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Leia o texto para responder a questão.
Futebol: Atuação de jogadores em campo pode trazer lições de ética às crianças
Na época da Copa do Mundo, mesmo as pessoas que não apreciam tanto o futebol, se veem envolvidas no clima de torcida e no clima de festejos que cercam os jogos. Álbuns de figurinhas, “cards”, bandeiras, cornetas, camisetas: nunca o verde-amarelo foi tão cultuado. Os jogadores de futebol passam a ser considerados ídolos, principalmente pelas crianças.
Quem são esses ídolos? Quem são essas pessoas que estão servindo de modelos de identidade para nossos filhos? São aqueles que como o Messi da Argentina distribui parte de seus ganhos para instituições que amparam crianças em seu País ou são aqueles que se gabam que a violência contra o adversário é justificável ou que se sentem acima da ordem e da lei?
Levamos anos para começarmos a nos livrar daquela ideia maléfica de que o brasileiro é aquele que dá um jeitinho em tudo, que é malandro, que é esperto e que sempre leva vantagem (à custa dos outros, é lógico), ideia propagada, coincidentemente por outro jogador de futebol, há tempos.
A televisão tem mostrado jogadores fazendo faltas sobre faltas, muitas intencionais, tem mostrado jogadores que, propositadamente, chutam, não a bola, mas pisam ou chutam seus, no momento, adversários, em lugares do corpo preciso, que podem inutilizá-los para sempre como jogadores. Isto é maldade pura, é falta de lealdade e é falta de caráter. Pais precisam apontar isso para seus filhos. Devem aproveitar essas cenas, tão repetidamente mostradas na televisão, para exemplificar o que não pode ser feito em nenhuma situação e nem em nenhum momento da vida.
Jogos não podem ser ganhos com deslealdade, violência e maldade. Basta lembrar o exemplo do time brasileiro de futebol, no seu último jogo na Copa do Mundo. Da mesma maneira, na vida nada se ganha com deslealdade, esperteza e violência.
Pessoas que fazem alarde da própria violência, que não têm controle sobre seus impulsos e que abusam de sua agressividade merecem, de verdade, a expulsão, não somente de jogos, mas das chances e benefícios do convívio com os demais. Jamais poderão ser vistas como líderes ou modelos de identidade para nossos filhos.
É necessário que os pais expliquem para seus filhos o que significa expulsão em jogos de futebol. Devem mostrar que expulsão é fazer sair à força, é expelir, é excluir vergonhosamente do grupo. É um castigo que se aplica para atos desonrosos, na classe, na escola, no trabalho, nos esportes, enfim na vida.
O ser humano não é perfeito, sabe-se que errar é humano, mas é necessário que se aprenda com seus próprios erros. Aprender com seus próprios erros é assumir a responsabilidade pelo que se fez de errado e é buscar comportamentos reparadores frente à pessoa, grupo ou situação que foi prejudicada com o erro nosso.
É exatamente o oposto do que assistimos nos comentários dos jogadores após alguns jogos, na Copa do Mundo. Eles não assumem a responsabilidade por seus erros. O problema é sempre projetado fora, no outro, o que faz com que eles, “coitadinhos” ainda se coloquem como vitimas de injustiças! Nossos filhos não podem assistir a essas declarações passivamente. É fundamental que os pais ajudem as crianças a desenvolverem um espírito crítico frente a essas desculpas imorais. Ética precisa ser ensinada e vivida junto a nossos filhos. Aproveitem essas imagens e ensinem o que não pode e não deve ser feito!
http://www2.uol.com.br/vyaestelar/etica_criancas.htm - por Ceres Araujo
Abaixo seguem os sentidos do verbo “poder” e frases empregando-o.
I – usado para formular previsões válidas para o futuro próximo.
II – usado com um sentido de autorização ou ordem.
