Foram encontradas 63 questões.
Leia os dois textos a seguir:
Texto 1
Diariamente, duas horas antes da chegada do caminhão da prefeitura, a gerência de uma das filiais do McDonald’s depositam na calçada dezenas de sacos plásticos recheados de papelão, isopor, restos de sanduíches. Isso acaba propiciando um lamentável banquete de mendigos. Dezenas deles vão ali revirar o material e acabam deixando os restos espalhados pelo calçadão.
Texto 2
O bicho (Manuel Bandeira)
Vi ontem um bicho
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos.
Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
O bicho não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.
O bicho, meu Deus, era um homem.
Assinale o que for CORRETO:
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Leia o trecho a seguir:
“Nasce o Sol, e não dura mais que um dia, Depois da Luz se segue a noite escura, Em tristes sombras morre a formosura, Em contínuas tristezas a alegria.”,
(Gregório de Matos)
No poema, predomina-se o uso da uma figura de linguagem cujo objetivo é apresentar ideias opostas. Qual?
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- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de Linguagem
- Interpretação de TextosFunções da Linguagem
Assinale a alternativa INCORRETA acerca do trecho a seguir, do romance Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis.
“Algum tempo hesitei se deviam abrir estas memórias pelo princípio ou pelo fim, isto é, se poria em primeiro lugar o meu nascimento ou a minha morte. Suposto o uso vulgar seja começar pelo nascimento, duas considerações me levaram a adotar diferente método: a primeira é que eu não sou propriamente um autor defunto, mas um defunto autor, para quem a campa foi outro berço; a segunda é que o escrito ficaria assim mais galante e mais novo. Moisés, que também contou a sua morte, não a pôs no introito, mas no cabo: diferença radical entre este livro e o Pentateuco.”
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Vygotsky foi o principal expoente da Teoria Sociocultural que enfatiza o papel da interação social no desenvolvimento do homem. Leia os excertos abaixo e assinale a alternativa que apresenta as proposições de Vygotsky (1978) sobre a Teoria Sociocultural:
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O papel do professor é fundamental, pois o bom andamento das atividades na educação infantil depende diretamente da ação docente. Nesse sentido, sobre o perfil do professor de educação infantil é CORRETO afirmar que:
I- Cabe ao professor trabalhar com conteúdos de naturezas diversas que abrangem desde cuidados básicos essenciais até conhecimentos específicos provenientes das diversas áreas do conhecimento.
II- O professor atua como detentor de todo conhecimento, devendo assim transmitir aos seus alunos o que estudou, sem que haja reflexão ou visão crítica dos conteúdos.
III- O professor deve compensar a falta dos pais e a carência das crianças visando compensar as deficiências físicas, afetivas, intelectuais e escolares das crianças.
IV- Compete ao professor realizar ações planejadas e compartilhadas com seus pares e outros profissionais da instituição, dialogando com as famílias e a comunidade e buscando informações necessárias para o trabalho que desenvolve.
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De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Brasileira (LDB 9394/96), art.31, a avaliação na educação infantil destina-se:
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A alma esférica do carioca
Armando Nogueira
Chego do mato vendo tanta gente de cara triste pelas ruas, tanto silêncio de derrota dentro e fora das casas, como se o gosto da vida se tivesse encerrado, de vez, com as cinzas do finado carnaval dos últimos dias. Imperdoável melancolia de quem sabe, e sabe muito bem, que esta deliciosa cidade não é samba, apenas; que o Rio, alma do Brasil, afina também seus melhores sentimentos populares por outra paixão não menos respeitável – o futebol. Esse abençoado binômio, carnaval – futebol, é que explica e eterniza a alma esférica da gente mais alegre de nosso alegre País. Por que, então, chorar a festa passada se ao breve ciclo da fantasia do samba logo se segue a ardente realidade do futebol? Desmontaram o palanque por onde desfilou a elite do samba? E daí? Lá está o Maracanã, rampas gigantescas, assentos intermináveis, tudo pronto para o grande desfile de angústias e paixões que precedem a glória de um chute. Agora mesmo, alguém me veio dizer, contente, que a grama está uma beleza, de área a área, e que, com as últimas chuvas, o verde rebentou verdíssimo. Salgueiro, Fluminense, Mangueira, Flamengo, Império, Botafogo – milagrosa alternação de emoções na vida de uma cidade; passos e passes de uma gente que curtiu seu amor ao mesmo tempo no contratempo de um tamborim e no instante infinito de um gol. Mal se foi o Salgueiro, já vem chegando o Flamengo, preto e vermelho, apontando, ardente, na boca do túnel que se abre para a multidão em delírio. Couro de gato, bola de couro, quicando e repicando pela glória de uma cidade que não tem por que chorar tristezas.
Assinale a única alternativa que apresente um verbo de ligação.
