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A Capacity Management Information System or CMIS is a collection of IT infrastructure usage, capacity and performance information that has been gathered in a consistent manner and stored in one or more databases. It is the single book of record for all usage, capacity, and performance data, complete with associated business, application and service statistics. Any IT staffer needing access to capacity management data can potentially use a CMIS.
IT service management processes frequently accessing CMIS data are:
• Capacity planning
• Performance management
• Service level management
• Help/Service desk
• Incident management
• Problem management
• Configuration management
(Extraído de: www.teamquest.com.br/…/ whitepaper /)
Na frase “Any IT staffer needing access to capacity management data can potentially use a CMIS" o termo staffer, no contexto, tem o significado de
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Embedded software is very important economically because almost every electrical device now includes software. There are therefore many more embedded software systems than other types of software system. If you look around your house you may have three or four personal computers. But you probably have 20 or 30 embedded systems, such as systems in phones, cookers, microwaves etc
Responsiveness in real time is the critical difference between embedded systems and other software systems, such as information systems, web-based systems, or personal software systems, whose main purpose is data processing. For non-real- time systems, the correctness of a system can be defined by specifying how system inputs map to corresponding outputs that should be produced by the system. In response to an input, a corresponding output should be generated by the system and, often, some data should be stored. For example, if you choose a create command in a patient information system, then the correct system response is to create a new patient record in a database, and to confirm that this has been done. Within reasonable limits, it does not matter how long this takes.
However, in a real-time system, the correctness depends both on the response to an input and the time taken to generate that response. If the system takes too long to respond, then the required response may be ineffective. For example, if embedded software controlling a car braking system is too slow, then an accident may occur because it is impossible to stop the car in time.
(Extraído de: Software Engineering, I. Sommerville, 9th Edition, 2011, pg. 538.)
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Embedded software is very important economically because almost every electrical device now includes software. There are therefore many more embedded software systems than other types of software system. If you look around your house you may have three or four personal computers. But you probably have 20 or 30 embedded systems, such as systems in phones, cookers, microwaves etc
Responsiveness in real time is the critical difference between embedded systems and other software systems, such as information systems, web-based systems, or personal software systems, whose main purpose is data processing. For non-real- time systems, the correctness of a system can be defined by specifying how system inputs map to corresponding outputs that should be produced by the system. In response to an input, a corresponding output should be generated by the system and, often, some data should be stored. For example, if you choose a create command in a patient information system, then the correct system response is to create a new patient record in a database, and to confirm that this has been done. Within reasonable limits, it does not matter how long this takes.
However, in a real-time system, the correctness depends both on the response to an input and the time taken to generate that response. If the system takes too long to respond, then the required response may be ineffective. For example, if embedded software controlling a car braking system is too slow, then an accident may occur because it is impossible to stop the car in time.
(Extraído de: Software Engineering, I. Sommerville, 9th Edition, 2011, pg. 538.)
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Embedded software is very important economically because almost every electrical device now includes software. There are therefore many more embedded software systems than other types of software system. If you look around your house you may have three or four personal computers. But you probably have 20 or 30 embedded systems, such as systems in phones, cookers, microwaves etc
Responsiveness in real time is the critical difference between embedded systems and other software systems, such as information systems, web-based systems, or personal software systems, whose main purpose is data processing. For non-real- time systems, the correctness of a system can be defined by specifying how system inputs map to corresponding outputs that should be produced by the system. In response to an input, a corresponding output should be generated by the system and, often, some data should be stored. For example, if you choose a create command in a patient information system, then the correct system response is to create a new patient record in a database, and to confirm that this has been done. Within reasonable limits, it does not matter how long this takes.
However, in a real-time system, the correctness depends both on the response to an input and the time taken to generate that response. If the system takes too long to respond, then the required response may be ineffective. For example, if embedded software controlling a car braking system is too slow, then an accident may occur because it is impossible to stop the car in time.
(Extraído de: Software Engineering, I. Sommerville, 9th Edition, 2011, pg. 538.)
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É correto afirmar que a fala de Jobs
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Começou a batalha e cada brasileiro estava abraçado, atracado a seu radiozinho de pilha. Entre nós e a peleja erguiam- -se os Andes, hieráticos e tristíssimos. Havia, por aqui, um certo pavor da Espanha - velha pátria, constelada de feridas. O Brasil entrou mal, o Brasil entrou péssimo. Ou por outra: - o Brasil, no primeiro tempo, não era o Brasil, era o anti-Brasil, a negação do Brasil. O sujeito procurava o escrete e não encontrava o escrete.
A Espanha triturava a seleção de ouro, que não era mais de ouro, era de lata, era de zinco, sei lá. E só um homem, entre os brasileiros, continuava a ser o mesmo, eternamente o mesmo: - Garrincha. Sim, do primeiro ao último minuto, o Mané foi o Mané. Passou como quis pelo Gracía. Caçaram-no a patadas, como uma ratazana. Mas ele ia passando, dir-se-ia um maravilhoso ser incorpóreo, os espanhóis o massacravam e Garrincha sobrevivia ao próprio assassinato.
Fora Garrincha, ninguém mais. Os negros ornamentais, folclóricos, divinos, deixavam-se bater, miseravelmente. E todos sentimos que a ausência de Pelé estava cravada no coração do Brasil. Faltava Pelé e o escrete murchava como um balão japonês apagado. Amigos, durante os 45 minutos o fracasso do Brasil doeu mais, aqui, do que a humilhação de Canudos. Cada um de nós sentiu-se direta e pessoalmente degradado.
(Nelson Rodrigues, O “Possesso” é nosso. A pátria em chuteiras: novas crônicas de futebol.)