A – “Atuação de jogadores em campo pode trazer lições de ética às crianças”
B – “que podem inutilizá-los para sempre como jogadores”
C – “para exemplificar o que não pode ser feito em nenhuma situação”
D – “Jogos não podem ser ganhos com deslealdade, violência e maldade”
E – “Jamais poderão ser vistos como líderes ou modelos de identidade para nossos filhos”
F – “Nossos filhos não podem assistir a essas declarações passivamente”
G – “Aproveitem essas imagens e ensinem o que não pode e não deve ser feito!”
Assinale a correlação adequada de acordo com o sentido empregado.
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Estágio probatório é o período de 03 (três) anos de exercício do funcionário nomeado em caráter efetivo, durante o qual, para sua aprovação, serão apurados os seguintes aspectos de sua vida funcional. Art. 12 (Lei 1950/07):
I - assiduidade;
II - disciplina;
III - eficiência;
IV - aptidão e dedicação ao serviço;
V - cumprimento dos deveres e obrigações funcionais.
VI – responsabilidade civil
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Votorantim-SP
Considerando a LDB ( Lei nº 9.394/96), a respeito da Educação de Jovens e Adultos, e o Parecer CNE 11/2000, sobre as respectivas Diretrizes Curriculares, assinale a alternativa que reúne APENAS as afirmações corretas.
I. Jovens e adultos que não tiveram acesso aos estudos ou à continuidade deles em idade própria, perdem o direito à educação básica.
II. Os cursos e exames supletivos, nos termos da Lei, asseguram oportunidades educacionais apropriadas e habilitam ao prosseguimento de estudos, em caráter regular.
III. A ausência de escolarização justifica classificar analfabetos ou iletrados como incultos e "desqualificados" profissionalmente, na sociedade tecnológica e do conhecimento.
IV. A educação de jovens e adultos permite confirmar competências por eles adquiridas na educação extraescolar e na própria vida.
V. Os maiores de 19 anos de idade deverão ter atendimento, preferencialmente, em teles salas.
VI. Os recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e Valorização do Magistério (FUNDEF) não podem ser aplicados nos cursos de alfabetização de Jovens e Adultos, à Distância.
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Leia o texto para responder a questão.
Futebol: Atuação de jogadores em campo pode trazer lições de ética às crianças
Na época da Copa do Mundo, mesmo as pessoas que não apreciam tanto o futebol, se veem envolvidas no clima de torcida e no clima de festejos que cercam os jogos. Álbuns de figurinhas, “cards”, bandeiras, cornetas, camisetas: nunca o verde-amarelo foi tão cultuado. Os jogadores de futebol passam a ser considerados ídolos, principalmente pelas crianças.
Quem são esses ídolos? Quem são essas pessoas que estão servindo de modelos de identidade para nossos filhos? São aqueles que como o Messi da Argentina distribui parte de seus ganhos para instituições que amparam crianças em seu País ou são aqueles que se gabam que a violência contra o adversário é justificável ou que se sentem acima da ordem e da lei?
Levamos anos para começarmos a nos livrar daquela ideia maléfica de que o brasileiro é aquele que dá um jeitinho em tudo, que é malandro, que é esperto e que sempre leva vantagem (à custa dos outros, é lógico), ideia propagada, coincidentemente por outro jogador de futebol, há tempos.
A televisão tem mostrado jogadores fazendo faltas sobre faltas, muitas intencionais, tem mostrado jogadores que, propositadamente, chutam, não a bola, mas pisam ou chutam seus, no momento, adversários, em lugares do corpo preciso, que podem inutilizá-los para sempre como jogadores. Isto é maldade pura, é falta de lealdade e é falta de caráter. Pais precisam apontar isso para seus filhos. Devem aproveitar essas cenas, tão repetidamente mostradas na televisão, para exemplificar o que não pode ser feito em nenhuma situação e nem em nenhum momento da vida.
Jogos não podem ser ganhos com deslealdade, violência e maldade. Basta lembrar o exemplo do time brasileiro de futebol, no seu último jogo na Copa do Mundo. Da mesma maneira, na vida nada se ganha com deslealdade, esperteza e violência.
