lado outras duas que também podiam ter muito valor, mas que não são a causa do meu pedido.
Na verdade, eu podia comparar a ambição às flores, que primeiro abotoam e depois desabrocham; podia dizer que, até aqui, andava abotoado. Por outro lado, se a ambição é como as flores, por que não será como batatas, que são comida de toda a gente? E também eu não sou gente? Não sou filho de Deus? Nos tempos de carestia, a ambição chega a poucos, César ou Sila? Mas nos períodos de abundância estende-se a todos, a Balbino e a Maximino. Façam de conta que sou Balbino.
Mas não quero dar nenhuma dessas razões, que não são as verdadeiras causas do meu pedido. Vou ser franco, vou abrir a minha alma ao sol da nossa bela América.
A primeira coisa é toda subjetiva; é para ter o gosto de reter o meu nome impresso, entre outros seis, para ministro de Estado. Ministro de quê? De qualquer coisa: contanto que o meu nome figure, importa pouco a designação. Ainda que fosse de verdade, eu não faria questão de pastas, quanto mais não sendo. Quero só o gosto; é só para ler de manhã, sete ou outo vezes, e andar com a folha no bolso, tirá-la de quando em quando, e ler para mim, e saborear comigo o prazer de ver o meu nome designado para governar.
Agora a segunda coisa, que é menos recôndita. Tenho alguns parentes, vizinhos e amigos, uns na Cote e outros no interior, e desejava que eles lessem o meu nome nas listas ministeriais, pela importância que isto me daria. Creia o leitor que só a presença do nome na lista me faria muito bem. Faz-se sempre bom juízo de um homem lembrado, em papéis públicos, para ocupar um lugar nos conselhos da coroa, e a influência da gente cresce. Eu, por exemplo, que nunca alcancei dar certa expressão ao meu estilo, pode ser que a tivesse daí em diante; expressão no estilo e olhos azuis na casa. Tudo isso por uma lista anônima, assinada – Um brasileiro ou A Pátria.
Não me digam que posso fazer eu mesmo a coisa e manda-la imprimir, como se fosse de outra pessoa. Pensam que não me lembrei disso? Lembrei-me; mas recuei diante de uma dificuldade grave.
Compreende-se que uma coisa destas só pode ser arranjada em segredo, para não perder o merecimento da lembrança. Realmente, sendo a lembrança do próprio lembrado, lá se vai todo o efeito; para ficar em segredo, era preciso antes de tudo disfarçar a letra, coisa que nunca pude alcançar; e, se uma só pessoa descobrisse a história e divulgasse a notícia, estava eu perdido. Perdido é um modo de falar. Ninguém se perde neste mundo, nem Balbino, nem Maximino.
Eia, venha de lá esse obséquio! Que diabo, custa pouco e rende muito, porque a gratidão de um coração honesto é moeda preciosíssima. Mas pode render ainda mais. Sim, suponhamos, não digo que aconteça assim mesmo; mas suponhamos que o imperador, ao ler o meu nome, diga consigo que bem podia experimentar os meus talentos políticos e administrativos e inclua o meu nome no novo gabinete. Pelo amor de Deus, não me atribuam a afirmação de um tal caso; digo só que pode acontecer. E pergunto, dado que assim seja, se não é melhor ter no ministério um amigo, antes do que um inimigo ou um indiferente?
Não cobiço tanto; contento-me com ser lembrado. Terei sido ministro relativamente. Há muitos anos, ouvi uma comédia, em que um furriel convidava a outro furriel para beber champagne.
- Champagne! Exclamou o convidado. Pois tu já bebeste alguma vez champagne?
- Tenho bebido... relativamente. Ouço dizer ao capitão que o major costuma bebê-lo em casa do coronel.
Não peço outra coisa; um cálice de poder relativo.
Sem prejuízo semântico podemos substituir a palavra em destaque, no trecho a seguir por:
“... solicite uma fineza destas que trescala a pura ambição.”
 

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769639 Ano: 2015
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: IPAD
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Uma pessoa aplicou 12600 reais durante 30 dias, a uma taxa de juros de 1,8% ao mês; quanto ela recebeu de juros?
 

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767126 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
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Considere os seguintes conjuntos numéricos:
E = {2, 4, 6, 8, 9}, F = {3, 5, 8, 10} e G = {4, 5, 8, 12, 14, 19}; então,
!$ W = \left ( E\,\cup\,G \right)\,\cap\, \left(F\,\cup\,G \right) !$, é:
 

