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Ao considerar a interdisciplinaridade como prática fundamental para um ensino integrador e de qualidade, é necessário que o educador se mostre comprometido com a sua prática pedagógica, tendo como base a pesquisa, pois é através da mesma que o educador inova e cria condições para que seus educandos se tornem críticos e criativos.
Assinale a alternativa que esteja de acordo com o enunciado:
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A Declaração de Salamanca manifesta de modo explícito que a rede de ensino regular deverá disponibilizar os recursos necessários ao atendimento dos alunos portadores de Necessidades Especiais(NEE). Portanto, a escola tem a função de receber e ensinar todas as crianças, jovens e adultos independente de suas condições físicas, intelectuais ou sociais, adaptando-os ao processo ensino-aprendizagem, bem como a estrutura física da escola adaptada às necessidades do seu alunado. Diante disso, fica evidente o compromisso político e encorajamento do governo e políticas públicas perante as pessoas com NEE, de forma a garantir a efetivação da inclusão social através de recursos e atendimento de qualidade nesse cenário educacional.
De acordo com o exposto, assinale a alternativa CORRETA:
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A instituição de educação infantil deve tornar acessível a todas as crianças que a frequentam, indiscriminadamente, elementos da cultura que enriquecem o seu desenvolvimento e inserção social. Cumpre um papel socializador, propiciando o desenvolvimento da identidade das crianças, por meio de aprendizagens diversificadas, realizadas em situações de interação. Na instituição de educação infantil, pode-se oferecer às crianças condições para as aprendizagens que ocorrem nas brincadeiras e aquelas advindas de situações pedagógicas intencionais ou aprendizagens orientadas pelos adultos. É importante ressaltar, porém, que essas aprendizagens, de natureza diversa, ocorrem de maneira integrada no processo de desenvolvimento infantil.
Indique nas alternativas a seguir o que Educar significa, portanto:
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Se a escola é o lugar da construção da autonomia e da cidadania, a avaliação dos processos sejam eles das aprendizagens, da dinâmica escolar ou da própria instituição, não deve ficar sob a responsabilidade apenas de um ou de outro profissional, é uma responsabilidade tanto da coletividade, como de cada um, em particular. Entendendo a avaliação como algo inerente aos processos cotidianos e de aprendizagem, na qual todos os sujeitos desses processos estão envolvidos, portanto a avaliação na escola não pode ser compreendida como algo à parte, isolado, já que tem subjacente uma concepção de educação e uma estratégia pedagógica.
De acordo com o enunciado assinale a alternativa que NÃO corresponde ao contexto.
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O papel do professor é o de planejador e estrategista do processo ensino aprendizagem, e ainda o responsável por manter, sobre ele um rigoroso controle. O professor deve reforçar os aspectos positivos ao aluno e evitar castigos e punições, práticas toleradas no ensino tradicional.
Analise as afirmativas abaixo referente a proposição acima:
I- A prática educativa é bastante complexa e são inúmeras as questões que se apresentam no cotidiano, que transcendem ao planejamento didático e à própria proposta curricular. Não há, portanto, um padrão de intervenção do professor. No entanto, há indicações e orientações no sentido de subsidiar a reflexão do profissional sobre sua prática para estabelecer uma coerência com os propostos educativos da instituição.
II- O educador deve considerar como ponto de partida para sua ação educativa os conhecimentos que os alunos trazem em função de suas mais variadas experiências. A partir disto, ampliar e aprofundar os conhecimentos fará com que se sintam respeitados em sua capacidade de ser e pensar.
III- Durante a vida escolar, a experiência do aluno geralmente não é considerada. Não se valorizam a constante conexão entre vida prática e novos conteúdos são essenciais à aprendizagem.
IV- Cabe ao profissional propiciar situações que garantam a troca entre os alunos, de forma que possam expressar no grupo seus modos de agir, pensar e sentir, num ambiente acolhedor que favoreça confiança e autoestima.
São VERDADEIRAS:
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Assinale a alternativa que apresente apenas palavras hipônimas.
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Assinale a alternativa que apresente uma oração no período composto por subordinação.