Pessoas que fazem alarde da própria violência, que não têm controle sobre seus impulsos e que abusam de sua agressividade merecem, de verdade, a expulsão, não somente de jogos, mas das chances e benefícios do convívio com os demais. Jamais poderão ser vistas como líderes ou modelos de identidade para nossos filhos.
É necessário que os pais expliquem para seus filhos o que significa expulsão em jogos de futebol. Devem mostrar que expulsão é fazer sair à força, é expelir, é excluir vergonhosamente do grupo. É um castigo que se aplica para atos desonrosos, na classe, na escola, no trabalho, nos esportes, enfim na vida.
O ser humano não é perfeito, sabe-se que errar é humano, mas é necessário que se aprenda com seus próprios erros. Aprender com seus próprios erros é assumir a responsabilidade pelo que se fez de errado e é buscar comportamentos reparadores frente à pessoa, grupo ou situação que foi prejudicada com o erro nosso.
É exatamente o oposto do que assistimos nos comentários dos jogadores após alguns jogos, na Copa do Mundo. Eles não assumem a responsabilidade por seus erros. O problema é sempre projetado fora, no outro, o que faz com que eles, “coitadinhos” ainda se coloquem como vitimas de injustiças! Nossos filhos não podem assistir a essas declarações passivamente. É fundamental que os pais ajudem as crianças a desenvolverem um espírito crítico frente a essas desculpas imorais. Ética precisa ser ensinada e vivida junto a nossos filhos. Aproveitem essas imagens e ensinem o que não pode e não deve ser feito!
http://www2.uol.com.br/vyaestelar/etica_criancas.htm - por Ceres Araujo
Observe os pronomes oblíquos nas frases abaixo.
I – “são aqueles que se gabam”
II –“Levamos anos para começarmos a nos livrar daquela ideia maléfica”
III – “que podem inutilizá-los para sempre”
IV – “nada se ganha com deslealdade”
V – “sabe-se que errar é humano”
Quanto à colocação pronominal, são pronomes proclíticos os que constam nas frases:
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Votorantim-SP
Destaque a opção que discute corretamente como a proposta dos Parâmetros Curriculares Nacionais: Educação Física, entende a ação da Educação Física nas escolas.
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Votorantim-SP
São artigos da resolução CNE/CEB n° 01/2000, exceto:
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Votorantim-SP
A legislação brasileira em vigor compreende que os educandos com necessidades educacionais especiais são aqueles que durante o processo educacional apresentam:
I - dificuldades acentuadas de aprendizagem ou limitações no processo de desenvolvimento.
II - dificuldades de comunicação e sinalização diferenciada dos demais alunos.
III - história de fracasso escolar.
IV - altas habilidades / superdotação, grande facilidade de aprendizagem que os leve a dominar rapidamente conceitos, procedimentos e atitudes.
V - agressividade na sala de aula e nos demais ambientes da escola.
Assinale a alternativa CORRETA.
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Futebol: Atuação de jogadores em campo pode trazer lições de ética às crianças
Na época da Copa do Mundo, mesmo as pessoas que não apreciam tanto o futebol, se veem envolvidas no clima de torcida e no clima de festejos que cercam os jogos. Álbuns de figurinhas, “cards”, bandeiras, cornetas, camisetas: nunca o verde-amarelo foi tão cultuado. Os jogadores de futebol passam a ser considerados ídolos, principalmente pelas crianças.
Quem são esses ídolos? Quem são essas pessoas que estão servindo de modelos de identidade para nossos filhos? São aqueles que como o Messi da Argentina distribui parte de seus ganhos para instituições que amparam crianças em seu País ou são aqueles que se gabam que a violência contra o adversário é justificável ou que se sentem acima da ordem e da lei?