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758311 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
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A questão esta relacionada ao texto abaixo transcrito.
(20 de abril de 1885) (em Crônicas selecionadas: antologia, 2ª edição – São Paulo: Martin Claret, 2013. (Coleção a obra-prima de cada autor; 279). Trata-se de texto escrito por Machado de Assis, jornalista, contista, cronista, poeta, romancista e teatrólogo brasileiro.
Como é possível que hoje, amanhã ou depois, tornem a falar em crise ministerial, venho sugerir aos meus amigos um pequeno obséquio. Refiro-me à inclusão de meu nome nas listas de ministérios, que é de costume publicar anonimamente, com endereço ao imperador.
Há de parecer esquisito que eu, até aqui pacato, solicite uma fineza destas que trescala a pura ambição. Explico-me com duas palavras e deixo de lado outras duas que também podiam ter muito valor, mas que não são a causa do meu pedido.
Na verdade, eu podia comparar a ambição às flores, que primeiro abotoam e depois desabrocham; podia dizer que, até aqui, andava abotoado. Por outro lado, se a ambição é como as flores, por que não será como batatas, que são comida de toda a gente? E também eu não sou gente? Não sou filho de Deus? Nos tempos de carestia, a ambição chega a poucos, César ou Sila? Mas nos períodos de abundância estende-se a todos, a Balbino e a Maximino. Façam de conta que sou Balbino.
Mas não quero dar nenhuma dessas razões, que não são as verdadeiras causas do meu pedido. Vou ser franco, vou abrir a minha alma ao sol da nossa bela América.
A primeira coisa é toda subjetiva; é para ter o gosto de reter o meu nome impresso, entre outros seis, para ministro de Estado. Ministro de quê? De qualquer coisa: contanto que o meu nome figure, importa pouco a designação. Ainda que fosse de verdade, eu não faria questão de pastas, quanto mais não sendo. Quero só o gosto; é só para ler de manhã, sete ou outo vezes, e andar com a folha no bolso, tirá-la de quando em quando, e ler para mim, e saborear comigo o prazer de ver o meu nome designado para governar.
Agora a segunda coisa, que é menos recôndita. Tenho alguns parentes, vizinhos e amigos, uns na Cote e outros no interior, e desejava que eles lessem o meu nome nas listas ministeriais, pela importância que isto me daria. Creia o leitor que só a presença do nome na lista me faria muito bem. Faz-se sempre bom juízo de um homem lembrado, em papéis públicos, para ocupar um lugar nos conselhos da coroa, e a influência da gente cresce. Eu, por exemplo, que nunca alcancei dar certa expressão ao meu estilo, pode ser que a tivesse daí em diante; expressão no estilo e olhos azuis na casa. Tudo isso por uma lista anônima, assinada – Um brasileiro ou A Pátria.
Não me digam que posso fazer eu mesmo a coisa e manda-la imprimir, como se fosse de outra pessoa. Pensam que não me lembrei disso? Lembrei-me; mas recuei diante de uma dificuldade grave.
Compreende-se que uma coisa destas só pode ser arranjada em segredo, para não perder o merecimento da lembrança. Realmente, sendo a lembrança do próprio lembrado, lá se vai todo o efeito; para ficar em segredo, era preciso antes de tudo disfarçar a letra, coisa que nunca pude alcançar; e, se uma só pessoa descobrisse a história e divulgasse a notícia, estava eu perdido. Perdido é um modo de falar. Ninguém se perde neste mundo, nem Balbino, nem Maximino.
Eia, venha de lá esse obséquio! Que diabo, custa pouco e rende muito, porque a gratidão de um coração honesto é moeda preciosíssima. Mas pode render ainda mais. Sim, suponhamos, não digo que aconteça assim mesmo; mas suponhamos que o imperador, ao ler o meu nome, diga consigo que bem podia experimentar os meus talentos políticos e administrativos e inclua o meu nome no novo gabinete. Pelo amor de Deus, não me atribuam a afirmação de um tal caso; digo só que pode acontecer. E pergunto, dado que assim seja, se não é melhor ter no ministério um amigo, antes do que um inimigo ou um indiferente?
Não cobiço tanto; contento-me com ser lembrado. Terei sido ministro relativamente. Há muitos anos, ouvi uma comédia, em que um furriel convidava a outro furriel para beber champagne.
- Champagne! Exclamou o convidado. Pois tu já bebeste alguma vez champagne?
- Tenho bebido... relativamente. Ouço dizer ao capitão que o major costuma bebê-lo em casa do coronel.
Não peço outra coisa; um cálice de poder relativo.
O que oferece o autor em troca do obséquio prestado pelo amigo?
 

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757828 Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
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O estado de Pernambuco é dividido geograficamente em 19 microrregiões: A Microrregião da Vitória de Santo Antão é formada por cinco municípios. A densidade demográfica da microrregião é de 187,09 habitantes por km², mais do dobro da média estadual. Seu município mais importante é o de mesmo nome, Vitória de Santo Antão que se constitui em um importante centro comercial do interior pernambucano distante cerca de 50 km da capital. A microrregião é economicamente dependente do cultivo de cana-de-açúcar da região. Das assertivas abaixo, marque o município que não faz parte da Microrregião da Vitória de Santo Antão.

 

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