Foram encontradas 60 questões.
O triângulo ACD representa um terreno que precisa ser cercado com um muro. Desse terreno, sabem-se as medidas dos seguintes segmentos de reta: AB = 18 m; BC = 24 m; CD = 50 m; AD = 28 m.

(Figura fora de escala)
Considerando que o segmento de reta BE é paralelo ao segmento de reta CD, e que o segmento de reta DE já está murado, resta cercar do terreno uma distância igual a
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Em uma unidade de saúde, a razão entre o número de pacientes mulheres e o número de pacientes homens atendidos em uma semana foi !$ \dfrac {14} 3 !$. Sabendo que o total de atendimentos nessa semana foi de 221, é correto afirmar que o número de pacientes mulheres atendidas supera o número de pacientes homens atendidos em
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De um terminal de ônibus partem ônibus das linhas A e B. Os ônibus da linha A, das 5h até às 9h, partem a cada 10 minutos, e os ônibus da linha B, das 5h até às 9h, partem a cada 15 minutos.
Considerando as partidas dessas duas linhas desde às 5h até a última partida dos ônibus às 9h, o número de vezes em que houve partida de um único ônibus, ou seja, sem partida simultânea, foi
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A área total de três retângulos é 20 m2. O comprimento do primeiro retângulo mede 1 m a mais que a sua largura. A largura do segundo retângulo mede o mesmo que o comprimento do primeiro retângulo e seu comprimento mede 1 m a mais que sua própria largura. A largura do terceiro retângulo mede o mesmo que o comprimento do segundo retângulo e seu comprimento mede 1 m a mais que sua própria largura. A área do terceiro retângulo supera a área do primeiro retângulo em
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A cozinheira de um escritório costuma oferecer para 12 pessoas um recipiente contendo 2,1 kg de feijão. Foi encomendado que ela preparasse feijão para servir 27 pessoas. A cozinheira preparou uma quantidade proporcional ao que costumeiramente fazia. Ao chegar a hora da refeição, vieram 30 pessoas e consumiram todo o feijão. Se todos comeram exatamente a mesma quantidade de feijão, é correto afirmar que a quantidade a menos que eles comeram de feijão, em relação ao que comeriam caso só houvesse 27 pessoas, é igual a
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O cansaço excessivo se deve hábitos de vida modernos que se sobrepõem necessidade humana de repouso e reflexão. Isso faz com que muitas pessoas recorram medicações que prometem aumentar ainda mais a produtividade.
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do texto.
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Em 1974, o psicólogo alemão Herbert Freudenberger usou o termo burnout para descrever o crescente número de casos de colapso físico ou mental causado pelo excesso de trabalho e pelo estresse. Nos anos seguintes, a sensação de profunda exaustão parece ter passado, gradativamente, a tomar conta da sociedade.
Ao mesmo tempo, houve uma progressiva ampliação do conjunto de circunstâncias culturais que potencializam os avanços de quadros de cansaços crônicos. Nesse contexto, o perene estado de exaustão pode ser pensado como o produto de um protesto interno contra todas as exigências que nos rodeiam tanto dentro quanto fora do mundo do trabalho.
As listas intermináveis de tarefas, por exemplo, podem levar a uma angustiante sensação de impotência na alocação do tempo. No meio de tantas prioridades, aquilo que, de fato, é prioridade, como os cuidados básicos com a saúde, acaba ficando em segundo plano. Priorizar o que não é prioridade é uma das marcas da sociedade contemporânea e isso tem gerado um mal-estar que tem o potencial de afetar negativamente as escolhas individuais em várias dimensões.
O estresse provocado pelo agitado mundo moderno costuma gerar quadros de irritabilidade, insônia, alcoolismo e transtornos alimentares e ter diversos desdobramentos negativos sobre a qualidade de vida. Dar o melhor de si passou a não ser suficiente quando a realidade do cotidiano vai minando o ímpeto de alcançar as crescentes demandas e expectativas do que é visto socialmente como o ideal.
O incessante barulho narcisístico das redes sociais sequestrou os momentos que antes eram usados para contemplação e reflexão. Em certo sentido, o celular se tornou uma ferramenta de perseguição implacável. Não é só a rotina do trabalho que está sobrecarregando nossas mentes. A sociedade atual forjou uma cultura sem interruptor para desligar.
(Michael França. Exaustão crônica reflete o mal-estar contemporâneo. Folha de S. Paulo. 18.09.2023. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o trecho do texto foi reescrito em conformidade com a norma-padrão de concordância.
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Em 1974, o psicólogo alemão Herbert Freudenberger usou o termo burnout para descrever o crescente número de casos de colapso físico ou mental causado pelo excesso de trabalho e pelo estresse. Nos anos seguintes, a sensação de profunda exaustão parece ter passado, gradativamente, a tomar conta da sociedade.
Ao mesmo tempo, houve uma progressiva ampliação do conjunto de circunstâncias culturais que potencializam os avanços de quadros de cansaços crônicos. Nesse contexto, o perene estado de exaustão pode ser pensado como o produto de um protesto interno contra todas as exigências que nos rodeiam tanto dentro quanto fora do mundo do trabalho.