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A alma esférica do carioca
Armando Nogueira
Chego do mato vendo tanta gente de cara triste pelas ruas, tanto silêncio de derrota dentro e fora das casas, como se o gosto da vida se tivesse encerrado, de vez, com as cinzas do finado carnaval dos últimos dias. Imperdoável melancolia de quem sabe, e sabe muito bem, que esta deliciosa cidade não é samba, apenas; que o Rio, alma do Brasil, afina também seus melhores sentimentos populares por outra paixão não menos respeitável – o futebol. Esse abençoado binômio, carnaval – futebol, é que explica e eterniza a alma esférica da gente mais alegre de nosso alegre País. Por que, então, chorar a festa passada se ao breve ciclo da fantasia do samba logo se segue a ardente realidade do futebol? Desmontaram o palanque por onde desfilou a elite do samba? E daí? Lá está o Maracanã, rampas gigantescas, assentos intermináveis, tudo pronto para o grande desfile de angústias e paixões que precedem a glória de um chute. Agora mesmo, alguém me veio dizer, contente, que a grama está uma beleza, de área a área, e que, com as últimas chuvas, o verde rebentou verdíssimo. Salgueiro, Fluminense, Mangueira, Flamengo, Império, Botafogo – milagrosa alternação de emoções na vida de uma cidade; passos e passes de uma gente que curtiu seu amor ao mesmo tempo no contratempo de um tamborim e no instante infinito de um gol. Mal se foi o Salgueiro, já vem chegando o Flamengo, preto e vermelho, apontando, ardente, na boca do túnel que se abre para a multidão em delírio. Couro de gato, bola de couro, quicando e repicando pela glória de uma cidade que não tem por que chorar tristezas.
Assinale a única alternativa que apresente um verbo de ligação.
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A alma esférica do carioca
Armando Nogueira
Chego do mato vendo tanta gente de cara triste pelas ruas, tanto silêncio de derrota dentro e fora das casas, como se o gosto da vida se tivesse encerrado, de vez, com as cinzas do finado carnaval dos últimos dias. Imperdoável melancolia de quem sabe, e sabe muito bem, que esta deliciosa cidade não é samba, apenas; que o Rio, alma do Brasil, afina também seus melhores sentimentos populares por outra paixão não menos respeitável – o futebol. Esse abençoado binômio, carnaval – futebol, é que explica e eterniza a alma esférica da gente mais alegre de nosso alegre País. Por que, então, chorar a festa passada se ao breve ciclo da fantasia do samba logo se segue a ardente realidade do futebol? Desmontaram o palanque por onde desfilou a elite do samba? E daí? Lá está o Maracanã, rampas gigantescas, assentos intermináveis, tudo pronto para o grande desfile de angústias e paixões que precedem a glória de um chute. Agora mesmo, alguém me veio dizer, contente, que a grama está uma beleza, de área a área, e que, com as últimas chuvas, o verde rebentou verdíssimo. Salgueiro, Fluminense, Mangueira, Flamengo, Império, Botafogo – milagrosa alternação de emoções na vida de uma cidade; passos e passes de uma gente que curtiu seu amor ao mesmo tempo no contratempo de um tamborim e no instante infinito de um gol. Mal se foi o Salgueiro, já vem chegando o Flamengo, preto e vermelho, apontando, ardente, na boca do túnel que se abre para a multidão em delírio. Couro de gato, bola de couro, quicando e repicando pela glória de uma cidade que não tem por que chorar tristezas.
“...como se o gosto da vida se tivesse encerrado, de vez, com as cinzas do finado carnaval dos últimos dias. ” Analise os termos destacados e assinale a alternativa que apresente sua definição CORRETA.
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A alma esférica do carioca
Armando Nogueira
Chego do mato vendo tanta gente de cara triste pelas ruas, tanto silêncio de derrota dentro e fora das casas, como se o gosto da vida se tivesse encerrado, de vez, com as cinzas do finado carnaval dos últimos dias. Imperdoável melancolia de quem sabe, e sabe muito bem, que esta deliciosa cidade não é samba, apenas; que o Rio, alma do Brasil, afina também seus melhores sentimentos populares por outra paixão não menos respeitável – o futebol. Esse abençoado binômio, carnaval – futebol, é que explica e eterniza a alma esférica da gente mais alegre de nosso alegre País. Por que, então, chorar a festa passada se ao breve ciclo da fantasia do samba logo se segue a ardente realidade do futebol? Desmontaram o palanque por onde desfilou a elite do samba? E daí? Lá está o Maracanã, rampas gigantescas, assentos intermináveis, tudo pronto para o grande desfile de angústias e paixões que precedem a glória de um chute. Agora mesmo, alguém me veio dizer, contente, que a grama está uma beleza, de área a área, e que, com as últimas chuvas, o verde rebentou verdíssimo. Salgueiro, Fluminense, Mangueira, Flamengo, Império, Botafogo – milagrosa alternação de emoções na vida de uma cidade; passos e passes de uma gente que curtiu seu amor ao mesmo tempo no contratempo de um tamborim e no instante infinito de um gol. Mal se foi o Salgueiro, já vem chegando o Flamengo, preto e vermelho, apontando, ardente, na boca do túnel que se abre para a multidão em delírio. Couro de gato, bola de couro, quicando e repicando pela glória de uma cidade que não tem por que chorar tristezas.
“Agora mesmo, alguém me veio dizer, contente, que a grama está uma beleza, de área a área, e que, com as últimas chuvas, o verde rebentou verdíssimo.” Assinale a alternativa que NÃO apresenta um adjetivo desta oração:
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