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Considere que se deseja produzir códigos de 7 caracteres, em que os 3 primeiros caracteres sejam letras escolhidas entre as 26 do alfabeto e os 4 últimos sejam algarismos, de 0 a 9. Com relação a essa construção de códigos, julgue os itens subseqüentes.
A quantidade de códigos distintos que começam com AMX é igual a 104.
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Considere que se deseja produzir códigos de 7 caracteres, em que os 3 primeiros caracteres sejam letras escolhidas entre as 26 do alfabeto e os 4 últimos sejam algarismos, de 0 a 9. Com relação a essa construção de códigos, julgue os itens subseqüentes.
A quantidade de códigos que começam com a letra Z, terminam com o algarismo 0 e têm todos os caracteres distinto é inferior a 300.000.
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De acordo com o portal www.prodest.es.gov.br, são clientes do PRODEST vários órgãos do governo do estado do Espírito Santo, entre eles 14 secretarias de estado e 7 institutos que atendem à comunidade. Considere a hipótese de que o PRODEST devesse escolher 8 dessas secretarias e 5 desses institutos para testar uma nova tecnologia. Nessas condições, o PRODEST poderia fazer essa escolha entre mais de 63 mil maneiras diferentes.
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A lógica proposicional trata do raciocínio por meio de proposições (frases afirmativas ou negativas) que podem ser julgadas como verdadeiras — V — ou falsas — F. Considere que as letras A e B representam proposições básicas. A proposição ¬A representa a negação da proposição A e, portanto, ¬A é F quando A for V, e ¬A é V quando A for F. A proposição A∨B é a disjunção de A e B, e A∨B é F se A e B são F; caso contrário, V. A proposição A∧B é a conjunção de A e B, e A∧B é V se A e B são V; caso contrário, é F. Uma argumentação é uma seqüência finita de proposições em que algumas são consideradas hipóteses e as outras são obtidas a partir das hipóteses e das proposições que vão sendo inseridas na argumentação, usando-se algumas regras de dedução. Uma regra de dedução, chamada regra do corte, é a seguinte: “Se, em uma argumentação, são assumidas como verdadeiras proposições que tenham a forma P∨¬A∨Q e R∨A∨S, em que P, Q, R e S representam proposições que contêm apenas proposições básicas, negadas ou não, e o conectivo lógico ∨, então a proposição P∨Q∨R∨S pode ser assumida como verdadeira na seqüência de proposições que constituem a argumentação.” A partir dessas instruções, julgue os itens a seguir.

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A lógica proposicional trata do raciocínio por meio de proposições (frases afirmativas ou negativas) que podem ser julgadas como verdadeiras — V — ou falsas — F. Considere que as letras A e B representam proposições básicas. A proposição ¬A representa a negação da proposição A e, portanto, ¬A é F quando A for V, e ¬A é V quando A for F. A proposição A∨B é a disjunção de A e B, e A∨B é F se A e B são F; caso contrário, V. A proposição A∧B é a conjunção de A e B, e A∧B é V se A e B são V; caso contrário, é F. Uma argumentação é uma seqüência finita de proposições em que algumas são consideradas hipóteses e as outras são obtidas a partir das hipóteses e das proposições que vão sendo inseridas na argumentação, usando-se algumas regras de dedução. Uma regra de dedução, chamada regra do corte, é a seguinte: “Se, em uma argumentação, são assumidas como verdadeiras proposições que tenham a forma P∨¬A∨Q e R∨A∨S, em que P, Q, R e S representam proposições que contêm apenas proposições básicas, negadas ou não, e o conectivo lógico ∨, então a proposição P∨Q∨R∨S pode ser assumida como verdadeira na seqüência de proposições que constituem a argumentação.” A partir dessas instruções, julgue os itens a seguir.
A proposição “O estado do Espírito Santo não é produtor de petróleo ou Guarapari não tem lindas praias” corresponde à negação da proposição “O estado do Espírito Santo é produtor de petróleo e Guarapari tem lindas praias.”
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A lógica proposicional trata do raciocínio por meio de proposições (frases afirmativas ou negativas) que podem ser julgadas como verdadeiras — V — ou falsas — F. Considere que as letras A e B representam proposições básicas. A proposição ¬A representa a negação da proposição A e, portanto, ¬A é F quando A for V, e ¬A é V quando A for F. A proposição A∨B é a disjunção de A e B, e A∨B é F se A e B são F; caso contrário, V. A proposição A∧B é a conjunção de A e B, e A∧B é V se A e B são V; caso contrário, é F. Uma argumentação é uma seqüência finita de proposições em que algumas são consideradas hipóteses e as outras são obtidas a partir das hipóteses e das proposições que vão sendo inseridas na argumentação, usando-se algumas regras de dedução. Uma regra de dedução, chamada regra do corte, é a seguinte: “Se, em uma argumentação, são assumidas como verdadeiras proposições que tenham a forma P∨¬A∨Q e R∨A∨S, em que P, Q, R e S representam proposições que contêm apenas proposições básicas, negadas ou não, e o conectivo lógico ∨, então a proposição P∨Q∨R∨S pode ser assumida como verdadeira na seqüência de proposições que constituem a argumentação.” A partir dessas instruções, julgue os itens a seguir.
Considere a seguinte lista de frases:
1 Rio Branco é a capital do estado de Rondônia.
2 Qual é o horário do filme?
3 O Brasil é pentacampeão de futebol.
4 Que belas flores!
5 Marlene não é atriz e Djanira é pintora.
Nessa lista, há exatamente 4 proposições.