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Empresas e instituições de vários tipos e tamanhos hoje são capazes de coletar dados a partir de várias fontes, combinando-os em sistemas de armazenamento da ordem de petabytes (mil terabytes), e analisá-los em busca de padrões. O resultado são previsões melhores, serviços mais personalizados e mensagens mais bem dirigidas, estimulando decisões mais bem informadas e mais seguras.
Da mesma forma que os grandes volumes de dados mudam a gestão de corporações, uma nuvem de pequenas informações pessoais, conectadas, começa a provocar uma mudança de costumes. São dados que registram o que uma pessoa sabe a respeito de si própria: o que fez, quem conhece, aonde foi, como dormiu, quanto pesa, como passa o tempo.
Mensuração e análise são ótimas. Sem elas é quase impossível progredir. Mas é preciso cautela em seu uso. A obsessão por elas, da mesma forma que a procura desesperada por seguidores nas mídias sociais, pode piorar uma situação, deixando seu usuário viciado nas estatísticas que deveriam libertá-lo.
QI, placares e centímetros de bíceps são métricas observáveis e fáceis de comparar. Mas isso não quer dizer que sejam as melhores ou mesmo as certas. Um funcionário pontual nem sempre é o melhor funcionário, mais conexões não significam mais conhecimento.
Além do mais, o que é o certo? A preocupação excessiva com as métricas pessoais pode levar à padronização e à robotização de seus usuários, um efeito colateral bastante desagradável. Em situações extremas pode até criar autômatos ou estimular comportamentos doentios, como anorexia ou bulimia.
De qualquer forma, a ignorância nunca é uma bênção. Os benefícios do autoconhecimento são incomparáveis. Mas para isso é preciso um pouco de trabalho. Não basta apenas coletar os dados, deve-se também refletir sobre eles e planejar novas metas periodicamente, aprendendo a identificar padrões de comportamento nocivos e recorrentes. Nesses termos, a quantificação pessoal só deve fazer bem.
(Luli Radfaher, Little data. Disponível em: http: www1.folha.uol.com.br. Acesso em: 20 mar 2014. Adaptado)
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Começou a batalha e cada brasileiro estava abraçado, atracado a seu radiozinho de pilha. Entre nós e a peleja erguiam- -se os Andes, hieráticos e tristíssimos. Havia, por aqui, um certo pavor da Espanha - velha pátria, constelada de feridas. O Brasil entrou mal, o Brasil entrou péssimo. Ou por outra: - o Brasil, no primeiro tempo, não era o Brasil, era o anti-Brasil, a negação do Brasil. O sujeito procurava o escrete e não encontrava o escrete.
A Espanha triturava a seleção de ouro, que não era mais de ouro, era de lata, era de zinco, sei lá. E só um homem, entre os brasileiros, continuava a ser o mesmo, eternamente o mesmo: - Garrincha. Sim, do primeiro ao último minuto, o Mané foi o Mané. Passou como quis pelo Gracía. Caçaram-no a patadas, como uma ratazana. Mas ele ia passando, dir-se-ia um maravilhoso ser incorpóreo, os espanhóis o massacravam e Garrincha sobrevivia ao próprio assassinato.
Fora Garrincha, ninguém mais. Os negros ornamentais, folclóricos, divinos, deixavam-se bater, miseravelmente. E todos sentimos que a ausência de Pelé estava cravada no coração do Brasil. Faltava Pelé e o escrete murchava como um balão japonês apagado. Amigos, durante os 45 minutos o fracasso do Brasil doeu mais, aqui, do que a humilhação de Canudos. Cada um de nós sentiu-se direta e pessoalmente degradado.
(Nelson Rodrigues, O “Possesso” é nosso. A pátria em chuteiras: novas crônicas de futebol.)
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Empresas e instituições de vários tipos e tamanhos hoje são capazes de coletar dados a partir de várias fontes, combinando-os em sistemas de armazenamento da ordem de petabytes (mil terabytes), e analisá-los em busca de padrões. O resultado são previsões melhores, serviços mais personalizados e mensagens mais bem dirigidas, estimulando decisões mais bem informadas e mais seguras.
Da mesma forma que os grandes volumes de dados mudam a gestão de corporações, uma nuvem de pequenas informações pessoais, conectadas, começa a provocar uma mudança de costumes. São dados que registram o que uma pessoa sabe a respeito de si própria: o que fez, quem conhece, aonde foi, como dormiu, quanto pesa, como passa o tempo.
Mensuração e análise são ótimas. Sem elas é quase impossível progredir. Mas é preciso cautela em seu uso. A obsessão por elas, da mesma forma que a procura desesperada por seguidores nas mídias sociais, pode piorar uma situação, deixando seu usuário viciado nas estatísticas que deveriam libertá-lo.
QI, placares e centímetros de bíceps são métricas observáveis e fáceis de comparar. Mas isso não quer dizer que sejam as melhores ou mesmo as certas. Um funcionário pontual nem sempre é o melhor funcionário, mais conexões não significam mais conhecimento.
Além do mais, o que é o certo? A preocupação excessiva com as métricas pessoais pode levar à padronização e à robotização de seus usuários, um efeito colateral bastante desagradável. Em situações extremas pode até criar autômatos ou estimular comportamentos doentios, como anorexia ou bulimia.
De qualquer forma, a ignorância nunca é uma bênção. Os benefícios do autoconhecimento são incomparáveis. Mas para isso é preciso um pouco de trabalho. Não basta apenas coletar os dados, deve-se também refletir sobre eles e planejar novas metas periodicamente, aprendendo a identificar padrões de comportamento nocivos e recorrentes. Nesses termos, a quantificação pessoal só deve fazer bem.
(Luli Radfaher, Little data. Disponível em: http: www1.folha.uol.com.br. Acesso em: 20 mar 2014. Adaptado)
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