Levamos anos para começarmos a nos livrar daquela ideia maléfica de que o brasileiro é aquele que dá um jeitinho em tudo, que é malandro, que é esperto e que sempre leva vantagem (à custa dos outros, é lógico), ideia propagada, coincidentemente por outro jogador de futebol, há tempos.
A televisão tem mostrado jogadores fazendo faltas sobre faltas, muitas intencionais, tem mostrado jogadores que, propositadamente, chutam, não a bola, mas pisam ou chutam seus, no momento, adversários, em lugares do corpo preciso, que podem inutilizá-los para sempre como jogadores. Isto é maldade pura, é falta de lealdade e é falta de caráter. Pais precisam apontar isso para seus filhos. Devem aproveitar essas cenas, tão repetidamente mostradas na televisão, para exemplificar o que não pode ser feito em nenhuma situação e nem em nenhum momento da vida.
Jogos não podem ser ganhos com deslealdade, violência e maldade. Basta lembrar o exemplo do time brasileiro de futebol, no seu último jogo na Copa do Mundo. Da mesma maneira, na vida nada se ganha com deslealdade, esperteza e violência.
Pessoas que fazem alarde da própria violência, que não têm controle sobre seus impulsos e que abusam de sua agressividade merecem, de verdade, a expulsão, não somente de jogos, mas das chances e benefícios do convívio com os demais. Jamais poderão ser vistas como líderes ou modelos de identidade para nossos filhos.
É necessário que os pais expliquem para seus filhos o que significa expulsão em jogos de futebol. Devem mostrar que expulsão é fazer sair à força, é expelir, é excluir vergonhosamente do grupo. É um castigo que se aplica para atos desonrosos, na classe, na escola, no trabalho, nos esportes, enfim na vida.
O ser humano não é perfeito, sabe-se que errar é humano, mas é necessário que se aprenda com seus próprios erros. Aprender com seus próprios erros é assumir a responsabilidade pelo que se fez de errado e é buscar comportamentos reparadores frente à pessoa, grupo ou situação que foi prejudicada com o erro nosso.
É exatamente o oposto do que assistimos nos comentários dos jogadores após alguns jogos, na Copa do Mundo. Eles não assumem a responsabilidade por seus erros. O problema é sempre projetado fora, no outro, o que faz com que eles, “coitadinhos” ainda se coloquem como vitimas de injustiças! Nossos filhos não podem assistir a essas declarações passivamente. É fundamental que os pais ajudem as crianças a desenvolverem um espírito crítico frente a essas desculpas imorais. Ética precisa ser ensinada e vivida junto a nossos filhos. Aproveitem essas imagens e ensinem o que não pode e não deve ser feito!
http://www2.uol.com.br/vyaestelar/etica_criancas.htm - por Ceres Araujo
De acordo com o texto, são lições que se podem ensinar aos filhos observando a conduta dos jogadores de futebol:
I – Evitar atitudes maldosas e desleais quando estiver sendo observado.
II – Ser correto e coerente em suas atitudes.
III – Assumir a responsabilidades de seus atos.
IV – Ensinar a impor-se diante de situações conflitantes.
V – Estimular a criticidade.
Os itens corretos são apenas:
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Votorantim-SP
As propostas pedagógicas de Educação Infantil devem respeitar os seguintes Princípios. (Resol. CNB/CEB nº 5/09):
I – Éticos: da autonomia, da responsabilidade, da solidariedade e do respeito ao bem comum, ao meio ambiente e às diferentes culturas, identidades e singularidades.
II – Políticos: dos direitos de cidadania, do exercício da criticidade e do respeito à ordem democrática.
III – Estéticos: da sensibilidade, da criatividade, da ludicidade e da liberdade de expressão nas diferentes manifestações artísticas e culturais
Assinale a alternativa correta:
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Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Votorantim-SP
- ECAGeralDireitos Fundamentais (art. 7º ao 69)Do Direito à Educação, à Cultura, ao Esporte e ao Lazer (Art. 53 a 59)
Assinale a alternativa incorreta
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