As listas intermináveis de tarefas, por exemplo, podem levar a uma angustiante sensação de impotência na alocação do tempo. No meio de tantas prioridades, aquilo que, de fato, é prioridade, como os cuidados básicos com a saúde, acaba ficando em segundo plano. Priorizar o que não é prioridade é uma das marcas da sociedade contemporânea e isso tem gerado um mal-estar que tem o potencial de afetar negativamente as escolhas individuais em várias dimensões.
O estresse provocado pelo agitado mundo moderno costuma gerar quadros de irritabilidade, insônia, alcoolismo e transtornos alimentares e ter diversos desdobramentos negativos sobre a qualidade de vida. Dar o melhor de si passou a não ser suficiente quando a realidade do cotidiano vai minando o ímpeto de alcançar as crescentes demandas e expectativas do que é visto socialmente como o ideal.
O incessante barulho narcisístico das redes sociais sequestrou os momentos que antes eram usados para contemplação e reflexão. Em certo sentido, o celular se tornou uma ferramenta de perseguição implacável. Não é só a rotina do trabalho que está sobrecarregando nossas mentes. A sociedade atual forjou uma cultura sem interruptor para desligar.
(Michael França. Exaustão crônica reflete o mal-estar contemporâneo. Folha de S. Paulo. 18.09.2023. Adaptado)
Está em sentido próprio, no contexto em que foi empregado, o termo destacado em:
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Em 1974, o psicólogo alemão Herbert Freudenberger usou o termo burnout para descrever o crescente número de casos de colapso físico ou mental causado pelo excesso de trabalho e pelo estresse. Nos anos seguintes, a sensação de profunda exaustão parece ter passado, gradativamente, a tomar conta da sociedade.
Ao mesmo tempo, houve uma progressiva ampliação do conjunto de circunstâncias culturais que potencializam os avanços de quadros de cansaços crônicos. Nesse contexto, o perene estado de exaustão pode ser pensado como o produto de um protesto interno contra todas as exigências que nos rodeiam tanto dentro quanto fora do mundo do trabalho.
As listas intermináveis de tarefas, por exemplo, podem levar a uma angustiante sensação de impotência na alocação do tempo. No meio de tantas prioridades, aquilo que, de fato, é prioridade, como os cuidados básicos com a saúde, acaba ficando em segundo plano. Priorizar o que não é prioridade é uma das marcas da sociedade contemporânea e isso tem gerado um mal-estar que tem o potencial de afetar negativamente as escolhas individuais em várias dimensões.
O estresse provocado pelo agitado mundo moderno costuma gerar quadros de irritabilidade, insônia, alcoolismo e transtornos alimentares e ter diversos desdobramentos negativos sobre a qualidade de vida. Dar o melhor de si passou a não ser suficiente quando a realidade do cotidiano vai minando o ímpeto de alcançar as crescentes demandas e expectativas do que é visto socialmente como o ideal.
O incessante barulho narcisístico das redes sociais sequestrou os momentos que antes eram usados para contemplação e reflexão. Em certo sentido, o celular se tornou uma ferramenta de perseguição implacável. Não é só a rotina do trabalho que está sobrecarregando nossas mentes. A sociedade atual forjou uma cultura sem interruptor para desligar.
(Michael França. Exaustão crônica reflete o mal-estar contemporâneo. Folha de S. Paulo. 18.09.2023. Adaptado)
De acordo com o texto, é correto afirmar que
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Em 1974, o psicólogo alemão Herbert Freudenberger usou o termo burnout para descrever o crescente número de casos de colapso físico ou mental causado pelo excesso de trabalho e pelo estresse. Nos anos seguintes, a sensação de profunda exaustão parece ter passado, gradativamente, a tomar conta da sociedade.
Ao mesmo tempo, houve uma progressiva ampliação do conjunto de circunstâncias culturais que potencializam os avanços de quadros de cansaços crônicos. Nesse contexto, o perene estado de exaustão pode ser pensado como o produto de um protesto interno contra todas as exigências que nos rodeiam tanto dentro quanto fora do mundo do trabalho.
As listas intermináveis de tarefas, por exemplo, podem levar a uma angustiante sensação de impotência na alocação do tempo. No meio de tantas prioridades, aquilo que, de fato, é prioridade, como os cuidados básicos com a saúde, acaba ficando em segundo plano. Priorizar o que não é prioridade é uma das marcas da sociedade contemporânea e isso tem gerado um mal-estar que tem o potencial de afetar negativamente as escolhas individuais em várias dimensões.
O estresse provocado pelo agitado mundo moderno costuma gerar quadros de irritabilidade, insônia, alcoolismo e transtornos alimentares e ter diversos desdobramentos negativos sobre a qualidade de vida. Dar o melhor de si passou a não ser suficiente quando a realidade do cotidiano vai minando o ímpeto de alcançar as crescentes demandas e expectativas do que é visto socialmente como o ideal.
O incessante barulho narcisístico das redes sociais sequestrou os momentos que antes eram usados para contemplação e reflexão. Em certo sentido, o celular se tornou uma ferramenta de perseguição implacável. Não é só a rotina do trabalho que está sobrecarregando nossas mentes. A sociedade atual forjou uma cultura sem interruptor para desligar.
(Michael França. Exaustão crônica reflete o mal-estar contemporâneo. Folha de S. Paulo. 18.09.2023. Adaptado)
A partir da leitura do texto, é correto concluir que o burnout
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