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A alma esférica do carioca
Armando Nogueira
Chego do mato vendo tanta gente de cara triste pelas ruas, tanto silêncio de derrota dentro e fora das casas, como se o gosto da vida se tivesse encerrado, de vez, com as cinzas do finado carnaval dos últimos dias. Imperdoável melancolia de quem sabe, e sabe muito bem, que esta deliciosa cidade não é samba, apenas; que o Rio, alma do Brasil, afina também seus melhores sentimentos populares por outra paixão não menos respeitável – o futebol. Esse abençoado binômio, carnaval – futebol, é que explica e eterniza a alma esférica da gente mais alegre de nosso alegre País. Por que, então, chorar a festa passada se ao breve ciclo da fantasia do samba logo se segue a ardente realidade do futebol? Desmontaram o palanque por onde desfilou a elite do samba? E daí? Lá está o Maracanã, rampas gigantescas, assentos intermináveis, tudo pronto para o grande desfile de angústias e paixões que precedem a glória de um chute. Agora mesmo, alguém me veio dizer, contente, que a grama está uma beleza, de área a área, e que, com as últimas chuvas, o verde rebentou verdíssimo. Salgueiro, Fluminense, Mangueira, Flamengo, Império, Botafogo – milagrosa alternação de emoções na vida de uma cidade; passos e passes de uma gente que curtiu seu amor ao mesmo tempo no contratempo de um tamborim e no instante infinito de um gol. Mal se foi o Salgueiro, já vem chegando o Flamengo, preto e vermelho, apontando, ardente, na boca do túnel que se abre para a multidão em delírio. Couro de gato, bola de couro, quicando e repicando pela glória de uma cidade que não tem por que chorar tristezas.
...como se o gosto da vida se tivesse encerrado, de vez, com as cinzas do finado carnaval dos últimos dias. ” Analise os termos destacados e assinale a alternativa que apresente sua definição CORRETA.
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A alma esférica do carioca
Armando Nogueira
Chego do mato vendo tanta gente de cara triste pelas ruas, tanto silêncio de derrota dentro e fora das casas, como se o gosto da vida se tivesse encerrado, de vez, com as cinzas do finado carnaval dos últimos dias. Imperdoável melancolia de quem sabe, e sabe muito bem, que esta deliciosa cidade não é samba, apenas; que o Rio, alma do Brasil, afina também seus melhores sentimentos populares por outra paixão não menos respeitável – o futebol. Esse abençoado binômio, carnaval – futebol, é que explica e eterniza a alma esférica da gente mais alegre de nosso alegre País. Por que, então, chorar a festa passada se ao breve ciclo da fantasia do samba logo se segue a ardente realidade do futebol? Desmontaram o palanque por onde desfilou a elite do samba? E daí? Lá está o Maracanã, rampas gigantescas, assentos intermináveis, tudo pronto para o grande desfile de angústias e paixões que precedem a glória de um chute. Agora mesmo, alguém me veio dizer, contente, que a grama está uma beleza, de área a área, e que, com as últimas chuvas, o verde rebentou verdíssimo. Salgueiro, Fluminense, Mangueira, Flamengo, Império, Botafogo – milagrosa alternação de emoções na vida de uma cidade; passos e passes de uma gente que curtiu seu amor ao mesmo tempo no contratempo de um tamborim e no instante infinito de um gol. Mal se foi o Salgueiro, já vem chegando o Flamengo, preto e vermelho, apontando, ardente, na boca do túnel que se abre para a multidão em delírio. Couro de gato, bola de couro, quicando e repicando pela glória de uma cidade que não tem por que chorar tristezas.
“Agora mesmo, alguém me veio dizer, contente, que a grama está uma beleza, de área a área, e que, com as últimas chuvas, o verde rebentou verdíssimo.” Assinale a alternativa que NÃO apresenta um adjetivo desta oração:
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A alma esférica do carioca
Armando Nogueira
Chego do mato vendo tanta gente de cara triste pelas ruas, tanto silêncio de derrota dentro e fora das casas, como se o gosto da vida se tivesse encerrado, de vez, com as cinzas do finado carnaval dos últimos dias. Imperdoável melancolia de quem sabe, e sabe muito bem, que esta deliciosa cidade não é samba, apenas; que o Rio, alma do Brasil, afina também seus melhores sentimentos populares por outra paixão não menos respeitável – o futebol. Esse abençoado binômio, carnaval – futebol, é que explica e eterniza a alma esférica da gente mais alegre de nosso alegre País. Por que, então, chorar a festa passada se ao breve ciclo da fantasia do samba logo se segue a ardente realidade do futebol? Desmontaram o palanque por onde desfilou a elite do samba? E daí? Lá está o Maracanã, rampas gigantescas, assentos intermináveis, tudo pronto para o grande desfile de angústias e paixões que precedem a glória de um chute. Agora mesmo, alguém me veio dizer, contente, que a grama está uma beleza, de área a área, e que, com as últimas chuvas, o verde rebentou verdíssimo. Salgueiro, Fluminense, Mangueira, Flamengo, Império, Botafogo – milagrosa alternação de emoções na vida de uma cidade; passos e passes de uma gente que curtiu seu amor ao mesmo tempo no contratempo de um tamborim e no instante infinito de um gol. Mal se foi o Salgueiro, já vem chegando o Flamengo, preto e vermelho, apontando, ardente, na boca do túnel que se abre para a multidão em delírio. Couro de gato, bola de couro, quicando e repicando pela glória de uma cidade que não tem por que chorar tristezas.
“...repicando pela glória de uma cidade que não tem por que chorar tristezas...”. As palavras destacadas na oração traduzem a ideia de:
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