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Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Votorantim-SP
Quantos pontos são computados no prontuário do condutor a cada infração média?
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Disciplina: Legislação Municipal
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Votorantim-SP
No referido Art.168 da lei 1090/93 são proibidas ao funcionário toda ação ou omissão capazes de comprometer a dignidade e o decoro da função publica, ferir a disciplina e a hierarquia, prejudicar a eficiência do serviço ou causar dano a Administração Publica, especialmente:
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O sistema de equações !$ \begin{cases}x+y=12 \\ 2x+4y=40 \end{cases} !$ tem como solução:
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Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Votorantim-SP
Observe as placas abaixo e assinale a alternativa correspondente a finalidade de cada uma respectivamente:

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Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Votorantim-SP
Analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta
I - A velocidade máxima não poderá ser superior ao dobro da velocidade média estabelecida, respeitadas as condições operacionais de trânsito e da via.
II - Com respeito à sinalização, as ordens do agente de trânsito terão prevalência sobre as normas de circulação e outros sinais.
III - A inobservância à sinalização implicará, necessariamente, a aplicação das sanções previstas no CTB, mesmo que o condutor alegue insuficiência ou incorreção de sinalização.
IV- Ao servidor público responsável pela inobservância de certas normas previstas no CTB, a autoridade de trânsito poderá aplicar multa diária na base de cinqüenta por cento do dia de vencimento ou remuneração devida enquanto permanecer a irregularidade.
V- A formação de condutores poderá incluir, em casos previstos no CTB, curso de direção defensiva e de conceitos básicos de proteção ao meio ambiente relacionados com o trânsito.
Estão certos apenas os itens
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Qual das opções abaixo possui apenas números que pertençam ao conjunto dos inteiros?
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Texto base para responder a questão.
Atividade cerebral dispara logo antes da morte
Entrar num túnel de luzes. A sensação de sair do próprio corpo. Encontrar parentes e amigos já falecidos. Muitas pessoas que estiveram perto da morte relatam ter passado por experiências como essas, que a ciência nunca conseguiu explicar. Mas um estudo impressionante, que pela primeira vez revelou o que acontece no cérebro durante a morte, parece ter começado a desvendar o mistério.
Usando um aparelho de eletroencefalograma, um grupo de médicos monitorou a atividade cerebral de 7 pessoas enquanto elas morriam. Todas eram pacientes terminais, entre 34 e 74 anos, que sofriam de cirrose, falência múltipla dos órgãos, septicemia, insuficiência cardíaca ou câncer. Os doentes estavam sob efeito de sedativos e só sobreviviam com a ajuda de aparelhos – que, a pedido de suas famílias, foram desligados.
A atividade cerebral dos pacientes ia ficando cada vez menor. Mas, nos últimos momentos antes da morte, o córtex cerebral (área responsável pela consciência) simplesmente disparava, e permanecia 30 a 180 segundos num nível muito mais alto, antes de cessar de vez. Isso acontece porque, quando os neurônios ficam sem oxigênio, perdem a capacidade de reter energia e começam a disparar em sequência – num efeito dominó que poderia provocar alucinações. “Isso pode explicar as experiências extracorpóreas relatadas por pacientes que quase morreram”, afirma o estudo, assinado por 4 médicos da Universidade George Washington.
Superinteressante – junho de 2010.
Observe o período abaixo e assinale a informação incorreta.
“Muitas pessoas que estiveram perto da morte relatam ter passado por experiências como essas, que a ciência nunca conseguiu explicar.”
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Texto base para responder a questão.
Atividade cerebral dispara logo antes da morte
Entrar num túnel de luzes. A sensação de sair do próprio corpo. Encontrar parentes e amigos já falecidos. Muitas pessoas que estiveram perto da morte relatam ter passado por experiências como essas, que a ciência nunca conseguiu explicar. Mas um estudo impressionante, que pela primeira vez revelou o que acontece no cérebro durante a morte, parece ter começado a desvendar o mistério.
Usando um aparelho de eletroencefalograma, um grupo de médicos monitorou a atividade cerebral de 7 pessoas enquanto elas morriam. Todas eram pacientes terminais, entre 34 e 74 anos, que sofriam de cirrose, falência múltipla dos órgãos, septicemia, insuficiência cardíaca ou câncer. Os doentes estavam sob efeito de sedativos e só sobreviviam com a ajuda de aparelhos – que, a pedido de suas famílias, foram desligados.
A atividade cerebral dos pacientes ia ficando cada vez menor. Mas, nos últimos momentos antes da morte, o córtex cerebral (área responsável pela consciência) simplesmente disparava, e permanecia 30 a 180 segundos num nível muito mais alto, antes de cessar de vez. Isso acontece porque, quando os neurônios ficam sem oxigênio, perdem a capacidade de reter energia e começam a disparar em sequência – num efeito dominó que poderia provocar alucinações. “Isso pode explicar as experiências extracorpóreas relatadas por pacientes que quase morreram”, afirma o estudo, assinado por 4 médicos da Universidade George Washington.
Superinteressante – junho de 2010.
As expressões sublinhadas nas frases abaixo possuem a mesma classificação sintática, exceto:
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Texto base para responder a questão.
Atividade cerebral dispara logo antes da morte
Entrar num túnel de luzes. A sensação de sair do próprio corpo. Encontrar parentes e amigos já falecidos. Muitas pessoas que estiveram perto da morte relatam ter passado por experiências como essas, que a ciência nunca conseguiu explicar. Mas um estudo impressionante, que pela primeira vez revelou o que acontece no cérebro durante a morte, parece ter começado a desvendar o mistério.
Usando um aparelho de eletroencefalograma, um grupo de médicos monitorou a atividade cerebral de 7 pessoas enquanto elas morriam. Todas eram pacientes terminais, entre 34 e 74 anos, que sofriam de cirrose, falência múltipla dos órgãos, septicemia, insuficiência cardíaca ou câncer. Os doentes estavam sob efeito de sedativos e só sobreviviam com a ajuda de aparelhos – que, a pedido de suas famílias, foram desligados.
A atividade cerebral dos pacientes ia ficando cada vez menor. Mas, nos últimos momentos antes da morte, o córtex cerebral (área responsável pela consciência) simplesmente disparava, e permanecia 30 a 180 segundos num nível muito mais alto, antes de cessar de vez. Isso acontece porque, quando os neurônios ficam sem oxigênio, perdem a capacidade de reter energia e começam a disparar em sequência – num efeito dominó que poderia provocar alucinações. “Isso pode explicar as experiências extracorpóreas relatadas por pacientes que quase morreram”, afirma o estudo, assinado por 4 médicos da Universidade George Washington.
Superinteressante – junho de 2010.
Assinale a opção, cujas palavras são formadas, simultaneamente, por um prefixo e um sufixo.
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Cada pão francês custa, aproximadamente, R$ 0,25. Se o quilo custa R$ 4,50, quantos pãezinhos compõem um saquinho de 1 quilo?
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