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- Lógica ProposicionalEquivalências Lógicas
- Lógica ProposicionalNegação de Proposições CompostasLeis de De Morgan
Considere a afirmação:
Vou de tênis e visto um paletó, ou não faço sucesso.
Uma negação lógica dessa afirmação é:
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Sabe-se que as afirmações I, II e III são verdadeiras e a afirmação IV é falsa.
I. Se André é o motorista, então Bruno é o fisiologista.
II. Se Daniel é o massagista, então Carlos não é o roupeiro.
III. Se Carlos é o roupeiro, então Bruno não é o fisiologista.
IV. Se Carlos é o roupeiro, então Eraldo não é o técnico.
A partir dessas afirmações, é logicamente correto afirmar que
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A enquete “Seu restaurante preferido” foi respondida por 400 pessoas. O resultado está expresso em porcentagens no gráfico de setores circulares.

Nessa enquete, para que os restaurantes B e C empatassem em 3º lugar na preferência desse público, seria necessário que um determinado número de apreciadores do restaurante C passassem a apreciar o restaurante B. Esse número é
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Considere a tabela a seguir, que mostra o número de ônibus em trânsito em uma cidade, em determinados períodos, para responder a questão.

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Considere a tabela a seguir, que mostra o número de ônibus em trânsito em uma cidade, em determinados períodos, para responder a questão.

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A capacidade de um reservatório de água cujo formato é de um prisma reto retangular, conforme a ilustração a seguir, em que estão indicadas as medidas da base, é de 6 m3 (6000 L).

Na situação em que o reservatório tenha 4500 L de água, a altura do nível de água que ainda falta ser preenchido para completar o reservatório é igual a
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Leia o texto para responder a questão.
O inolvidável*
Não é muito confortável ficar ao lado de grandes corporações, mas não vejo como não apoiar a tese do Google de que o Tribunal de Justiça da União Europeia (UE) não pode impor o tal do direito ao esquecimento ao serviço de busca em nível mundial.
Comecemos pelo polêmico direito ao esquecimento, que vem sendo reconhecido por alguns tribunais, em especial os europeus. É fácil simpatizar com o adolescente que fez um comentário inadequado na rede e não quer que o lapso o assombre para sempre. Também dá para ser solidário com a vítima de um crime que não deseja que sua identidade passe a ser definida por esse acontecimento traumático.
É muito complicado, porém, dar a cada indivíduo o poder de determinar o que pode ou não ser dito a seu respeito. Fazê-lo representaria um embaraço forte demais às liberdades de expressão.
A prevalecer uma versão forte do direito ao esquecimento, um artista vaidoso poderia mandar apagar as críticas negativas à sua obra; um político desonesto poderia fazer sumir os registros das condenações que sofreu. Na ausência de critérios inequívocos sobre o que é aceitável descartar da memória coletiva, é melhor não conceder a ninguém o direito de editar o passado.
O que me preocupa mais nessa história não é, porém, o mérito do direito ao esquecimento, mas a pretensão da Justiça europeia de que suas decisões se apliquem fora das fronteiras da União Europeia. O risco aí é o de totalitarismo. Não convém conceder a nenhum Estado, por mais democrático que seja, o poder de impor suas leis a todo o planeta.
Em algum grau os EUA já fazem isso, ao reclamar para si jurisdição sobre todas as transações financeiras que envolvam o dólar, independentemente do local do crime ou da nacionalidade dos delinquentes. Não penso, porém, que essa atitude deva ser imitada ou aceita. O ideal seria que o poder de cada Estado ficasse restrito a suas fronteiras.
(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo. 22.09.2018. adaptado)
* inolvidável: não olvidável; que não pode ser esquecido.
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