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A lógica proposicional trata do raciocínio por meio de proposições (frases afirmativas ou negativas) que podem ser julgadas como verdadeiras — V — ou falsas — F. Considere que as letras A e B representam proposições básicas. A proposição ¬A representa a negação da proposição A e, portanto, ¬A é F quando A for V, e ¬A é V quando A for F. A proposição A∨B é a disjunção de A e B, e A∨B é F se A e B são F; caso contrário, V. A proposição A∧B é a conjunção de A e B, e A∧B é V se A e B são V; caso contrário, é F. Uma argumentação é uma seqüência finita de proposições em que algumas são consideradas hipóteses e as outras são obtidas a partir das hipóteses e das proposições que vão sendo inseridas na argumentação, usando-se algumas regras de dedução. Uma regra de dedução, chamada regra do corte, é a seguinte: “Se, em uma argumentação, são assumidas como verdadeiras proposições que tenham a forma P∨¬A∨Q e R∨A∨S, em que P, Q, R e S representam proposições que contêm apenas proposições básicas, negadas ou não, e o conectivo lógico ∨, então a proposição P∨Q∨R∨S pode ser assumida como verdadeira na seqüência de proposições que constituem a argumentação.” A partir dessas instruções, julgue os itens a seguir.
Considere como verdadeiras as seguintes proposições:
- “O professor Mozart não deu um concerto de piano, ou o ingresso não era barato, ou estava chovendo, ou os seus alunos não compareceram.”
- “O professor Mozart não deu um concerto de piano, ou o ingresso era barato”.
Nesse caso, simbolizando adequadamente as proposições envolvidas, de acordo com a regra do corte, conclui-se que “O professor Mozart não deu um concerto de piano, ou não estava chovendo, ou os seus alunos compareceram”.
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Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PRODEST-ES
The globalized world in which the new information
society is born cannot procure its security using the same
concepts and structures as last century’s industrial society.
The necessary reformulation must finally do away with
reactive, basically repressive security and give way to
preventive security with culture and coexistence as
indispensable vectors.
“Security is a common good and an indispensable
factor in progress, development and freedom”. None of those
attending the Dialogue on promoting coexistence and
security in the information society disagreed with these
words. By way of an irrefutable axiom, these words headed
the presentation made by the Councilor of the Department of
the Interior of the Catalan Government, Monserrat Tura, in
the inaugural session, as well as the Declaration of Barcelona
approved in the closing session of the Dialogue.
After this unanimous starting point, the Dialogue
dealt with the various conceptions of security and how to
promote it in a new globalized world. The so-called new
technologies are transforming the industrial society of this
century into what is called the information society. This new
globalized world offers new opportunities but, at the same
time, poses new challenges and perils if, as Marcel A.
Boisard, Director General of UNITAR, said, “security is a
taboo issue”. At least in this Dialogue, that premise was not
true.
do away with – get rid of or to destroy
Internet: http://www.barcelona2004.org (with adaptations)
In the text,
“as well as” (l.15) is a comparative.
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Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PRODEST-ES
The globalized world in which the new information
society is born cannot procure its security using the same
concepts and structures as last century’s industrial society.
The necessary reformulation must finally do away with
reactive, basically repressive security and give way to
preventive security with culture and coexistence as
indispensable vectors.
“Security is a common good and an indispensable
factor in progress, development and freedom”. None of those
attending the Dialogue on promoting coexistence and
security in the information society disagreed with these
words. By way of an irrefutable axiom, these words headed
the presentation made by the Councilor of the Department of
the Interior of the Catalan Government, Monserrat Tura, in
the inaugural session, as well as the Declaration of Barcelona
approved in the closing session of the Dialogue.
After this unanimous starting point, the Dialogue
dealt with the various conceptions of security and how to
promote it in a new globalized world. The so-called new
technologies are transforming the industrial society of this
century into what is called the information society. This new
globalized world offers new opportunities but, at the same
time, poses new challenges and perils if, as Marcel A.
Boisard, Director General of UNITAR, said, “security is a
taboo issue”. At least in this Dialogue, that premise was not
true.
do away with – get rid of or to destroy
Internet: http://www.barcelona2004.org (with adaptations)
In the text,
“give way to” (l.5) means become replaced by something, especially because it is better, cheaper, easier, etc.
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Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PRODEST-ES
The globalized world in which the new information
society is born cannot procure its security using the same
concepts and structures as last century’s industrial society.
The necessary reformulation must finally do away with
reactive, basically repressive security and give way to
preventive security with culture and coexistence as
indispensable vectors.
“Security is a common good and an indispensable
factor in progress, development and freedom”. None of those
attending the Dialogue on promoting coexistence and
security in the information society disagreed with these
words. By way of an irrefutable axiom, these words headed
the presentation made by the Councilor of the Department of
the Interior of the Catalan Government, Monserrat Tura, in
the inaugural session, as well as the Declaration of Barcelona
approved in the closing session of the Dialogue.
After this unanimous starting point, the Dialogue
dealt with the various conceptions of security and how to
promote it in a new globalized world. The so-called new
technologies are transforming the industrial society of this
century into what is called the information society. This new
globalized world offers new opportunities but, at the same
time, poses new challenges and perils if, as Marcel A.
Boisard, Director General of UNITAR, said, “security is a
taboo issue”. At least in this Dialogue, that premise was not
true.
do away with – get rid of or to destroy
Internet: http://www.barcelona2004.org (with adaptations)
From the text, it can be deduced that
the final paragraph ended up in divergent viewpoints.
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